14 mar 2014

COMEÇA HOJE: PAPO DE NEGÓCIOS

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Sebrae promove evento on line com especialistas no mercado digital

 

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Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil, compartilhará suas experiências como mentor e investidor em negócios inovadores e startups durante o Papo de Negócio, evento que será promovido pelo Sebrae de 14 a 21 de março. O Papo de Negócio é uma espécie de entrevista coletiva, via internet, na qual cada participante desempenha o papel de repórter, apresentando dúvidas e questões referentes ao mundo das empresas digitais. Para participar, o interessado deve se inscrever no site www.desafiouniversitarioempreendedor.sebrae.com.br.   

A participação de Spina, autor de livros como Investidor Anjo e Dicas e Segredos para Empreendedores, é uma das novidades programadas pelo Sebrae para a edição 2014 do Desafio Universitário Empreendedor, ferramenta voltada a estudantes, que integra as diferentes soluções do Sebrae com o objetivo de desenvolver as capacidades empreendedoras de quem está se preparando para entrar no mercado de trabalho.  

O Papo de negócio rende 20 mil pontos aos estudantes em cada edição. Ainda acontecerão mais três este ano, com temas complementares ao primeiro. Serão selecionados para a final do Desafio Universitário Empreendedor os três alunos com maior pontuação de cada estado do país.

Para marcar pontos na competição, os participantes devem fazer as diversas atividades propostas pelo Sebrae, como participar de capacitações (on line ou presencial), aprender com os jogos disponíveis no site e cursar a disciplina de empreendedorismo em sua instituição de ensino. O total de pontos com cada tipo de atividade pode chegar a 100 mil. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas a qualquer momento. Mais de 18 mil estudantes de todo o país já estão participando. Você vai aproveitar?

25 out 2013

A FORÇA DA CRIATIVIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL

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Sebrae e Senai firmam acordo para que pequenos negócios incorporem a criatividade no processo produtivo

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Adoro trazer boa notícias para o Lounge Empreendedor… No último mês, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Sebrae assinaram um convênio voltado para o setor têxtil. O objetivo é que as micro e pequenas empresas, além dos microempreendedores individuais (MEI), incorporem criatividade na elaboração de seus produtos, tornando-os mais competitivos. O convênio no valor de R$ 32 milhões, divididos entre as duas instituições, terá atividades até dezembro de 2017.

“A ideia é capacitar as empresas utilizando a capilaridade do Sebrae e a competência técnica do Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (Cetiqt) para atender à indústria têxtil de todo o Brasil”, afirmou o diretor do Senai, Rafael Lucchesi. É o Cetiqt, unidade criada pelo Senai no Rio de Janeiro, em 1949, que ficará responsável pela execução das atividades. Para ele, essa será uma das saídas para a indústria nacional enfrentar a concorrência dos países asiáticos, principalmente a China.

Nos próximos quatro anos e meio, está prevista a realização de 243 cursos, de 1,7 mil palestras e nove missões técnicas. No total, devem ser beneficiadas mais de 120 mil pessoas dos segmentos têxtil e confecção, couro e calçados e gemas e joias. Além disso, haverá ações para apoiar diretamente o desenvolvimento de produtos, como a realização de pesquisas de referência e o desenvolvimento dekits modelagem.

Conforme explica Flavio Sabra, gestor do Cetiqt, esse kit trará moldes de peças para confecção de roupas. “Associado isso à valorização do fazer local, os empreendedores podem elaborar produtos adequados a seu público”, comentou. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, que assinou o convênio junto com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, lembrou que as dificuldades pelas quais o setor passa não são recentes. “De toda forma, há um consenso. Se houver solução, ela passa necessariamente pela moda. A criatividade, a qualidade dos produtos e o aproveitamento de recursos podem fazer a indústria têxtil ressurgir”, disse. Barretto destacou o setor como importante empregador em diversas regiões do país e o potencial que o convênio tem para propiciar inovação e integrar os elos da cadeia de produção.

Na primeira semana de setembro, equipes técnicas no Senai Cetiqt e do Sebrae se reúnem no Rio de Janeiro para detalhar as ações, definir prazos e o passo a passo do convênio. A previsão é que ainda este semestre comecem atividades como palestras e cursos. Yes!!! É a força da Economia Criativa apontando para a transversalidade de sua proposta em todos os setores da economia.

08 out 2013

VAI QUE DÁ

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Inspire-se nas histórias de sete jovens que lutam para transformar suas startups em negócios rentáveis e com alto impacto.

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A série de webdumentários VAI QUE DÁ – A cara das startups brasileiras traça um retrato do empreendedorismo no Brasil a partir da vida de sete jovens à frente de startups de tecnologia promissoras, e oferece uma luz sobre temas essenciais para quem está empreendendo ou pretende se lançar nessa jornada. Em cada episódio, o espectador se surpreende com uma história diferente, contada pelo próprio personagem, e recebe a visão de especialistas, que comentam e trazem alternativas aos desafios vividos por esses empreendedores. 

 

Quer saber quem são os empreendedores envolvidos no projeto?

Kekanto

 
Stanford. MIT. Harvard. Quem escuta Fernando contando sua trajetória é remetido instintivamente a imagem de um alto executivo de uma multinacional. De fato, ele trilhou por algum tempo este caminho. Mas se deparou com uma bifurcação e decidiu seguir pela trilha menos convencional. Começou o Kekanto com apenas uma vaga ideia do que seria o produto. Lançou rápido, completamente inacabado. E nos feedbacks que recebeu dos usuários tudo começou a ficar mais claro e o produto foi ganhando corpo. Mais gente começou a gostar do que via. Hoje são milhões de usuários em 15 países que utilizam o Kekanto para encontrar os melhores estabelecimentos da cidade, da melhor fatia de bolo à roda de samba mais animada.Quem pensa que este é o final de uma história de sucesso está muito enganado. O serviço do Kekanto é 100% gratuito para o usuário e como monetizá-lo é um plano em desenvolvimento. Onde eles querem chegar? Assista ao vídeo Vai que dá!

 

Ledface

 
Quando surgiu a web 2.0, os olhos de Horácio brilharam e um futuro promissor começou a se desenhar em sua cabeça. Construiria um produto incrível, impecável, colocaria esse produto no mercado e seria um grande sucesso. Seria um empreendedor, destes que dão entrevistas e fazem palestras. Seria, mas não foi. Horácio fracassou. Passado o tombo, levantou mais forte. Assimilou os erros e começou do zero uma nova empreitada, ainda mais desafiadora que a primeira. Hoje, à frente da Ledface, acredita que pode fazer pela humanidade o que nenhum outro software até hoje conseguiu fazer: responder, a partir da inteligência coletiva e da colaboração entre as pessoas, questões íntimas, pessoais e subjetivas, que assolam diariamente a todos nós. Coisas que o Google não pode responder, do tipo, "meu filho mais novo está com ciúme do mais velho, o que faço"? Ou, talvez, "tenho medo do meu negócio fracassar, o que fazer?"

 

Minha Vida

 
Daniel era estagiário em uma multinacional quando um amigo ligou para ele dizendo ‘’há uma revolução acontecendo, você não quer pegar carona no rabo desse cometa?’’. A revolução era a web 2.0, a bolha da internet havia acabado de estourar e a resposta de Daniel foi rápida: Sim. Alguns anos depois, tendo ajudado a construir um bem sucedido negócio de venda de automóveis pela internet, num exame corriqueiro Daniel foi diagnosticado com um doença crônica rara e, angustiado, foi procurar mais informações (na internet, claro). Nada descobriu, nenhuma linha sobre a doença. Ele nem desconfiava que, ao não encontrar respostas para suas perguntas, ele encontraria o propósito de vida que procurava. Naquele instante surgia, pelo menos em sua cabeça, o Minha Vida, atualmente o maior portal de Saúde e Bem-Estar do Brasil.

 

QMágico

 
Thiago dorme no alojamento do ITA, Claudia dorme num quarto bagunçado dentro da empresa. Ambos acordam todos os dias do mesmo sonho: transformar a educação brasileira introduzindo o uso de novas tecnologias em sala de aula. E, acordados, trabalham madrugadas para fazer do QMágico um grande negócio. Num país que possui 40 milhões de alunos no ensino fundamental e médio, mas ocupa o 54º lugar na principal avaliação da educação no mundo, o desafio de construir uma nova maneira de ensinar é imenso. Como se não bastasse, ao QMágico se aplicam as mesmas leis de mercado que valem para todos: empresa boa é aquela que tem caixa, que dá lucro. Como "monetizar" o produto? Como e para quem vender? Qual o melhor modelo de negócio?

 

Solidarium

 
Tiago caminha entre barracas de artesanato na praça central de Curitiba. Cumprimenta artesãos, olha seus trabalhos, pergunta quanto custam. Eles não sabem, mas Tiago está ali a trabalho também. Com eles, os artesãos, e por eles. Dois milhões de artesãos brasileiros vivem abaixo da linha de pobreza. Produzindo por amor ou por necessidade, invariavelmente se deparam com o desafio de vender. Para Tiago, este dado foi como um chamado. Achou, por alguma razão, que isto era problema dele. Formou uma rede de artesãos e abriu uma loja em shopping para vender seus produtos. Quase faliu. Fechou contrato com Walmart, colocou produtos de artesanato no supermercado. Os produtos ficaram caros, a margem para os artesãos baixa. Quase deu certo, mas não era por aí. Agora, à frente da Solidarium online, tenta uma vez mais acertar o caminho para fazer com que a arte brasileira alce voos impensáveis e, de quebra, milhões de pessoas possam ter uma vida mais digna. Conheça!

 

We Do Logos

 
Que empresa não precisa de uma logomarca, de um folder, de um site? Essa é praticamente uma necessidade básica do negócio, certo? Ainda assim, há até pouco tempo era muito difícil encontrar um serviço de qualidade que coubesse no bolso da maioria dos micro e pequenos empreendedores brasileiros .Gustavo tinha uma agência de comunicação convencional, mas não conseguia atender seus amigos. Eles falavam que ele era caro; ele tinha as contas para pagar, nada podia fazer. Não se continuasse pensando da mesma forma que todas as milhares de agências espalhadas pelo mundo. Preocupado, voltou a estudar, e o mundo do crowdsourcing apareceu diante dos seus olhos. Quantos profissionais de comunicação se formam por ano? Quantos conseguem trabalho? Voltou para a sua agência e, dali mesmo, começou a construir o We do Logos, hoje a maior rede de designers freelancers do Brasil. 

 

Como você deve ter percebido todas essas pessoas construiram seus sonhos pensando não só no bem pessoal, mas também no coletivo. Criar soluções inovadoras e novos negócios, para eles, é uma ferramenta que ajuda a realizar suas ambições e objetivos de vida. Para eles, empreender não é apenas um caminho natural. É o único caminho!

VAI QUE DÁ é um convite para mergulhar num novo Brasil e sair com esperança de que, com empreendedores como estes, estamos dia após dia construindo um país melhor. Parabéns, mais uma vez, a ENDEAVOR BRASIL por apoiar e disseminar iniciativas assim! 

09 set 2013

COMO USAR A INTERNET PARA GERAR RESULTADO

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Decidir o momento certo e a melhor forma de utilizar a internet é fundamental para o sucesso nas redes sociais. 

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O mundo muda velozmente e o que antes era apenas imaginação virou realidade: supercomputadores, casas inteligentes, telefones com telas conectados à rede, passeios no espaço em superaviões, assim como robôs realizando trabalhos domésticos agora realmente existem. Enfim, o mundo está cheio de novas tecnologias e comportamentos, que vão impactando a todos nós, pois são movimentos importantes de mudança de formato e operação no mercado e que sinalizam uma forte tendência de evolução e ruptura de hábitos.

A multiplicação dos canais de mídia e a inserção da tecnologia em nosso dia a dia trouxe uma profunda mudança no comportamento das pessoas, mas, no Brasil, o setor que carrega a fama de criativo, inventivo e comunicativo parece ainda estar em sono profundo, quando deveria estar liderando uma revolução.

As agências de publicidade tradicionais precisam acordar para o novo e perceber que nunca foi tão certo o fim do modelo atual desse setor. Em grande parte do mundo já existem movimentos no sentido de acompanhar essas transformações. Por aqui, ainda não. Os publicitários do nosso país, que ainda resistem a um plano de mídia digital, estão perdidos em uma floresta de oportunidades.

O Brasil ocupa a terceira posição em quantidade de usuários ativos na Internet, atrás apenas dos EUA e do Japão, segundo a pesquisa Ibope Media 2013. Temos 94,2 milhões de brasileiros com acesso à internet e 97% dos usuários com presença nas redes sociais. Essas pessoas passam cerca de cinco horas por dia nas mídias sociais e fazem uso cada vez mais diversificado delas. Temos ainda a geração NET, com seu desenvolvimento cerebral afetado pelas novas tecnologias. Para os que têm menos de 16 anos, o e-mail já é obsoleto. Eles se comunicam em redes sociais, em tempo real.

Diante desse panorama, podemos afirmar sem medo: não dá para fugir da internet hoje, nem no mundo dos negócios. Ou melhor: principalmente no mundo dos negócios.

Muitas empresas, influenciadas por suas agências, ainda acreditam que podem sobreviver sem a presença digital e sem fazer uso das redes sociais. Estão enganadas. Não há futuro para a empresa que não busque formas de relacionamento nas redes. Mas é preciso saber o que dizer ao consumidor para criar uma boa percepção da marca. Na rede apenas as boas e relevantes histórias são compartilhadas.

Se a internet potencializa o desejo dos consumidores de se expressarem e muda sua relação com as marcas, estas, por sua vez, precisam se perguntar: por que o que faço é importante? Por que o consumidor desejará compartilhar em sua rede social? Mais do que conectadas, as pessoas utilizam a internet para exercer seus direitos com mais intensidade, sem receio.

Se você quer aproveitar esse mercado, mas não sabe como, em agosto tomei conhecimento sobre um manual bem legal lançado pela Talk: Manual do Twitter – Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar). Eles criaram agora um material educativo, com base na sua experiência na área digital (desde o planejamento até a mensuração de resultados) para ajudar você a criar, testar e implementar uma estratégia digital de qualidade, capaz de atrair novos negócios e criar mais um canal de diálogo com os consumidores. Se você estiver interessado no tema e não quer ficar perdido no tempo, baixe o conteúdo e sucesso: http://materiais.talk2.com.br/estrategias_digitais

lounge-empreendedor-FerlaLuiz Alberto Ferla é presidente do DOT digital group (Knowtec,  Talk2,  KeepingUpTechFront,  SocialBase,  Suite Plus  e  DDBR   e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes)

27 jul 2013

MOBILE É COMPORTAMENTO

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A explosão mobile no Brasil deixou de ser expectativa para virar realidade. Como você faz uso desta tecnologia no seu contexto de vida e empresarial?

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Uma verdadeira revolução digital está em curso. Embora muitas pessoas afirmem que essa transformação é tecnológica, prefiro me pautar em uma mudança de comportamento. A forma como interagimos uns com os outros, a maneira como consumimos conteúdo, tudo mudou radicalmente. Nosso comportamento é mobile.

Não há mais tempo para ter medo e insegurança. A realidade digital na qual fomos inseridos com a chegada da internet há 15 anos foi completamente absorvida e inserida no contexto de nossas vidas.  Fique um tempo na sala de embarque de um aeroporto ou na praça de alimentação de qualquer shopping e você verá que a revolução mobile já aconteceu. Não há como escapar.

Pare e pense em como começa o seu dia, a partir do momento em que você acorda: você desperta com o alarme do celular, já aproveita e verifica sua agenda, estuda a previsão do tempo, olha os e-mails que chegaram durante a noite e talvez, já faça sua primeira postagem em alguma rede social. Tudo sem sair debaixo das cobertas!

Isso sem contar as inúmeras vezes em que usa seu tablet ou celular para curtir fotos e comentários de amigos, registrar os melhores (e piores) momentos do seu dia e fazer check-in em seus lugares favoritos. Ah, claro, existem ainda as mensagens SMS que você troca com familiares, amigos e colegas de trabalho.

Está aí a grande mudança: mal falamos ao celular, usamos sua tecnologia para um novo comportamento no qual a ferramenta é apenas um canal que viabiliza a nossa interação com o mundo.  Um mundo na ponta dos nossos dedos!

As grandes empresas já perceberam essa realidade e têm realizado iniciativas mobile reconhecendo e utilizando a presença móvel de sua marca para conversão de melhores resultados. Outras tateiam o mercado com ações digitais ineficazes privilegiando tecnologias e não o comportamento do usuário.  Ou seja: há muito espaço a ser explorado.

Uma pesquisa realizada em junho de 2011 pela Mowa sobre a presença mobile das 500 maiores empresas e do setor bancário do país apontou que apenas 17% possuíam site móvel, 21%  possuíam aplicativo e 29% haviam experimentado ações SMS junto a seus clientes. Se entre as maiores empresas do país a presença móvel ainda é tão tímida, imagine o oceano azul a ser explorado na cauda longa.

Hoje, a alta complexidade e os custos elevados no desenvolvimento de projetos de mobilidade são as maiores barreiras à entrada no mercado de um número maior de empresas nesse universo. Faltam alternativas que tragam competitividade e, principalmente, democratização ao universo mobile.

lounge-empreendedor-mobile-eh-comportamentoContudo, cedo ou tarde, se dará a primavera dos que não possuem robustos orçamentos, mas já reconhecem o valor e importância de um canal móvel. Possuir uma estratégia mobile pode ser uma experiência transformadora, envolvente e cativante para sua empresa atingir uma boa comunicação e engajamento com o seu consumidor. Um consumidor que não está apenas à frente das marcas, mas “anos-luz” distantes de sua atual presença digital. 

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