20 mai 2014

UMA ECONOMIA VIBRANTE PARA TODOS

No Comments Carreira, Economia, Empreendedorismo Feminino, Empregabilidade, Família, Liderança, Mercado, Mercado de Trabalho, Protagonismo

Pelo 2º ano consecutivo, o Lounge Empreendedor fará a cobertura oficial do Women’s Forum Brazil 2014. Preparem-se para boas notícias!

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Em 2014, as oportunidades e desafios para o Brasil irão muito além do que simplesmente sediar a Copa do Mundo, que estará a apenas alguns meses das eleições presidenciais. A mídia internacional irá expor todas as facetas do país: suas regiões, política, economia e sociedade, bem como a sua posição na América Latina. Isso poderia impulsionar os negócios e, ao mesmo tempo, reacender o orgulho nacional. No entanto, os brasileiros sabem que precisam fazer um planejamento mais abrangente, de modo a aquecer a economia – promovendo o empreendedorismo, a inovação e abrindo espaço para a mobilidade social. 

Como as lideranças femininas podem contribuir para a criação de uma economia próspera para toda a sociedade? O Women’s Forum Brazil 2014 irá abordar estas questões fundamentais para o Brasil e para a América do Sul de forma mais ampla e mais uma vez o Lounge Empreendedor fará parte da cobertura oficial do evento. Partindo da atuação das mulheres como influentes agentes de transformação social e econômica, o Women´s Forum Brazil 2014 irá ampliar a nossa perspectiva e das próprias comunidades que participam do Fórum. 

Com o objetivo de garantir um retorno positivo sobre o investimento feito pelas empresas parceiras e convidados, a edição de 2014 focará no aprofundamento da utilidade prática das sessões introduzidas no ano de 2013:

  • Workshops segmentados focados em talento e liderança, finanças e estratégia de negócios, que serão customizados de acordo com os interesses e preocupações dos participantes de grandes companhias, líderes de PME´s e mulheres empreendedoras; 
  • Mesas-redondas para aprendizado de novas soluções para os negócios e desafios sociais, além do debate acerca da melhor forma de passar da informação para a transformação.  
  • E ainda realizar a quarta edição do encontro CEO Champions, o grupo de líderes do universo corporativo lançado em 2013 com tanto sucesso no Brasil. 

Queremos que a edição de 2014 crie uma conexão entre diferentes realidades, de diferentes partes do Brasil, diferentes origens e diferentes desafios, de forma a impulsionar a igualdade social para as mulheres, suas famílias e comunidades. Se conseguirmos isso, devolvendo um retorno sobre o investimento significativo para os envolvidos no processo, consideraremos esta edição um sucesso. Eu estarei lá e você?

O fórum também receberá empresárias e diretores de pequenas e médias empresas (PME) e palestrantes de empresas brasileiras e internacionais. Juntos, eles vão ter uma visão sobre o que é necessário para as empresas e as sociedades como um todo evoluírem e manterem a evolução. A lista de palestrantes inclui a Diretora da Clinton Global Initiative, de Integração de Meninas e Mulheres, Penny Aberywardena; o Presidente do Instituto Ethos Jorge Abrahão; as cantoras Mariana e Fafá de Belém; a fundadora da Escuela Nueva Founder ex-vice-ministra de educação da Colômbia, Vicky Colbert de Arboleda; a Presidente da Schneider Electric South America Zone, Tania Cosentino; a CEO da Boeing Brasil, Donna Hrinak; o ex-CEO Regional da Alcoa para América Latina e Caribe, Franklin Feder; a Presidente e CEO da Dudalina, Sonia Regina Hess de Souza; a Diretora da Divisão de Sandálias da Alpargatas, Carla Schmitzberger; a Vice-Presidente Executiva do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Julie T. Katzman; e a CEO do Magazine Luiza SA, Luiza Helena Trajano, junto com sua filha e Chef de cozinha Ana Luiza Trajano.

Veja * aqui * a programação completa do evento e um vídeo com os melhores momentos de 2013.

 

22 mar 2014

FAZER O BEM E OLHAR A QUEM!

No Comments Ações Sociais, Economia, Modelo de Negócio, Proposta de Valor, Protagonismo, Responsabilidade Social Empresarial, Startup, Transformação, Viva Positivamente

Repensar o modelo de financiamento de novas empresas e seu papel social é sempre um desafio delicioso. Topam vir comigo? 

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Depois de uma manhã de pura inspiração no 8º Congresso GIFE – Por um investimento social transformador a convite da Sam Shiraishi, aceitei o convite à reflexão e trouxe algumas delas para o nosso papo por aqui. Seriam as empresas mocinhas ou bandidas no processo de criação de uma nova sociedade? Quais as características de empresas numa sociedade sustentável? Como o investimento social pode apoiar o desenvolvimento de empresas com novos valores? De que forma os negócios de impacto se relacionam e complementam as ações de investimento social? 

Uau… Quantas perguntas… Quanta reflexão!

A amplitude do atual contexto econômico e político, a organização da sociedade civil e a capacidade da geração de valor pelas empresas trazem para as perspectivas de responsabilidade social empresarial e de investimento social privado o desafio de romper com o isolamento e pensar em novas estratégias que fortaleçam a competitividade empresarial, a atuação social, e por que não, a contribuição às políticas públicas.

Se antes entendia-se que com o pagamento de impostos, salários de funcionários em dia e campanhas de doações uma vez ao ano a empresa cumpria seu papel social, atualmente esperamos que uma boa gestão contemple a análise dos impactos de suas atividades e a forma pró-ativa de suas ações na reversão e na prevenção desses impactos. Quando uma empresa produz bens e serviços de forma socialmente responsável, diz-se que ela possui mecanismos de gestão de responsabilidade social empresarial. Já quando decide investir em ações sociais de outras empresas, ou em organizações não governamentais, seus esforços são focalizados por meio de investimento social privado. Melhor? Pior? Filantropia?

A filantropia empresarial é uma atividade pontual que não visa a sustentabilidade dos negócios. Ela normalmente está ligada ao desejo do empreendedor em atuar sobre alguma “mazela social”, sendo que a responsabilidade da empresa se encerra no ato de doar e não há grande preocupação sobre os impactos e a aplicação de seus recursos privados para ações de interesse público.

“O investimento social não deve ser compreendido como um campo isolado, como um setor fechado em si mesmo, mas como um conjunto diverso de estratégias que estão ligadas a outros setores e organizações, público e privados. Nesse contexto, ganham relevância e sentido as conexões em rede, capazes de potencializar, qualificar e avaliar o próprio investimento social” (Beatriz Gerdau, Presidente do Conselho GIFE).

Por isso, costumo dizer que é o jeito que as empresa tem de fazer o bem, mas de olhar muito bem a quem. Com a intenção de afirmar sua singularidade e se dissociar de práticas exclusivamente assistencialistas, o investimento social deve acontecer de forma planejada, monitorada e sistemática, com a promessa de gerar impactos efetivos e de longo prazo na sociedade.

E IMPACTO talvez seja a nova palavra de ordem no universo empreendedor! Desde que as startups tomaram conta de parte do cenário de abertura de novos negócios, negócios de impacto têm sido financiados por fundos de investimento, que criaram uma nova lógica de retorno financeiro: retornos não tão pequeno e em prazo não tão longos quanto os dos negócios tradicionais. Será que esse mecanismo de investimento funcionaria também para investimentos em negócios sociais?

Empreendimentos que aportem ganhos sociais merecem o reconhecimento dos agentes financeiros. Princípios como inovação, novos modelos e soluções que beneficiem a população de baixa renda não podem caminhar sozinhos. Se o setor é novo, ele precisa ser estruturado sobre novos paradigmas.

Essa foi a discussão do painel “Quando negócios de impacto e o investimento social se complementam?” que contou com a mediação de Vivianne Naigeborin, assessora estratégica da Potencia Ventures e a participação de Anna Penido, diretora do Instituto Inspirare, Valdemar de Oliveira Neto, o Maneto da Fundação Avina, e Claudio Sassaki, empreendedor responsável pela startup Geekie.

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Se ainda não temos uma ampla regulação sobre os investimentos sociais ou sobre empresas filantrópicas – aquelas que abordam questões globais como pobreza ou fome como suas estratégias centrais – podemos lamentar ou aproveitar. Afinal, onde não há regras, não existem também limites e podemos, então, criar a nossa própria forma de estreitar os laços entre os negócios de alto impacto e o investimento social.

O empreendedor Claudio Sassaki que atuou por dez anos no mercado financeiro decidiu deixar o cargo de vice-presidente em um banco de investimento em 2011 para fundar a Geekie, uma startup que atua com tecnologia de ensino adaptativa e que recentemente foi adotada como plataforma oficial de apoio para estudantes que fazem ENEM. Ele escalou o negócio com recursos próprios e hoje, a Geekie recebe investimentos do Fundo Virtuose e da Fundação Lemann para que exercesse seu papel social: dar acesso gratuito e adequado ao perfil de cada tipo de aluno do ensino público. Seria sua startup uma empresa social? Não! Sassaki tem uma empresa privada de interesse social e é assim que a vida é! Híbrida. Complexa. Complementar.

Ao empreendedor, cabe o desafio de desenvolver o produto ou serviço, errar e corrigir antes que o dinheiro acabe! Em qualquer startup é assim!

Às empresas financiadoras, compete fazer boas escolhas que gerem impacto, escala e que possam, ao mesmo tempo, influenciar políticas públicas e incrementar mecanismos de mercado orquestrando um novo ecossistema de negócios onde será preciso saber se os recursos que estão sendo gastos trazem ou não um retorno efetivo para a sociedade.

18 nov 2013

MANIFESTO DA EMPREENDEDORA

No Comments Carreira, Comportamento, Empreendedorismo, Empreendedorismo Feminino, Equilíbrio, Protagonismo

Aproveite a Semana Global de Empreendedorismo, para conhecer o manifesto da Rede Mulher Empreendedora. Eu faço acontecer! 

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O Manifesto da Empreendedora foi escrito a muitas mãos. É um compilado de todas as necessidades, desejos e dilemas dos quais vive a mulher no universo empreendedor e que são descritos diariamente no portal e nas redes sociais da Rede Mulher Empreendedora www.redemulherempreendedora.com.br.

"Queríamos um manifesto que realmente tivesse a ver com o que nos deparamos diariamente na Rede. Como se fosse um resumo das batalhas de cada mulher que está compartilhando seus dilemas com a gente" afirma Ana Lucia Fontes, fundadora e diretora da Rede Mulher Empreendedora.

Eu tenho o maior orgulho em fazer parte dessa rede e em ver parte das minhas batalhas nesse manifesto: 

Manifesto das Empreendedoras


Sou empreendedora. Sou mulher, mãe, esposa, filha, irmã, tia e tudo mais que me couber na alma.

Sou cheia de ideias e de coragem. Não tenho medo de trabalho, do fracasso e nem do sucesso!

As conquistas virão na medida dos meus esforços.

Faço das minhas fraquezas degraus para o aprendizado, levantando a cada queda e me fortalecendo a cada dia. Sou resiliente. Não esmoreço com as batalhas.

Ajudo aos que estão ao meu redor, pois não quero crescer sozinha. Vou adiante e levo vários comigo.

Apoio outras empreendedoras, compartilho  minhas experiências  e conhecimento.

Sei que o caminho é árduo e o que rege o mundo de empreendedorismo é a "troca".

Às vezes o medo insiste em aparecer, mas me concentro em melhorar o meu  negócio.

Minha empresa é minha vida. Como minha família, filhos e tudo que tem importância no meu mundo.

Não desfaço meu mundo pelos valores dos outros.

Minha liberdade não tem preço

Sinto, choro, morro de rir, mas desde que tudo isso tenha um significado para mim!

Sou fortalecida ao lado de quem amo. Trabalho muito, mas não abro mão de momentos com a família.

Dinheiro para mim não é o problema, e sim a solução!

Acredito nas pessoas, e faço disso minha razão para crescer.

Quero um mundo melhor para meus filhos e para quem mais estiver pronto para o futuro!

O futuro é o agora! E é no agora que faço acontecer!

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16 nov 2013

PROCLAMAMOS O QUÊ?

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Só mais um feriado? 15 de novembro é um dia para refletirmos sobre o que a República realmente significa ao Brasil

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Ontem foi o dia da Proclamação da República. A comemoração de um dia em que, em 1889, foi derrubada a Monarquia no Brasil e instaurada a República com o sonho da transformação de um poder absoluto para a liberdade, pelo menos como conceito.

Inspirados na Terceira República Francesa (1870/1940) e nas ideias positivistas, o período nasceu em meio a um caldeirão de debates e ideias sobre o que seria uma República para um país de dimenções continentais, com uma população missigenada, em sua maioria analfabetos, e numa sociedade com cultura escravocrata arraigada em suas engranhas.

Ainda na primeira República, dizem que arrependido, Alberto Sales (irmão do Presidente Campos Sales) declarou em 1901: “…este regime é corrupto e despota”. Alberto Torres, governador do Rio de Janeiro (1897/1900), desencantado com o novo regime disse: “Este Estado não é uma nacionalidade; este país não é uma sociedade; esta gente não é um povo. Nossos homens não são cidadãos”.

Sinceramente, mais de 100 anos depois, me pergunto o que mudou…

São tantos escândalos, tanta impunidade e tanta corrupção impregnados em nosso DNA republicano que o sonho da liberdade transmutou-se em um longo pesadelo. Para onde foram os defensores da participação do povo no governo, a soberania, a liberdade do homem, o direito de ir e vir? Liberdade, igualdade e fraternidade? Talvez apenas na França… 

O Brasil conta com 39 ministérios no Governo Dilma para quê? Acomodar interesses politicos? Empregar apadrinhados? Quem está pensando o Brasil do Futuro?

Precisamos construir um plano de nação! Aquele que a maioria dos países conseguiram quando adotaram o regime Republicano e a Democracia, mas que no caso do Brasil, nem 100 anos foram capazes de consolidar. Pois é… Não temos um plano de nação. Temos um plano do partido A, B ou D, que pensam sempre no curto prazo e nas próximas eleições. A estrutura da República deve ser melhorada para coibir e punir a corrupção. Mesmo com a indignação que nos assola desde 1901, a cada dia conhecemos um novo escândalo. Entra governo, sai governo e as questões continuam as mesmas. Na época do Jânio Quadros a palavra de ordem era varrer a corrupção (lembro que cheguei a ter uma vassourinha); no período Collor a caça aos marajas (fui às ruas com a cara pintada gritar pelo impeachment) e agora a prisão (ou não) dos mensaleiros anunciada em pleno 15 de novembro. Será que somos um povo corrupto por natureza? Quando teremos forças para colocar um ponto final em toda essa história?

Se sonhamos com o aumento da competitividade da nossa economia e com a melhoria da qualidade de vida do nosso povo, é chegada a hora da proclamação de um novo pacto social, onde tenha prioridade o indivíduo, a família e a comunidade. Que possamos viver a verdadeira República: politica, fiscal, administrativa e, principalmente, socialmente forte e democrática.

 

09 nov 2013

ACABOU PRA VOCÊ?

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Em algum lugar, alguma coisa incrível está apenas esperando para ser descoberta. Você vai deixar a sua vida passar?

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Durante a última semana, ouvi várias vezes a mesma frase: “- Sossega, Ana. Vamos deixar essa conversa para o próximo ano? 2013 já acabou.”  Opa! Jura MESMO que o ano já acabou pra você?

Quem tem a expectativa de apenas deixar a vida acontecer nos próximos 52 dias, certamente deixará de aproveitar boas oportunidades. E depois de anos trabalhando com empreendedorismo, sinto-me à vontade para compartilhar algo que aprendi sobre as oportunidades: as boas nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

O custo da oportunidade perdida pode ser maior do que o suposto benefício de aproveitar o final de um ano complicado para descansar e recarregar as energias. Imagine que o emprego que você buscou esteja disponível agora… Ou que o fornecedor com os melhores produtos para o seu negócio faça uma promoção… Ou, ainda, que o seu potencial cliente não faça idéia do que fará com o 13º salário… Pois é!  

Mesmo que o seu setor não seja o de vendas diretas ao consumidor, neste período há um superaquecimento na economia que pode render bons frutos para quem estiver atento e disposto a “fazer acontecer”.

Lembre-se que "sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade”, segundo o filósofo romano Sêneca.  Não bloqueie sua visão só porque o ano está chegando ao fim. Permaneça aberto para novas chances, afinal o que é um calendário, senão uma convenção temporal?

Isso me fez lembrar uma pequena parábola sobre a vida na floresta: “Ao nascer do sol, uma gazela acorda na África. Ela sabe que tem que estar preparada para correr mais rápido do que o leão para não ser alcançada e morta por ele. Neste mesmo instante, um leão acorda… Ele sabe que tem que estar preparado para correr mais rápido do que a gazela, ou morrerá de fome.”

Percebe? Não importa se você é um leão ou uma gazela. Quando o sol nasce é melhor estar preparado para ser o mais rápido, seja em novembro, dezembro ou em qualquer outra oportunidade.

O que te faz rápido? Talvez, uma profunda indignação em viver a vida que está vivendo ou quem sabe um intenso desejo em conquistar suas metas sem precisar esperar pelo amanhã.

Todos os dias, ao acordar, vamos nos deparar com três tipos de pessoas: aquelas que fazem as coisas acontecer, as que ficam vendo as coisas acontecer e as que se perguntam: O que aconteceu?

Quem você escolhe ser?

Se a sua resposta foi “fazer acontecer”, pare de pensar no fim do ano ou nas coisas que lhe faltam para ser bem sucedido em sua vida. Normalmente, temos muito mais do que precisamos para iniciar uma jornada.

Além disso, não tenha medo da corrida que precisará enfrentar. Se cair, aprenda com o erro , prepare-se melhor e continue a correr. Afinal, é bem melhor ter orgulho de ter feito e errado do se arrepender de ter errado por não ter feito nada.

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