22 set 2013

ECONOMIA CRIATIVA E DESIGN EXPERIENCE

No Comments Administração e Gestão, Consumo, Cultura, Economia Criativa, Empreendedorismo, Inteligência Competetitiva, Mercado, Modelo de Negócio, Proposta de Valor

O Design e a Economia da Experiência são novos termos de gestão que você precisa ficar atento se quiser sucesso no mercado

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Sempre falo em minhas palestras ou orientações empresarias que empresas que oferecem mais do mesmo ao mercado estão fadadas a integrar a pesquisa de mortalidade realizada pelas instituições de fomento ao empreendedorismo em todo o país. Ok! Isso não é nenhuma novidade… Mas a questão que acompanha essa afirmação é como, então, encontrar o seu ponto de diferenciação?

O atendimento ao consumidor está vivendo um novo modelo de negócios e gestão, no qual as empresas trabalham em um processo de fidelização da marca e em práticas que englobem sentimentos e valores aos produtos e serviços oferecidos.

Os conceitos têm por base proporcionar ao consumidor mais do que a compra de um produto, mas também a vivência de uma experiência e envolvimento com a loja e a marca. O segredo está na EXPERIÊNCIA.

Desde que nascemos, nossa vida está completamente ligada aos sentidos, à percepção psicológica indireta e ao significado do que nos é simbólico. Mas as empresas ainda não aprenderam a aproveitar todo o potencial da experiência.

lounge-empreendedor-economia-criativa-e-design-experienceSe você conseguir abrir mão da briga por preço, receita ou market share e buscar observar o consumidor e interagir com ele até que ele se sinta extasiado em ser seu cliente, você perceberá que seus resultados serão mais perenes e até, mais altos na perspectiva financeira.

Esse foi o tema do encontro realizado com especialistas de mercado pelo Conselho de Criatividade e Inovação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) no último dia 20 de setembro em São Paulo: Design Experience: a revolução nos serviços.

Para eles, o modelo antigo de negócio – aquele que cria a demanda e não percebe as necessidades do cliente – se esgotou com o advento da internet e com a evolução do perfil do consumidor, cada dia mais exigente. “O comando das vendas passou do empresário para o consumidor com a era digital. Precisamos entender como conviver com isso e ter diferenciais para atender”, disse o presidente do Conselho de Criatividade e Inovação da FecomercioSP, Adolfo Melito. Segundo ele, o varejo vai precisar passar por uma mudança de cultura, observando a interação do consumidor com seu produto e sua marca: “Muitas vezes é necessário trabalhar com valores intangíveis, como a emoção e os sentidos, para liderar nessa tendência”.

Grandes empresas pelo mundo já têm mudado sua forma de relacionamento com os consumidores aproximando os clientes dos processos de criação de produtos e serviços. Chamado de cocriação, o processo ainda não é realidade em terras brasileiras da forma como o potencial humano brasileiro poderia exercê-lo, pois muitas empresas ainda se recusam a perder o poder para o seu consumido e mantêm o “departamento de criação”, composto por 10 ou 15 pessoas, como berço dos “únicos criativos” que interessam. A constatação foi do publicitário e sócio da agência A Ponte Estratégia, André Torretta.

Para o publicitário, a cocriação é a grande inovação do futuro. “A inteligência coletiva é mais poderosa do que a individual. Agora quem decide é o consumidor e quem não mudar, vai perecer. O modelo que deu certo no passado não vai mais funcionar”, completou.

Precisamos urgentemente pensar no redesign dos serviços brasileiros. Nem saberia dizer quantas vezes já falei aqui no Lounge Empreendedor que a inovação não é um processo apenas para as grandes empresas ou para aqueles cheios de dinheiro. Ela é um processo possível (e necessário) para todos. Como disse, André Torretta, o Brasil não é o país da FGV ou do paulistano que “toma café na padoca”. O cliente que precisamos conhecer é aquele que acorda correndo, joga um toddynho, uma trakinas e uma maçã na bolsa e vai tomar o seu café da manhã no trem e no metrô, pois precisa chegar pontualmente ao trabalho.

Para o professor e responsável pela empresa Trade Marketing, Francisco J. S. M. Alvarez, o crucial é atender ao cliente da maneira como ele quiser, independentemente do canal de venda. “A experiência de compra agora é sensorial. É uma interação lúdica, indo além do ato da compra. O varejo precisa despertar e entender que o ‘como se compra’ impacta mais na satisfação do cliente do que ‘o que se compra’, afirmou.

As estratégias de venda devem ser montadas com base em um estudo sobre a experiência do consumidor, com foco exclusivo na necessidade real do cliente. De acordo com Lincoln Seragini, presidente da Seragini Design de Ideias, as empresas precisam aprender rápido a lição e implementar os conceitos de branding e experiência. “É muito difícil hoje se diferenciar e competir com produtos e serviços. Temos de investir na busca de ideias e de novas demandas. A experiência faz diferença e cada marca tem seu apelo próprio, como Disney e Apple”, disse.

Toda empresa existe para vender produtos, serviços, a promessa da marca (a mística do intangível) ou uma experiência. Erram aquelas que focam sua entrega apenas nos dois primeiros, pois produtos e serviços podem ser facilmente copiados, mas não se copia a mística de uma marca e a experiência que um cliente possui com o seu negócio. Vivemos em um grau de competição que não admite mais falhas e sua empresa não conseguirá sobreviver focada apenas na competição pelo preço. A palavra de ordem é VALOR!

lounge-empreendedor-economia-criativa-e-design-experiencO professor Lincoln Seragini apresentou várias situações em que a associação do fator sensorial e da percepção do cliente fizeram a diferença em negócios atualmente no mercado. Veja a foto da embalagem de um amaciante associada ao cuidado da gestação. Não é linda? 

O objetivo da aplicação do conceito de Economia da Experiência nos negócios é atrair novos clientes a partir da oferta de acontecimentos exclusivos e memoráveis que jamais deixem sua memória. A Sociedade dos Sonhos, cunhada em 1999 por Rolf Jensen, significa uma mudança fundamental no paradigma da produção e consumo; é um fenômeno comportamental que anuncia novas tendências de mercado nas quais o componente emocional assume uma posição central na lógica do consumo.

O seu cliente espera transformar sonhos e desejos em realidade e você, como um bom empreendedor de sucesso, precisa se esmerar para surpreender, emocionar e encantar sempre. Para isso, busque o inusitado, ofereça situações aos cinco sentidos e entenda o perfil desse consumidor diferenciado. Lembre-se que as pessoas estão dispostas a pagar mais por experiências que lhe satisfaçam. “Quando uma pessoa compra uma experiência, ela está disposta a pagar pelo intangível e por aquilo que ele significa”, afirmou Daniela Bitencourt do Instituto Marca Brasil.

Para fomentar ideias com essa proposta e empreendedores que busquem melhorar a percepção do consumidor, durante o evento na FecomercioSP foi feito o lançamento oficial da Creative Business Cup Brasil, competição internacional para empreendedores ligados à economia criativa. A iniciativa, liderada pela Endeavor em parceria com a Projecthub, surgiu na Dinamarca em 2010 e, neste ano, contará com 45 países participantes. Os empreendedores criativos interessados em participar têm até 20 de outubro para se inscrever pelo site da competição:
http://www.creativebusinesscupbrasil.com.br/.

Finalizando o evento, foi muito legal conhecer o secretário recém-empossado de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Marcos André Carvalho, e tomar conhecimento das iniciativas do governo federal para incentivar projetos e negócios criativos. “Estamos discutindo um novo comportamento da sociedade, que é baseado no conhecimento e valor agregado. Precisamos de projetos práticos que potencializem e ajudem a acelerar o desenvolvimento da economia criativa no Brasil. Precisamos vencer a dificuldade que o empreendedor cultural tem para incorporar a questões de gestão e superar seu vício em editais e leis de incentivo”.  Segundo ele, a secretaria está com vários projetos, incluindo inaugurar 13 incubadoras em 2014 no País por meio do projeto Brasil Criativo. Além disso, ainda estão em estudo a criação de um selo Brasil Criativo, oito observatórios de economia criativa, bolsas de pesquisa no CNPq para pesquisadores de economia criativa, proposta de novos marcos legais, linhas de financiamento e crédito e programas de educação.

O mundo é apaixonado pela cultura brasileira. Precisamos deixar de vê-la como a “cereja do bolo” e transformá-la em ingrediente principal de uma nova receita de desenvolvimento.  Quando, finalmente, percebermos sua centralidade como eixo de desenvolvimento estratégico, talvez consigamos atingir novos patamares (e experiências!) empresariais e sociais. Eu acredito MUITO nesse momento!

04 ago 2013

DISNEY: UM MUNDO DE EXPERIÊNCIAS

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Passear pela Disney pode ser muito mais do que um passeio, mas uma lição de empreendedorismo e gestão.

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A Disney tem uma máxima que diz “Você pode sonhar, criar e projetar o lugar mais espetacular do mundo, mas precisará de pessoas para tornar o sonho realidade”. E aí vem a pergunta: você está tratando bem dos profissionais que possui ao seu lado? Antes de responder, é necessário entender que tratar bem é, antes de tudo, reconhecer não só com salário, mas com atitudes. Não custa nada para o líder fazer uma ligação parabenizando o funcionário por um trabalho bem desempenhado, por alguma coisa bem-sucedida. O resultado de gestos assim é que o líder ganha um profissional extremamente comprometido, que vai fazer o que for necessário para alcançar resultados. E não adianta falar de falta de tempo. Fazer um simples cartão de agradecimento não leva tempo nenhum e é capaz de ganhar um profissional.

Vejo muitos empreendedores buscando a fidelização do cliente externo, mas esquecendo de que a cadeia de valor da lealdade começa da porta para dentro. Ela começa na qualidade do serviço interno e na satisfação do profissional. Assim conquista-se retenção de profissionais, ganha-se bom desempenho, qualidade de serviço, satisfação do cliente, valor mais alto para o consumidor, lealdade do cliente, para só então vir o aumento da receita, crescimento, lucro e valor para o acionista. Se começar ao contrário, buscando lucro e crescimento a qualquer custo, tudo tende a dar errado.

Por isso, voltemos à Disney que é um excelente exemplo. Quando você entra em um parque, ingressa em uma experiência diferente, sai do real para o imaginário. Você deixa de lado um mundo complexo e conturbado para um mais fácil, onde os problemas não existem. Essa boa experiência, para a empresa, não é negociável. Tem de existir.

Para falar em satisfação do cliente, a Disney apresenta, em seus treinamentos, o caso do funcionário do parque que se depara com a pergunta “a que horas é a parada das 3h?”. Obviamente, a própria pergunta já contém a resposta, mas há um significado maior nela e o funcionário pode se antecipar com outras informações e superar, e muito, a expectativa do cliente. Se a pergunta vem de um casal com dois filhos, a sugestão da Disney é que ele vá além do óbvio e informe sobre a melhor localização para filhos pequenos durante a parada, fale sobre opções de alimentação ou sobre o melhor lugar para tirar fotos com as personagens. É assim que se busca o encantamento do cliente, em uma atitude que pode ser reproduzida no mundo corporativo.

Além disso, tem a questão do backstage invisível. O que acontece se alguém vê o Mickey sem a cabeça de rato, fumando, encostado em um poste? O encantamento se dilui, a experiência é prejudicada.

Se você chegou de férias agora, pense naquilo que mais te encantou. Como você pode reproduzir esse encantamento para a sua empresa, para o time que gerencia ou para os seus colegas de trabalho? Criar um ambiente de propício ao conviver em harmonia será o primeiro passo para que você tenha um segundo semestre excepcional. Sucesso!

30 jul 2013

SUSTENTABILIDADE NA BM&F BOVESPA

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Mercado, Meio Ambiente, Sociedade e Governança Corporativa são os pilares da política de sustentabilidade da BM&F BOVESPA

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O Conselho de Administração da BM&F BOVESPA aprovou a Política de Sustentabilidade da companhia no mês de julho. Ela está estruturada em quatro pilares de atuação – Mercado, Ambiental, Social e Governança Corporativa –, abrangendo tanto a gestão interna quanto o relacionamento com seus diversos públicos. 

 “Este é um passo fundamental na trajetória da Bolsa no tema. História essa que conta com fatos marcantes, como ter sido a primeira bolsa do mundo a aderir ao Pacto Global, em 2004; passa pelo lançamento doISE no ano seguinte, quarto índice do gênero no mundo; e chega a fatos mais recentes, como ser a primeira bolsa de mercados emergentes a aderir ao PRI – Princípios para o Investimento Sustentável, em 2010; e se tornar referência mundial em sustentabilidade no ano passado junto com a Bolsa de Johanesburgo (segundo o Relatório Sustainable Stock Exchanges), mesmo ano em que soltamos ao mercado a recomendação Relate ou Explique para Relatório de Sustentabilidade ou Similar, avalia Sonia Favaretto, Diretora de Sustentabilidade da companhia e membro do Conselho Consultivo da Rede de Mulheres Brasileiras Lideres pela Sustentabilidade.

No pilar Mercado, a Política formaliza e orienta o comprometimento que a Bolsa tem em manter sistemas eficientes e seguros, oferecer produtos e serviços inovadores que agreguem valor ao cliente e também estimular a divulgação de práticas de sustentabilidade pelas empresas listadas.

No pilar Ambiental, a BM&F BOVESPA se compromete a alavancar o mercado brasileiro com produtos e serviços ambientais e minimizar os impactos das suas próprias atividades. A Política prevê a adoção de programas de ecoeficiência nas dependências da Bolsa e a indução de boas práticas na cadeia de valor e demais públicos de relacionamento.

No pilar Social, a companhia segue com foco em atrair e reter talentos e incentivar a busca pela melhoria da qualidade de vida e desenvolvimento dos seus colaboradores, bem como induzir as boas práticas sociais na sua cadeia de valor e demais públicos. A Política também formaliza o compromisso com a promoção do Investimento Social Privado e voluntariado.

lounge-empreendedor-sustentabilidade-na-bm&fbovespa-slideNo pilar Governança Corporativa, a Política reforça o papel da BM&FBOVESPA de promoção e indução das boas práticas de transparência, prestação de contas e gestão eficiente dos riscos.  “Mais do que ter uma Política formal e divulgá-la aos nossos públicos, é fundamental o desdobramento desta Política em todas as áreas da Bolsa. Até o final do ano, envolveremos neste movimento 15 áreas, cujas ações mapeadas serão implementadas em 2014, e assim sucessivamente”, explica a diretora.

Internamente, o tema é gerido em duas esferas: o Comitê de Sustentabilidade (formado pelo diretor presidente, diretores executivos, diretores e membro externo, que tem como função a orientação estratégica) e a Comissão de Sustentabilidade (composta pela diretora de Sustentabilidade e gerentes, que tem como objetivo conduzir a agenda no dia a dia e disseminar a cultura de Sustentabilidade no dia a dia).

Saiba mais sobre a Política de Sustentabilidade da BM&FBOVESPA.

22 jul 2013

BRANDING: A CERTEZA DE QUE MARCA TAMBÉM SE GERENCIA

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Uma marca só acontece quando se mostra, quando se conecta corretamente com seus públicos e abandona “as salas de reunião”.

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Marca é um dos conceitos mais ricos, complexos e cercados de paradigmas do meio empresarial. Talvez por envolver profissionais extremamente criativos, encontramos no mercado tentativas de compreender "marca" com o uso excessivo de metáforas indo da representação estética (logomarca) a elementos de transformação cultural.

Mas, se existe um ponto com o qual todos concordam é que a marca é um ativo – um elemento capaz de trazer benefícios econômicos e impactar a operação, positiva ou negativamente, dependendo da qualidade da sua gestão. Ou seja, a marca é um elemento que pode alavancar e sustentar um negócio no tempo, por meio da mudança de comportamento que provoca nos diversos públicos. Pode atrair, manter ou repelir colaboradores; transmitir confiança a investidores; manter o poder público a seu favor; criar interesse junto à imprensa e formadores de opinião; e, claro, gerar relevância e fidelidade para os clientes.

Não importa se estamos falando de uma pequena ou grande empresa, do seu setor de atuação ou se ela está no ambiente físico ou virtual: marcas são ativos que geram retorno concreto, passível de mensuração. Por isso, é melhor começar a cuidar da sua, agora!

Tenho (quase) certeza de que, na sua empresa, você tem pessoas e/ou métodos concretos para cuidar do caixa, dos equipamentos, das instalações físicas e dos processos. Por que você não fazer o mesmo com a sua marca?

Na maioria das empresas que conheço, a marca é gerenciada apenas parcialmente, com ênfase em algum de seus elementos: design, comunicação ou estratégia. Gerenciam-se as partes, não o todo. Alguns empreendedores chegam a acreditar que uma vez definido o nome e logotipo da empresa, não precisam fazer mais nada com relação à marca do negócio.

Pois, se você também pensa assim, é hora de conhecer três abordagens importantes para uma boa gestão da marca (branding) da sua empresa:

  1. Gestão da identidade visual: prioriza o design, a logomarca e a aplicação correta de suas diretrizes visuais, seja no ponto de venda, em sinalizações internas ou na internet. É comum que empresas mais estruturadas tenham manuais de aplicação da marca.
  2. Gestão da comunicação: foca na exposição publicitária da marca e adota indicadores de posição em relação aos concorrentes, como “top of mind”, por exemplo. Geralmente, envolve processos estruturados de pré e pós-teste de anúncios como forma de garantir a sua efetividade.
  3. Gestão da estratégia: dedica mais tempo na elaboração de conceitos orientadores para a marca, como posicionamento, visão e valores. Significa transmitir e manter a essência da empresa refletida nos atributos da sua marca.

Todas essas iniciativas são muito importantes para qualquer marca. Não se trata de escolher entre uma ou outra, mas sim integrá-las em um processo estruturado, que contemple todos os aspectos e permita ao empreendedor identificar possíveis lacunas na sua interação com seu público. E lembre-se: seu público contempla clientes, colaboradores, fornecedores, etc… 

Se você quer começar agora um processo de branding na sua empresa, o primeiro passo é ter clareza sobre o que você pretende com a sua marca, sua identidade e a imagem que pretende construir. Algumas vezes, as diretrizes já existem, apenas estão dispersas, desorganizadas ou guardadas só pra você na sua "incansável cabecinha". 

Para conquistar bons resultados, é preciso estabelecer uma base comum entre todas as pessoas envolvidas com a sua empresa sobre sua identidade e imagem. Todos sabem a sua visão, o por quê da marca ter sido criada ou seu propósito original? O que torna sua empresa única aos olhos dos seus clientes? O que sua marca não é? (Sim, a resposta aqui é sobre o que você não quer ser quando crescer!) Quais são os limites de território, ação e comportamento em que você pretende atuar? Se a sua marca fosse uma pessoa, como ela seria? Quais são as características humanas que sua marca deve assumir para criar uma relação mais próxima de seus clientes? O que você quer que as pessoas sintam quando estão em contato com a sua marca? E quais os benefícios reais e tangíveis que sua marca pode entregar?

lounge-empreendedor-brandingSão tantas as perguntas… Se você conseguir respondê-las e determinar um plano de ação que contemple os pontos de contato da sua marca com cada público que interaja com a sua empresa, você certamente estará no caminho certo para consolidar seu mais poderoso ativo. 

15 jul 2013

[PROMOÇÃO ENCERRADA] CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE CROWDSOURCING. VAMOS JUNTOS?

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Saiba como a colaboração da multidão impulsiona o crescimento de negócios e empresas.
 

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É sempre bom trazer boas notícias para o Lounge Empreendedor. Hoje, o comunicado é sobre o resultado do sorteio para que um leitor acompanhe as discussões e o aprendizado da Conferência Internacional de Crowdsourcing 2013. 

O resultado é: 

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Peço que você me mande um e-mail no contato@loungeempreendedor.com.br para combinarmos os detalhes da sua inscrição. Parabéns, Patrícia! Que a colaboração das multidões contamine seu coração!


CCS13 – Conferência Internacional de Crowdsourcing 2013, evento especializado em co-criação e crowdsourcing, acontecerá nos próximos dias 23 e 24 de julho, em São Paulo. O Lounge Empreendedor, parceiro do evento, realizará o sorteio de uma cortesia de inscrição para que você possa acompanhar as discussões sem pagar nada. O tema central da conferência deste ano será focado nas principais estratégias e inovações, criadas pela transformação social da colaboração, co-criação e crowdsourcing em empresas, governos e setores empresariais sem fins lucrativos.

O objetivo da conferência é discutir os desafios globais analisando abordagens inovadoras para a resolução de problemas e construindo parcerias duradouras que permitem maximizar os negócios e trabalhar o impacto social de suas ações. O CSS13 busca ainda discutir o conceito de Crowdfunding, ou Financiamento coletivo, um sistema de arrecadação que promove ajuda financeira para a elaboração de projetos, além de assuntos como inovação, startups e empreendedorismo, e colaboração.

“A ideia é mostrar a um profissional de determinada área, que é possível ajudar o empresário a atingir sucesso ou mesmo gerar novas ideias para a criação de um projeto, produto, serviço ou tecnologia. Buscamos motivar as pessoas na rede a pensar e encontrar soluções diferentes para seu modelo de negócio”, afirma Marina Miranda, produtora do CCS13.

Direcionado a executivos, investidores, líderes de governo, fundações e empreendedores, o encontro contará com a participação de profissionais de empresas como IBM, Eyeka, Wayra, Mutopo, e.Bricks Digital e especialistas e estudiosos da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do CIETEC (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Inovação). Você não tem como perder… 

Outros dois importantes nomes que confirmaram presença são: Don Tapscott, uma das maiores autoridades mundiais em inovação, mídia e impacto econômico e social da tecnologia, nomeado um dos 50 mais influentes pensadores de gestão de vida em todo mundo; e John Winsor, fundador da primeira agência de publicidade do mundo construída sobre os princípios do crowdsourcing.

O conceito de Crowdsourcing, ou colaboração em massa, visa a abertura corporativa para a ajuda de fornecedores na co-criação de um valor compartilhado com as empresas. A atividade já é usada com sucesso por diversas empresas ao redor do mundo. Veja o que aconteceu no encontro do ano passado: Conferência Crowdsourcing 2012. O tema é delicioso e faz parte do conceito de empreender que busco disseminar por aqui. Que tal nos encontrarmos no evento deste ano? 

Se você quer participar da promoção do Lounge Empreendedor é bom correr, pois o sorteio da cortesia será realizado às 12h00 da próxima sexta-feira, dia 19 de julho.

Para concorrer é simples, siga as regras:

1. Siga o Lounge Empreendedor no Twitter e compartilhe o texto da promoção. " vai me levar ao principal evento sobre Crowdsourcing no país. Saiba mais em http://migre.me/fui8n"

2. Curta a Página do Lounge Empreendedor no Facebookcompartilhe a imagem da promoção e siga as regras do sortei.me no Facebook, é só entrar neste link.

ATENÇÃO:

Só ganha o prêmio quem realizar todas as regras. Será desclassificado quem não realizar todos os passos.

Promoção válida para moradores da região metropolitana do estado de São Paulo. Os custos com transporte e alimentação são responsabilidade do participante.
O sorteio acontecerá no dia 19 de junho.

Serviço:
Evento: CCS13
Data: 23 e 24 de julho de 2013
Local: Sede FECOMERCIO
Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP
Inscrições: disponíveis no site do evento.

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