21 jun 2014

ENTRE EM CAMPO

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Como você encara as situações de pressão e estresse? Observar suas emoções e escolher a hora certa para o gol é chave para seu sucesso.

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Todos nós já passamos por momentos que foram verdadeiramente um teste à nossa persistência e autocontrole. A pressão no trabalho, problemas no relacionamento, problemas de saúde, e tantas outras causas que podem induzir a certa ansiedade, estresse ou dor emocional. Se eu lhe perguntasse a forma como você se sentiu perante essas situações, você provavelmente responderia que tinha um sentimento de impotência, certo? Mas se eu lhe perguntasse como gostaria de se sentir, você provavelmente diria, calmo e em controle.

A Copa do Mundo tem nos mostrado exemplos reais do quanto essa calma e controle podem fazer toda a diferença nos resultados do Mundial. Alguns jogares do time do Uruguai, por exemplo, foram uma inspiração na última quinta-feira, 19 de junho. Dor. Desmaio. Cansaço. Embora saibamos o óbvio, é preciso seguir adiante mesmo com tais sentimentos. Ficar calmo quando o mundo está caindo aos pedaços ao nosso redor pode ser difícil, mas não é impossível.

É claro que a vida não é um jogo de Copa do Mundo, mas você também pode manter a calma, mesmo quando as coisas ficam difíceis. Como? Oras, com algumas medidas muito simples…

Se você puder se distanciar fisicamente da situação ou do lugar que é o foco do problema, faça isso. Não para sempre, mas pelo tempo suficiente para pensar com clareza e agir como se fosse um espectador de si mesmo, desprendendo-se do problema.

Busque conscientemente deixar o seu lado mais racional no comando das operações, por exemplo, dizendo em voz alta: "Ok, eu estou nessa situação agora, mas eu não preciso me sentir assim. Eu vou lidar com isso de forma racional." E , em seguida, pense numa solução lógica e focada nos seus objetivos desejados. Respire. Medite. Observe as suas emoções. Concentre-se.

Algumas pessoas acreditam que a respiração profunda pode ajudar, enquanto outros gostam de orar ou praticar relaxamento. Tente perceber o que melhor funciona com você. Mas atenção: não utilize subterfúgios prejudiciais para a sua saúde, como o cigarro, comida ou álcool. Isso só piora a situação em longo prazo.

Retire força de seus últimos sucessos. Quando foi a última vez que você enfrentou uma situação difícil em que tudo correu bem no final? Essa é uma pergunta poderosa e que sempre utilizo com os meus coachees.

Inspirar-se em incidentes passados onde você conseguiu triunfar pode promover a coragem e a esperança necessárias para o momento presente. Lembre-se de como você se sentiu naquela época, o quão forte você foi, tente perceber o que disse a si mesmo que o manteve firme na solução do problema. Tenha certeza que com o mesmo tipo de atitude, você ficará numa posição favorável para superar situações semelhantes.

Acredite: as emoções que sentimos são respostas ao que vivemos ou à situação que enfrentamos. Por mais difícil que a vida pareça, somos nós que escolhemos se vamos ficar no campo ou na arquibancada. Podemos agir como espectadores, esperando os resultados e xingando a mãe do juiz; ou podemos assumir a estratégia e os rumos da partida decisiva da nossa vida. Lembre-se que para o campo só vai quem faz a diferença!

17 mai 2014

NÃO DESTRUA SUA FELICIDADE

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E aí, o que você pode fazer hoje para deixar de destruir a sua felicidade e aproveitar mais a sua vida?

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“Como posso ser feliz?” Esta é uma das perguntas que mais invade meus atendimentos de coaching e no fundo, talvez seja a pergunta que mais nos acompanha ao longo da vida. Em tempos de amargura, quando o infortúnio bate à porta e as coisas parecem nunca mais tomar um rumo que nos beneficie, lá vem ela: “Como posso ser feliz?”

A palavra grega hedonê significa “prazer” e dela provém o termo hedonismo que defende a boa vida pela experiência de maximização do prazer e minimização da dor como caminho para a felicidade. Para os hedonistas, felicidade é um sentimento relacionado aos momentos prazerosos associados aos nossos cinco sentidos e às experiências positivas que eles nos proporcionam, como por exemplo, o calor do sol, um toque de carinho, o sabor doce ou o cheiro do mato.

Numa perspectiva diferente, Aristóteles afirmava que a felicidade provem dos sentimentos que ocorrem quando nos movemos em direção à autorrealização para o desenvolvimento do nosso potencial que nos confere propósito de vida.

Seja qual for o caminho da sua felicidade, é importante que não se afaste das boas sensações que seu corpo pode lhe proporcionar, assim como de seus objetivos e propósitos de vida. Por isso, reflita sobre suas escolhas e afaste-se de pensamentos e atitudes que podem contribuir para o seu mal-estar.

Evite antecipar os problemas do futuro. Essa é uma receita certa para o desânimo e aumenta drasticamente as chances de desistir dos seus sonhos e sofrer por antecipação. Em vez de se concentrar em uma perspectiva catastrófica de futuro, olhe para aquilo que já conseguiu e aprendeu para que possa se organizar face aquilo que pretende melhorar ou atingir.

Suportar-se demais nos outros por medo de caminhar sozinho também é uma séria armadilha. Ainda que possa necessitar de ajuda para algumas coisas ou em alguma fase da sua vida, não confunda isso com negação das suas capacidades para atingir o que pretende.

Traçar objetivos e se propor a novos desafios que possam gerar bem-estar em longo prazo são práticas saudáveis, mas é contraproducente colocar a totalidade da sua satisfação de vida na obtenção de um determinado resultado. Por exemplo, afirmar que “só vou ser feliz quando tiver o corpo perfeito” coloca um filtro muito complicado à felicidade, pois é muito provável que você vá se sentir miserável enquanto seu corpo não cumpre os padrões pretendidos.

Talvez, você também acredite que ser feliz é ter o melhor currículo, ganhar mais dinheiro, ou ter a esposa mais linda. No entanto, muitas das pessoas que não possuem isso também são felizes. Obviamente que suas conquistas, conforto e bens materiais podem contribuir para seu bem-estar e promover o sentimento de felicidade, mas resumi-la a isso é praticamente destruí-la.

A felicidade é algo interno construído na relação que estabelecemos conosco, com os outros e com o mundo e no equilíbrio entre o que desejamos e aquilo que obtemos. Algumas pessoas podem não gostar, mas, pare de tentar agradar Gregos e Troianos. Cuidar de si já um passo bem importante nos caminhos da felicidade. Defina seus valores, identifique as pessoas realmente relevantes em sua vida e aproveite para aprender e se desenvolver sempre mais.

Não focalize demais sua atenção nos que erros que já cometeu. Ter praticado algum mau comportamento não faz de você necessariamente uma má pessoa. Somos muito mais do que rótulos do passado; por isso, não assuma o epicentro de toda a culpa do mundo e seja realista com o seu passado.

Pondere sobre o seguinte: tudo o que experimentamos hoje é o resultado do que aconteceu ontem, na semana passada, no mês passado, etc. No entanto, podemos igualmente considerar que o futuro é o resultado do que fazemos hoje. Portanto, seja grato ao passado e construa o futuro que quiser.

Apenas não demore muito… Assim, logo, a felicidade baterá à sua porta.

05 mai 2014

EM QUE ZONA VOCÊ ESTÁ?

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Calma! Nada de malícia. Se você quer que sua empresa continue a crescer, não pare a leitura agora… 

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Na verdade, só desejo saber se sua empresa está na zona de conforto ou na zona de conflito. Zona de conflito não é estar em guerra, mas em viver em um ambiente capaz de oferecer à empresa condições de continuamente rever seus conceitos, procedimentos, planos e ações. Viver na zona de conforto significa administrar uma empresa onde nada novo acontece e o lema que ecoa pelos corredores é “se melhorar estraga” ou, então, “fazemos isso há anos e está dando certo”.

Que bom que está dando certo, mas será que para sempre continuará assim?

Durante a maior parte do tempo, vivemos num estado de ser muito estável. Fazemos as coisas da mesma forma, dia após dia, e a vida parece ser tranquila, confortável e bem encaminhada. No fundo, gostamos de ter a certeza das coisas, de saber que elas não nos causarão incômodo, que nos poupem tempo e que, acima de tudo, não tenhamos que pensar muito para tomar decisões. Nossa própria estrutura cerebral nos “empurra” para situações estabelecidas por força do hábito, e o hábito é um padrão mental e comportamental que é instituído por força da repetição.

Então, como diria Wanderléia: “Por favor, pare agora!”.

Alargar sua zona de conforto é imperativo em favor de seu desenvolvimento pessoal e da produtividade da sua empresa. Invadir a zona de conflito pode causar algum incômodo, mas o desconforto é temporário, dado que temos uma capacidade enorme de aprendizagem e adaptação.

Quantas vezes você já precisou fazer algo com o qual não se sentia muito confortável? Por exemplo: fazer uma apresentação para investidores mesmo morrendo de medo de falar em público?

Quando você alarga a sua zona de conforto, você cresce também como pessoa. Ao se propor a fazer ou aprender algo que lhe permita agarrar uma nova oportunidade ou melhorar a eficácia da sua empresa, relacionamento, saúde ou até mesmo da organização da sua vida, inevitavelmente você enfrenta algo desconhecido que pode requerer um determinado grau de esforço, dedicação e compromisso.

Quando o negócio, o trabalho, a carreira, um relacionamento, a saúde ou qualquer objetivo importante de realizar está em jogo, sair da sua zona de conforto é uma forma de buscar um novo resultado. O sucesso vem daquela força que a gente tem de “pegar o touro à unha” e fazer algo diferente daquilo que os outros fazem ou daquilo que tem feito até ao momento

Quando isso acontece, você pode aumentar drasticamente suas oportunidades e aprender muito sobre si mesmo e sobre como você age (e reage) em determinadas situações. Este sentimento é ótimo para gerar autoconfiança para eventos semelhantes no futuro sem os receios e dúvidas.

Então, aproveite essa semana e aprenda algo novo.  Faça coisas que nunca fez ou que nunca viu fazer. Impulsione suas metas para o nível seguinte, suba um degrau e lance-se a novas oportunidades que surgem da expansão da sua zona de conforto. Dizem que aquilo em que nos focamos, expande-se. Caminhe para o sucesso que o sucesso está a caminho!

Nos vemos por lá…

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03 mai 2014

SOMOS TODOS CONTADORES DE HISTÓRIAS. QUAL É A SUA?

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A forma como contamos nossas histórias e o impacto emocional que elas têm, contribui em larga escala para as escolhas e decisões que fazemos. Por isso, liberte-se do passado. 

 

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O passado é talvez aquilo que mais nos pesa, não só porque nos aconteceram coisas das quais gostaríamos de esquecer, ou não ter vivido, mas também porque transportamos conosco, o arrependimento, vergonha e culpa de coisas das quais não nos orgulhamos. Gravamos na nossa mente e igualmente no nosso corpo as experiências que nos incapacitam, guardamos as memórias dos acontecimentos e do impacto emocional que tiveram, e sempre que uma situação idêntica nos transporta para os cenários passados, voltamos a reviver os mesmos pensamentos e sentimentos, reforçando ainda mais tudo aquilo que nos manda para baixo.

Jean Paul Sartre já dizia: “Um homem é sempre um contador de histórias. Ele vê tudo que lhe acontece através delas. E, ele tenta viver a sua vida, como se estivesse contando uma história”.

Mesmo uma curta história acerca de algo engraçado que lhe possa ter acontecido hoje, revela o papel que você escolhe ter na sua vida, os valores que a suportam, e a maneira que lida com a adversidade. É a ideia que constrói da sua vida a partir de um ponto de vista na primeira pessoa, que vai construindo a noção que tem de si mesmo. Esta é a história que você prefere contar acerca de si mesmo.

O problema é que algumas histórias do passado podem condicionar de forma negativa toda uma vida. Não só porque podem derrubar de forma arrebatadora a pessoa que passou pela situação, alterando o que pensa acerca do mundo, de si e dos outros, mas principalmente porque pode ficar num estado de ressentimento exagerado, olhando para tudo e para todos quase sempre de uma forma hostil ou num estado de autoproteção e sobrevivência.

A forma como contamos nossas histórias vai alterando e enraizando o nosso mapa mental do mundo e igualmente a ideia que temos acerca de nós mesmos. Se aquilo que vivemos, e a forma como olhamos o mundo é depreciativo, traumático, angustiante, frustrante, depressivo e negativo, nosso cérebro irá trabalhar em uníssono, contando e sentido a mesma história. Segundo o neurocientista António Damásio, nosso corpo está cartografado no nosso cérebro, o que significa dizer que nossa mente é um filme sobre o que se passa no corpo e no mundo a sua volta e que esse filme nos condiciona em grande parte das nossas ações e sentimentos.

Se você sente que precisa curar o seu passado, examine o que vem dizendo a si mesmo. O que você aceitou, está aceitando e aceitará no futuro é baseado nas histórias que criou de si mesmo. Para mudar, altere conscientemente a história de quem você pensa que é para programar o conceito de quem você quer ser.

Afinal, recorrendo a Sartre mais uma vez: “o importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós fazemos do que os outros fizeram de nós”.

Pense nesse aparente jogo de palavras como um impulso. Se as circunstâncias atuais não são do seu agrado, mude a sua história e as suas circunstâncias mudarão também. Altos e baixos sempre irão acontecer. O que importa é a maneira como você lida com eles, e acima de tudo como conta a sua história de superação, coragem e combatividade frente à vida. Você é única pessoa que pode escrever uma nova história que faça sentido ao seu futuro e projetos.

26 abr 2014

A GRANDEZA DA MOTIVAÇÃO

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A motivação mais poderosa nasce de uma paixão e amplia nossa força na busca por nossos sonhos e metas. Ajude essa força vital a vingar!

 

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Uma pessoa motivada, movida por uma paixão, orientada por um forte objetivo, com um sonho vívido na sua mente, pode até parecer boba, cair no exagero, obstinar-se cegamente. Aos olhos dos outros pode até parecer que está possuída de uma vontade ridícula. Mas não será essa mesma vontade que nos move, que nos leva a caminhos dantescos e que nos oferece recompensas significativas? Sem isso, o que seríamos? Valeria a pena viver à mercê de uma vontade cinzenta, com objetivos insalubres, que não nos levariam a lugar nenhum?

Às vésperas do meu aniversário e depois alguns altos e baixos, ouso afirmar que foi a grandeza da minha motivação e a certeza dos meus valores que me fizeram deixar de esperar por dias melhores para fazê-los acontecer.

Temos imensas capacidades, virtudes e forças que nos permitem alcançar a maioria dos nossos objetivos. Por vezes, o que nos atrapalha e impede de sermos bem sucedidos é a nossa resignação. Quantas vezes você já disse a si mesmo que deixará de chorar, de se lamentar, de sonhar, de desejar ser feliz, mas acabou não cumprindo?

Pois é…  Existe uma força de vida que vive em você, e sempre que você a anula, ela se manifesta de alguma forma. Olhe-a de frente, ajude-a a germinar, ajude essa força vital a vingar. Eu sei que a voz do medo é tremendamente assustadora, mas o abraço da esperança é mais forte. Ame a vida. Deseje a felicidade. Mantenha os olhos nos seus objetivos.

Se durante a noite, nos seus pensamentos, você costuma ouvir a mensagem: “amanhã, quando acordar, quem me dera que tudo pudesse estar resolvido”. RESOLVA! Toda solução requer ação, requer vontade, requer esforço.

Lembre-se que você é a sua maior força, mas se não tomar cuidado, pode ser também seu pior inimigo. Certamente você conhece bem os dois caminhos; um em que é o seu maior aliado e outro em que é seu pior inimigo. E, sabe melhor do que ninguém qual deles realmente serve aos seus objetivos mais grandiosos.

Olhe para dentro de você, o que sente?

Se for ansiedade: não se projete no futuro, remeta-se ao presente, ao que pode ser feito, e faça. Se for tristeza: fique com ela, acolha sua realidade e quando for o momento certo, recorde-se que também sabe rir e gargalhe muito. Se for desesperança: entenda que ainda não fez tudo, e que a sua força vive em si e que depende de si, da sua vontade para olhar o caminho. Caminhe. Se for dor: aceite-a. A verdadeira força está em aceitá-la, suportá-la e superá-la. Alie-se a você mesmo, juntos serão mais fortes. 

Imagine o que diria a um amigo que ama e que estivesse na mesma situação que você. E, depois, diga isso a si mesmo. Mantenha essa voz amiga perto de si. 

Podemos ser força positiva na angústia, na tristeza, nas dificuldades, quando nossos amigos precisam de nós, na perda, em cada nova tentativa, em cada lágrima, em cada abraço, em cada perdão… É essa força que se transmuta em energia e ação. Por isso, vá a luta. Agarre-se a essa ideia e deixe fluir a sua força.

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