31 ago 2015

MARKETING OFFLINE PARA STARTUPS

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Planejar e executar uma estratégia de marketing impecável é uma missão crítica, inclusive para quem vive no mundo digital.

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Ao dimensionar uma startup, normalmente os empreendedores direcionam tanto seu foco em conseguir novos clientes através de canais como marketing de busca, mídia social, exibição de publicidade, que bancar o advogado de uma estratégia de marketing offline pode parecer irrelevante ou antiquado.

Depois de alguns anos trabalhando no setor, ouso afirmar: "Não cometa o erro de muitos empreendedores e comerciantes de deixar a estratégia de offline fora de seu planejamento de marketing". Isso não apenas é mais relevante do que nunca, mas pode ser o complemento perfeito para sua estratégia online.

Leia a seguir 5 dicas elaboradas por Dena Enos que foram empregadas por algumas startups muito conhecidas e que são dignas de nota 10 e que devem ser levadas em consideração por quem está chegando agora.

1. OCUPE SEU ESPAÇO GEOGRÁFICO.

Muitas startups optam por se concentrar em cidades específicas como parte de sua estratégia de lançamento. Para fazer esse plano de publicidade funcionar, você precisa tornar sua marca e logotipo visíveis nesse espaço geográfico. Ocupar essas áreas com panfletos, cartões postais e folhetos descrevendo seus produtos e serviços ou então dando detalhes de uma oferta especial por tempo limitado é importante no esforço de aquisição de clientes.

Não se esqueça de incluir seu logotipo, informação de contato e endereço do negócio em uma posição que seja fácil de ser localizada em todos os materiais de marketing. Quando você saturar seu espaço geográfico com sua mensagem, provavelmente será mais notado, discutido e comentado!

2. TRANFORME SEUS CLIENTES EM ADVOGADOS DA MARCA.

Você já tem clientes satisfeitos? Maravilhoso! Transforme-os em parte não oficial de sua equipe. A cada transação, inclua adesivos personalizados com seu logotipo, endereço do site e slogan em lugar de destaque. Os clientes podem colocá-los em seus laptops, carros, cadernos, bicicletas etc. As etiquetas são extremamente versáteis também, uma vez que podem ser usadas nas embalagens e para endereçamento. Você também pode utilizá-las para fechar uma caixa contendo uma compra. Marcas amadas como Apple, Toms e Skechers têm empregado essa estratégia por anos e incluem uma grande etiqueta com seu logo em todo o produto que vendem. A cada vez que seu logotipo é visto, novos e potenciais clientes estão sendo engajados.

3. GANHE NA PRIMEIRA VEZ.

Associe-se com outros negócios. Use o formato do cartão de visita para criar uma estratégia de atração (ainda mais fácil que um cartaz na recepção) capaz de trazer novos clientes. Usuários de seus serviços, nos escritórios deles, podem incluir o logo de sua empresa, o endereço do site e uma breve explicação dos serviços nas costas de seus cartões de visita. Você pode reforçar sua marca e incluir uma oferta para novos clientes. É uma ótima maneira de introduzir um publico cativo para novos produtos e serviços altamente relevantes.

Dica bônus: se você incluir um código de cupom para resgatar a oferta, poderá facilmente saber quais locais deram mais resultado nessa estratégia de marketing offline.

4. TORNE SUA MARCA (E VALORES) VISÍVEIS.

Eu me lembro de um dia comum de trabalho em dezembro quando recebi uma pequena caixa de presente de uma startup local. Eu era uma cliente satisfeita há seis meses e fiquei emocionada ao ganhar um pequeno caderno de anotações com o logotipo da startup e uma caneta combinando. Desde então tenho usado esses acessórios em minha mesa. Eles servem como lembretes de que eu sou uma cliente valiosa e mantenho a marca dessa startup em minha mente.

Faça seu pequeno gesto de gratidão com seus principais clientes. Relembre-os de que você não estaria crescendo sem o apoio deles com uma camiseta, um caderno de anotações, uma caneta ou um boné bordado. Seu consumidor feliz ficará ainda mais satisfeito ao receber o presente e se sentir uma parte inicial do seu sucesso. Amplie o impacto ainda mais coordenando os esforços com uma campanha por e-mail.

5. IDENTIFIQUE ONDE SEU PRODUTO CAUSOU IMPACTO.

Adesivos de janela se tornaram ainda mais comuns graças a empresas como TripAdvisor, Yelp, Visa e Mastercard, por exemplo. Você não se sente melhor quando entra em um restaurante sabendo que ele foi bem avaliado em Trip Advisor? Eu certamente sim. E essa mesma lógica pode ser aplicada em outras categorias, especialmente na área do B2B. Eu já vi adesivos de janelas para pequenos negócios de automatização e não importa se eles orgulhosamente aceitam ou não American Express.

Pense na sua base atual de clientes. Se você oferecer um desconto, eles, de bom grado, poderão promover seus produtos e serviços com outros potenciais clientes. Existem muitas outras maneiras de marketing offline que podem ajudar a impulsionar sua startup.

Qual a melhor parte dessas estratégias em potencial? Sinceramente, não sei! Mas, você pode testar e aprender rapidamente a partir de todas elas.

feliz escalada! 

 

Dena Enos é Vice-presidente de Marketing da LogoMix, uma plataforma self service para pequenas empresas que oferece serviços de marketing e desenvolvimento da marca que permite a criação de cartão de visita profissional em minutos. Conta com mais de dez anos de experiência como líder sênior desde startups até em empresas de capital aberto.   

25 ago 2015

COMO A POLÊMICA DO UBER PODE AJUDAR VOCÊ

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Inovação precisa fazer parte do cotidiano da administração da empresa e não apenas dos momentos de crise.

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Engana-se quem entende que a inovação deve ser feita somente com o produto final. A inovação pode e deve permear todos os processos de sua empresa e não apenas no que seu consumidor irá perceber diretamente. O tão comentado serviço de contratação de motoristas particulares tem nos dados algumas "aulas" sobre isso e por isso, inspirou o título do artigo de hoje.

Não vamos entrar aqui na legalidade do Uber e toda a sua controvérsia, mas sim analisar como ele e outros serviços estão desencadeando no mercado, que é a eliminação do atravessador ou intermediário através de uso massivo da internet.

Eliminar o atravessador sempre foi uma intenção dos negócios desde o início da internet, mas a interação ainda era limitada e o volume de pessoas e empresas realmente conectadas não criava uma massa crítica como a que temos hoje com os celulares. 

Estamos todos conectados e online.

Os sites de vendas de produtos, novos ou usados, já existiam há 15 anos atrás, mas agora, uma dúvida ou solicitação de um novo pedido é imediatamente recebida ao som de um 'blim' emitido pelo seu celular. Antes, a pessoa precisava estar na frente de um computador, o que tornava o processo mais moroso.

Para chamar um táxi, você tinha que ter um telefone do ponto e torcer para ter alguém disponível. Agora se gasta menos de 30 segundos para fazer o pedido, além de ser possível ver o táxi chegando até a sua residência e, para pagar, você não tem nem que tirar a carteira do bolso.

Não estou falando que a sua empresa precisa criar estes serviços, mas sim utilizá-los.

Seja no processo de vendas ou no processo de compras, onde estes exemplos podem ser utilizados em sua empresa? Que tipo de agilidade pode diminuir seus estoques sem comprometer a sua produção? Como obter matéria-prima mais barata?

Esta inovação não se limita aos processos físicos. A melhora da tecnologia também está facilitando a contratação de especialistas de forma remota, esteja ele onde estiver, pois não é mais necessário ir até a sua empresa para fazer seu trabalho.

A todo o momento, novos processos de negócio estão sendo criados e você deve estar antenado em como estes negócios podem influenciar a sua empresa, seja facilitando seus processos, seja ao criar produtos substitutos que podem se tornar seus concorrentes.
 

Fernando Angelieri é formado em Processamento de Dados pela FASP, com MBA em Gestão Estratégica de TI pela FIAP e em Administração pela FVG.

 

12 ago 2015

10 ERROS COMUNS DO PLANO DE NEGÓCIOS

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Conheça e evite os principais erros cometidos na hora de criar o documento que vai guiar o rumo da sua empresa

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Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.

Ultimamente, tem muita gente envolvida com o empreendedorismo apregoando o fim do plano de negócios e assumindo a modelagem de negócios no estilo Canvas ou Lean startup como o novo padrão para o empreendedor analisar ideias e colocá-las em prática.

A verdade é que tudo se completa quando o assunto é planejamento e se você decidir aplicar o Canvas e, em seguida, complementar a análise com a parte financeira e mercadológica, bem como a análise de competidores do plano de negócios, poderá ter algo prático que talvez seja um meio termo entre um conceito que precisa de mais informação para ficar completo e um plano de negócios denso e detalhado.

Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros, por isso, o Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa e eu decidi compartilhá-lo com você aqui no Lounge. Vamos lá?

  1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele. 
  2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
  3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
  4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.  
  5. Indefinição de produtos e serviços – É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
  6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
  7. Desconhecer o processo operacional – Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
  8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços – É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
  9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
  10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.

Você se enxergou em algum deles? Conte pra gente como foi a etapa de planejamento da sua empresa. 

Lembre-se que empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração destas dicas possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivo.

Se quiser saber mais sobre a elaboração de planos de negócio, Sebrae Nacional disponibiliza gratuitamente uma cartilha para auxiliar na elaboração do seu. Link para download: http://goo.gl/StUzGK

24 jun 2015

FRANQUIA OU NEGÓCIO PRÓPRIO?

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Entenda as principais diferenças entre uma franquia ou marca própria e escolha aquela que mais se encaixa no seu perfil.

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Muitas pessoas querem ser donas do próprio negócio. Não ter que encarar um chefe chato, colegas que querem lhe derrubar ou mesmo ter que enfrentar o transporte abarrotado na hora de ir para o trabalho e voltar para o lar são algumas questões que fazem as pessoas pensarem em trabalhar por conta própria e serem seus próprios chefes.

Mas, afinal quais são os principais caminhos para realizar esse sonho? Se você é um empreendedor e tem ideias criativas pense em uma startup isso lhe trará bons frutos. Tecnologia está em alta. Criação de aplicativos, jogos, prestação de serviços, são inúmeros modelos e ideias para se inspirar e criar.

Agora se você quer algo que já tenha nome no mercado, uma franquia seria perfeita, pois você teria uma relativa certeza de que o modelo, algumas vezes bem conhecido, terá lucro. Você pode optar por franquias de marketing digital, alimentícia, estética, vestuário, saúde… São são vários modelos para escolher, de acordo com suas preferências e condições.

As diferenças entre as duas são grandes. Começando pelo investimento que será desprendido. Cada uma tem sua peculiaridade, vamos conhecer?

Negócio próprio

Quando o negócio é próprio você tem a possibilidade de continuar sendo assalariado e no seu tempo livre ir acertando a ideia, fazendo com que a sua empresa ganhe corpo até que seu negócio saia do papel e se torne conhecido. Para isso, além de investir tempo e dinheiro é necessário um pouco de publicidade.

Não basta só sua família conhecer seu produto, é necessário que o mundo também o conheça. Por isso quando pensar em criar algo, não pense só em ganhar dinheiro. Claro que isso é importante, pois você precisa viver.

Contudo pense em algo que leve alguma utilidade para as pessoas, que faça por elas aquilo que elas próprias não conseguem produzir ou fazer. Melhor ainda, se ninguém mais além de você puder lhes entregar esse valor. Você pode pegar como exemplo alguns empreendedores que tiveram uma ideia interessante. Veja o caso do Encontre um Nerd e do Legenda Sonora que na Campus Party de 2015 tiveram a oportunidade de contar a sua história pelo canal da Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

O Encontre um Nerd é uma empresa de prestação de serviços que você contrata um especialista em computador para fazer desde o mais básico até o serviço mais complicado, seja na detecção e eliminação de vírus, seja para fazer o programa funcionar no seu micro.

Já o Legenda Sonora ele cria uma descrição para o que está acontecendo no vídeo. Imagine um deficiente visual que não pode perceber o que está acontecendo no vídeo, essa empresa descreve cada ação como por exemplo, imagine um filme mudo onde o Chaplin está na linha de produção e começa a acontecer várias coisas. Você está lá, vendo… percebendo cada nuance.

Quem não tem essa possibilidade pode escutar o que está acontecendo e imaginar. Essas são duas empresas que pensando no bem maior estão lucrando e ajudando os outros.

Franquias

Já com as franquias, o processo é um pouco diferente. Aqui você precisa decidir o que vai querer trabalhar. Seja no ramo alimentício, seja no ramo dos pets ou seja lá qual for sua opção, cada franquia tem um esquema. Por isso é necessário pesquisar, decidir e colocar a mão na massa, pois mesmo sendo uma marca consolidada no mercado, nada garante que você terá sucesso se não trabalhar duro para que isso aconteça.

Franquia não é sinônimo de sucesso e sim de trabalho tanto para você quando para o franqueador, pois a marca é dele e você precisa fazer com que ela seja ainda bem vista pelo consumidor.

Escolher não é fácil, porém ao se pesquisar você precisa ir até outros franqueados e perguntar sobre o negócio, esgote todas suas dúvidas, algumas franquias possuem consultores para lhe auxiliar quando necessário. 

Só não desista de empreender se você acredita realmente que esse é o seu caminho! 

10 jun 2015

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE FOOD TRUCKS

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Um modelo inovador de venda de alimentos está se fortalecendo: o Food Truck. Você sabe como aproveitar?

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Vendedor de comida de rua é uma das profissões mais populares em países em desenvolvimento, segundo a descrição da autora Bianca Chaer no livro “Comida de Rua, o melhor da baixa gastronomia paulistana.

A atividade é fonte de renda de muitas famílias e os trabalhadores deste ramo já representam cerca de 2% da população.

Embora seja atividade antiga, os modelos de venda de comida de rua começaram a inovar a partir da primeira década do século 21, com a modalidade de comércio em Food Truck.

Modalidade de negócio já bastante difundida no exterior, o food truck vem ganhando espaço no Brasil. A febre começou em São Paulo, chegou ao Rio de Janeiro e agora se espalha por outras cidades do país. Para orientar os empreendedores que já investem ou querem apostar nesse segmento, o Sebrae lançou um estudo dedicado ao tema que pode ser baixado no site da instituição. A publicação aborda a história dos food trucks, o modelo de negócio, a regulamentação do segmento e a relação entre ambulantes e restaurantes.

A publicação também chama a atenção para a necessidade de planejar a sustentabilidade do negócio e apresenta algumas soluções para apoiar os empreendedores, como as oficinas, cursos e palestras. O material foi lançado no evento Brasil Mais Simples 2015 em Brasília, que contemplou um painel para discutir os desafios da regulamentação e do funcionamento de empresas sem estabelecimento, como é o caso dos food trucks. 

O Brasil Mais Simples 2015 é promovido pelo Sebrae em parceria com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, e contou com a participação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Corpo de Bombeiros, Organização dos Empresários de Food Truck e Secretaria de Desenvolvimento de Belo Horizonte (MG).

Até o momento, apenas os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba têm legislação específica sobre esse assunto. As cidades de Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte já trabalham na aprovação de normas, mas ainda não regulamentaram esse tipo de comércio.

Como a onda está pegando em todo o país, vale a pena ficar atento caso você deseje investir nesse modelo de negócio. O investimento pode variar entre 50 a 70 mil reais ou a montantes mais altos, ao redor de 200 mil reais, dependendo da tecnologia utilizada, adequações de suspensão e freios para tolerar o peso da cozinha e os equipamentos instalados. 

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