20 mai 2014

DICA DE LEITURA: NOVAS TECNOLOGIAS VERSUS EMPREGABILIDADE

No Comments Economia, Economia Digital, Empreendedorismo, Empregabilidade, Inovação, Mercado de Trabalho, Sorteio e Promoções, Tecnologia

Quer entender como a revolução digital acelera a inovação e transforma a produtividade e as relações de emprego? Não perca esse sorteio.

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Após a crise de 2008, mesmo com a retoma do crescimento econômico, muitos postos de trabalho não foram recuperados e muitas pessoas tiveram que se (re)inventar. Nesse cenário, o economista Paul Krugman chegou a dizer que “o desemprego é um flagelo terrível… uma tragédia sem fim… como podemos esperar prosperar duas décadas, a partir de agora, vendo milhões de jovens graduados não ter como iniciar suas carreiras?”

Essa pergunta tem ecoado na minha mente desde que recebi o livro “NOVAS TECNOLOGIAS VERSUS EMPREGABILIDADE” dos autores Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee. O livro discute de uma maneira bem gostosa a interação entre as novas tecnologias e o futuro do trabalho fundamentado em dados históricos e projeções e tendências para os novos tempos.

Afinal, não há como negar que os computadores estão cada vez mais penetrando em áreas de domínio das pessoas, e há que se tomar precauções no impacto que irão causar nos empregos, nas pessoas e na sociedade, pois o avanço tecnológico não beneficia todo mundo igual e automaticamente. Principalmente, quando há diferenças muito grandes na renda, educação e oportunidades. Ou seja, principalmente no Brasil!

Segundo os autores, "um dos sinais para uma economia saudável é sua capacidade de oferecer empregos para todas as pessoas que querem trabalhar". Precisamos estar prontos a transformar os desafios em oportunidades!

Sem dúvida, esse é um livro que chegou na hora certa. É uma obra que qualquer pessoa preocupada com os negócios ou, de modo mais amplo, com o futuro deve ler.  E fiquem tranquilos: a mensagem final é positiva e otimista acerca da revolução digital que está em pleno curso. 

Se você quer se preparar para esse mundo ou se interessou pelo tema, a M. Books ofereceu um exemplar para os leitores do Lounge Empreendedor. (Legal, né?!?)

Portanto, corre galera… Apenas uma pessoa será premiada!

Para concorrer é simples, siga as regras:

 

1. Siga o Lounge Empreendedor no Twitter e compartilhe o texto da promoção: "Transforme desafios em oportunidades com a @mbooks_ e o @LoungeEmpreende – Novas Tecnologias versus Empregabilidade http://migre.me/jgksr" 

2. Curta a Página do Lounge Empreendedor no Facebook, compartilhe a imagem da promoção e siga as regras do sortei.me no Facebook, é só entrar neste link.

ATENÇÃO:

Só ganha o prêmio quem realizar todas as regras. Será desclassificado quem não realizar todos os passos.

Promoção válida em todo Brasil.
O sorteio acontecerá no dia 30 de maio de 2014. 

20 mai 2014

UMA ECONOMIA VIBRANTE PARA TODOS

No Comments Carreira, Economia, Empreendedorismo Feminino, Empregabilidade, Família, Liderança, Mercado, Mercado de Trabalho, Protagonismo

Pelo 2º ano consecutivo, o Lounge Empreendedor fará a cobertura oficial do Women’s Forum Brazil 2014. Preparem-se para boas notícias!

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Em 2014, as oportunidades e desafios para o Brasil irão muito além do que simplesmente sediar a Copa do Mundo, que estará a apenas alguns meses das eleições presidenciais. A mídia internacional irá expor todas as facetas do país: suas regiões, política, economia e sociedade, bem como a sua posição na América Latina. Isso poderia impulsionar os negócios e, ao mesmo tempo, reacender o orgulho nacional. No entanto, os brasileiros sabem que precisam fazer um planejamento mais abrangente, de modo a aquecer a economia – promovendo o empreendedorismo, a inovação e abrindo espaço para a mobilidade social. 

Como as lideranças femininas podem contribuir para a criação de uma economia próspera para toda a sociedade? O Women’s Forum Brazil 2014 irá abordar estas questões fundamentais para o Brasil e para a América do Sul de forma mais ampla e mais uma vez o Lounge Empreendedor fará parte da cobertura oficial do evento. Partindo da atuação das mulheres como influentes agentes de transformação social e econômica, o Women´s Forum Brazil 2014 irá ampliar a nossa perspectiva e das próprias comunidades que participam do Fórum. 

Com o objetivo de garantir um retorno positivo sobre o investimento feito pelas empresas parceiras e convidados, a edição de 2014 focará no aprofundamento da utilidade prática das sessões introduzidas no ano de 2013:

  • Workshops segmentados focados em talento e liderança, finanças e estratégia de negócios, que serão customizados de acordo com os interesses e preocupações dos participantes de grandes companhias, líderes de PME´s e mulheres empreendedoras; 
  • Mesas-redondas para aprendizado de novas soluções para os negócios e desafios sociais, além do debate acerca da melhor forma de passar da informação para a transformação.  
  • E ainda realizar a quarta edição do encontro CEO Champions, o grupo de líderes do universo corporativo lançado em 2013 com tanto sucesso no Brasil. 

Queremos que a edição de 2014 crie uma conexão entre diferentes realidades, de diferentes partes do Brasil, diferentes origens e diferentes desafios, de forma a impulsionar a igualdade social para as mulheres, suas famílias e comunidades. Se conseguirmos isso, devolvendo um retorno sobre o investimento significativo para os envolvidos no processo, consideraremos esta edição um sucesso. Eu estarei lá e você?

O fórum também receberá empresárias e diretores de pequenas e médias empresas (PME) e palestrantes de empresas brasileiras e internacionais. Juntos, eles vão ter uma visão sobre o que é necessário para as empresas e as sociedades como um todo evoluírem e manterem a evolução. A lista de palestrantes inclui a Diretora da Clinton Global Initiative, de Integração de Meninas e Mulheres, Penny Aberywardena; o Presidente do Instituto Ethos Jorge Abrahão; as cantoras Mariana e Fafá de Belém; a fundadora da Escuela Nueva Founder ex-vice-ministra de educação da Colômbia, Vicky Colbert de Arboleda; a Presidente da Schneider Electric South America Zone, Tania Cosentino; a CEO da Boeing Brasil, Donna Hrinak; o ex-CEO Regional da Alcoa para América Latina e Caribe, Franklin Feder; a Presidente e CEO da Dudalina, Sonia Regina Hess de Souza; a Diretora da Divisão de Sandálias da Alpargatas, Carla Schmitzberger; a Vice-Presidente Executiva do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Julie T. Katzman; e a CEO do Magazine Luiza SA, Luiza Helena Trajano, junto com sua filha e Chef de cozinha Ana Luiza Trajano.

Veja * aqui * a programação completa do evento e um vídeo com os melhores momentos de 2013.

 

12 mai 2014

CASAR OU COMPRAR UMA BICICLETA?

No Comments Administração e Gestão, Carreira, Empreendedorismo, Empreendedorismo Feminino, Mercado de Trabalho

Mulheres empreendedoras abririam mão do próprio relacionamento em função da carreira.

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As mulheres de hoje têm investido cada vez mais na carreira! E a boa notícia é que, além disso, elas estão se sentindo realizadas profissionalmente! Por outro lado, essa independência toda pode assustar os homens. Isso porque uma pesquisa elaborada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelou que 36% das casadas ou envolvidas numa união estável deixariam o parceiro se o relacionamento atrapalhasse seu futuro como empreendedora.

Ainda de acordo com esse mesmo grupo de mulheres, 56% delas revelaram que dividem as contas com o parceiro. Mas quando o assunto são as tarefas domésticas, 47% assumem sozinhas os afazeres, como limpeza e arrumação da casa, bem como levar os filhos à escola, lavar roupas e preparar as refeições.

lounge-empreendedor-casa-ou-comprar-uma-bicicletaDas empreendedoras em geral (solteiras e casadas), 55% delas afirmaram que não tiveram de abrir mão de nada para se tornarem empresárias, conseguindo equilibrar igualmente o tempo entre a vida pessoal e a profissional. Apesar disso, 37% das empreendedoras trabalham sem tirar férias e 49% delas dedicam mais do que 8 horas diárias ao trabalho. Uma dura jornada, certo? 

Em relação a escolha do investimento no  próprio  negócio, 44% delas declararam ter aberto por vontade de colocar em práticas suas ideias. Do total de entrevistadas, 25% delas aprenderam as aptidões necessárias fazendo cursos e 36% desenvolveram as habilidades na prática, ou seja, sozinhas. Por sua vez, 15% investiram de acordo com a experiência adquirida em trabalhos anteriores. 

Em relação ao perfil das empreendedoras, 56% são casadas (ou estão em uma união estável) e 74% são mães. Do total, quase 1/3 das empreendedoras têm idade abaixo de 35 anos; e 31% das comerciantes possuem mais de 50 anos. A pesquisa, entitulada de “Mulheres Empreendedoras” e divulgada em fevereiro de 2014, foi realizada em 27 capitais brasileiras com 601 mulheres maiores de 18 anos, de todas as classes econômicas e que empreendem nos segmentos de comércio ou serviços.

Vamos aos dados:

 

  • Para 36% das casadas, carreira é o mais importante

Mais de um terço (36%) das empresárias casadas (ou em uma união estável), afirmaram que terminariam um relacionamento conjugal caso ele se tornasse barreira para o seu sucesso profissional. Já cerca de 40% das casadas, responderam que ponderariam a decisão, sem descartar a possibilidade de romper com o parceiro pela carreira.

Apesar dos dados, 78% revelaram que contam com o apoio do companheiro para realização da sua atividade profisional.

  • Elas dividem as contas de casa, mas assumem sozinhas as tarefas diárias

No lar de 56% das casadas, dividem-se as contas igualmente – e 14% delas se responsabilizam sozinhas pelo pagamento das despesas. Porém, no quesito ‘tarefas domésticas’, não há divisão com seus pares para 47% delas, que cuidam dos afazeres sozinhas (limpeza e arrumação da casa, levar os filhos à escola, lavar roupas e preparar refeições). 37% das casadas informaram dividir igualmente as tarefas e, somente em 2% dos casos, os parceiros é quem assumem os afazeres sozinhos.

  • 37% das mulheres trabalham sem tirar férias

Quase metade das participantes da pesquisa (49%) dedica mais do que 8 horas diárias ao seu negócio, apesar de acumular funções em casa. Do total de entrevistadas, 37% não param nem para tirar férias. ¼ delas declarou tirar 10 ou menos dias de férias e 21% das empreendedoras saem por 11 a 20 dias.

Apesar da jornada de trabalho pesada, 83% delas alegaram que conseguem conciliar vida pessoal – como ir ao médico, levar os filhos para a escola ou freqüentar academia – com a carreira.

Quando têm momentos de lazer, 59% delas preferem descansar em casa e 58% optam por ficar com família e filhos. 27% escolhem viajar e 24% optam por ver TV.

  • A maioria delas concilia família e trabalho de forma equilibrada

A maioria das empreendedoras (64%) se considera 'multitarefa' e capaz de lidar com várias atividades ao mesmo tempo de forma habilidosa. Do total, 55% delas afirmaram que não foi preciso abrir mão de nada para se tornarem empresárias, conseguindo equilibrar igualmente o tempo entre a vida familiar/pessoal e a profissional. Além disso, 78% das entrevistadas não sentem nenhum tipo de culpa por terem que se organizar e se dividirem dessa maneira.

Apesar das mulheres que mantêm o equilíbrio das atividades, 42% revelaram dedicar a maior parte de seu tempo às tarefas profissionais, 33% do total renunciou aos próprios momentos de lazer e 21% tiveram de abrir mão do tempo que dedicavam à família

  • 87% das empreendedoras avaliam ter sucesso no negócio

Solteiras e casadas entendem o sucesso de profissional de modos diferentes. Para 14% das casadas, o sucesso profissional é sinônimo de ‘negócio conhecido e de boa reputação’. Esse percentual cai para 8% no grupo das solteiras. Em contrapartida, para 22% das mulheres solteiras ser bem sucedida é ver o negócio “crescer a cada ano’.

A maioria delas (87%) se considera uma profissional de sucesso, sendo que 61% acreditam que seu negócio será mais lucrativo e rentável.Estas atribuem suas conquistas profissionais  a própria persistência (40%), confiança (20%) e ousadia (16%).

Tanto que 72% delas afirmaram que não abandonariam o negócio próprio por um emprego fixo, com carteira assinada, além de rendimento e carga horária similar ao atual trabalho.

Quando perguntadas sobre a satisfação com o trabalho que desempenham atualmente, 43% delas avaliaram esse quesito com notas entre 8 e 9. 38% deram 10.

  • Ramo de negócio delas é focado em habilidades próprias

Quase metade delas não empreende mais somente para complementar renda ou por passatempo. 44% delas declararam  abrir um negócio por vontade de colocar em práticas ideias próprias.

Elas colocam a mão na massa e abrem seu negócio intuindo que têm habilidades para o ramo escolhido – é o caso de um terço (35%) das entrevistadas.

Segundo a pesquisa, 25% delas aprenderam as aptidões necessárias no seu negócio fazendo cursos. Por sua vez, 36% das empreendedoras afirmaram ter desenvolvido as habilidades na prática. 15% delas, porém, investem em negócios de acordo com a experiência adquirida em trabalhos anteriores.

  • 1/3 das empreendedoras têm menos de 35 anos

As jovens têm atuado cada vez mais de forma independente, segundo a pesquisa. 30% das empreendedoras tem idade abaixo dos 35 anos. Outro dado curioso é que 31% das empreendedoras que estão no setor de comércio possuem mais de 50 anos.

Quanto a formação escolar, 58% se formaram até o ensino médio e 12% delas têm só o fundamental. Apesar disso, três em cada 10 empreendedoras possuem formação superior.

Outra curiosidade é que quase a metade delas (45%) já tinha mais 10 anos de experiência profissional antes de abrir o próprio negócio.

  • Percepções sobre a mulher no mercado

​A percepção das empreendedoras sobre a aceitação do sexo feminino no mundo do empreendedorismo também apresentou diferenças significativas: discriminações associadas ao gênero foram menos percebidas por entrevistadas casadas do que por solteiras.

Entre as casadas, é menor o percentual daquelas que têm a percepção de que recebem no ambiente profissional um tratamento diferente e menos respeitoso daquele concedido aos homens. Os números indicaram que 71% das casadas não acham que seja mais difícil para uma mulher administrar um negócio. Esse percentual cai para 63% entre as solteiras.

De uma maneira geral, os resultados demonstram que a mulher empreendedora tem plena consciência de sua função à frente do próprio negócio e encara isso com elevado grau de autoestima e confiança no seu potencial de empreendedora. Mais do que uma oportunidade profissional, o estudo mostra que para essas mulheres ser empreendedora significa uma opção de vida e a busca por uma realização pessoal. E você? O que achou? Aproveite o Lounge Empreendedor e me conte um pouquinho sobre você e sobre sua impressão referente a pesquisa. 

06 mai 2014

BAZAR SOLIDÁRIO | CARREIRAS & NEGÓCIOS

No Comments Ações Sociais, Carreira, Coaching, Empreendedorismo, Evento, Mercado, Mercado de Trabalho

Unir empreendedorismo e solidariedade é o convite que temos para os ouvintes do Carreira & Negócios. Você topa vir com a gente?

 

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Eba! Terça-feira é dia de Carreiras & Negócios na Radio Metropolitana AM 1070 e o programa de hoje tem convidadas super especiais que por razões distintas conseguiram unir o fomento ao empreendedorismo à inclusão e transformação.

Afinal, ninguém mais duvida de que é preciso que cada um de nós aja em seu pequeno espaço para criar oportunidades reais de desenvolvimento. Com o nome de Empreendedorismo Social, um conjunto de ações empreendedoras que visam à melhoria da sociedade vem ganhando cada vez mais espaço e empreendedores de todos os tipos lançam mão de medidas que podem ser ao mesmo tempo lucrativas e sociais.

Foi pensando assim que nasceu o Bazar Solidário de Mogi das Cruzes.

Segundo a presidente do Fundo Social de Solidariedade e idealizadora da proposta, Mara Bertaiolli, o principal objetivo do Bazar Solidário é oferecer novas oportunidades de negócios e impulsionar a solidariedade entre os mogianos.  A expectativa é “repetir o sucesso das duas edições do evento realizadas no ano passado, a primeira no mês de maio e a segunda em dezembro, próximo ao Natal. Nesta terceira edição, quem comprar no Bazar Solidário estará colaborando com a aquisição de cobertores para a Campanha do Agasalho”, diz Mara.

A Campanha do Agasalho em Mogi das Cruzes foi lançada no final de março e a arrecadação prossegue até 30 de junho e no programa de hoje, a própria Mara poderá nos contar um pouco mais sobre como você pode participar.

Mas voltando ao nosso papo de negócios, a terceira edição do Bazar Solidário contará com 53 expositores entre artesãos e comerciantes da cidade, que oferecerão diversas opções de presentes para o Dia das Mães, com boa qualidade e bons preços.

lounge_empreendedor_juliana_ruizE escolhemos uma dessas empreendedoras para também participar conosco do papo dessa manhã. A Juliana Ruiz é uma querida e super competente empreendedora que tenho o maior orgulho em conhecer a história e contribuir com o Lounge Empreendedor para a estruturação da sua Sabonetteria.  Uma empresa que tem a missão de levar mais cor, estética, alegria e sonho para a sua vida.

Quem me acompanha sabe que sempre defendo o planejamento estratégico como uma ferramenta para quem sonha alto e a Jú Ruiz é assim… Olha que lindos os conceitos de VISÃO, MISSÃO e VALORES que ela construiu para a Sabonetteria:

  • VISÃO: Levar a estética do conceito natural e artesanal para todo o território nacional. Levar para o maior número de pessoas o bem-estar e o conforto no dia a dia, contribuindo assim para um mundo melhor.
  • MISSÃO: Oferecer bem-estar e satisfação através da beleza e qualidade dos produtos artesanais, trazendo a natureza e a valorização da vida para o dia a dia das pessoas.
  • VALORES: Ter em cada ato, passo e caminho a certeza de que nosso mundo é maior do que podemos enxergar e que nosso amor e compreensão são maiores do que podemos entender, espalhando paz, alegria, qualidade de vida e amor em forma de atitudes e produtos.

Não é demais saber que uma pequena empresa pode se posicionar dessa forma?  Vamos conversar bastante com a Jú para ela nos contar mais sobre a sua carreira e a forma como hoje administra seu negócio.

Mas se você ainda não tem um negócio, aproveite então o Bazar Solidário que contará, além da Sabonetteria, com uma grande variedade de produtos que vão desde moda feminina, masculina e infantil (nacional e importada), roupas de ginástica, lingerie, roupas sociais até peças bordadas manualmente. Haverá, ainda, diversas opções em joias, bijuterias, bolsas, acessórios, sapatos, cosméticos, lembranças para maternidade e outros itens. 

Quem se interessa por decoração encontrará talheres decorados, enxovais e almofadas. Entre as peças de artesanato, serão expostos artigos em porcelana, madeira, patchwork, bordados em ponto cruz, telas e quadros. 

Para completar, o evento oferecerá uma Praça de Alimentação com mesas e cadeiras, num espaço adequado para uma pausa depois das compras. Entre as opções de quitutes estarão doces, salgados, pizzas, sorvetes, frutas do amor, cupcakes, brigadeiros e bebidas.  A novidade do cardápio nesta edição está por conta dos temakis, que tem tudo a ver com a realidade de Mogi das Cruzes, e ainda atende quem espera uma comidinha um pouco mais leve depois das compras.

Se você quer saber mais sobre o Bazar Solidário, fique ligado na Radio Metropolitana AM 1070 e mande sua pergunta ao vivo para a nossa equipe. O evento acontecerá amanhã e depois, dias 7 e 8 de maio, no salão social do Clube de Campo de Mogi das Cruzes, das 11 às 22 horas.

A entrada é gratuita e você ainda pode contar com serviço de valet. 

lounge-empreendedor-carreiras-e-negociosSe você quer conversar com a gente também basta sintonizar na Metropolitana AM 1070 às 8h30 quando o programa Carreiras & Negócios estará no ar ou acompanhá-lo pela internet pelo endereço:
 
redemetropolitana.com.br/radio.php 

Mande também sua história, dúvidas ou sugestões por aqui.

É sempre uma delícia falar com você!

29 abr 2014

PRODUTIVIDADE E PRECONCEITO | CARREIRAS & NEGÓCIOS

No Comments Administração e Gestão, Ambiente de Trabalho, Carreira, Coaching, Comportamento, Empreendedorismo, Mercado, Mercado de Trabalho

A administração profissional passa por diversos paradigmas e nem todos têm respostas nos livros. Que tal discutí-los num bate-papo ao vivo? 

 

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Quem acompanha o Lounge Empreendedor, já sabe que a nossa conversa por aqui ganhou voz em todas as manhãs de terça-feira no programa Carreiras & Negócios da da Radio Metropolitana AM 1070

Hoje anteciparemos as comemorações do Dia do Trabalho e vamos conversar sobre as questões da produtividade e, é claro, que não poderíamos deixar de falar sobre preconceito. Mais importante do que Daniel Alves, comer a banana que um torcedor jogou no campo na vitória do Barcelona sobre o Villarreal, numa suposta atitude racista no último final de semana é discutirmos o que está escondido nas práticas de gestão das empresas. Afinal, não basta nos "entupirmos" de livros de auto ajuda se cada um de nós não fizer a sua parte para um ambiente melhor no trabalho, correto? 

Sobre o Dia do Trabalho

Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Não por acaso, a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) no Brasil foi anunciada no dia 1º de maio de 1943. Por muito tempo, o reajuste anual do salário mínimo também acontecia no Dia do Trabalho. Todos os anos, nesse dia, são organizadas diversas manifestações e eventos culturais em todo o país. 

Fuja da auto-ajuda e encontre o equilibrio

E como nosso papo ainda irá falar em produtividade é preciso fugir da crença de que essa "tal produtividade" só se atinge através de uma dedicação total ao trabalho. Isso é algo que só enquadra nas filosofias de 1.800 quando "o trabalhador para ser produtivo deveria ser 100% dedicado à empresa", mas que ainda subsiste na maioria das empresas, sobretudo naquelas em que as lideranças ainda enxergam o ambiente de trabalho como uma extensão da visão centralizadora e unidimensional das suas vidas pessoais.

Porém, a transformação do Departamento Pessoal em Gestão de Pessoas é algo que, aos poucos, tem mostrado como essa relação entre Produtividade e Sacrifício é, na verdade, inversamente proporcional – ou seja, mais sacrifício, menos produtividade.

Qualquer organização de sucesso entende, nos dias de hoje, que o seu maior capital são as pessoas. O advento de novas tecnologias e a rapidez com que a informação trafega só acentuou aquilo que, já diziam os nossos avós: não existem duas pessoas iguais, cada um tem o seu valor e o seu próprio talento. E nunca se pagou tanto pelo talento individual como hoje.

Por isso, novas práticas, ferramentas e soluções gerenciais para minimizar esse “sacrifício” vão ganhando espaço, tornando-se parte fundamental da estratégia de crescimento de empresas e seus profissionais. Exemplos disso são os Programas de Qualidade de Vida, os Pacotes de Benefícios, as Técnicas de Ócio Criativo e as Modalidades de Trabalho Flexível – tudo com o objetivo de promover um clima de integração e fidelização entre os colaboradores da organização.

E quando o preconceito faz parte do clima desse jogo?

Pode parecer absurdo, mas ainda existem inúmeros casos de discriminação no mundo corporativo. Algumas pessoas têm aversão a outras por conta da cor da pele, da religião, da cultura, do gênero, da orientação sexual e até mesmo da região de origem. Xeofobia, machismo, racismo… Tudo isso está em campo quando o jogo é o mercado de trabalho.

  • Machismo: Talvez o mais comum dos comportamentos preconceituosos seja o machismo. Desdenhar de mulheres no ambiente de trabalho ou justificar erros com a clássica frase “tinha que ser mulher” é um comportamento absolutamente preconceituoso, e, pior, encarado como brincadeira por muitos. Segundo o IBGE, a proporção de mulheres no mercado de trabalho ainda é menor, bem como a remuneração, em média 28% inferior (IBGE) à dos homens, mesmo as mulheres sendo maioria nas universidades e tendo, na média, mais tempo de estudo que eles. Das 250 maiores empresas do Brasil, apenas três são presididas por mulheres. Isso é ou não é um contraste? De qualquer maneira, a mudança começa a ser ensaiada por algumas empresas, e já podemos ver ótimos exemplos em solo brasileiro em empresas como: TAM, GM, Dudalina, Magazine Luiza, Blue Tree Hotels, GM, Lupo, Pepsico entre outras.
  • Racismo: Uma infeliz herança dos tempos de escravidão, que durou quase 350 anos. Há pessoas que acreditam no absurdo da supremacia de uma cor sobre outra, que afirmam que a cor da pele de uma pessoa define capacidades e incapacidades. Em cargos altos ainda é difícil ver a participação massiva de negros, mesmo o Brasil sendo um país com um grande número de pardos (43,1%) e negros (7,6%), segundo o Censo de 2010.
  • Preconceito contra estrangeiros: Muitos países importam mão-de-obra barata de nações menos desenvolvidas, o que contribui para a construção de uma imagem deturpada dos estrangeiros. Muitos imigrantes acabam também sem empregos e vivendo à margem da sociedade, o que faz com que a população local acabe por associá-los a desocupados ou mesmo criminosos. No Brasil, isso tem sido visto atualmente com a chegada dos haitianos e também de estrangeiros vindos de outros países da América Latina, como os bolivianos, que infelizmente já foram flagrados trabalhando em regime próximo à escravidão em nosso território. O destrato, entretanto, não é restrito aos estrangeiros. Já cansamos de ver péssimos exemplos de discriminação decorrente do estado ou região de origem dentro de nosso próprio território. E vale lembrar: mais que cidadãos brasileiros, somos uma nação – e riquíssima, diga-se de passagem.
  • Preconceito religioso: Por mais que seja prevista em nossa constituição a liberdade religiosa, é muito comum ver manifestações de preconceito no cotidiano, e não é diferente no mercado de trabalho, embora geralmente mais veladas. Mesmo com inúmeros exemplos de intolerância religiosa ao longo da História, o homem parece não aprender que perseguições dessa natureza não se justificam e não têm fundamento. Atualmente, creio que as religiões de descendência africana são as principais afetadas, associadas com frequência e leviandade a “forças do mal” ou magia negra. Muitas pessoas perdem oportunidades profissionais por conta dessa ignorância e preconceito.

Como evitar o preconceito na minha empresa?

É necessário que faça parte da política da empresa o respeito entre os colaboradores, e que fatores como gênero, religião, raça ou lugar de origem não sejam vistos como qualidades ou defeitos, nem mesmo sejam motivo de tratamento diferente. É preciso enfatizar a reprovação destes comportamentos nos momentos de integração.

Uma boa dica é, também, evitar que estes assuntos venham à tona no ambiente corporativo. Muitas dessas razões são polêmicas por si só, e evitar conversas acaloradas é importante para não fomentar sentimentos negativos no grupo – principalmente se houver alguém com predisposição a não conseguir ignorar comentários negativos ou que aja de maneira impetuosa.

Lmbre-se que a lei protege as vítimas de racismo e xenofobia, mesmo que estes comportamentos ocorram no ambiente profissional. Caso você esteja passando por discriminação de gênero, raça, religião, opção sexual ou qualquer outro motivo, é possível processar o agressor ou a empresa por assédio moral. Não deixe que este tipo de comportamento inadequado seja encarado como normalidade ou brincadeira, e defenda-se..  

lounge-empreendedor-carreiras-e-negociosSe você quer saber mais sobre o assunto basta sintonizar na Metropolitana AM 1070 às 8h30 quando o programa Carreiras & Negócios estará no ar. Você também pode acompanhá-lo pela internet pelo endereço
redemetropolitana.com.br/radio.php 
ou mandar por aqui suas dúvidas e sugestões.

É sempre uma delícia falar com você!

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