27 jul 2013

MOBILE É COMPORTAMENTO

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A explosão mobile no Brasil deixou de ser expectativa para virar realidade. Como você faz uso desta tecnologia no seu contexto de vida e empresarial?

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Uma verdadeira revolução digital está em curso. Embora muitas pessoas afirmem que essa transformação é tecnológica, prefiro me pautar em uma mudança de comportamento. A forma como interagimos uns com os outros, a maneira como consumimos conteúdo, tudo mudou radicalmente. Nosso comportamento é mobile.

Não há mais tempo para ter medo e insegurança. A realidade digital na qual fomos inseridos com a chegada da internet há 15 anos foi completamente absorvida e inserida no contexto de nossas vidas.  Fique um tempo na sala de embarque de um aeroporto ou na praça de alimentação de qualquer shopping e você verá que a revolução mobile já aconteceu. Não há como escapar.

Pare e pense em como começa o seu dia, a partir do momento em que você acorda: você desperta com o alarme do celular, já aproveita e verifica sua agenda, estuda a previsão do tempo, olha os e-mails que chegaram durante a noite e talvez, já faça sua primeira postagem em alguma rede social. Tudo sem sair debaixo das cobertas!

Isso sem contar as inúmeras vezes em que usa seu tablet ou celular para curtir fotos e comentários de amigos, registrar os melhores (e piores) momentos do seu dia e fazer check-in em seus lugares favoritos. Ah, claro, existem ainda as mensagens SMS que você troca com familiares, amigos e colegas de trabalho.

Está aí a grande mudança: mal falamos ao celular, usamos sua tecnologia para um novo comportamento no qual a ferramenta é apenas um canal que viabiliza a nossa interação com o mundo.  Um mundo na ponta dos nossos dedos!

As grandes empresas já perceberam essa realidade e têm realizado iniciativas mobile reconhecendo e utilizando a presença móvel de sua marca para conversão de melhores resultados. Outras tateiam o mercado com ações digitais ineficazes privilegiando tecnologias e não o comportamento do usuário.  Ou seja: há muito espaço a ser explorado.

Uma pesquisa realizada em junho de 2011 pela Mowa sobre a presença mobile das 500 maiores empresas e do setor bancário do país apontou que apenas 17% possuíam site móvel, 21%  possuíam aplicativo e 29% haviam experimentado ações SMS junto a seus clientes. Se entre as maiores empresas do país a presença móvel ainda é tão tímida, imagine o oceano azul a ser explorado na cauda longa.

Hoje, a alta complexidade e os custos elevados no desenvolvimento de projetos de mobilidade são as maiores barreiras à entrada no mercado de um número maior de empresas nesse universo. Faltam alternativas que tragam competitividade e, principalmente, democratização ao universo mobile.

lounge-empreendedor-mobile-eh-comportamentoContudo, cedo ou tarde, se dará a primavera dos que não possuem robustos orçamentos, mas já reconhecem o valor e importância de um canal móvel. Possuir uma estratégia mobile pode ser uma experiência transformadora, envolvente e cativante para sua empresa atingir uma boa comunicação e engajamento com o seu consumidor. Um consumidor que não está apenas à frente das marcas, mas “anos-luz” distantes de sua atual presença digital. 

25 jul 2013

3 DICAS PARA ACERTAR NO MARKETING DE AFILIADOS

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Saiba o que é e como aproveitar o marketing de afiliados na sua estratégia digital. 

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A publicidade na internet tem crescido exponencialmente nos últimos cinco anos. Dados da Forbes.com apontam que até 2016, as empresas irão preferir os canais online de divulgação pela flexibilidade e menor custo. Segundo projeções da consultoria PwC, os gastos com publicidade na internet brasileira deverão crescer 91% entre 2013 e 2017, representando US$ 3,1 bilhões, uma taxa média anual de crescimento de 18,6%.

Com isso, uma nova modalidade de marketing vem ganhando força entre os negócios digitais: o marketing de afiliados. Por se tratar de um tipo de marketing baseado em desempenho é uma das melhores maneiras para uma pequena empresa remunerar cada visitante ou cliente trazido pelos esforços individuais de seus afiliados.

Para ter sucesso nessa iniciativa, você precisa estabelecer suas metas e trabalhar com afinco para conquistá-las. Se você se interessa pelo assunto, veja algumas dicas elaboradas por especialistas:

1. Seja autêntico.

As empresas de sucesso dependem de comunicação e relacionamento eficaz. Se você tentar construir relacionamentos de negócios baseados em falsidades, eles vão desmoronar rapidamente.

Para impressionar e atrair audiência, não adianta adotar uma “persona” na web que seja completamente estranha para você. O resultado final é a tensão entre o que é real e o que é apresentado, ou seu público facilmente irá identificar uma persona falsa. Em ambos os casos, você não irá conseguir se conectar com os clientes e colocará em risco sua credibilidade.

O maior sucesso em marketing de afiliados surge quando o público pode realmente se identificar com você. Seja fiel a si mesmo, ofereça valor real, e a aceitação e as recompensas virão.

2. Seja consistente. 

Os iniciantes em marketing de afiliados tendem a mudar de um método de promoção de produtos para outro muito rapidamente. Em busca da próxima “grande coisa”, não estabelecem estratégias confiáveis e parecem volúveis demais.

Identifique seus pontos fortes e aproveite tais habilidades em uma base consistente de afiliados. Dessa forma, você pode desenvolver indicadores que apontem as estratégias que estejam funcionando – ou não – e sua base tende crescer.

Outro erro comum é escolher um produto com base em taxas de conversão percebidas ou porque um concorrente atingiu uma mina de ouro com o produto. Cuidado! O que serve pra Chico não serve pra Francisco; não é porque uma estratégia funcionou para o seu concorrente que poderá dar certo pra você.

Você tem que saber seus pontos fortes como empreendedor e precisa estar informado sobre seus produtos e seu mercado potencial. O principal diferencial virá quando você for capaz de agregar valor ao seu mix de produtos. Você não pode fazer um golaço de primeira, mas vai construir a sua credibilidade e, eventualmente, encontrar um craque entre os seus afiliados.

3. Seja confiante e determinado.

É preciso tempo, paciência e energia para alcançar seus objetivos através do marketing de afiliados. Depois que um produto inicialmente não consegue disparar, os empreendedores podem se tornar hesitantes e baixar a confiança, porque as coisas não deram certo. Isso é natural.

Quando confrontados com grandes decisões ou com uma volta negativa dos acontecimentos, empreendedores de sucesso simplesmente não desistem. O traço que muitas vezes separa alguém bem sucedido de alguém medíocre é perseverança. É quase impossível não ver algum erro acontecer quando você está aprendendo com suas forças e habilidades.

Você deve aceitar os erros, refletir sobre eles, e então usar o novo conhecimento que você ganhou de um revés para ajudá-lo a ter sucesso em sua próxima empreitada. Aqueles que estão realmente lutando por seus objetivos, não desistem facilmente.

O marketing de afiliados oferece um mundo de possibilidades. As escolhas mais populares para a sua empresa incluem Pay Per Click, Pay Per Sale, e Pay Per Lead, mas com o aumento da concorrência e a variação nas regras do local para a colocação de anúncios de afiliados, estratégias eficazes devem incluir maneiras inovadoras de reforçar a sua presença na web.

Seja qual for a sua escolha, lembre-se que com determinação, confiança, conhecimento e autenticidade, você pode capturar seu público e ter sucesso em encontrar os produtos ou serviços perfeitos para torná-lo uma próxima história de sucesso.

17 jul 2013

NOVAS REGRAS DO E-COMMERCE

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Especialistas discutirão com empresários a regulamentação do setor de comércio eletrônico e vão identificar oportunidades de melhorias para os pequenos negócios

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No dia 23 de julho (terça-feira) acontece o Encontro de Legislação e Tributação em E-commerce, no auditório da sede do Sebrae-SP, na zona central da cidade. O evento é organizado pelo Sebrae com o apoio da Ecommerce Brasil, Abcomm e Camara-e.net. As vagas são limitadas e as inscrições são feitas por meio do 0800570800.

Essa é a segunda conferência promovida pela instituição. A primeira foi no Rio de Janeiro (02/07) e as próximas serão em Minas Gerais (30/07) Ceará (10/09) e Brasília (24/09).

O objetivo é informar e debater a regulamentação, leis e tributos do comércio eletrônico com empreendedores e entidades do setor e também tratar de assuntos como o Decreto 7.962 e a Proposta de Emenda à Constituição ( PEC) do Comércio Eletrônico que regularizam à venda pela internet.

O encontro será ministrado por especialistas do Sebrae-SP, das entidades parceiras e advogados com grande conhecimento na área digital e tributária. Após os cinco eventos, os advogados entregarão um documento (compilado de tudo que foi dito) para a instituição com orientações e pareceres sobre o tema para contribuir e auxiliar futuras ações do Sebrae relacionadas ao universo virtual.

Grandes varejistas, como Isabella Castro, da Buscapé Company, Flávio Franco, da Netshoes e Leandro Alves da e-fácil (Grupo Martins) participarão do talk show ao lado de empresas de menor porte, como a Vestidoteca, que também contarão suas experiências no varejo virtual e também vão expor o ponto de vista dos pequenos negócios diante das novas normas.

“Procedimentos que estão descritos nas novas regras de e-commerce, como a exigência de fornecer informações mais claras sobre o que está sendo vendido e disponibilizar um canal direto de atendimento ao consumidor, já faziam parte das orientações do Sebrae-SP, esclarece Bruno Caetano. Antes de investir no meio digital, o empreendedor deve se questionar se conseguirá atender o cliente da mesma forma realizada na loja física. É necessário manter o mesmo nível de atendimento, caso contrário o consumidor muda de site rapidamente", enfatiza.

Para auxiliar as micro e pequenas empresas o Sebrae-SP oferece consultorias e palestras gratuitas e também o Guia E-commerce, em parceria com a Associação Paulista das Agências Digitais (APADI). O Guia é um passo a passo de como montar o negócio, por onde começar e quais as etapas do projeto: planejamento, plataforma e tecnologia, integrações, comunicação visual, gestão de conteúdo, operações e logística, serviços financeiros e marketing digital. A publicação é gratuita e está disponível no site www.apadi.com.br.

15 jul 2013

COMÉRCIO SOCIAL – QUEM INDICA, AMIGO É!

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Vocâ acha que conhece todos os canais de venda disponíveis ao seu negócio? Pois as redes sociais têm despertado o interesse de grandes varejistas para novas práticas sociais de venda.

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Passada a febre dos sites de compras coletivas, surge o boom do comércio social. A tendência é que este mercado movimente até 30 bilhões de dólares no ano de 2015 no mundo, segundo uma pesquisa realizada pela Booz & Company no ano de 2010. Do total, 14 bilhões de dólares serão movimentados nos Estados Unidos, país em que este tipo de e-commerce está mais evoluído.

No Brasil, surgem novas empresas na área, como a startup CurtiVendi (www.curtivendi.com.br). Criada em dezembro de 2012 pelos empresários Pedro Vasconcellos e Marcelo Najnudel, o site permite que qualquer usuário das principais redes sociais (Facebook, Twitter ou Google +), crie sua própria loja selecionando produtos dos principais varejistas online do país. Ao compartilhar os itens que gosta com a lista de amigos, ele ganha uma comissão (variável por empresa) quando a compra é realizada na loja virtual do produto. São mais de 30 empresas parceiras, como Brandsclub, Ponto Frio, Netshoes, Daifiti, Casas Bahia, Época Cosméticos, Saraiva, Hi Happy, entre outras, e cerca de 1 milhão de produtos disponíveis.  Após acumular o valor de R$50, o usuário tem direito a sacar o dinheiro. 

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Ou seja, quanto mais você conhecer o gosto dos seus amigos ou quanto mais referência você for dentro do seu círculo de amizades, mais chances de vendas terá. Eu curti! 

O portal teve investimento inicial de R$ 200 mil e já com conta 1.000 lojas virtuais em seis meses de atuação. Além do site, os sócios já negociam com grandes varejistas nacionais, oferecendo a plataforma criada para ajudá-los a expandir seus comércios virtuais. “No CurtiVendi, todos os envolvidos saem ganhando: o usuário terá uma nova fonte de renda, as marcas terão diversos vendedores com credibilidade e sem vínculos empregatícios e os amigos terão fácil acesso às compras dos produtos recomendados por quem ele mais confia”, afirma Vasconcellos.

Sem dúvida, estamos falando de um novo jeito de promover negócios! 

13 jul 2013

LIBERDADE VIGIADA

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Você consegue imaginar sua internet sem Google, YouTube, GMail, Facebook, Microsoft, Skype, Twitter ou Wikipédia? Pois é…

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Estamos quase que completamente nas mãos de empresas americanas quando o assunto é internet.  Por isso, a polêmica sobre a espionagem da internet brasileira pelos Estados Unidos está fervendo. A cada dia aparece uma novidade sobre o caso, desde instâncias do governo se mobilizando para contribuir com as investigações, até revelações de que o Brasil aceita este tipo de interferência desde 2001. É muita coisa para acompanhar!

Mas o que realmente importa é conseguir dar a proporção correta à notícia de que a Agência de Segurança Nacional dos EUA teria grampeado nossas comunicações.

Ok! Ninguém gosta de saber que as informações geradas em seus dispositivos tecnológicos podem estar sendo monitoradas, mas é preciso entender que o conteúdo das mensagens não estão contidos nos metadados que os tais programas de espionagem podem ter acesso. (Dá uma olhadinho no gráfico no final do texto)

Há algo que me preocupa muito mais do que saber o que o Obama pode estar fazendo com as minhas informações.

Deputados, senadores, ministros, secretários e oportunistas em geral estão em todos os cantos falando sobre soberania nacional, enquanto questões como corrupção, reforma política ou importação de médicos vão ficando de lado.

Pensar que empresas de telecomunicação brasileiras que nos cobram tão caro por um serviço tão precário participaram deste tipo de espionagem é repugnante. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já admitiu que aquelas que têm convênios com companhias estrangeiras expõem dados porque passam por portões internacionais, via cabos submarinos e satélite ao custo de US$ 650 milhões por ano.

E existe uma ameaça ainda mais séria: no afã de oferecer respostas rápidas e enérgicas sobre o caso, a proposta do Marco Civil da Internet pode ser alterada e perder sua essência: a garantia da privacidade, liberdade de conteúdo e neutralidade na rede.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que os deputados estão insatisfeitos “com um ou dois artigos” e que a votação não deverá acontecer agora. O Senado criou a CPI da Espionagem para apurar as denúncias de interceptação de dados de brasileiros pelos EUA, mas não ficou claro quem e o que pretendem investigar.

Sem contar que a resposta que a nossa presidente pretende oferecer para proteger a privacidade dos usuários brasileiros, restringindo dados à jurisdição do país, pode resultar em uma internet ainda mais lenta e com menor oferta de serviços para todos nós. É melhor a gente começar a cuidar do nosso jardim antes de olhar para o problema americano.

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