10 out 2013

OS NEGÓCIOS E AS REDES SOCIAIS

No Comments Competitividade, Comunicação, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mercado, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Redes Sociais, Web

Como o uso das redes sociais em um país como o Brasil pode agregar valor aos negócios.

lounge-empreendedor-os-negócios-e-as-redes-sociais

Com 1,5 bilhão de usuários espalhados pelo mundo, as redes sociais são um divisor de águas para os negócios, pois estimulam e expõem novos comportamentos e aspirações que as empresas precisam conhecer e atender. Os empreendimentos devem ir muito além de criar presença nas plataformas sociais para aumentar a exposição das marcas, mas utilizá-las para o desenvolvimento de produtos, interação com clientes, atendimento ao consumidor, recrutamento e seleção, aumento da produtividade e colaboração de seus funcionários.

A penetração das redes sociais nas Pequenas e Médias Empresas nos EUA é de apenas 31%, de acordo com estudo da consultoria McKinsey. O relatório ainda aponta que 70% das empresas usam tecnologias sociais e 90% delas relatam benefícios para os negócios, mas a implementação de estratégias sociais em todo seu potencial agregaria valor adicional de US$ 900 bilhões a US$ 1,3 trilhão globalmente por ano.

Em um País de pioneiros na adoção de tecnologias sociais, existe uma grande oportunidade para que os empreendedores brasileiros ampliem o uso das plataformas sociais para agregar valor aos negócios.

Consumidor social

Mais do que angariar fãs, as plataformas sociais possibilitam a coleta de informações sobre comportamento, localização e preferência dos indivíduos de maneira mais rápida e barata. Com estes dados, as empresas podem entender os desejos e necessidades de seus consumidores para definir estratégias de negócio, marketing e desenvolvimento de produtos.

O uso de redes sociais permite, ainda, a interação instantânea e personalizada com clientes. A comunicação das empresas com usuários nestas plataformas passa a ser bidirecional, pois permitem o feedback da comunidade de consumidores sobre marcas, produtos, campanhas, etc.

lounge-empreendedor-os-negócios-e-as-redes-sociaisOs indivíduos usam as redes sociais para ouvir a opinião de outros usuários, encontrar informações relevantes, se conectar com marcas e produtos e cada vez mais se apoiam nas suas conexões sociais para decisões de compra. Para ter uma ideia do potencial destas plataformas, cerca de 30% dos gastos dos consumidores poderia ser influenciado por social shopping, de acordo com a McKinsey.

Colaboração em escala

A internet proporciona a utilização da inteligência e conhecimentos coletivos para resolver problemas e desenhar soluções (crowdsourcing). A colaboração também pode acontecer dentro das empresas por meio do fluxo livre de ideias e conteúdo. As redes sociais tornam as pessoas mais produtivas, pois reduzem as barreiras e permitem a interação de diversas áreas de negócio para solucionar problemas com inovação multidisciplinar, criando assim novos produtos e estratégias.

Um passo seguinte é abrir esta comunidade para clientes e parceiros, fomentando a colaboração inovadora. As tecnologias sociais, quando usadas nas empresas segundo a McKinsey, tem o potencial de aumentar a produtividade de trabalhadores qualificados de 20 a 25%.

Quando o assunto é redes sociais, inevitavelmente surgem preocupações nas empresas. Mas e a privacidade do consumidor e dos dados da empresa? As aplicações são seguras? Os funcionários não perdem tempo nestas plataformas? Os benefícios das redes sociais dependem de uma série de fatores, como o setor de atuação e perfil da empresa, assim como inovações gerenciais no seu uso, mas podem produzir ganhos de fato para os negócios. Estes pontos devem ser considerados, mas é importante que não impliquem na restrição dessas plataformas nas empresas.

As redes sociais se tornaram um fenômeno cultural, social e econômico, com a mudança de comportamentos, desde cotidianos a movimentos políticos. Para as empresas, trazem benefícios nas mais diversas áreas, desde a percepção e reconhecimento da marca pelos consumidores, até a distribuição digital de novos produtos e serviços. Os seus consumidores estão nas redes sociais. Como você está aproveitando esta oportunidade?

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

08 out 2013

VAI QUE DÁ

No Comments Administração e Gestão, Comportamento Empreendedor, Economia Digital, Empreendedorismo, Internet, Liderança, Modelo de Negócio, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Novos Mercados, Proposta de Valor, Startup, Tecnologia

Inspire-se nas histórias de sete jovens que lutam para transformar suas startups em negócios rentáveis e com alto impacto.

lounge-empreendedor-vai-que-da

A série de webdumentários VAI QUE DÁ – A cara das startups brasileiras traça um retrato do empreendedorismo no Brasil a partir da vida de sete jovens à frente de startups de tecnologia promissoras, e oferece uma luz sobre temas essenciais para quem está empreendendo ou pretende se lançar nessa jornada. Em cada episódio, o espectador se surpreende com uma história diferente, contada pelo próprio personagem, e recebe a visão de especialistas, que comentam e trazem alternativas aos desafios vividos por esses empreendedores. 

 

Quer saber quem são os empreendedores envolvidos no projeto?

Kekanto

 
Stanford. MIT. Harvard. Quem escuta Fernando contando sua trajetória é remetido instintivamente a imagem de um alto executivo de uma multinacional. De fato, ele trilhou por algum tempo este caminho. Mas se deparou com uma bifurcação e decidiu seguir pela trilha menos convencional. Começou o Kekanto com apenas uma vaga ideia do que seria o produto. Lançou rápido, completamente inacabado. E nos feedbacks que recebeu dos usuários tudo começou a ficar mais claro e o produto foi ganhando corpo. Mais gente começou a gostar do que via. Hoje são milhões de usuários em 15 países que utilizam o Kekanto para encontrar os melhores estabelecimentos da cidade, da melhor fatia de bolo à roda de samba mais animada.Quem pensa que este é o final de uma história de sucesso está muito enganado. O serviço do Kekanto é 100% gratuito para o usuário e como monetizá-lo é um plano em desenvolvimento. Onde eles querem chegar? Assista ao vídeo Vai que dá!

 

Ledface

 
Quando surgiu a web 2.0, os olhos de Horácio brilharam e um futuro promissor começou a se desenhar em sua cabeça. Construiria um produto incrível, impecável, colocaria esse produto no mercado e seria um grande sucesso. Seria um empreendedor, destes que dão entrevistas e fazem palestras. Seria, mas não foi. Horácio fracassou. Passado o tombo, levantou mais forte. Assimilou os erros e começou do zero uma nova empreitada, ainda mais desafiadora que a primeira. Hoje, à frente da Ledface, acredita que pode fazer pela humanidade o que nenhum outro software até hoje conseguiu fazer: responder, a partir da inteligência coletiva e da colaboração entre as pessoas, questões íntimas, pessoais e subjetivas, que assolam diariamente a todos nós. Coisas que o Google não pode responder, do tipo, "meu filho mais novo está com ciúme do mais velho, o que faço"? Ou, talvez, "tenho medo do meu negócio fracassar, o que fazer?"

 

Minha Vida

 
Daniel era estagiário em uma multinacional quando um amigo ligou para ele dizendo ‘’há uma revolução acontecendo, você não quer pegar carona no rabo desse cometa?’’. A revolução era a web 2.0, a bolha da internet havia acabado de estourar e a resposta de Daniel foi rápida: Sim. Alguns anos depois, tendo ajudado a construir um bem sucedido negócio de venda de automóveis pela internet, num exame corriqueiro Daniel foi diagnosticado com um doença crônica rara e, angustiado, foi procurar mais informações (na internet, claro). Nada descobriu, nenhuma linha sobre a doença. Ele nem desconfiava que, ao não encontrar respostas para suas perguntas, ele encontraria o propósito de vida que procurava. Naquele instante surgia, pelo menos em sua cabeça, o Minha Vida, atualmente o maior portal de Saúde e Bem-Estar do Brasil.

 

QMágico

 
Thiago dorme no alojamento do ITA, Claudia dorme num quarto bagunçado dentro da empresa. Ambos acordam todos os dias do mesmo sonho: transformar a educação brasileira introduzindo o uso de novas tecnologias em sala de aula. E, acordados, trabalham madrugadas para fazer do QMágico um grande negócio. Num país que possui 40 milhões de alunos no ensino fundamental e médio, mas ocupa o 54º lugar na principal avaliação da educação no mundo, o desafio de construir uma nova maneira de ensinar é imenso. Como se não bastasse, ao QMágico se aplicam as mesmas leis de mercado que valem para todos: empresa boa é aquela que tem caixa, que dá lucro. Como "monetizar" o produto? Como e para quem vender? Qual o melhor modelo de negócio?

 

Solidarium

 
Tiago caminha entre barracas de artesanato na praça central de Curitiba. Cumprimenta artesãos, olha seus trabalhos, pergunta quanto custam. Eles não sabem, mas Tiago está ali a trabalho também. Com eles, os artesãos, e por eles. Dois milhões de artesãos brasileiros vivem abaixo da linha de pobreza. Produzindo por amor ou por necessidade, invariavelmente se deparam com o desafio de vender. Para Tiago, este dado foi como um chamado. Achou, por alguma razão, que isto era problema dele. Formou uma rede de artesãos e abriu uma loja em shopping para vender seus produtos. Quase faliu. Fechou contrato com Walmart, colocou produtos de artesanato no supermercado. Os produtos ficaram caros, a margem para os artesãos baixa. Quase deu certo, mas não era por aí. Agora, à frente da Solidarium online, tenta uma vez mais acertar o caminho para fazer com que a arte brasileira alce voos impensáveis e, de quebra, milhões de pessoas possam ter uma vida mais digna. Conheça!

 

We Do Logos

 
Que empresa não precisa de uma logomarca, de um folder, de um site? Essa é praticamente uma necessidade básica do negócio, certo? Ainda assim, há até pouco tempo era muito difícil encontrar um serviço de qualidade que coubesse no bolso da maioria dos micro e pequenos empreendedores brasileiros .Gustavo tinha uma agência de comunicação convencional, mas não conseguia atender seus amigos. Eles falavam que ele era caro; ele tinha as contas para pagar, nada podia fazer. Não se continuasse pensando da mesma forma que todas as milhares de agências espalhadas pelo mundo. Preocupado, voltou a estudar, e o mundo do crowdsourcing apareceu diante dos seus olhos. Quantos profissionais de comunicação se formam por ano? Quantos conseguem trabalho? Voltou para a sua agência e, dali mesmo, começou a construir o We do Logos, hoje a maior rede de designers freelancers do Brasil. 

 

Como você deve ter percebido todas essas pessoas construiram seus sonhos pensando não só no bem pessoal, mas também no coletivo. Criar soluções inovadoras e novos negócios, para eles, é uma ferramenta que ajuda a realizar suas ambições e objetivos de vida. Para eles, empreender não é apenas um caminho natural. É o único caminho!

VAI QUE DÁ é um convite para mergulhar num novo Brasil e sair com esperança de que, com empreendedores como estes, estamos dia após dia construindo um país melhor. Parabéns, mais uma vez, a ENDEAVOR BRASIL por apoiar e disseminar iniciativas assim! 

09 set 2013

COMO USAR A INTERNET PARA GERAR RESULTADO

No Comments Administração e Gestão, Comunicação, Economia Digital, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Redes Sociais, Tecnologia

Decidir o momento certo e a melhor forma de utilizar a internet é fundamental para o sucesso nas redes sociais. 

lounge-empreendedor-como-usar-a-internet-para-gerar-resultados

O mundo muda velozmente e o que antes era apenas imaginação virou realidade: supercomputadores, casas inteligentes, telefones com telas conectados à rede, passeios no espaço em superaviões, assim como robôs realizando trabalhos domésticos agora realmente existem. Enfim, o mundo está cheio de novas tecnologias e comportamentos, que vão impactando a todos nós, pois são movimentos importantes de mudança de formato e operação no mercado e que sinalizam uma forte tendência de evolução e ruptura de hábitos.

A multiplicação dos canais de mídia e a inserção da tecnologia em nosso dia a dia trouxe uma profunda mudança no comportamento das pessoas, mas, no Brasil, o setor que carrega a fama de criativo, inventivo e comunicativo parece ainda estar em sono profundo, quando deveria estar liderando uma revolução.

As agências de publicidade tradicionais precisam acordar para o novo e perceber que nunca foi tão certo o fim do modelo atual desse setor. Em grande parte do mundo já existem movimentos no sentido de acompanhar essas transformações. Por aqui, ainda não. Os publicitários do nosso país, que ainda resistem a um plano de mídia digital, estão perdidos em uma floresta de oportunidades.

O Brasil ocupa a terceira posição em quantidade de usuários ativos na Internet, atrás apenas dos EUA e do Japão, segundo a pesquisa Ibope Media 2013. Temos 94,2 milhões de brasileiros com acesso à internet e 97% dos usuários com presença nas redes sociais. Essas pessoas passam cerca de cinco horas por dia nas mídias sociais e fazem uso cada vez mais diversificado delas. Temos ainda a geração NET, com seu desenvolvimento cerebral afetado pelas novas tecnologias. Para os que têm menos de 16 anos, o e-mail já é obsoleto. Eles se comunicam em redes sociais, em tempo real.

Diante desse panorama, podemos afirmar sem medo: não dá para fugir da internet hoje, nem no mundo dos negócios. Ou melhor: principalmente no mundo dos negócios.

Muitas empresas, influenciadas por suas agências, ainda acreditam que podem sobreviver sem a presença digital e sem fazer uso das redes sociais. Estão enganadas. Não há futuro para a empresa que não busque formas de relacionamento nas redes. Mas é preciso saber o que dizer ao consumidor para criar uma boa percepção da marca. Na rede apenas as boas e relevantes histórias são compartilhadas.

Se a internet potencializa o desejo dos consumidores de se expressarem e muda sua relação com as marcas, estas, por sua vez, precisam se perguntar: por que o que faço é importante? Por que o consumidor desejará compartilhar em sua rede social? Mais do que conectadas, as pessoas utilizam a internet para exercer seus direitos com mais intensidade, sem receio.

Se você quer aproveitar esse mercado, mas não sabe como, em agosto tomei conhecimento sobre um manual bem legal lançado pela Talk: Manual do Twitter – Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar). Eles criaram agora um material educativo, com base na sua experiência na área digital (desde o planejamento até a mensuração de resultados) para ajudar você a criar, testar e implementar uma estratégia digital de qualidade, capaz de atrair novos negócios e criar mais um canal de diálogo com os consumidores. Se você estiver interessado no tema e não quer ficar perdido no tempo, baixe o conteúdo e sucesso: http://materiais.talk2.com.br/estrategias_digitais

lounge-empreendedor-FerlaLuiz Alberto Ferla é presidente do DOT digital group (Knowtec,  Talk2,  KeepingUpTechFront,  SocialBase,  Suite Plus  e  DDBR   e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes)

14 ago 2013

5 DICAS PARA CONVERTER CLIENTES ONLINE

No Comments E-Commerce, Economia Digital, Empreendedorismo, Internet, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Vendas

Descubra como aumentar a conversão do seu site através das Páginas de Conversão ou Landing Pages.

lounge-empreendedor-5-dicas-para-converter-clientes-online

Muitas empresas investem recursos significativos de tempo e dinheiro para atrair visitantes qualificados para o seu site, porém acabam tendo uma efetividade muito baixa em conversão dessas visitas em Leads e Clientes. Geralmente isso tem relação com a estratégia de conversão.

Entre os erros mais comuns estão, por exemplo, campanhas no Adwords direcionando usuários somente para a Home do site, formulários de “Fale Conosco” escondidos como única opção de captação de contatos, falta de ofertas de meio de funil para quem ainda não está pronto para a compra, entre outros.   

Uma das melhores formas para melhorar a conversão de um site é a adoção de Landing Pages diversas (ou Páginas de Conversão) ofertando “respostas” a diferentes “problemas” que o usuário está procurando quando entra no seu site, direcionando-o para a ação desejada. Um trabalho bem feito com Landing Pages tem o poder de, em pouco tempo, aumentar significativamente o retorno sobre todo o investimento de marketing digital que a empresa está fazendo.

Neste artigo, listei 5 dicas simples para a sua empresa criar Landing Pages eficientes:

  1. Layout e navegação limpos: Essas páginas, em geral, contêm muito menos elementos e links do que uma página comum de um site. Isso porque seu único objetivo é fazer com que o usuário realize a conversão, que pode ser fornecer suas informações de contato em troca de um download gratuito, fazer o cadastro em uma ferramenta, pedir mais informações sobre um produto etc. Via de regra, em uma Landing Page, não deve aparecer nenhum outro link capaz de distrair o usuário, apenas o botão de conversão.
  2. Formulário enxuto: Defina com sua equipe de vendas quais as informações essenciais para realizar o próximo passo no contato. É preciso filtrar por porte? Cargo? O primeiro contato vai ser feito via email ou é preciso o telefone? A partir dessa definição, não insira nenhum parâmetro além dos campos essenciais. Eliminar a solicitação de uma informação sensível e que não será usada logo de cara, como o telefone ou endereço, por exemplo, pode significar um aumento considerável na taxa de conversão.
  3. Oferta clara e concisa: Em relação ao texto da oferta, o desafio é produzir uma chamada atraente e concisa. Além do título e subtítulo do material disponibilizado em destaque, inclua também 3 ou 4 tópicos com os principais temas ou capítulos abordados no conteúdo. Desta forma você consegue mostrar a qualidade do material ou produto/serviço, sem correr o risco de perder a atenção do visitante por excesso de informação.
  4. Imagem atraente: Incluir imagens ou vídeos que mostrem o que há por trás da Landing Page é uma boa maneira de despertar o interesse do visitante e passar credibilidade. Incluir a capa do material é uma alternativa prática e eficiente para mostrar que o conteúdo é real.
  5. Call-to-action (chamada) incisiva: Para estimular o usuário a realizar a ação, seja claro e direto na chamada do formulário e botão de conversão, o call-to-action. A voz ativa e os verbos de ação ajudam muito. Por exemplo, se a oferta for de um ebook gratuito, deixe isso explícito: “Receber o ebook gratuito”.

Eric Santos (@ericnsantos) é co-fundador e CEO da Resultados Digitais, empresa criadora do RD Station, plataforma de Marketing Digital para médias e pequenas empresas.

31 jul 2013

MARKETING EM MÍDIAS SOCIAIS

No Comments Carreira, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mídias Sociais, Novos Mercados, Redes Sociais, Web

Veja nesse infográfico como se tornar um especialista em marketing nas mídias sociais

Tenho comentado com alguns amigos que me assusto diariamente com a quantidade de "especialistas", conhecedores de orelha de livro, que encontro em eventos e palestras que frequento. Parece incrível, mas se você não ficar esperto, pode estar sendo enrolado por bons oradores, mas péssimos gestores.

E como não tenho dúvidas de que imagens falam mais do que mil palavras, resolvi compartilhar com vocês esse infográfico sobre especialistas em marketing nas mídias sociais. (Está em inglês, mas vale à pena!)

lounge-empreendedor-como-se-tornar-um-especialista-em-marketing

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...