21 fev 2015

FORTALEÇA SUA VIDA

No Comments Carreira, Coaching, Comportamento, Cotidiano, Equilíbrio, Inteligência Emocional, Negócios, Relacionamento Interpessoal, Resiliência, Trabalho em Equipe

Mude sua percepção acerca dos problemas e fortaleça sua relação com o trabalho.

 

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Independente da sua profissão ou do negócio que administra, você há de concordar comigo que o estilo de vida atual não é dos melhores: a competitividade do mercado de trabalho, a sobrecarga de tarefas, a preocupação com segurança e com o desemprego nos causa uma sensação permanente de tensão e desespero. Sentir-se mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta.

Como profissionais somos forçados a nos adaptar a ambientes cada vez mais complexos, a nos confrontar com ineditismos e dominar informações em intervalos cada vez mais curtos. E cada um de nós tem um limite para suportar a pressão.

Segundo uma pesquisa do Instituto de Ciência e Tecnologia de Manchester, os executivos brasileiros estão entre os mais insatisfeitos em todo o mundo com o trabalho. A pesquisa realizada em 24 países coloca o Brasil em 17º lugar no ranking de Saúde Mental; em 14º no de satisfação no trabalho e 18º em saúde física.  Sintomas de esgotamento, dores de estômago e insônia; ansiedade, insegurança e irritação são os fatores físicos e psicológicos mais diagnosticados e que prejudicam não só o desempenho profissional, assim também as relações familiares.

A questão é: como conviver com tudo isso e ainda manter o equilíbrio?

Saber se adaptar e reajustar confortavelmente, reagir de forma inteligente às pressões e pressentir e antecipar acontecimentos, é uma das competências mais valorizadas nos modelos organizacionais atuais onde a palavra de ordem é RESILIÊNCIA.

A palavra “resilio” no latin significa voltar ao estado natural. Nas ciências humanas, o conceito de resiliência é a capacidade de um indivíduo em possuir uma conduta sã num ambiente insano, ou seja, a capacidade de sobrepor-se e posicionar-se positivamente frente às adversidades.

Por incrível que pareça, nossas desventuras podem extrair o que há de melhor em cada um de nós, pois despertam capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas. Nunca sabemos como vamos reagir e se vamos ou não ficar com raiva ou medo quando algo inesperado acontece, mas podemos definir quanto tempo alimentaremos esse sentimento, assim como de que forma canalizaremos essa emoção em uma ação ou reação positiva e construtiva.

Ser resiliente é ser autoconfiante, acreditar nas suas verdades, dar-se o devido valor, acreditar em si e naquilo que é capaz de fazer, aceitar mudanças, encarar as situações de estresse e adversidade como um desafio, controlar a ansiedade, ser aberto às novas experiências, ter autoestima positiva, administrar bem os sentimentos e as emoções em ambientes imprevisíveis e emergenciais, automotivar-se, ser empático, reconhecer emoções em outras pessoas e saber manejar relacionamentos.

Talvez não seja fácil, mas é um comportamento possível quando entendemos que o problema não é o problema. O problema é a nossa atitude com relação ao problema.​

01 nov 2014

HONESTIDADE EMOCIONAL

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Seja sempre algo que você ama e entende. Esqueça o resto, pois tudo o que você preciso está em si mesmo! Todo o resto é ilusão. 

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Um dos principa​is fatores que diferencia os relacionamentos extremamente significativos daqueles meramente bons é a profundidade da intimidade emocional que construímos. É claro que existem outros fatores: autenticidade, vulnerabilidade, entrega e quiçá, um pouco de coragem!

Coragem para enfrentar o exercício constante do equilíbrio entre a razão e com a emoção – duas partes aparentemente antagônicas de nós que quando conhecidas e bem geridas se completam elevando nossa sabedoria e crescimento.

Ao sermos confrontados com as nossas emoções, precisamos aprender a senti-las e a perceber o que elas nos transmitem, o que nos dizem acerca das nossas vontades, necessidades, valores, medos… No fundo, o que nos dizem acerca de nós e da nossa relação com os outros. Negá-las ou reprimi-las pode conduzir-nos a um sem número de caminhos confusos, desonestos e superficiais.

Ser emocionalmente honesto significa expressar sentimentos verdadeiros e desenvolver o que no mundo de negócios tem feito toda a diferença: a inteligência emocional. É a nossa inteligência emocional (autocontrole, empatia, motivação, consciência, habilidades interpessoais) combinada com a capacidade de identificar com precisão os nossos sentimentos, que nos permite ser emocionalmente honestos.

Ao fazermos isso conosco, ampliamos nosso autoconhecimento e damos um passo no caminho da auto aceitação e de escolhas mais acertadas frente aos nossos próprios desejos e metas. Quando nossa atitude é emocionalmente honesta com os outros, certamente aumentamos a probabilidade de nossos filhos, cônjuges, chefes ou amigos nos espelharem.

O grande problema é que a maioria das pessoas acredita que os outros não vão tolerar sua honestidade, e assim preferem viver as aparências e a superficialidade, alegando que desta forma não ferem ninguém, racionalizam a falsidade em nobreza e contentam-se com relacionamentos rasos.

Se você quer uma vida próspera ao invés de uma vida insalubre e sem significado, prepare-se a enfrentar alguns de seus medos e talvez, não ser aceito por todas as pessoas. “Jogar pelo seguro” e esconder seus reais sentimentos é uma forma de sabotagem e manipulação que realizamos num esforço para controlar as respostas que receberemos dos outros, na esperança de ganhar sua aprovação ou minimizar as chances deles sentirem-se magoados, irritados, ou descontentes conosco.

As melhores relações não são as que têm poucos conflitos, mas sim aquelas que estão dispostas a agir de forma honesta e sensível. Com este tipo de atitude, promovemos e desenvolvemos as habilidades de comunicação e aprendemos a lidar respeitosamente com as diferenças. Como diria Daniel Goleman, só assim seremos “emocionalmente inteligentes”.

20 set 2014

FALE MAL, MAS NÃO FALE DE MIM!

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Falar mal dos outros é um hábito infeliz, que vem se banalizando. Acontece todo o dia, a troco de nada e cabe a cada um de nós escolher fazer parte ou não!

Infelizmente o mundo não é cor de rosa e o país das maravilhas é um mundo que só existe nos contos de fadas. Precisamos ter a consciência de que nem todos falam apenas a verdade sobre os outros, sem distorcer os fatos ao seu bel prazer.

A diversidade do caráter humano nos obriga a ser analíticos e racionais diante de todo tipo de colocação, principalmente quando a maledicência está envolvida. Minha mãe já me dizia que se alguém está disposto a falar mal de alguém para você, certamente estará disposto a falar mal de você a outro alguém.

Temos o péssimo hábito de não questionar o que ouvimos ou lemos, talvez pela inocência de acreditarmos que todos são pessoas boas, incapazes de mentir ou manipular sentimentos e ações. Ah! Que bom seria se fôssemos mesmo assim…

Já tive o desprazer de lidar com pessoas que criam sua própria realidade e que, por mais que tentemos lhes explicar que ela não existe ou que estão erradas, não adianta: continuam cegas para qualquer argumento ou até mesmo prova de que estão equivocadas. E pior, expõe suas fantasias com tal convicção que muitos desavisados acabam acreditando.

Outro grande problema é que um simples comentário maldoso pode se alastrar mais do que qualquer rastilho de pólvora. Difamar alguém é fácil, criar mentiras também, mas espalhar boatos pode destruir a vida de alguém. #pensenisso

O maledicente parece viver em atraso moral e emocional, não se dá conta de que este prazer de massacrar a reputação alheia é algo ilusório, mesquinho e ainda mais danoso para si mesmo, pois em sua grande maioria pessoas assim são solitárias e infelizes em sua própria realidade.

Quando estamos realmente satisfeitos com nossas conquistas e com a vida que levamos temos pouco tempo para cuidar da vida dos outros e mais: não compactuamos com a maledicência alheia. Se temos paz interior, não precisamos destruir os outros para sermos aquilo que desejamos ser.

Certa vez, ouvi que o ser humano tem a tendência de enxergar nos outros aquilo que existe em abundância em seu intimo (e eu concordo um pouco com isso!). Por isso, as pessoas de bom coração têm mais dificuldade em ver a maldade ou a fartura de defeitos e sordidez que os maledicentes trazem consigo.

É lógico que temos o direito de errar! Caminhamos lentamente rumo à evolução e vez ou outra, podemos "escorregar", mas o caminho é aprender. Faz parte da natureza humana, falar sobre as pessoas, seja por inveja, insegurança ou necessidade de aceitação, mas temos também a capacidade de modificar nosso comportamento e crescer.

Não tenha receio de ser firme com o maledicente, cortando o mal pela raiz e mais: não tenha vergonha ao constatar que já caiu nessa armadilha. Caso sinta o impulso de passar uma informação adiante, pense nos três crivos de Sócrates: será que o que você está dizendo é Verdade, traduz a Bondade ou tem alguma Utilidade?

06 set 2014

A TAL PERSISTÊNCIA

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Ser persistente é uma habilidade que nos ajuda a atingir um objetivo e pode até ser um meio para convivermos junto a pessoas orgulhosas ou difíceis de lidar. 

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Se talento é 1% inspiração e 99% transpiração, como diria o inventor Thomas Edison, posso dizer que sucesso é 1% talento e 99% perseverança. Sim, porque não conseguimos concluir nada na vida se não houver determinação e persistência.

Dá trabalho planejar, realizar e conquistar, dá trabalho trilhar uma carreira, construir um nome, uma empresa e até uma família. Tudo na vida exige dedicação. Temos mais momentos difíceis do que desejamos, isso é verdade, mas também é verdade que saímos deles mais fortalecidos e experientes.

A vida é assim, cheia de desafios e só vence quem os enfrenta, quem tem coragem e a tal da persistência para continuar lutando, aprendendo e evoluindo. E quando digo vencer, não estou falando de ficar milionário ou ter várias propriedades ou um estilo de vida luxuoso. Vencer no sentido de se realizar, de se sentir feliz com o que se conquistou, satisfeito por ter encarado as lutas e vencido várias delas, sim, porque perdermos algumas ao longo da vida.

Mas o que importa é se sentir pleno, útil e realizado na sua caminhada. Seja você um estudante, uma dona de casa ou um profissional. Todos podem atingir metas e chegar aonde se propuseram. Mas, para isso, tem de haver persistência, ou seja, os "3Fs" (força, foco, fé), não importa se o objetivo é pequeno ou grande. O talento, a inteligência e a criatividade ajudam, mas se todos eles não forem movidos pela perseverança, o tempo será perdido.

Ela é o motor  que nos move, que nos dá coragem para prosseguir, ainda mais quando surgem obstáculos. Desistir às vezes é necessário, mas quem abandona tudo o tempo todo não vai a lugar algum. Vive-se no limbo dos sonhos, cercado pela frustração e pelo desânimo.

Muitas pessoas reclamam pelos cantos que as coisas não dão certo, que não são felizes no que fazem, mas não percebem que perderam oportunidades, talvez por medo de se aventurar e não dar certo, talvez por não terem percebido a porta aberta. Na vida não existem certezas, o que se pode fazer é se preparar para aquilo que se quer fazer, se aprimorar e nunca se fechar para novas experiências.

Sim, porque a vida muda a cada segundo e ser flexível às mudanças é outra vantagem competitiva, não só no mercado de trabalho, mas no dia a dia. O mundo está em mutação e temos de acompanhar o seu dinamismo e haja perseverança para isso.

24 ago 2014

MAIS DIFÍCIL QUE O PERDÃO

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Gratidão é um ato de reconhecimento e uma virtude que precisa ser cultivada e desenvolvida continuamente. Experimente! Quem ganha é você!

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A necessidade das pessoas em valorizar apenas o patrimônio, a posição profissional ou social faz com que muitos percam o sentido real de suas conquistas. Já escutei inúmeras vezes que no ambiente competitivo das organizações há muito mais pessoas ingratas do que gratas. Talvez seja verdade. E justamente por isso, a gratidão tem poderes incríveis.

Quando ela se expressa em gentileza, manifestações públicas de agradecimento e, acima de tudo, respeito, tem um efeito e um poder inigualáveis. Não significa ser subserviente ou submisso, mas sim dar o justo reconhecimento a interdependência e a consequência das outras pessoas sobre nossas conquistas. Quando as coisas estão muito ruins, pode ser fácil dizer "tudo é uma porcaria, não tenho nada a agradecer." Mas, se formos honestos, sabemos que não é verdade. Sempre há alguma coisa, não importa quão pequena, que está em sua vida para a qual você possa ser grato.

Quantas vezes você já parou para agradecer seus pais, professores, líderes ou colegas por ser o profissional e a pessoa que você é hoje? A ingratidão, sentimento muito próximo ao orgulho e a soberba, só faz perdedores. Nunca soube de alguém que tenha ganhado algo sendo ingrato. Empresas ingratas perdem seus colaboradores, seus clientes e veem seu mercado ruir. Pessoas ingratas terminam sós, amarguradas e sem o respeito de seus pares.

Gratidão requer coragem! Coragem para reconhecer que nem tudo o que as pessoas fazem por nós é apenas uma obrigação. Temos o péssimo hábito de corromper o sentido real das palavras a partir de nosso ponto de vista ou de nosso estado de espírito. Criamos uma infindável lista de atitudes equivocadas a partir de um conceito que, a priori, não deveria trazer nenhum prejuízo, como é a gratidão. Que tal se em vez de reclamar daquele cliente difícil de atender, você pensar que ele poderia ter escolhido outra empresa para negociar?

Se atender os seus clientes com gratidão, eles serão leais e indicarão você a novos clientes. Se olhar com gratidão para cada colega de trabalho, construirá um ambiente mais humano e solidário. Se levar sua empresa a demonstrar gratidão contribuindo em causas sociais e ambientais ampliará suas possibilidades de ter sua marca fixada no coração das pessoas. Parece simples, mas o exercício da gratidão requer vontade, ação e atitude.

Se ao iniciar a leitura desse texto, você acreditava que esse era apenas um tema leve e sem sentido a prática empreendedora, avalie suas próprias atitudes e passe a praticar a gratidão sem vergonha de se expor. Cultive esse novo hábito na sua organização, sua comunidade e sua casa. O senso comum nem sempre é uma prática comum. Muito obrigada pela leitura.

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