21 jul 2013

QUE META?

No Comments Administração e Gestão, Ambiente Legal, Dados sobre Empreendedorismo, Economia, Empreendedorismo, Gestão Financeira, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo

Todo empreendedor precisa conhecer um pouco sobre economia, inflação e política para se prevenir e preparar as estratégias do negócio. Fique ligado!

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Disse a presidente Dilma: "Temos certeza que vamos fechar o ano com a inflação dentro da meta". Diz o Conselho Monetário Nacional: a meta de inflação é de 4,5%, considerando-se o índice do IBGE (o IPCA).

Logo, o Brasil chega a dezembro de 2013 com a inflação em 4,5%, certo?

Errado. Quer dizer, não é bem assim. Começa que ninguém, nem mesmo no governo, acredita que o IPCA termine o ano naquele nível. O próprio Banco Central, justamente o encarregado de acertar a meta, se compromete com um objetivo mais folgado: alcançar uma inflação menor que a do ano passado, que foi de 5,84%. Estará feliz com uns 5,80%, que é consenso entre analistas fora do governo. Isso significa que a presidente, digamos, faltou com a verdade? Bem, quer dizer, tem aqui um joguinho de palavras ou de conceitos. A mesma resolução do CMN que fixa a meta de 4,5% acrescenta: "com intervalo de tolerância" de dois pontos para mais ou para menos.

Quem for ao site do BC, encontrará informação com o mesmo conteúdo. Meta: 4,5%; banda, 2 pontos. A regra, portanto, é clara. Os dois pontos são extrameta, uma margem para acomodar momentos excepcionais em que ocorram eventos inesperados, fora do alcance dos controles do BC. Pode ser desde uma guerra entre países do petróleo ou uma escassez de alimentos, eventos que provocam altas de preços. Nesses casos, em vez de agir imediatamente elevando juros, o BC topa conviver algum tempo com a inflação elevada.

Mas, pela lógica do sistema e pela prática mundial, inclusive brasileira, isso é necessariamente provisório. O BC deve organizar suas políticas para logo buscar de novo a meta. Ocorre que a inflação no governo Dilma foi de 6,5% em 2011 e de 5,84% em 2012. Entra o jogo oficial de palavras: da presidente aos ministros e ao BC, passou-se a dizer que os 4,5% são o "valor central" de uma meta que vai até 6,5%. Torturaram a regra.

Por isso que a presidente Dilma não dá o número. Ela diz que vamos ficar "dentro da meta". Só pela linguagem governamental passada e presente, pode-se concluir que é qualquer coisa abaixo de 6,51% – e este é o novo objetivo oficial.

Mas por que estamos discutindo estes quase detalhes? Na verdade, a presidente tenta passar a conclusão de que a inflação está sob controle e em níveis aceitáveis.

Não está. Começa que os 4,5% já constituem uma meta elevada. Nos países emergentes, em geral, não passa de 3% – e vem sendo cumprida na maior parte dos casos. Aqui na vizinhança da América Latina, o nível mais alto depois do Brasil é do México, com 4% ao ano. (Claro, Argentina e Venezuela não contam, pela desorganização, assim como outras nações, como a Índia, pelo histórico de inflação elevada).

Além disso, uma inflação rodando a 6%, por tanto tempo, é danosa para a economia brasileira. Querem saber por quê? Basta dar uma lida nos documentos recentes do BC, nos quais a instituição explica por que resolveu iniciar um processo de alta de juros. Se a inflação estivesse confortável e sob controle, o BC não precisaria elevar juros, não é mesmo?

Carlos Alberto Sardenberg,
é jornalista.

17 jul 2013

MINHA CASA MELHOR

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Mais de 100 mil micro e pequenas empresas do estado de São Paulo têm perfil para integrar a rede credenciada da iniciativa que dará crédito para compra de móveis e eletrodomésticos.

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O Programa Minha Casa Minha Vida acaba de ser ampliado pelo Governo Federal. Todos os beneficiados pela iniciativa e em dia com as prestações de seu imóvel agora têm direito a uma linha de crédito de R$ 5 mil para compra de até dez móveis e eletrodomésticos. Batizado de Programa Minha Casa Melhor, a medida é uma ótima oportunidade de negócio para micro e pequenos varejistas já que o programa pretende montar uma rede de 13 mil lojas credenciadas e injetar R$ 17 bilhões na economia brasileira.

Se engana o empreendedor que pensa que esse dinheiro que beneficiará apenas as grandes redes. Micro e pequenos negócios podem e devem participar e um levantamento do Sebrae-SP apontou 105 mil micro e pequenas empresas no estado de São Paulo aptas a vender para o programa. A adesão do lojista é rápida e simples.

Para ser uma loja credenciada e receber o selo Programa Minha Casa Melhor, basta que o lojista procure a CAIXA e abra uma conta para sua empresa. Toda operação é feita por meio de cartão e o lojista precisa ser credenciado na REDECARD (com domínio MÓVEISCARD). A princípio, a parceria vale por 60 dias. Após esse período, se quiser continuar aceitando o cartão do programa basta ligar para o gerente da CAIXA e renovar o convênio.

“O Minha Casa Melhor é mais um grande diferencial no portfólio de produtos da Caixa, possibilitando aos varejistas do setor de móveis e eletrodomésticos o aumento das suas vendas e seu marketing share, também destaco a facilidade para os lojistas aderirem ao programa em todas as agências da rede Caixa”, disse Paulo José Galli, superintendente da regional Paulista da Caixa Econômica Federal.

O valor da compra é creditado na conta do lojista como em uma operação de venda com cartão de débito. Entretanto, para compras a vista com o cartão, o lojista participante é obrigado a oferecer desconto mínimo de 5% no valor da nota.

lounge-empreendedor-minha-casa-melhorSerá permitida a compra de dez itens: guarda-roupa (até R$ 380), cama de casal (até R$ 370), cama de solteiro (até R$ 320), mesa com cadeiras (até R$ 300), sofá (até R$ 375), refrigerador (até R$ 1.090), fogão (até R$ 599), lavadora de roupas (até R$ 850), TV digital (R$ 1.400) e computador ou notebook (até R$ 1.150). Se você tem uma pequena empresa do setor, sabe que a soma desses ítens pode fazer toda a diferença no seu fluxo de caixa, certo?

Se quer saber mais sobre como fazer parte, a CAIXA disponibilizou o telefone 0800 726 0104 para dúvida dos lojistas.

15 jul 2013

SOBE O FATURAMENTO DAS PEQUENAS EMPRESAS

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Desempenho dos pequenos negócios paulistas foi o melhor para o mês desde 2001 e receita total somou R$ 47,3 bilhões. Comércio foi o destaque!

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O faturamento real (descontada a inflação) das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas manteve-se em nível elevado, em maio, ao apresentar crescimento de 2,5% em relação ao mesmo mês de 2012. Foi o melhor resultado para um mês de maio desde 2001. No mês de maio de 2013, a receita total das MPEs foi de R$ 47,3 bilhões, R$ 1,1 bilhão a mais do que em igual período do ano passado. Os dados são da pesquisa de conjuntura mensal Indicadores Sebrae-SP.

O comércio teve o melhor desempenho, com alta de 7,7% no faturamento, na mesma base de comparação. Os setores de serviços e indústria foram na direção oposta, com queda de 0,4% e 6,1%, respectivamente. “O resultado mais modesto do setor de serviços teve influência da base forte de comparação. Em maio de 2012, as micro e pequenas empresas de serviços tiveram aumento de faturamento de 14,7% sobre maio de 2011. Já a indústria ainda sofre com problemas de competitividade”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.

Na análise por regiões, em maio de 2013 sobre maio de 2012, no interior, a alta no faturamento das MPEs foi de 3%; a Região Metropolitana de São Paulo teve crescimento de 2%. Já a Capital paulista teve recuo de 7% no indicador de receita real. 

Quanto ao Grande ABC, houve elevação de faturamento de 30,9% em maio ante maio de 2012. “Alguns fatores explicam o número expressivo do ABC. Entre 2010 e 2012 houve uma relativa estabilidade no faturamento, por conta de problemas de competitividade da indústria brasileira. O setor tem presença relativamente expressiva na região. Também podemos citar o crescimento do ramo das montadoras de veículos, muito forte no ABC e que é comprador de insumos, peças e serviços das MPEs. E por fim, vale citar aspectos pontuais, como a ocorrência de vendas específicas de valor elevado pelas MPEs, mas que não devem se repetir em outros períodos”, explica o diretor-superintendente do Sebrae-SP. 

Ritmo menor no ano

No acumulado do ano de 2013, as MPEs tiveram aumento de 3,9% na receita real ante os cinco primeiros meses de 2012. No entanto, esse porcentual caracteriza uma desaceleração no crescimento. Na comparação do resultado de janeiro a maio de 2012 com igual intervalo de 2011, o crescimento havia sido de 8,9%. “Parte dessa queda no ritmo de crescimento pode ser explicada pela base relativamente forte de comparação, pois no acumulado de janeiro a maio de 2012, os resultados foram bem significativos”, diz Caetano. Segundo ele, o crescimento fraco da economia do País também contribuiu para atenuar o desempenho das MPEs, quanto ao faturamento.

De janeiro a maio, deste ano, as MPEs paulistas registraram aumento de 1,1% no total de pessoal ocupado em relação a igual período de 2012. Por sua vez, o rendimento real dos trabalhadores, que inclui salários e outras remunerações, dessas empresas subiu 9,6%. A folha de salários (total de salários e outras remunerações pagas pelas MPEs) aumentou 8,3% na mesma comparação.

Expectativas

A maioria dos empresários (56%) acredita em estabilidade no faturamento para os próximos seis meses. Na mesma época do ano passado, esse grupo representava 54% do total. Porém, a parcela dos que esperam piora nos resultados de seus negócios aumentou de 5% em junho de 2012 para 7% em junho de 2013.

“Quanto à perspectiva com a economia, no entanto, a percepção tornou-se mais negativa. Em junho de 2012, os que esperavam manutenção do nível de atividade econômica eram 55% em junho de 2012. Em junho de 2013, 47% tem a perspectiva de melhora para a economia. Já os que preveem retração no nível de atividade da economia passaram de 9% no ano passado para 23% em junho de 2013. “Uma alteração expressiva”, afirma o consultor do Sebrae-SP e coordenador da pesquisa, Pedro João Gonçalves.

Essa deterioração das expectativas dos donos de MPEs vai na linha das projeções dos analistas de mercado, que em janeiro falavam em crescimento de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2013 e agora projetam 2,4%.

“Em junho, houve um aumento das incertezas na economia brasileira, com forte desvalorização do real, o que deixa os produtos cotados em dólar (em geral negociados em bolsas) mais caros, o que gera preocupação sobre o impacto do câmbio na inflação”, explica Gonçalves.

De acordo com o consultor do Sebrae-SP, as dúvidas quanto ao crescimento da economia chinesa, que é importante compradora de produtos minerais e agropecuários brasileiros também é motivo de preocupação dos analistas de mercado. 

“Espera-se um crescimento mais tímido da receita das MPEs este ano. A base elevada de comparação – consequência do aumento significativo do faturamento das MPEs em 2012 – e a desaceleração do consumo interno contribuem para essa expectativa”, afirma Gonçalves.  

Segundo Gonçalves, a manutenção do poder de compra da população e a evolução do emprego e da renda são importantes para o desempenho das MPEs. 

Metodologia

A pesquisa Indicadores Sebrae-SP, é realizada mensalmente, com a colaboração da Fundação Seade. São entrevistadas 2.716 MPEs do Estado de São Paulo, distribuídas em: indústria de transformação (10%), comércio (53%) e serviços (37%). Nesta pesquisa, as MPEs são definidas como empresas de comércio e serviços com até 49 empregados e empresas da indústria de transformação com até 99 empregados, com faturamento bruto anual até R$ 3,6 milhões.

 

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae-SP
(11) 3177-4905/4886/4861
Grupo Máquina PR
(11) 3147-7390/7439

09 jun 2013

MÃES EMPREENDEDORAS GANHAM PREMIAÇÃO

Comentários desativados em MÃES EMPREENDEDORAS GANHAM PREMIAÇÃO Carreira, Cotidiano, Criatividade, Dados sobre Empreendedorismo, Datas Especiais, Empreendedorismo, Família, Mercado de Trabalho, SEBRAE, Sucesso

Série especial sobre mães empreendedoras vence Prêmio Sebrae de Jornalismo
 

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Uma série especial de quatro programas, contando os desafios de mulheres que conciliam a vida de empresária com a de mãe e esposa, foi a grande vencedora da quinta edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo. Em cerimônia nesta quinta-feira (6), na sede do Sebrae Nacional, em Brasília, o trabalho Mãe S/A, da Globo News, destacou-se entre 1.279 trabalhos inscritos sobre empreendedorismo em todo o Brasil e recebeu o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo.

“Não estava tão otimista. Tenho de agradecer a muita gente por reconhecer a nossa iniciativa de tratar desse tema”, disse, emocionada, a repórter da série, Patrícia Travassos, logo após receber o troféu das mãos do presidente do Sebrae, Luiz Barretto. O trabalho ganhador do Grande Prêmio Sebrae – a principal entre nove categorias – receberá R$ 25 mil.

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Para preparar a série Mãe S/A, a equipe fez uma pesquisa com 200 mulheres para chegar às três que foram entrevistadas. Esse levantamento vai resultar em mais do que as matérias transmitidas pela televisão. “No segundo semestre, devemos lançar um livro com esse tema. Vamos falar de 30 empreendimentos gerenciados por mães que não terceirizam a maternidade”, contou Patrícia. O título provisório da obra, que será lançada pela Editora Saraiva, é Mães Empreendedoras – elas não estão para brincadeira. É claro que isso me fez lembrar das inúmeras mães que estiveram comigo no evento Mães+Amigas oferecido pela Coca-Cola no último dia 25 de maio no Rio de Janeiro. Quantas das meninas que estavam por ali gerenciam suas vidas e empresas de forma empreendedora.

Na cerimônia, apresentada pelo jornalista Caco Barcellos, o presidente do Sebrae parabenizou todos os vencedores estaduais e agradeceu a participação dos jurados de todo o país na seleção dos melhores trabalhos. “A imprensa é um grande aliado para o fortalecimento do empreendedorismo”, afirmou Barretto, que disse esperar que essa temática permaneça em evidência na mídia. “Empreendedorismo é um tema decisivo para o futuro do país”, ressaltou.

Caco Barcellos concordou com a observação. “Um bom repórter tem muito do bom empreendedor”, acrescentou. Antes de a cerimônia apresentar os finalistas nacionais e anunciar os vencedores, Luiz Barretto pediu um minuto de silêncio em homenagem ao superintendente do Sebrae na Paraíba, Julio Rafael, que faleceu na noite de ontem.

A reportagem Sertão Grande, do jornal Estado de Minas, venceu em Jornalismo Impresso. Em Telejornalismo, ganhou Mel produzido por pequenos produtores reforça a alimentação de crianças indígenas desnutridas, da TV MS Record, do Mato Grosso do Sul. A matéria Taquaral, da lavoura para o mundo da moda, da rádio RBC AM/FM, de Goiás, venceu em Radiojornalismo; e, em Webjornalismo, o vencedor nacional foi o trabalho Energia – a hora de renovar, do portal NE10, de Pernambuco. Cada uma dessas categorias receberá R$ 12,5 mil, assim como o Prêmio Especial do Júri, conquistado pela reportagem Um negócio de R$ 63 bilhões, do Diário do Comércio, de São Paulo.

Menções Honrosas 

A cerimônia também premiou, com R$ 3 mil, menções honrosas em Fotojornalismo, Mídias Sociais e Repórter Cinematográfico. A primeira menção honrosa foi concedida ao fotógrafo Maurício de Paiva devido às imagens da reportagem Os bons frutos da economia verde, da National Geographic Brasil. Sandro Queiroz, da TV Globo, ganhou a menção honrosa de repórter cinematográfico pela matéria Os agricultores de Palmeiras: associação rural e transformação social. O trabalho Estratégia digital para blogs e redes sociais, do veículo Pequenas Empresas & Grandes Negócios, conquistou a menção honrosa em mídias sociais.

Confira abaixo a lista com todos os vencedores da quinta edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo, que contou com a participação promocional da Revista Imprensa e o apoio institucional da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom):

Vencedores do Prêmio Sebrae de Jornalismo

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 2107-9300
(61) 2104-2770/2769/2766
(61) 3243-7851

09 jun 2013

CRESCEM EMPREGOS FORMAIS NAS PEQUENAS EMPRESAS

Comentários desativados em CRESCEM EMPREGOS FORMAIS NAS PEQUENAS EMPRESAS Carreira, Dados sobre Empreendedorismo, Economia, Empreendedorismo, Mercado de Trabalho, Recolocação Profissional, SEBRAE

Com destaque para o setor de Serviços, segmento contratou 140 mil trabalhadores em abril
 

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Os pequenos negócios foram os principais empregadores no país em abril. Por isso, pare com o sonho de conseguir seu primeiro emprego naquela empresa gigante que acabou de se instalar na sua cidade e olhe com carinho para essa quantidade de pequenas empresas que podem estar bem na sua rua. Mais de 140 mil pessoas ingressaram no mercado formal de trabalho gerado pelas empresas de micro e pequeno porte, resultando em um aumento expressivo de 120% na oferta de vagas, frente ao mês de março. O saldo positivo equivale à geração de mais de 4,6 mil vagas por dia. Com esses resultados, os pequenos negócios responderam por 71% dos empregos criados em abril.

No período, as empresas de Serviços foram as que mais contrataram, totalizando 59,5 mil novos postos de trabalho. Os segmentos de comercialização e administração de imóveis, que responderam por 18,4 mil vagas, e os empreendimentos de transportes e comunicações, que geraram 17,3 mil empregos, somaram as maiores contratações em abril.

“O crescimento do emprego no setor de Serviços é diretamente impulsionado pela alta do consumo, principalmente da classe C, que demanda cada vez mais serviços diferenciados e de qualidade”, analisa o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Também verificamos contratações expressivas na construção civil e na indústria de transformação, reflexo dos investimentos promovidos pelo governo e das medidas de estímulo à produção industrial, como a desoneração da folha de pagamento e a redução da tarifa de energia”, acrescenta.

lounge-empreendedor-empregos-crescem-nas-pequenas-empresasOs pequenos negócios da Construção Civil registraram o segundo maior saldo na geração de empregos, com quase 32 mil postos ocupados. As micro e pequenas indústrias de transformação contrataram mais de 20 mil trabalhadores formais, com destaque para a indústria têxtil, com 3.642 vagas preenchidas. A análise do Caged também mostrou, em abril, contratação na indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico, com a geração de 2,9 mil novos postos de trabalho, e na indústria mecânica, que contratou 2,4 empregados.

O saldo total de empregos gerados em abril – incluindo os postos ocupados nas micro e pequenas, médias e grandes empresas e na administração pública – somou 196.913 vagas. Enquanto nos empreendimentos de micro e pequeno porte o aumento na ocupação de vagas foi de 120%, as empresas médias e grandes registraram um aumento de 25,4%. Entre os pequenos negócios, São Paulo foi o estado que mais contratou, com o ingresso de 43.298 pessoas no mercado formal.

Dono da Multitec Construções, pequena empresa especializada em reformas e manutenção industriais, o engenheiro Ronaldo Guandalin aumentou em 12% o quadro de funcionários no mês de abril. O negócio, que atua em 12 obras no estado de São Paulo, está hoje com 40 empregados. “Tivemos um acréscimo na demanda por serviços e precisamos reforçar o número de funcionários”, conta o empresário.

O estudo do Sebrae é promovido mensalmente com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM).

Você pode ter mais informações diretamente com a assessoria de imprensa da instituição:
(61) 2107-9300
(61) 2104-2770/2769/2766
(61) 3243-7851   

Ronaldo Guandalin (11) 7743-2304
Multitec: Rua Marcos Arruda número 55 – Bairro Belenzinho – SP

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