12 jul 2014

MOSTRA TUA FORÇA, BRASIL

No Comments Administração e Gestão, Aprendizagem, Coaching, Confiança, Democracia, Empreendedorismo, Liderança, Mudança, Negócios, Resiliência, Sociedade e Política, Sonhos, Viva Positivamente

Saber celebrar (e aprender com) fracassos se tornou um dos pilares de sustentação dos melhores negócios. Que tal tentar agora?

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"O futebol não se traduz em termos técnicos e táticos, mas puramente emocionais". Dizem que Nelson Rodrigues é o autor desta frase e quem diria que tantos anos depois, nossa Seleção Canarinho comprovaria sua afirmação em plena Copa do Mundo em solo nacional.

Eu li muita coisa sobre nossa derrota para Alemanha. Desde as opiniões dos especialistas, dos que só torcem para quem ganha, dos políticos mascarados de torcedor, dos jornalistas de causa própria, dos que tiram proveito da situação negativa, dos defensores dos seus ganhos atuais e interesses pessoais, dos gaiatos sem propósito, dos revoltados, dos que se autointitularam humilhados, dos torcedores de futebol, enfim, e, claro, dos brasileiros apaixonados pelo Brasil.

Vocês dirão que somos pentacampeões – e somos, sempre liderados por grandes craques e jogadores excepcionais. Alguns dirão: futebol é individual, é plástico, é arte. Ok! Não quero retirar do torcedor essa relação platônica e irracional com o esporte. Mas para todos os demais é preciso entender além o jogo.

Um bom jogador precisa entender onde está, para onde pretende ir e o que fazer quando chegar lá. Não adianta apenas ter a bola nos pés. É preciso ocupar os espaços, reconhecer os melhores caminhos e valorizar seus talentos.

Não lhes parece que é exatamente isso o que a Alemanha fez conosco? Com a bola, o plano deles foi bem claro: ocupar espaços no campo ofensivo, oferecer passes certos, não apenas para fazer gols, como também para não sofrê-los, com inteligência de jogo e qualidade técnica.

Por isso, lhes digo: futebol é treino, é estudo, é repetição! É preparar a cabeça para cuidar dos pés. Será que o que aconteceu conosco foi uma sucessão de "jeitinhos brasileiros" que foram se acumulando e deixamos de lado treino, organização, consistência, trabalho em equipe e dedicação? Seríamos o reflexo do "exército de um homem só"?

A derrota avassaladora de 7 x 1 para a Alemanha foi sinal de desespero, destempero e puro desequilíbrio emocional. E claro, é um recado: no mundo moderno pouco vale o peso da camisa e a genialidade exclusiva.

Espero de coração que todo o nosso sofrimento do torcedor brasileiro sirva de lição para quem espera conquistar coisas sem esforço, estudo e objetividade, achando que o mundo lhes deve algo. O mundo não nos deve nada. Nós é que devemos mostrar a que viemos por meio de nossos feitos, e não apenas de nossos sonhos e aspirações. O mundo é maior que tudo isso.

Sonhar é apenas o primeiro passo! Se não encararmos a realidade, se não estudarmos muito, sem trabalhar incansavelmente, sem estratégia ou mesmo sem ser persistente, resiliente e cheio de disciplina, a vitória não chegará. Se você não transformar seus sonhos em metas, os sonhos não servirão para nada. É o seu preparo que lhe prepara para a vitória.

Por isso, não confunda ou leve para sua vida real, a imensa dor, a tristeza e frustração que a derrota da seleção para a Alemanha causou em todos os brasileiros. Aprenda com ela! Que essa "revolta" se transforme em vontade de colaborar para as mudanças que esse País precisa. A solução dos nossos problemas no Brasil começa pela nossa casa, pela educação que damos aos nossos filhos, por assimilar e aplicar as lições que a vida nos ensina e claro, pela forma de pensar o coletivo. "Mostra tua força Brasil" deve continuar, mas agora fora dos estádios.

Como disse Juliano Abe em seu texto no jornal Mogi News, bem ao lado do meu, "Se por um lado no País de chuteiras somos meros espectadores, por outro, na República Federativa do Brasil, temos não só o poder de escolher os integrantes que comandarão o País pelos próximos quatro anos por meio do voto, mas possuímos o direito de algo a mais; de pautar os trabalhos daqueles que escolhemos para integrar o time, que atrevo-me a chamar de Partido Brasileiro.

Temos, então, o direito de escolher, escalar, definir o padrão de jogo e mais ainda, nossa opinião não fica restrita à galera do amendoim, ela tem voz. Agora é a hora de mostrar como se monta um time para comandar o Brasil."

Eu vou junto com você, Brasil! 

24 mai 2014

PARE DE SE PREOCUPAR

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A preocupação com o passado ou com o futuro nos impede de perceber a preciosidade das coisas que acontecem no presente. Pare agora!

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Quando você começa a ver a vida sob o ponto de vista de que a grande maioria dos acontecimentos é a natureza da vida a se expressar em consequência às suas escolhas e que as coisas não estão "contra você" ou "tentando atacá-lo", provavelmente você irá se permitir relaxar e encontrar algum espaço mental para ser mais positivo e feliz.

Está com um nó no seu estômago? Relaxe. A parte de trás do seu pescoço está tensa? Relaxe. A sua mente está agitada? Pode relaxar…

Quando desenvolvemos a capacidade de promover boas sensações no nosso corpo, ficamos numa posição mais confortável para enfrentar os problemas que surgem sem lamentações vitimizantes. E você há de convir comigo que não há nada mais chato do que conviver com quem se queixa o tempo todo por não ter oportunidade, por ser perseguido ou vive a famigerada síndorme da Hiena Hardy, do famoso desenho animado Hanna Barbera dos anos 70. "Ó vida, ó céus, ó azar"

Aprender a relaxar e a acalmar a mente entrando num estado de quietude é a essência para deixar ir embora a ansiedade advinda dos problemas que nos atormentam. Em momentos complicados, relaxar e aliviar a preocupação é fundamental para encontrar boas soluções.

Aliás, eu ousaria dizer: não se preocupe. Ou melhor, não se preocupe apenas. Deixe que a preocupação se transforme em ação. Faça a seguinte pergunta: "O que é que posso fazer acerca disto neste preciso momento?" Em seguida faça alguma coisa. Qualquer coisa. Qualquer coisa, por mais ínfima que seja.

Durante grande parte da minha vida, fiz a pergunta errada sempre que estava preocupada. Eu perguntava a mim mesma: "O que é que eu deveria sentir acerca disto?"

Minha querida avó já me dizia: "Sentimentos não são bons conselheiros, Aninha". E ela tinha razão! Ainda que os nossos sentimentos sejam importantes, se eles estiverem desajustados, se forem incapacitantes, ou nos afastarem do objetivo, podem ser prejudiciais. Uma pergunta muito mais capacitadora para quando ligamos o modo da preocupação é: "O que é que posso fazer neste preciso momento?"

Tente não ruminar o problema, pense nas possibilidades que podem existir para minimizar a situação ou mesmo resolvê-la. Esta atitude positiva permite mudar do canal de preocupação para o canal da ação. Sim! Mude de canal tal como no controle remoto quando começa um programa que você não gosta na TV. Faça o mesmo com a sua preocupação. Mesmo que não lhe surja de imediato algo que julgue ser satisfatório, continue a "zapear" na sua mente.

Qualquer coisa que preocupe você pode ser alvo de ações da sua parte, e não apenas fonte de ansiedade e "nós no estômago". Agir sobre a sua preocupação, libertará você para outras coisas. Remova o medo e a incerteza da sua vida, devolvendo-lhe o controle para criar aquilo que pretende.

Você até pode ter uma dor nas costas, pânico, impaciência, alegria, seja o que for! Contudo, se entender a forma como isso se manifesta, não problematizar e perceber o que está acontecendo, com abertura e aceitação, você será capaz de ir além com coragem e curiosidade. Chamo este passo de "salto da consciência" e garanto: faz um bem danado!

17 mai 2014

NÃO DESTRUA SUA FELICIDADE

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E aí, o que você pode fazer hoje para deixar de destruir a sua felicidade e aproveitar mais a sua vida?

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“Como posso ser feliz?” Esta é uma das perguntas que mais invade meus atendimentos de coaching e no fundo, talvez seja a pergunta que mais nos acompanha ao longo da vida. Em tempos de amargura, quando o infortúnio bate à porta e as coisas parecem nunca mais tomar um rumo que nos beneficie, lá vem ela: “Como posso ser feliz?”

A palavra grega hedonê significa “prazer” e dela provém o termo hedonismo que defende a boa vida pela experiência de maximização do prazer e minimização da dor como caminho para a felicidade. Para os hedonistas, felicidade é um sentimento relacionado aos momentos prazerosos associados aos nossos cinco sentidos e às experiências positivas que eles nos proporcionam, como por exemplo, o calor do sol, um toque de carinho, o sabor doce ou o cheiro do mato.

Numa perspectiva diferente, Aristóteles afirmava que a felicidade provem dos sentimentos que ocorrem quando nos movemos em direção à autorrealização para o desenvolvimento do nosso potencial que nos confere propósito de vida.

Seja qual for o caminho da sua felicidade, é importante que não se afaste das boas sensações que seu corpo pode lhe proporcionar, assim como de seus objetivos e propósitos de vida. Por isso, reflita sobre suas escolhas e afaste-se de pensamentos e atitudes que podem contribuir para o seu mal-estar.

Evite antecipar os problemas do futuro. Essa é uma receita certa para o desânimo e aumenta drasticamente as chances de desistir dos seus sonhos e sofrer por antecipação. Em vez de se concentrar em uma perspectiva catastrófica de futuro, olhe para aquilo que já conseguiu e aprendeu para que possa se organizar face aquilo que pretende melhorar ou atingir.

Suportar-se demais nos outros por medo de caminhar sozinho também é uma séria armadilha. Ainda que possa necessitar de ajuda para algumas coisas ou em alguma fase da sua vida, não confunda isso com negação das suas capacidades para atingir o que pretende.

Traçar objetivos e se propor a novos desafios que possam gerar bem-estar em longo prazo são práticas saudáveis, mas é contraproducente colocar a totalidade da sua satisfação de vida na obtenção de um determinado resultado. Por exemplo, afirmar que “só vou ser feliz quando tiver o corpo perfeito” coloca um filtro muito complicado à felicidade, pois é muito provável que você vá se sentir miserável enquanto seu corpo não cumpre os padrões pretendidos.

Talvez, você também acredite que ser feliz é ter o melhor currículo, ganhar mais dinheiro, ou ter a esposa mais linda. No entanto, muitas das pessoas que não possuem isso também são felizes. Obviamente que suas conquistas, conforto e bens materiais podem contribuir para seu bem-estar e promover o sentimento de felicidade, mas resumi-la a isso é praticamente destruí-la.

A felicidade é algo interno construído na relação que estabelecemos conosco, com os outros e com o mundo e no equilíbrio entre o que desejamos e aquilo que obtemos. Algumas pessoas podem não gostar, mas, pare de tentar agradar Gregos e Troianos. Cuidar de si já um passo bem importante nos caminhos da felicidade. Defina seus valores, identifique as pessoas realmente relevantes em sua vida e aproveite para aprender e se desenvolver sempre mais.

Não focalize demais sua atenção nos que erros que já cometeu. Ter praticado algum mau comportamento não faz de você necessariamente uma má pessoa. Somos muito mais do que rótulos do passado; por isso, não assuma o epicentro de toda a culpa do mundo e seja realista com o seu passado.

Pondere sobre o seguinte: tudo o que experimentamos hoje é o resultado do que aconteceu ontem, na semana passada, no mês passado, etc. No entanto, podemos igualmente considerar que o futuro é o resultado do que fazemos hoje. Portanto, seja grato ao passado e construa o futuro que quiser.

Apenas não demore muito… Assim, logo, a felicidade baterá à sua porta.

03 mai 2014

SOMOS TODOS CONTADORES DE HISTÓRIAS. QUAL É A SUA?

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A forma como contamos nossas histórias e o impacto emocional que elas têm, contribui em larga escala para as escolhas e decisões que fazemos. Por isso, liberte-se do passado. 

 

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O passado é talvez aquilo que mais nos pesa, não só porque nos aconteceram coisas das quais gostaríamos de esquecer, ou não ter vivido, mas também porque transportamos conosco, o arrependimento, vergonha e culpa de coisas das quais não nos orgulhamos. Gravamos na nossa mente e igualmente no nosso corpo as experiências que nos incapacitam, guardamos as memórias dos acontecimentos e do impacto emocional que tiveram, e sempre que uma situação idêntica nos transporta para os cenários passados, voltamos a reviver os mesmos pensamentos e sentimentos, reforçando ainda mais tudo aquilo que nos manda para baixo.

Jean Paul Sartre já dizia: “Um homem é sempre um contador de histórias. Ele vê tudo que lhe acontece através delas. E, ele tenta viver a sua vida, como se estivesse contando uma história”.

Mesmo uma curta história acerca de algo engraçado que lhe possa ter acontecido hoje, revela o papel que você escolhe ter na sua vida, os valores que a suportam, e a maneira que lida com a adversidade. É a ideia que constrói da sua vida a partir de um ponto de vista na primeira pessoa, que vai construindo a noção que tem de si mesmo. Esta é a história que você prefere contar acerca de si mesmo.

O problema é que algumas histórias do passado podem condicionar de forma negativa toda uma vida. Não só porque podem derrubar de forma arrebatadora a pessoa que passou pela situação, alterando o que pensa acerca do mundo, de si e dos outros, mas principalmente porque pode ficar num estado de ressentimento exagerado, olhando para tudo e para todos quase sempre de uma forma hostil ou num estado de autoproteção e sobrevivência.

A forma como contamos nossas histórias vai alterando e enraizando o nosso mapa mental do mundo e igualmente a ideia que temos acerca de nós mesmos. Se aquilo que vivemos, e a forma como olhamos o mundo é depreciativo, traumático, angustiante, frustrante, depressivo e negativo, nosso cérebro irá trabalhar em uníssono, contando e sentido a mesma história. Segundo o neurocientista António Damásio, nosso corpo está cartografado no nosso cérebro, o que significa dizer que nossa mente é um filme sobre o que se passa no corpo e no mundo a sua volta e que esse filme nos condiciona em grande parte das nossas ações e sentimentos.

Se você sente que precisa curar o seu passado, examine o que vem dizendo a si mesmo. O que você aceitou, está aceitando e aceitará no futuro é baseado nas histórias que criou de si mesmo. Para mudar, altere conscientemente a história de quem você pensa que é para programar o conceito de quem você quer ser.

Afinal, recorrendo a Sartre mais uma vez: “o importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós fazemos do que os outros fizeram de nós”.

Pense nesse aparente jogo de palavras como um impulso. Se as circunstâncias atuais não são do seu agrado, mude a sua história e as suas circunstâncias mudarão também. Altos e baixos sempre irão acontecer. O que importa é a maneira como você lida com eles, e acima de tudo como conta a sua história de superação, coragem e combatividade frente à vida. Você é única pessoa que pode escrever uma nova história que faça sentido ao seu futuro e projetos.

26 abr 2014

A GRANDEZA DA MOTIVAÇÃO

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A motivação mais poderosa nasce de uma paixão e amplia nossa força na busca por nossos sonhos e metas. Ajude essa força vital a vingar!

 

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Uma pessoa motivada, movida por uma paixão, orientada por um forte objetivo, com um sonho vívido na sua mente, pode até parecer boba, cair no exagero, obstinar-se cegamente. Aos olhos dos outros pode até parecer que está possuída de uma vontade ridícula. Mas não será essa mesma vontade que nos move, que nos leva a caminhos dantescos e que nos oferece recompensas significativas? Sem isso, o que seríamos? Valeria a pena viver à mercê de uma vontade cinzenta, com objetivos insalubres, que não nos levariam a lugar nenhum?

Às vésperas do meu aniversário e depois alguns altos e baixos, ouso afirmar que foi a grandeza da minha motivação e a certeza dos meus valores que me fizeram deixar de esperar por dias melhores para fazê-los acontecer.

Temos imensas capacidades, virtudes e forças que nos permitem alcançar a maioria dos nossos objetivos. Por vezes, o que nos atrapalha e impede de sermos bem sucedidos é a nossa resignação. Quantas vezes você já disse a si mesmo que deixará de chorar, de se lamentar, de sonhar, de desejar ser feliz, mas acabou não cumprindo?

Pois é…  Existe uma força de vida que vive em você, e sempre que você a anula, ela se manifesta de alguma forma. Olhe-a de frente, ajude-a a germinar, ajude essa força vital a vingar. Eu sei que a voz do medo é tremendamente assustadora, mas o abraço da esperança é mais forte. Ame a vida. Deseje a felicidade. Mantenha os olhos nos seus objetivos.

Se durante a noite, nos seus pensamentos, você costuma ouvir a mensagem: “amanhã, quando acordar, quem me dera que tudo pudesse estar resolvido”. RESOLVA! Toda solução requer ação, requer vontade, requer esforço.

Lembre-se que você é a sua maior força, mas se não tomar cuidado, pode ser também seu pior inimigo. Certamente você conhece bem os dois caminhos; um em que é o seu maior aliado e outro em que é seu pior inimigo. E, sabe melhor do que ninguém qual deles realmente serve aos seus objetivos mais grandiosos.

Olhe para dentro de você, o que sente?

Se for ansiedade: não se projete no futuro, remeta-se ao presente, ao que pode ser feito, e faça. Se for tristeza: fique com ela, acolha sua realidade e quando for o momento certo, recorde-se que também sabe rir e gargalhe muito. Se for desesperança: entenda que ainda não fez tudo, e que a sua força vive em si e que depende de si, da sua vontade para olhar o caminho. Caminhe. Se for dor: aceite-a. A verdadeira força está em aceitá-la, suportá-la e superá-la. Alie-se a você mesmo, juntos serão mais fortes. 

Imagine o que diria a um amigo que ama e que estivesse na mesma situação que você. E, depois, diga isso a si mesmo. Mantenha essa voz amiga perto de si. 

Podemos ser força positiva na angústia, na tristeza, nas dificuldades, quando nossos amigos precisam de nós, na perda, em cada nova tentativa, em cada lágrima, em cada abraço, em cada perdão… É essa força que se transmuta em energia e ação. Por isso, vá a luta. Agarre-se a essa ideia e deixe fluir a sua força.

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