26 ago 2015

FUNCIONÁRIOS INFELIZES

No Comments Ambiente de Trabalho, Clima Organizacional, Confiança, Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Liderança, Motivação, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Trabalho em Equipe

O que fazer quando seu funcionário está infeliz no trabalho?

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Pequenas e médias empresas precisam que seus quadros de funcionários sejam não somente enxutos, mas também que todos estejam focados no atendimento aos clientes e nos demais propósitos da empresa. Diante de tal situação, colaboradores motivados são uma necessidade. Se a companhia não percebe a insatisfação de seus funcionários, não irá lidar de maneira apropriada com eles. Isso pode ocasionar perda de desempenho, falta de estímulo e clima organizacional negativo.

A causa disso é que os gestores têm dificuldade de observar a insatisfação, que por vezes é velada, e não sabem ouvir as pessoas. Portanto, a solução passa, necessariamente, por um olhar atento aos funcionários e às suas demandas.

A melhor maneira de saber se as pessoas estão insatisfeitas é observar suas ações diariamente. Verificar o ritmo de trabalho e se os compromissos são cumpridos com rigor. Portanto, funcionários que estão sempre atrasados para o início das reuniões, e mesmo das tarefas cotidianas, podem estar insatisfeitos com a companhia. Assim como trabalhos feitos sem preocupação com a qualidade, ou mesmo negligenciados, também revelam que algo vai mal.

Ao identificar uma insatisfação, o próximo passo é criar maneiras de ouvir os funcionários. Nem sempre uma pergunta direta é a melhor forma de obter informações sobre o motivo da insatisfação. Por exemplo, dificilmente um funcionário irá reclamar para o diretor sobre o gerente. Por isso, é importante momentos informais, nos quais o diálogo permita identificar as mensagens nas entrelinhas, ou mesmo no modo como o funcionário se comporta longe de seus superiores imediatos e pares.

Já as insatisfações com o salário, instalações e benefícios são mais perceptíveis quanto maior for o interesse do empreendedor, ou do seu departamento de recursos humanos, de observar os concorrentes e o que eles oferecem a mais que a empresa.

Além disso, saber questionar os valores dos funcionários também é uma forma de descobrir os motivos de insatisfações e como lidar com elas. Um funcionário que se motiva por desafios e que está há muito tempo na mesma função provavelmente estará infeliz. Assim como, em um momento de crise, aqueles que têm no crescimento na carreira um valor importante não estarão muito motivados.

Os gerentes devem abrir canais de comunicação para saber o que motiva seus funcionários individualmente. Pois é improvável que todos da equipe tenham exatamente o mesmo fator de motivação. É com base nesse conhecimento que eles devem fazer alterações na empresa, de maneira a criar condições mais favoráveis para que a satisfação volte, o entusiasmo se instale e todos tenham foco no atendimento aos clientes, com excelência.

O importante é que as pessoas se sintam motivadas e satisfeitas com a companhia. E que possam colocar suas energias no atendimento aos clientes, e não nas reclamações. Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

Fonte: Portal Exame

24 jul 2015

APRENDA COM SEUS ERROS

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Desde cedo, somos programados para achar que errar é ruim. Uma crença que nos impede de aprender com os tombos levados, mas que você pode mudar AGORA.

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Todos nós temos medo do fracasso. Entretanto, não conheço uma única pessoa que tenha experimentado uma cadeia ininterrupta de vitórias. Todos experimentamos retrocessos, derrotas, perdas, rejeição e fracassos. Ninguém é perfeito.

O que nos torna mais bem sucedidos é a capacidade de resposta que desenvolvemos às experiências que dão errado e o tempo que gastamos em curar nossas feridas. Assim como os animais, precisamos aprender a lambê-las, sem deixar o campo de batalha.

É claro que ninguém começa uma empreitada esperando terminá-la mal. Nenhum atleta ouve o tiro da largada esperando o último lugar. Nenhum empreendedor idealiza a falência como meta no final do mês. Mas você já deve ter ouvido o quanto experiências negativas foram importantes para pessoas que admira.

Nas palavras do escritor americano Denis Waitley: “O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. A falha é um atraso, não uma derrota. É um desvio, não uma rua sem saída. O fracasso é algo que conseguimos evitar apenas se não dissermos nada, se não fizermos nada e se não formos nada.” Eu prefiro ser muito!

Histórias de superação nos ajudam a entender o valor que cada ser humano adquire em suas próprias derrotas e como transformam o fracasso em lição aprendida, em degraus para o sucesso tão almejado.

Caso você duvide desta capacidade, pense nos aprendizados simples que pode adquirir com a rejeição, a perda e o fracasso. Você descobrirá novas habilidades; descobrirá quem são seus amigos de verdade e jogará para longe boa parte de seu orgulho e arrogância Perceberá, ainda, que não pode agradar a todos e, assim, se tornará mais forte e confiante. Vai deixar de perseguir dúvidas como “e se?” para fazer as coisas acontecerem; deixará de lado a síndrome do super-herói e pedirá ajuda. Para, então, finalmente, valorizar seu sucesso quando ele acontecer. 

Já percebeu como as maiores celebrações vêm depois de batalhas difíceis? Pois é… Se enfrentarmos as adversidades como uma cutucada do destino indicando-nos outra direção e se obedecemos a este sinal, é certo que a experiência se tornará positiva. Mas, se o fracasso for vivido como indicação de fraqueza e ficarmos remoendo a situação até produzirmos um complexo de inferioridade, então, dias piores virão.

Talvez essa lista possa ajudar você a guiar seu processo de reflexão e aprendizado com seus erros:

  1. A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível.
  2. Não iguale o erro honesto resultante de um experimento planejado com erros devidos à irresponsabilidade, incompetência ou descaso.
  3. Você não pode mudar seus erros, mas você pode escolher como responder a eles.
  4. O crescimento começa quando você pode ver espaço para melhorias.
  5. Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.
  6. Que sequência de pequenos erros levou ao grande erro?
  7. Que informações poderiam ter evitado o erro?
  8. Há alternativas que poderiam ser consideradas, mas não o foram?
  9. Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?
  10. Que tipos de mudanças são difíceis para você?
  11. Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?
  12. Mas não se iluda, a próxima situação não será idêntica à última. O erro pode até se repetir, mas as causas e conseqüências podem ser diferentes.

Acho engraçado como em quase todas as atividades humanas, a natureza parece favorecer "os tolos" ou "os loucos" que não sabiam que podiam fracassar e que seguiram em frente fazendo "o impossível" em detrimento daqueles que repetidamente afirmam “isto não pode ser feito”.

Cada ser humano traz consigo um infinito poder de vencer as adversidades. Nossas únicas limitações são aquelas que impomos às nossas mentes. Por isso, deixe de lado o comodismo, a preguiça, a procrastinação, o egoísmo, a vaidade e ambição descontroladas, a falta de lealdade, os vícios, a desonestidade, e acredite: DIAS MELHORES VIRÃO!​

10 jul 2015

HOMEM FORMIGA

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Calma! Isso não é mais uma crítica ao Universo Marvel nos cinemas, mas um texto sobre o que não deveríamos copiar das pequeninas formigas! 

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Os seres humanos compartilham de uma insanidade coletiva presente em todas as culturas ao redor do planeta: uma obsessão irracional e contraprodutiva sobre o que os outros pensam de nós – um anseio social por aprovação e admiração associado a um medo paralisante de ser desaprovado. Por mais que saibamos que não podemos agradar a todos, nos sentimos mal com a rejeição – seja na paquera, no trabalho, na relação pessoal ou familiar. O que está por trás desse sentimento? Você já avaliou o que sente e como reage nesses momentos?

Precisamos retroceder alguns mil anos, em um tempo onde nossos ancestrais viviam em pequenas tribos, para entendermos essa necessidade social.

Uma tribo significava comida e proteção numa época em que nenhuma dessas coisas era fácil de conseguir. Assim¸ quase nada no mundo era tão importante quanto ser aceito, especialmente por aqueles em posição de autoridade. Adequar-se àqueles que estavam ao seu lado e agradar àqueles que estavam acima dele significava a permanência na tribo.

De lá pra cá, a civilização mudou dramaticamente, mas nossa biologia evolucionária parece não ter seguido o mesmo ritmo. É incrível a quantidade de humanos modernos que encontro por aí repletos de características infelizes num estilo tribal de sobrevivência social que parece não fazer o menor sentido. Há uma frase alcunhada a Will Smith que talvez resuma bem o que quero dizer: 

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Quando não são aceitas, algumas pessoas sentem-se imaturas e inseguras para seguir seus planos; outras abrem mão da tentativa de influenciar o outro e provocar qualquer mudança, e ainda existem aqueles que usam sua energia para conquistar a aceitação sem medir esforços e extrapolando seus próprios limites. O furacão de medo que sentimos com a reprovação social é o que faz você se sentir esquisito a respeito da ideia de ir ao cinema ou a um restaurante sozinho; é o que faz você desistir da carreira que ama em favor de uma carreira mais lucrativa e de que você apenas gosta (ou até mesmo, detesta!); é o que faz você se casar precocemente com alguém que você não está amando.

Com tantos pensamentos e energia dedicados às necessidades de aceitação, negligenciamos o que deveria estar no centro de tudo – nossa voz e desejos mais autênticos. Quem não aceita que uma pessoa possa não gostar dela demonstra uma necessidade de controlar quase tudo, inclusive a opinião dos outros, perde a espontaneidade e pode viver à sombra de ações apenas copiadas dos outros. Se a ideia era agradar, nem isso acontece.

Para contornar essa situação, o mais adequado é analisar as relações em que você se envolve, entender de que forma pode fazer o seu melhor e caso faça algo que desagrade a outra pessoa, avaliar se poderia agir diferente. Tenha em mente que você deve fazer a sua parte e somente isso. O outro tem a responsabilidade de igual obrigação de fazer a parte dele. Faça a sua. De resto, não há nada a se fazer. Pense sobre igualdade de reciprocidade. Não dê migalhas, mas também não as aceite de ninguém. Só as formigas vivem assim!

28 mar 2015

RESULTADO NEGATIVO PARA AS PEQUENAS EMPRESAS

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Faturamento das micro e pequenas empresas cai em 2014 e aumenta o pessimismo dos empresários em relação aos negócios e à economia brasileira 

 

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A estagnação da economia brasileira no ano passado e o nível mais fraco do consumo interno prejudicaram o desempenho das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas, que chegaram ao final de 2014 com queda de 0,6% no faturamento real (já descontada a inflação) em relação a 2013. O cenário negativo também deteriorou as expectativas dos donos de MPEs, fazendo com que o pessimismo deles quanto a economia do País e faturamento do negócio para os próximos seis meses atingisse níveis recordes, é o que apontou pesquisa mensal Indicadores realizada pelo SEBRAE-SP. 

A receita total das MPEs em 2014 foi de R$ 595,3 bilhões, R$ 3,9 bilhões a menos do que em 2013. Indústria e comércio amargaram resultados ruins, com queda no faturamento acumulado de janeiro a dezembro de 1,8% e 5,9%, respectivamente, em relação a um ano antes. Apenas o setor de serviços conseguiu registrar aumento – de 6,5% – na mesma comparação. O resultado dos serviços foi beneficiado pela melhora de receita do segmento de transportes e armazenagem, que não apresentava performance tão boa, mas contou com o movimento para a Copa do Mundo.

"Inflação relativamente alta, aumento de juros, desvalorização cambial, piora nas condições de crédito e na confiança de consumidores e de empresários seguraram o ritmo da atividade econômica", afirma o presidente do conselho deliberativo do Sebrae-SP, Paulo Skaf. "Os pequenos negócios sentiram os efeitos dessa conjuntura e, consequentemente, seus resultados pioraram no confronto com 2013."

Entre as regiões, o Grande ABC teve a queda mais acentuada de faturamento, de 4,6%, no acumulado de 2014 sobre 2013. A região, que tem presença forte de empresas do setor automotivo, sofreu com o desempenho fraco da indústria. Na mesma comparação, as MPEs do interior de São Paulo tiveram baixa de 1,6% no faturamento; já o município de São Paulo apresentou crescimento de 0,8% no indicador e a Região Metropolitana ficou praticamente estável (variação de +0,3%).

Na análise de dezembro de 2014 com igual mês de 2013, o faturamento das MPEs paulistas variou apenas +0,2%. Na comparação de dezembro de 2014 com novembro do mesmo ano, houve crescimento de 10,8% na receita das MPEs.

O pessoal ocupado (sócios-proprietários, familiares, empregados e terceirizados) nas MPEs do Estado de São Paulo aumentou 0,8% em 2014 ante 2013. A folha de salários cresceu 3% (já descontada a inflação) e o rendimento dos empregados aumentou 0,9% em igual período.

Pessimismo recorde

Quanto às expectativas dos donos de MPEs com o faturamento da empresa para os seis meses seguintes, chamam a atenção os 16% que disseram, em janeiro, esperar piora, maior porcentual desde maio de 2005, quando as expectativas foram introduzidas na pesquisa. Em janeiro de 2014 eles eram 9%. A maior parcela (55%), no entanto, acredita em estabilidade (eram 50% um ano antes) e 24% falam em melhora (31% em janeiro de 2014).

O pessimismo também é recorde quando se trata das expectativas dos empresários em relação à economia. Em janeiro, 32% afirmaram crer em piora, o dobro de janeiro de 2014, quando 16% dos entrevistados manifestaram esse sentimento. Os que preveem estabilidade são 46% em janeiro de 2015 ante 51% de um ano antes. Já os que acreditam em melhora são 15% agora; eram 25% em janeiro do ano passado.

"Com relação ao ambiente interno, 2015 será um ano de ajustes promovidos pelo governo, que poderão ter efeito restritivo sobre a atividade econômica", afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano. "Como os pequenos negócios têm forte dependência do mercado interno, um consumo em nível menor tende a tornar a vida das micro e pequenas empresas mais difícil neste ano."

O presidente do conselho deliberativo do Sebrae-SP reforça que o planejamento torna-se ainda mais importante nesse cenário. "Cada ação do empreendedor deve ser bem estudada para que, diante de um quadro adverso, possa aproveitar ao máximo as oportunidades e correr menos riscos", diz Skaf.

Como sempre conversamos aqui no Lounge Empreendedor, a idéia de empreender não é panacéia! É preciso planejamento e cuidado para que o sucesso chegue até você! 

 

14 fev 2015

JOGO DA VIDA

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Para tirar o melhor proveito até das oportunidades mais complicadas é preciso coragem!

 

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A vida é uma sucessão de pequenos e grandes problemas e a boa notícia é que eles não duram para sempre. É inerente convivermos com tensões, decisões e estresse, e só fará a diferença aquele que souber tomar ATITUDE em relação ao que acontece e transformar em aprendizado todo resultado obtido.

Parece um pouco complicado quando estamos no "olho do furacão", mas é possível… 

A primeira coisa a fazer é definir claramente o problema ou dúvida que se tem. Com o que exatamente você está preocupado? O que esta tirando seu sono? Mapeie detalhadamente sua situação. Podem ser problemas financeiros, problemas de saúde, problemas na vontade, problemas nas ambições, nos ideais, na reputação, nos afetos… O que for!

Na sequência, faça um exercício de imaginar o pior cenário possível sobre seu problema. Pergunte-se: Qual é a pior coisa que pode acontecer nesta situação? Não se trata de ser pessimista, mas seja franco e honesto com você mesmo. Você pode perder dinheiro, seu relacionamento, clientes ou alguma coisa que realmente importa para você. Se tudo já se desfez, o que é a pior coisa que ainda poderia acontecer?

Olhe seus problemas “de cima” como se estivesse olhando um “tabuleiro de xadrez” e você um mestre na arte deste jogo e não uma das peças. Concentre-se no futuro, não culpe o destino ou arrume culpados e pense sem desespero sobre a questão central da situação.

Feito isso, é hora de entender, aceitar e enfrentar. Com o resultado e as consequências do pior cenário em mente, você pode se preparar para o limite da situação e focar nas soluções. Afinal, se isso é o pior, todo o resto é alegria. Arrisque todos os seus recursos mentais para criar saídas que minimizem o impacto do problema ou resolvam definitivamente a dificuldade: O que eu vou fazer agora? Como posso minimizar as consequências? Qual é o primeiro passo que posso tomar? E o segundo passo? E o terceiro passo? Assim por diante.

Perceba que É PRECISO CORAGEM PARA AGIR. Conheço muita gente que pensa, pensa e pensa, mas que na hora de seguir em frente, paralisa. Só você pode tomar a atitude da sua vida por mais longa e dolorosa que seja a decisão e recuperação. Você até pode dar dois passos pra trás para pegar impulso ou, para os mais corajosos, avançar quatro passos imediatamente, mas o fato é que é preciso agir!

O segredo é ser realista, se preparar com antecedência e não deixar para decidir apenas na hora em que não tiver mais saída! E lembre-se: assim como em um desfile de carnaval, que você ensaia e prepara todos os passos na avenida, de vez em quando um carro tem problemas e o tempo pode estourar. Mas o desfile não pode parar!

Mantenha seus pensamentos para onde você está indo ou pode ir e não sobre onde já esteve. Fixe seus olhos nos próximos objetivos, seja disciplinado e não importa o problema, seja resiliente e tome uma atitude.​

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