12 jun 2013

VANTAGENS DO SISTEMA DE FRANQUIA

Comentários desativados em VANTAGENS DO SISTEMA DE FRANQUIA Abertura de Empresa, Administração e Gestão, Boas Práticas, Competitividade, Economia, Empreendedorismo, Mercado, Modelo de Negócio, Novos Mercados

A rapidez de expansão, a troca de conhecimento e o poder de negociação estão entre as principais vantagens do franqueador que conta com uma operação bem estruturada.

lounge-empreendedor-vantagens-do-sistema-de-franquias

A franquia deve ser encarada pela empresa como estratégia de expansão de seus negócios, ampliando o seu acesso ao mercado e consumidores, e tornando esse canal de vendas efetivo para todos os envolvidos no sistema de distribuição de seus produtos e serviços.

Portanto, a operação de Franchising deve estar bem estruturada, implantada e gerida de forma adequada. Assim, as principais vantagens para o Franqueador serão as seguintes:

  • Expansão mais rápida. A rapidez do sistema de franquias é um dos principais diferenciais desse formato de negócios, tendo em vista que o investimento maior será feito pelos franqueados individualmente, portanto a necessidade de capital da empresa é bem menor. Dessa forma, espaços podem ser ocupados mais rapidamente e ampliando as dificuldades para os concorrentes nesse processo.
  • Operação do negócio por um dono. Tendo o franqueado entendido claramente o seu papel na gestão do negócio, os resultados tendem a ser maiores do que unidades próprias, operadas pela empresa, baseando-se no fato de o dono ter maior capacidade de envolvimento, engajamento e gerenciamento do negócio, buscando a lucratividade e a rentabilidade como focos principais e assim, obter o retorno do investimento.
  • Aspectos jurídicos. Bastante maduro na economia, o sistema de franquias conta com legislação que estabelece claramente as responsabilidades das partes e da não existência de vínculos trabalhistas e fiscais entre a Franqueadora e franqueados, além da possibilidade de controles de padrões, formas e procedimentos operacionais, identidade visual, entre outros, de forma bastante efetiva, gerando ao consumidor a mesma experiência de marca.
  • Poder de compra da Rede. À medida que a Rede cresce, vai ampliando o poder de negociação da empresa franqueadora perante sua rede de fornecedores homologados, proporcionando economias de escala para a rede de franquias e assim potencializando os resultados do negócio.
  • Organização do conhecimento. Um aspecto fundamental das redes mais estruturadas é permitir a troca de conhecimento entre todos os seus integrantes e assim ampliar o potencial de negócios da marca, uma vez que as práticas bem sucedidas podem ser difundidas consistentemente e assim gerar vantagens competitivas para a marca e seus franqueados.

Vale ressaltar que o sistema de franquias, apesar do sólido crescimento apontado nos últimos anos, apresenta também desafios relevantes que precisam ser avaliados por todas as empresas que pensam em ampliar seus negócios por meio das franquias.

Adir Ribeiro é presidente e fundador da Praxis Business.

29 mai 2013

ROBERTO CIVITA E SUAS LIÇÕES DE EMPREENDEDORISMO

No Comments Administração e Gestão, Carreira, Competitividade, Comportamento Empreendedor, Empreendedorismo, Evento, Inteligência Competetitiva, Liderança, Mercado, Motivação, Propósito, Protagonismo, Relações Humanas, Responsabilidade Social Empresarial, Sucesso, Superação

Após dedicar cinco décadas de sua vida a editora Abril, Roberto Civita deixa lições de empreendedorismo e liderança a quem deseja viver com paixão e ousadia

 

“Sempre chega um momento em que você diz: isso é maior do que nós somos, será muito difícil, não é o momento… É preciso ir”, aconselhou Roberto Civita, citando a coragem e a ousadia como as principais qualidades para as próximas gerações de empreendedores. “Você não chega a lugar nenhum se não ousar”, refletiu o presidente do conselho de administração do Grupo Abril, que morreu neste domingo, 26, em São Paulo, após dedicar mais de cinco décadas da sua vida a transformar a editora criada em 1950 por seu pai, Victor Civita, em um dos maiores conglomerados editoriais da América Latina.

Em uma conversa com o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, durante o CEO Summit em 2011, Civita observou que, embora o Brasil de hoje seja muito diferente do Brasil em que começou a trabalhar, algumas coisas atravessaram os anos e continuaram valendo de uma geração para outra.

Contou por exemplo que seu pai nunca distribuiu um dividendo, por mais de 40 anos, para reinvestir o tempo todo no negócio. “Ele não pensava em termos de dinheiro, pensava só em fazer”, relatou o empreendedor. Outra questão que coloca é a obsessão por fazer bem feito. “Todos os diretores das revistas sabem: posso aceitar qualquer coisa, menos que não sejam o número 1 no seu segmento”.

Civita ressaltou também o foco nas pessoas: “quem você contrata, como você trata”. A seu ver, qualquer empresa depende em primeiro lugar das pessoas que trabalham nela. Além disso, o exemplo que você dá é fundamental. Por último, destacou a necessidade de ser obsessivo: “Eu não acredito em sucesso de quem não trabalha mais que os outros. Ninguém que eu respeito não trabalha sábado e domingo. Lamento: se não quiser, tudo bem, mas a sua empresa não irá a lugar algum”. Para ele, a paixão é 90% da batalha ganha. “Se fizer algo somente para ganhar dinheiro, estou certo de que chegará ao fim da vida achando que perdeu o seu tempo.”

Uma das virtudes que mais admirava no pai era a capacidade de deixar os filhos fazerem e, principalmente, errarem. “Quando eu já havia estudado e trabalhado fora, estabeleci uma condição para voltar: queria fazer uma revista como a Time, onde estava trabalhando, uma revista como a Fortune, por ser uma revista de negócios, e uma como a Playboy, porque eu tinha 22 anos”, contou, em tom bem-humorado. “Meu pai disse: Não tem a menor condição de fazermos isso agora, mas venha e faremos”, e teve a paciência de esperar seis anos até que a revista Veja – que idealizou e lançou em 1968 – desse um retorno positivo para a empresa.

No que se trata de sucessão, Roberto Civita acredita que passar uma empresa de uma geração para outra muitas vezes é uma questão de sorte. Em sua opinião, é muito difícil conseguir alguém com competência, vontade e no momento certo de vida para isso. Mas conta que o seu sonho grande é que, nos próximos 50 anos, a Abril continue relevante na discussão, no esclarecimento e na conscientização dos brasileiros. O que poderia possibilitar isso? Não perder o objetivo. “O importante não é o que você coloca na página, mas o que sai da página para a cabeça do leitor”, citou o empreendedor, parafraseando Henry Luce, fundador da revista Time.

Por Carolina Pezzoni, editora do Portal Endeavor.

26 mai 2013

UMA EMPRESA MELHOR QUE AS OUTRAS

No Comments Ambiente de Trabalho, Aprendizagem, Clima Organizacional, Competitividade, Comportamento, Desenvolvimento Humano, Liderança, Motivação, Produtividade, Sucesso

Produtividade, aprendizagem e motivação. Juntas, essas três forças são as principais máquinas geradoras de caixa de uma organização. Conheça a razão para isso.

lounge-empreendedor-uma-empresa-melhor-que-as-outras

Quando uma empresa é criada, ela normalmente tem ao menos uma missão clara: fornecer algo ao mercado. E em torno desta ideia o empreendedor constrói a empresa. E coloca toda a sua energia mental e física para fazer isto acontecer.

Mas uma empresa só tem sucesso real se ela gerar riqueza. Muita riqueza. A cada ciclo de investimento tem que suceder um ciclo forte de geração de caixa, que retroalimenta o próximo ciclo de investimento.

Quanto mais rápido esta ciclagem acontecer, mais rápido a empresa cresce. E mais difícil fica para a concorrência acompanhar. A velocidade é uma das mais poderosas barreiras de entrada que uma empresa pode desenvolver. Principalmente no mundo das mídias sociais, onde o peso gravitacional da quantidade de usuários existentes é o principal atrativo de novos usuários.

Criar uma empresa que gere caixa rapidamente é extremamente difícil. Na maior parte das vezes, isto é obtido muito mais por sorte do que por juízo. E muitas boas empresas morrem por insuficiência de capital em fases críticas do seu crescimento. Outras sobrevivem, mas perdem velocidade, e são atropeladas por seguidores com bolsos mais fundos…

No médio prazo, não é a melhor ideia que vence, nem o empreendedor mais brilhante. No médio prazo, quem vence é invariavelmente a melhor empresa. E qual é a melhor empresa? É aquela que tem: 

  1. Produtividade maior que a dos seus concorrentes, e;
  2. Velocidade de Aprendizagem maior que a de seus concorrentes.

As duas forças estão inter-relacionadas. Se você tem alta produtividade, você gera caixa suficiente para girar o negócio e investir em aprendizagem (especialistas, sistemas, processos, benchmarking, cursos, viagens, livros, mentores). Se você tem alta velocidade de aprendizagem, você rapidamente converte novos conhecimentos em práticas e dá saltos na máquina produtiva.

Este processo é dinâmico e requer coragem de correr riscos. Muitas vezes o dinheiro investido em aquisição de aprendizagem não vai se pagar. Pessoas novas não vão trazer o que se espera delas. Sistemas novos vão encrencar. Processos novos vão se revelar inúteis. Cursos e viagens caras vão ser puro desperdício de tempo e dinheiro.

Nesses momentos é que entra em ação o terceiro componente: a Motivação. Não a do empreendedor. Esta é fácil… Mas a da organização. Esta é a mais difícil.

Criar uma organização que não esmoreça quando as coisas dão errado, que não se apegue ao status quo, que não se abale frente às iniciativas que se provam infrutíferas e que saiba mudar rápido de página, é muito difícil. Requer muita maturidade tanto do empreendedor quanto de seus líderes operacionais (e de seus investidores). Requer crença no processo. Requer tolerância ao risco. E, principalmente, requer energia, força, garra, para levantar, sacudir a poeira e tentar de novo, rápido.

lounge-empreendedor-uma-empresa-melhor-que-as-outras

Empresas assim não são criadas por acaso nem nascem prontas. Requerem inteligência e maturidade. São frutos de crença e ajustes finos constantes no modelo organizacional, que, como qualquer outro processo, requer motivação e aprendizagem para ganhar alta produtividade.

Daniel Castello é consultor em estratégia e gestão de pessoas.

14 mai 2013

APRENDA COM OS NEGÓCIOS SOCIAIS

No Comments Ações Sociais, Competitividade, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social, Inovação, Mercado, Responsabilidade Social Empresarial, Social Good Brasil, Sustentabilidade, Valores, Viva Positivamente

Experiências distintas com empreendedorismo de impacto na base da pirâmide revelam os maiores aprendizados neste setor

 

 

“Falar de empreendedorismo – porque este é um campo relativamente novo no Brasil – já é um desafio. Mas falar de empreendedorismo com impacto social, e nos mercados emergentes, é um desafio maior ainda.”  Nesta apresentação, Vivianne Naigeborin, conselheira estratégica da Potência Ventures, que destina seus investimentos às organizações e iniciativas que procuram fortalecer o ecossistema empreendedor, assume a tarefa de situar o momento dos negócios de impacto social, destacar suas características mais particulares e dar voz a três experiências distintas de empreendedorismo neste setor.

Ao acompanhar, atráves da Potência, o desenvolvimento de iniciativas-chave no Brasil, como Vox Capital, Artemísia Negócios Sociais, Polo Ande Brasil, entre outros, Vivianne absorveu alguns aprendizados que considera imprescindíveis àquelas pessoas que pretendem criar suas empresas voltadas para a base da pirâmide. O primeiro é a necessidade de entender o que é impacto social. Para ela, isso significa desenvolver produtos e serviços a partir de uma necessidade real da população de baixa renda, lembrando ainda que essa necessidade real não é necessariamente o que nós entendemos por necessidade.

“Aproximar-se dessas comunidades, dialogar com elas e, junto a elas, criar o modelo de negócio, ou então criá-lo com empreendedores que já têm acesso à comunidade, é um caminho interessante para compreender o que é uma necessidade real”, recomenda Vivianne.

Outro caminho é desenvolver estudos de mercado sobre necessidades específicas para essa população e depois cruzar essas oportunidades com tendências de políticas públicas, pois o governo é sempre um grande provedor de serviços neste mercado, e a iniciativa privada tem a possibilidade de complementá-lo ou qualificá-lo. “Existem poucos estudos que olham o mercado da população de baixa renda no sentido de oportunidades de negócio”, ressalta.

Entre as particularidades do empreendedor social, ela cita a “intencionalidade” como uma das mais decisivas. “Muitas vezes, os negócios de impacto social enfrentam dilemas do tipo: ‘devo andar por aqui, aumentar a minha rentabilidade e reduzir o impacto social? Ou buscar uma equação inovadora para não comprometer o impacto e ainda assim garantir a rentabilidade?’”. É nesses momentos de tomada de decisão que a intencionalidade do empreendedor faz a diferença.

A partir da perspectiva do investidor, Vivianne compartilha a opinião de que um empreendedor não deve formar o seu modelo de negócio tentando se adaptar às vontades do financiador: “É importante que ele mantenha a autonomia na negociação”. Neste aspecto, Oliver Mizne, fundador e sócio da Ideal Invest, empresa de crédito privado para financiamento estudantil, acredita ter acertado desde a fase inicial. “Bateu vento contra dia sim, dia não, e a gente seguiu convicto de que um dia teria esse mercado. Conseguimos ser verdadeiros no que acreditávamos”, conta o empreendedor.

Outra recomendação unânime, lembrada por Fernando Fernandes, fundador e diretor da Saútil, é manter o foco. No processo de desenvolvimento de sua plataforma, que dá suporte à população no acesso ao sistema público de saúde, desde como fazer a carteirinha do SUS até onde consegue encontrar o medicamento gratuitamente, ele foi assediado por muitas distrações: parcerias, “nessas horas, todo mundo quer te ajudar ou ganhar junto com você”, ou um potencial cliente, que poderia alavancar o negócio, e com quem você emprega todo o seu tempo, e depois ele desiste, sem contar a vaidade, estimulada pela mídia, como lembrou Vivianne. Sugestão? “Concentrem no negócio e vão em frente”.

(Se você não assistiu ainda) Assista ao vídeo do início do post para conhecer mais detalhes dessas histórias de empreendedorismo de impacto, suas principais lições, e conhecer outras experiências inspiradoras, como a de Luis Fernando Laranja da Fonseca, da Ouro Verde Amazônia, que, como ele próprio destacou, renovam o ânimo para continuar.

ounge-empreendedor-negócios-sociais

Por Carolina Pezzoni, da Equipe de Comunicação da Endeavor Brasil.

13 mai 2013

REPENSE SEUS PROCESSOS

No Comments Administração e Gestão, Aprendizagem, Competitividade, Economia, Empreendedorismo, Gestão de Risco, Inteligência Competetitiva, Mudança, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Oportunidade de Negócio, Planejamento Estratégico

Diante de tantas mudanças significativas que afetam o cenário das empresas, é preciso ligar o sinal de alerta para uma ação constante: a revisão dos processos do seu negócio. Será que você realmente está fazendo tudo aquilo que o mercado espera de você?

 

lounge-empreendedor-repense-seus-processos

 

A palavra de ordem da gestão atual é repensar. Para isso, é muito positivo que você esteja disposto a parar, analisar e mudar – evitando assim, que problemas simples comprometam as etapas dos processos da sua empresa. Mas atenção: não adianta fazer um bom diagnóstico que identifique processos que necessitem de mudança se você não estiver realmente disposto a implementá-las. Se você acha que está tudo bem do jeito que está, pode parar a leitura do post por aqui.

Agora se acha que existe algo a melhorar, vamos adiante…

E sabe o que é mais legal? Repensar processos não é só para as grandes. Ao contrário, todo tipo de empresa deve parar e analisar detalhes, do atendimento até o dimensionamento do estoque de produtos.

Um pequeno desperdício contínuo, até ridículo para uns, pode representar ganhos razoáveis ao longo dos anos para outros. Portanto, o foco deve estar também na integração, rapidez e agilidade dos processos. Quer ver? Será que você já parou para analisar o prejuízo ao constatar que um grande número de  pessoas tentam ligar para sua empresa e não conseguem? Pois é…

Além de constatar desvios e prejuízos, outra vantagem de rever os processos utilizados nas empresas é amenizar as tensões. Profissionais tensos geram mais ansiedade, que num círculo vicioso, geram estresse, desgaste e motivos que colaboram (e muito) para que a empresa vá para baixo.

Por isso, que tal realizarmos juntas um pequeno check list para análise de possíveis melhorias?

  1. Pense na sua estrutura organizacional, operacional, funcional, de informática e financeira. Será que elas estão organizadas corretamente?
  2. Agora é a vez da sua equipe: o corpo técnico e o perfil funcional dos seus colaboradores atendem a demanda da sua empresa?
  3. Seus produtos e serviços estão adequados e têm a qualidade esperada?
  4. Seus processos internos e externos geram retrabalho e estão apropriados?
  5. Existem gargalos, pontos de desperdícios e problemas operacionais e funcionais?

Para que você faça uma boa análise do seu negócio, existe uma metodologia que em inglês é conhecida como SWOT e no Brasil foi "carinhosamente" traduzida para FOFA que pode auxiliar bastante:

  • Pontos fortes: São as variáveis internas e controláveis, que propiciam uma condição favorável para a sua empresa em relação ao ambiente (por exemplo, sua localização ou preço)
  • Oportunidades: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições favoráveis para sua empresa, desde que ela tenha condições e/ou interesse de usufruí-las (por exemplo, aquecimento da economia global ou redução do valor do dólar)
  • Pontos fracos: São as varáveis internas e controláveis que provocam uma situação desfavorável para a sua empresa em relação ao seu ambiente (por exemplo, baixo investimento em marketing ou reputação duvidosa)
  • Ameaças: São as variáveis externas e não controláveis por você que podem criar condições desfavoráveis para sua empresa (por exemplo, aumento das importações no mesmo setor ou surgimento de novas tecnologias)

lounge-empreendedor-repense-seus-processosQuando você entende sua empresa com olhos nestas variáveis e decide construir um plano de ação para melhorias com foco nas soluções e não nos problemas que possui, percebe que o caminho para crescer é bem mais simples do que parece. Você pode repensar o seu negócio identificando os caminhos possíveis para chegar ao “objetivo pretendido” e escolher qual o melhor caminho a ser adotado (estratégias). Lembre-se, apenas, que o melhor caminho não significa ser o mais curto, ou o mais rápido, ou o mais barato, ou o mais caro, e sim o mais viável para a sua empresa em um determinado momento.

Em tempos tão incertos como os atuais, refletir estrategicamente deixou de ser importante, para se tornar imprescindível. Não fuja dessa idéia.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...