21 jun 2017

TEMPO VALE MUITO MAIS QUE DINHEIRO

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Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Você tem feito isso com a sua vida?

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Tempo é hoje um dos bens mais preciosos e também é um nossos principais problemas. Em geral, até mesmo em uma conversa de bar nos queixamos da falta dele. São inúmeros os culpados: trabalho, faculdade, cursos, metrô, trânsito, aquele social com a família no final de semana, enfim, a lista pode ser interminável e personalizada individualmente. Afinal, o tempo é como uma nau, cada capitão que cuide da sua.

O tempo é distribuído entre as pessoas de forma bem mais democrática que muitos outros recursos de que nós dependemos (como por exemplo, a inteligência ou o dinheiro). Rico não recebe mais do que pobre, professor não recebe mais do que analfabeto, executivo não recebe mais do que operários. A diferença é que os primeiros percebem que o tempo, apesar de democraticamente distribuído, é um recurso altamente perecível. Um dia perdido hoje (no sentido do que não realizei o que precisava) não é recuperado depois: é perdido para sempre.

Costumo encerrar todas as minhas palestras, agradecendo aos participantes pelo tempo que se dedicaram a ficar comigo, afinal ele é um dos nossos maiores ativos, e uma vez perdido é irrecuperável – e por isso, é tão precioso. O problema é que, muitas vezes, perdemos tempo sem nem perceber. No universo corporativo, por exemplo, jogamos muito tempo fora com atividades desnecessárias.

Uma delas é a prática da multitarefa. Embora tenhamos a ilusão de que fazer várias coisas ao mesmo tempo é produtivo, estudos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres indicam que exercer mais de uma atividade ao mesmo tempo reduz a produtividade em até 40%. O número é chancelado pela pesquisa de David Strayer, diretor do laboratório de cognição aplicada da Universidade de Utah. Segundo o pesquisador, apenas 2% das pessoas tem capacidade de realizar múltiplas tarefas com qualidade. As outras 98% ao tencionar se dividir em ações justapostas irão desfocar completamente das atividades, não realizando nenhuma delas.

Evandro Mazuco, especialista em produtividade, comenta que isto ocorre, pois quando estamos tentando realizar várias coisas não temos um foco de atenção, mas vários de distração. O ideal, comenta ele é:  “ao invés de trabalhar em paralelo, trabalhar de forma sequencial, ou seja, iniciando uma atividade e a terminando”, pontua. Esta organização, aponta o profissional, além de ser benéfica à produtividade e ao gerenciamento de tempo, faz com que nos sintamos menos cansados, pois nos envolvemos com menos informações e mais satisfeitos, uma vez que ao final do dia haverá uma gama de atividades concluídas.

fazer mais com o mesmo tempo

Outro ponto a ser observado para um bom desempenho é descobrir qual é o seu período mais produtivo. Isto é: em que momento do dia você está mais disposto.  Eu, por exemplo, uso o comecinho das manhãs para as atividades que não exijam muito da minha capacidade intelectual, pois sei que meu organismo reage melhor depois das 10h00. Aí… Ninguém me segura. Aliás, não sei se vocês sabem, mas segundo estudos de produtividade, em geral as pessoas são mais produtivas pela manhã, quando ainda estamos físico e mentalmente tranquilos.

Se você é assim também, aproveite esse horário para realizar as tarefas prioritárias do seu dia. E cuidado, eu disse: do SEU dia. Se você usar seu momento mais produtivo, para abrir e-mails por exemplo, pode estar colocando tudo a perder, afinal quase tudo o que está na sua caixa de entrada são prioridades de outras pessoas. Ser produtivo não é equivalente a estar ocupado. Ser produtivo é, em primeiro lugar, saber administrar o tempo, ter sentido de direção, saber onde se vai.

Além destes pontos, trouxe aqui para o Lounge um vídeo do Evandro em entrevista à SocialBase em que ele aborda outras técnicas que, embora, pareçam salientes, não as vemos sendo praticadas com muita frequência. Assista quando sobre um tempo (Ops! Será que sobra algum?!?) e organize sua rotina para fazer o que é mais importante, seja na sua vida pessoal ou profissional.

Quem administra o tempo ganha vida, mesmo vivendo o mesmo tempo. Prolongar a duração de nossa vida não é algo sobre o qual tenhamos muito controle. Aumentar a nossa vida ganhando tempo dentro da duração que ela tem é algo, porém, que está ao alcance de todos. Basta um pouco de esforço e determinação.

26 ago 2015

FUNCIONÁRIOS INFELIZES

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O que fazer quando seu funcionário está infeliz no trabalho?

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Pequenas e médias empresas precisam que seus quadros de funcionários sejam não somente enxutos, mas também que todos estejam focados no atendimento aos clientes e nos demais propósitos da empresa. Diante de tal situação, colaboradores motivados são uma necessidade. Se a companhia não percebe a insatisfação de seus funcionários, não irá lidar de maneira apropriada com eles. Isso pode ocasionar perda de desempenho, falta de estímulo e clima organizacional negativo.

A causa disso é que os gestores têm dificuldade de observar a insatisfação, que por vezes é velada, e não sabem ouvir as pessoas. Portanto, a solução passa, necessariamente, por um olhar atento aos funcionários e às suas demandas.

A melhor maneira de saber se as pessoas estão insatisfeitas é observar suas ações diariamente. Verificar o ritmo de trabalho e se os compromissos são cumpridos com rigor. Portanto, funcionários que estão sempre atrasados para o início das reuniões, e mesmo das tarefas cotidianas, podem estar insatisfeitos com a companhia. Assim como trabalhos feitos sem preocupação com a qualidade, ou mesmo negligenciados, também revelam que algo vai mal.

Ao identificar uma insatisfação, o próximo passo é criar maneiras de ouvir os funcionários. Nem sempre uma pergunta direta é a melhor forma de obter informações sobre o motivo da insatisfação. Por exemplo, dificilmente um funcionário irá reclamar para o diretor sobre o gerente. Por isso, é importante momentos informais, nos quais o diálogo permita identificar as mensagens nas entrelinhas, ou mesmo no modo como o funcionário se comporta longe de seus superiores imediatos e pares.

Já as insatisfações com o salário, instalações e benefícios são mais perceptíveis quanto maior for o interesse do empreendedor, ou do seu departamento de recursos humanos, de observar os concorrentes e o que eles oferecem a mais que a empresa.

Além disso, saber questionar os valores dos funcionários também é uma forma de descobrir os motivos de insatisfações e como lidar com elas. Um funcionário que se motiva por desafios e que está há muito tempo na mesma função provavelmente estará infeliz. Assim como, em um momento de crise, aqueles que têm no crescimento na carreira um valor importante não estarão muito motivados.

Os gerentes devem abrir canais de comunicação para saber o que motiva seus funcionários individualmente. Pois é improvável que todos da equipe tenham exatamente o mesmo fator de motivação. É com base nesse conhecimento que eles devem fazer alterações na empresa, de maneira a criar condições mais favoráveis para que a satisfação volte, o entusiasmo se instale e todos tenham foco no atendimento aos clientes, com excelência.

O importante é que as pessoas se sintam motivadas e satisfeitas com a companhia. E que possam colocar suas energias no atendimento aos clientes, e não nas reclamações. Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

Fonte: Portal Exame

15 ago 2015

OUSADIA PARA O BEM-ESTAR

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O que você pode aprender com o Grupo Virgin para atingir resultados através das pessoas? Não espere a segunda feira para descobrir… 

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Uma pergunta que os novos empresários muitas vezes me fazem é: "Como devo tratar a minha equipe?". Eles querem que seus funcionários sejam felizes e produtivos, mas não sabem como alcançar esse equilíbrio. Quanta responsabilidade eles realmente têm em relação à saúde física e mental dos trabalhadores? Que tipo de regalias precisam oferecer a fim de atrair e reter as melhores pessoas?

Nos últimos anos, algumas empresas têm procurado abordagens inovadoras para responder a estas questões, aproveitando os avanços da tecnologia e as mudanças na nossa sociedade. Muitos jovens, por exemplo, gostam de ter flexibilidade em relação ao local onde trabalham, portanto, algumas empresas oferecem aos funcionários a possibilidade de trabalhar a partir de casa. Outras empresas, como a Zappos, jogaram fora toda a sua estrutura organizacional, juntamente com os títulos dos cargos!

Na Virgin, tomamos dois grandes passos ao longo dos últimos dois anos: agora oferecemos aos funcionários da nossa sede folgas ilimitadas e horários de trabalho flexíveis. Nossas equipes têm respondido com entusiasmo. Se o experimento continuar funcionando bem, tenho certeza de que muitas outras empresas dentro e fora do Grupo Virgin seguirão o exemplo. Essas políticas também ressaltam algo que nós da Virgin viemos discutindo há algum tempo: a importância do bem-estar dos funcionários. Nossos debates apaixonados e variados sobre as responsabilidades dos empregadores nesta área nos levaram a focar o nosso próximo fórum "Virgin Disruptors" em torno da questão: "Bem-estar no local de trabalho: a que preço?".

O valor de se acompanhar o bem-estar, mesmo para além dos negócios, foi bem resumido por um palestrante que estará em nosso debate no final deste mês. Jim Clifton, CEO da Gallup, assinalou recentemente em nosso blog "Disruptors" que um dos poucos sinais de que a Primavera Árabe estava para acontecer a alguns anos poderia ser encontrado nos dados sobre o bem-estar na Tunísia e no Egito. Enquanto o Produto Interno Bruto em ambos os países parecia saudável entre 2008 e 2010, o descontentamento estava borbulhando sob a superfície.

"Quase todo mundo no mundo achava que esses países estavam bem", escreveu Clifton. "Mas ninguém viu que o bem-estar estava mergulhando em ambas as sociedades. Dentro de duas décadas, as medições do bem-estar de nações, cidades e organizações tornar-se-ão tão ou mais importantes do que as medições econômicas tradicionais, como o PIB ou preços de ações – simplesmente porque são melhores sistemas de previsão".

Então quais passos empresários e gestores devem tomar para melhorar o bem-estar dos funcionários em suas empresas? Cada empresa e sua equipe é um pouco diferente, então não quero sugerir uma solução genérica. A base das melhores iniciativas é tratar as pessoas com respeito e dar-lhes maior responsabilidade.

Minha dica principal: seja ousado. Não tenha medo de tentar coisas novas; apenas deixe que sua equipe saiba o que está fazendo. Em seguida, obtenha um feedback do pessoal. Se a medida não estiver funcionando, tudo bem revertê-la ou fazer alterações – você está à procura de soluções que funcionam para todos na empresa. Embora seja verdade que não é possível agradar a todos o tempo todo, dar às pessoas escolhas, em vez de um conjunto rígido de regras, irá garantir um sentimento de poder entre os funcionários.

E lembre-se de respeitar a individualidade de seus funcionários: seus compromissos familiares, atividades extracurriculares, diferentes requisitos de saúde e outros aspectos de suas vidas pessoais não devem ser vistos como bagagem. Afinal, empresas bem-sucedidas têm equipes diversas.

Eu tenho que dizer que tem sido interessante ver como um dos nossos mais novos negócios, a Virgin Hotels, moldou seu programa de bem-estar. Como a empresa tem sede em Chicago, uma cidade que é muito diversificada culturalmente, ela teve que cobrir uma diversidade de fatores. Aqui vão apenas alguns dos passos que a equipe tomou para assegurar que todos os funcionários do hotel estivessem felizes no trabalho: oferta de opções de alimentos saudáveis para o pessoal; aulas de ioga no hotel; a criação de um time de softbol; patrocínio de aulas de inglês para aqueles que não têm o idioma como primeira língua e um compromisso sério com o bem-estar mental dos funcionários.

Acima de tudo, tenha em mente que um negócio é um conjunto de pessoas. Se o seu pessoal não estiver feliz e saudável, então o prognóstico de sua empresa tampouco será bom. Mas, se você se certificar de que eles têm o tempo e o apoio que necessitam, estará estabelecendo uma avenida para o sucesso deles e da empresa a longo prazo.

Por Richard Branson

Fonte: UOL Economia

01 mai 2014

TRABALHANDO COM O INIMIGO

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Você sabia que seu ambiente de trabalho pode ser tão traiçoeiro quanto o pátio do presídio Bangu 1? Aprenda a lidar com alguns tipos bem comuns.

 

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No início da década de 90, Julia Roberts estrelou um filme de suspense chamado Dormindo com o Inimigo. Baseado no romance da escritora Nancy Price, o filme conta a história de uma mulher que escapa de seu marido obsessivo e abusivo. 

Neste contexto, analisando a história de muitas empresas que acompanho, entendo que há infelizes coincidências. Diante disso, me proponho a denunciar alguns inimigos que estão dentro das corporações o tempo todo e que passam despercebidos por seus gestores.

Inimigo 1 – Sócio em desigualdade de propósito

Sociedade é como um casamento! Em alguns casos, a relação entre sócios de uma empresa é até mais intensa do que a relação conjugal, uma vez que, se gasta muito mais tempo trabalhando junto ao sócio do que em casa junto ao cônjuge e raramente alguém se lembra disso no momento da constituição da sociedade.

Enquanto as ideias e os propósitos são parecidos, tudo vai bem, mas quando os interesses e finalidades começam a divergir essa relação pode se tornar infernal.

Da mesma forma que quando um casamento não vai bem as maiores vítimas são os filhos, no caso de desentendimentos entre sócios, o maior prejudicado é a empresa, refletindo em seus resultados e fluxo de caixa.

Em situações assim a melhor solução é tentar compor e se for impossível, o remédio é a dissolução da sociedade, onde um sócio pode comprar a parte do outro, ainda que haja alguma perda. O pior caminho é continuar a guerra fria, fazendo com que a empresa continue sofrendo as consequências da falta de acordo entre os sócios.

Inimigo 2 – Funcionário desmotivado

Um funcionário desmotivado pode ser como um câncer silencioso que se espalha pelo organismo.

Costumo dizer que a principal função de um líder é liberar o liderado a ser feliz com o que faz, seja dentro ou fora da empresa. Se um funcionário não está feliz, certamente ele está trabalhando com meia carga, falando mal da empresa, contaminando os outros, atendendo mal aos clientes, enfim, causando uma desordem. A melhor coisa a se fazer é liberar esse funcionário para ser feliz em outro lugar e deixar de trazer prejuízos à empresa.

Inimigo 3 – Concorrente desleal

Quem não tem um concorrente desleal? Esse inimigo todo mundo sabe quem é, portanto, ele não passa despercebido. A questão fundamental aqui não é percebê-lo, mas como combatê-lo.

Muitos empresários querem pagar na mesma moeda e esta estratégia de defesa muitas vezes é fatal, principalmente se a opção for brigar abaixando o preço.

Situações como essa requerem tática e inteligência pra combater o inimigo sem sair fatalmente ferido. Vença o concorrente desleal, atendendo melhor ao cliente, criando diferenciais no atendimento, na qualidade e nos produtos. Se não quiser morrer, nunca brigue abaixando o preço.

Inimigo 4 – Cliente assassino

Ao contrário do concorrente desleal, esse inimigo quase sempre passa despercebido, afinal, muito já se disse que o cliente sempre tem razão e é ai que mora o perigo.

O cliente sempre foi e será muito importante para qualquer empresa, mas existem muitos sem nenhum compromisso ético, que pouco se importam se o seu fornecedor está ou não tendo lucro na relação comercial.

Esse tipo de inimigo sempre evoca os benefícios da parceria, da amizade, dos volumes negociados e pra que ele fique contente, a relação tem que ser perde-ganha, onde ele sempre ganha e o fornecedor sempre perde.

Clientes assim precisam ser enviados com um laço vermelho para o concorrente, sem nenhum remorso, pois se permanecerem agindo da mesma forma serão muito mais lucrativos longe do que perto.

Inimigo 5 – Produto jurado de morte

Quem nasceu na década de 70 como eu, provavelmente fez um curso de datilografia e, nessa época, jamais poderia imaginar que uma empresa como a Olivetti deixaria de existir.

Só pra contextualizar os mais jovens, a Olivetti era uma grande fabricante de máquinas de escrever e eu poderia mencionar muitas outras empresas que morreram junto com os produtos que comercializavam.

O mundo muda todo o tempo e com ele os hábitos e costumes da sociedade. A ciência e as inovações tecnológicas tem o poder sobre a vida e a morte de produtos, portanto, pra empresa não morrer junto com eles, precisa desenvolver o comportamento obstinado de inovar constantemente.

Inimigo 6 – Mediocridade institucionalizada

O termo medíocre significa estar dentro da média e acontece algo interessante com esse conceito: ouvir a afirmação de que algo é medíocre é alarmante e até ofensivo. Contudo, geralmente não causa nenhuma reação.

Estar dentro da média é ser medíocre! Significa que não oferecemos nada além daquilo que se é esperado, ou nada superior à nota mínima de corte, ou ainda nada melhor do que o que todos fazem.

Esse inimigo é terrível, pois ele se instala na empresa e na vida das pessoas e as tornam irrelevantes, sem que elas percebam.

A arma mais poderosa contra esse inimigo é a visão que gera a inquietação, tão comum na cultura japonesa que, inclusive, tem uma palavra em seu idioma que significa melhoria contínua: Kaizen.

Quem desenvolve esse comportamento sempre quer melhorar tudo ao seu redor e liquida a mediocridade institucionalizada.

Voltando ao filme, a protagonista consegue se libertar do inimigo que ela convivia e não conhecia. Espero que todos aqueles que identificaram algum dos inimigos denunciados aqui também consigam livrar-se dele e viver um final feliz em seus negócios.

 

*Renato Maggieri é palestrante e consultor de negócios, apaixonado por empreendedorismo e decidiu aplicar seus conhecimentos em comportamento voltados para resultados em benefício dos empreendedores, ajudando-os a potencializarem seus lucros. 

13 set 2013

COMO MELHORAR O AMBIENTE DE TRABALHO NA SUA EMPRESA?

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O bem-estar no ambiente de trabalho reflete diretamente no humor e na saúde de qualquer funcionário. A importância de trabalhar em um ambiente saudável é primordial para a saúde.

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O que pode ser feito para melhorar o rendimento para a empresa e ao mesmo tempo a satisfação do funcionário?

A maioria das pessoas passa a maior parte do dia no local de trabalho, é fundamental ter uma harmonia entre os empregados e, entre eles e o local onde trabalha, e de certa forma, há decisões simples que podem favorecer essa relação.

Ideias criativas são sempre bem-vindas

Ter ideias empreendedoras que agregem valores é essencial. Por exemplo, a preocupação com a saúde dos funcionários só vai trazer resultados positivos, desde a prevenção de doenças até o investimento emocional em atividades físicas. Há empresas que lançam programas de maratonas e geram entre os empregados motivação para começar a correr e alcançar uma meta e até prêmios oferecidos pela empresa.

Alimentação saudável

O horário do almoço pode ser utilizado também como ensinamento e explicação de como se alimentar melhor. Convidar uma nutricionista para dar uma pequena palestra sobre alimentos ajuda a esclarecer dúvidas corriqueiras, mas que fazem diferença na hora de fazer o prato. No caso da empresa dispor do restaurante para os empregados, é interessante ter um cardápio balanceado e pequenos lanches, com chás, frutas durante o dia para não haver longos intervalos entre as principais refeições.

Saúde em dia

Um bom plano de saúde oferecido pela empresa aos funcionários também gera mais segurança e fidelidade. É um investimento que previne gastos com tratamentos, por exemplo. É melhor ter funcionários saudáveis e tê-los sempre presentes do que ter funcionários faltosos por questão de doença que poderia ter sido prevenida. Há empresas que optam pelo plano de saúde empresarial.

Para profissionais que trabalham muitas horas em frente ao computador, é interessante ter a hora do relaxamento, com exercícios físicos para evitar doenças nas articulações, algumas firmas até possuem salas especiais, com música para meditação, para realizar esses procedimentos e relaxar a tensão dos funcionários. Uma fisioterapeuta pode ser convidada para dar explicações e dicas para serem feitas diariamente nos intervalos a fim de prevenir lesões por repetições.

Funcionários talentosos

Valorizar outros talentos dos funcionários também traz motivação. Você pode ter na sua empresa um músico, um pintor ou um poeta, a realização de eventos que mostrem esses outros talentos resulta em uma grande interação no trabalho e diversão ao mesmo tempo, prêmios também podem ser oferecidos para motivar a participação.

Espante a depressão

A mente deve estar também funcionando bem, a vida corrida e atribulada causada por inúmeras responsabilidades e tarefas podem gerar além de outras doenças, a depressão. É recomendável uma sala para conversa e bate-papo durante intervalos do trabalho, momentos de descontração entre os empregados. Sair um pouco do escritório, da sala fechada com arcondicionado e respirar um pouco de ar puro ou fazer pequenas caminhadas após o almoço pode resultar em horas de trabalho mais produtivas, do que um funcionário que não se levanta da cadeira e sempre se sente exausto e esgotado.

Medidas simples mas que trazem resultados enormes para a empresa e para o ambiente laborial. Nunca é tarde para iniciar essas pequena mudanças.

Texto Enviado por Guilherme da Luz, editor responsável pelo site Plano de Saúde

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