24 jul 2013

MOVIMENTO EMPREENDA

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Grandes empresas já perceberam a importância do fomento ao empreendedorismo para se manterem competitivas e contribuir para o desenvolvimento do país.

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O Movimento Empreenda, lançado em 2012 pela Editora Globo, chega a seu segundo ano ainda mais forte. Com a missão de fornecer suporte a todos que sonham abrir o próprio negócio e também àqueles que já são donos de suas empresas, o movimento conta com a participação de 12 revistas e todos os sites da editora, além do apoio do Insper, da Anjos do Brasil e da Endeavor Brasil.

Além de um portal recheado de conteúdos práticos e inspiracionais, criados especialmente para o público empreendedor, o Movimento realizará diversos eventos presenciais em capitais brasileiras, e encerrará o ano celebrando as iniciativas e conquistas com a entrega do Prêmio Empreendedor de Sucesso 2013.

Confira abaixo o Manifesto 2013 do Movimento Empreenda:

“Faça o que você ama
Houve um tempo em que havia o trabalho, de um lado, e a vida, de outro.
Houve um tempo em que as pessoas faziam o que tinham de fazer para ganhar a vida.
Houve um tempo em que havia ordens para ser cumpridas.
Houve um tempo em que o sucesso era medido apenas pela conta bancária.
Esse tempo acabou.

Estamos na era das conexões – sumiram as fronteiras entre trabalho e lazer.
Estamos na era em que as pessoas querem experimentar mais, saber mais, tentar, errar, aprender. Causar.
Estamos na era em que o sucesso não é medido, é vivido. Em vez de degraus, há trilhas.
E as trilhas, para valer a pena, têm de ser belas.

Estamos na era dos empreendedores.
Gente que sonha – e trabalha por seu sonho.
Gente que tem atitude – e deixa sua marca em qualquer coisa que faça.
Gente que cria, batalha por uma vida melhor – e, no caminho, constrói oportunidades para os outros.
Gente que realiza – e se diverte, porque ama o que faz.

Nós, da Editora Globo, – com o comprometimento da Oi,  Locaweb,  Santander
Alterdata e Dell -, queremos apoiar você nesta nova era. Por isso, o MOVIMENTO EMPREENDA chega ao seu segundo ano. O objetivo é difundir a causa do empreendedorismo, celebrar os bons exemplos, inspirar e ajudar as pessoas que ajudam a tornar o Brasil mais rico, mais criativo, mais eficiente.

Estamos honrados de contar também com a parceria do Insper, da Endeavor Brasil e da Anjos do Brasil.

A partir de agora, prepare-se para:

– uma série de reportagens inspiradoras nas revistas e nos sites da Editora Globo.
– eventos com grandes empreendedores em quatro capitais.
– um site – www.movimentoempreenda.com.br – com vídeos de educação e inspiração.
– ferramentas de gestão no site e, em breve, em aplicativos para celular.
– um programa que vai dar oportunidade a jovens empreendedores de apresentar seu plano de negócios para investidores.
– a entrega de um prêmio aos empreendedores que mais se destacarem no ano.

O movimento começa aqui.
Leia. Inspire-se. Apoie.
E empreenda.

Frederic Kachar
Diretor geral – Editora Globo”

 

19 jul 2013

EMPREENDEDORISMO E ACESSIBILIDADE

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Parceria incentiva o empreendedorismo e a contratação de pessoas com deficiência física nas Micro e Pequenas Empresas

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O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP) em parceria com a Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, lançaram no início de julho, o Sebrae Mais Acessível. O projeto promove a empregabilidade e o empreendedorismo da pessoa com deficiência nas micro e pequenas empresas.

O diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, abriu o discurso pedindo atenção aos números alarmantes que comprovam que poucos profissionais com deficiência estão ativos no mercado de trabalho.

Segundo o Relatório Mundial sobre a Deficiência existem 1 bilhão de pessoas com deficiência no mundo. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a parcela da população brasileira com alguma deficiência intelectual, motora, visual ou auditiva passou de 14% em 2000 para 24% em 2010, totalizando 45,6 milhões de pessoas.

De acordo com o Censo (2010), no Brasil, 18,5 milhões de pessoas com deficiência trabalham por conta própria e 39 milhões com carteira assinada. Em São Paulo são 3,6 milhões profissionais autônomos e quase 11,8 milhões formalizados.

“O objetivo do Sebrae Mais Acessível é estimular as pessoas com deficiência a empreenderem e também incentivar os pequenos negócios a contratarem, mesmo não se enquadrando na Lei de Cotas,  que obriga as empresas com 100 ou mais funcionários a preencherem de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência”, enfatiza Caetano.

A secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, falou sobre a importância da conscientização nas Micro e Pequenas Empresas (MPEs). “Sabemos que a maior parte das empresas no país são pequenos negócios, então não podemos pensar na lei de cotas sem inclui-las. Só alcançaremos o nosso objetivo mostrando para essas empresas que vale a pena investir no profissional com deficiência”, ressalta.

“Esta parceria representa um marco histórico, ao promover, de forma inédita no país, a empregabilidade e o empreendedorismo da pessoa com deficiência na pequena empresa. Temos procurado criar mecanismos. Se por um lado, o mercado está convencido da importância de tratar dessa questão da diversidade humana de maneira séria, por outro, o governo do estado de São Paulo tem buscado soluções de capacitação para essas pessoas”, conta Linamara Rizzo Battistella.

Durante a apresentação do plano, Bruno Caetano também pediu atenção à relação com o cliente com deficiência. “Poucos são os empresários que valorizam esse consumidor e enxergam o seu grande potencial de consumo”, explica.

A Instituição, na preocupação de proporcionar um melhor atendimento, desenvolveu para os colaboradores, o Guia de Relacionamento com o cliente com deficiência que traz informações e procedimentos técnicos proporcionando um atendimento mais acessível ao cliente do Sebrae-SP.

lounge-empreendedor-empreendedorismo-e-acessibilidadeOutro recurso oferecido é o Projeto Libras. Ele disponibiliza intérprete de libras (língua brasileira de sinais) para o cliente com deficiência auditiva e/ou surda. O interessado em ter o serviço à disposição nos eventos presenciais deve solicitar a presença do profissional no ato da inscrição em um dos 33 escritórios regionais ou pelo 0800 570 0800. O benefício é gratuito e a única exigência é que o pedido seja feito com cinco dias úteis de antecedência.

Para Ana Paula Peguim, gestora do Projeto, o Sebrae Mais Acessível  reforça a autonomia, a valorização e os direitos das pessoas com deficiência. Ele também vai contribuir para uma sociedade mais justa, inclusiva e fortalece os pequenos negócios. Afinal, não é a deficiência que me impede alguém de abrir e manter uma empresa, mas a falta de informação

Outro momento importante no evento foi o depoimento do empresário Ricardo Shimosakai, da Turismo Adaptado.  Antes de ser empreendedor ele, que é cadeirante, teve muita dificuldade em manter-se contratado. “Não conseguia ser empregado. Muitos ambientes das empresas que eu passava não eram adaptados, então era mais fácil me descartarem do que se reciclarem”, relata.

O evento foi encerrado pelo palestrante Fernando Dolabela, criador e coordenador de programas de ensino de Empreendedorismo no Brasil. O especialista é referência sobre o tema e é autor do livro “O segredo de Luísa”.

“Estou surpreso com esse programa que acredito ser inédito mundialmente”. Dolabela também destacou a importância de empreender. “As restrições de emprego para a pessoa com deficiência são infinitamente maiores do que no empreendedorismo. O empreendedor sabe o que quer e articula para conseguir superar as suas limitações e chegar ao seu objetivo”. Para finalizar o palestrante disse que o fracasso só acontece quando a pessoa desiste. Eu não tenho a menor dúvida disso! 

15 jul 2013

COMÉRCIO SOCIAL – QUEM INDICA, AMIGO É!

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Vocâ acha que conhece todos os canais de venda disponíveis ao seu negócio? Pois as redes sociais têm despertado o interesse de grandes varejistas para novas práticas sociais de venda.

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Passada a febre dos sites de compras coletivas, surge o boom do comércio social. A tendência é que este mercado movimente até 30 bilhões de dólares no ano de 2015 no mundo, segundo uma pesquisa realizada pela Booz & Company no ano de 2010. Do total, 14 bilhões de dólares serão movimentados nos Estados Unidos, país em que este tipo de e-commerce está mais evoluído.

No Brasil, surgem novas empresas na área, como a startup CurtiVendi (www.curtivendi.com.br). Criada em dezembro de 2012 pelos empresários Pedro Vasconcellos e Marcelo Najnudel, o site permite que qualquer usuário das principais redes sociais (Facebook, Twitter ou Google +), crie sua própria loja selecionando produtos dos principais varejistas online do país. Ao compartilhar os itens que gosta com a lista de amigos, ele ganha uma comissão (variável por empresa) quando a compra é realizada na loja virtual do produto. São mais de 30 empresas parceiras, como Brandsclub, Ponto Frio, Netshoes, Daifiti, Casas Bahia, Época Cosméticos, Saraiva, Hi Happy, entre outras, e cerca de 1 milhão de produtos disponíveis.  Após acumular o valor de R$50, o usuário tem direito a sacar o dinheiro. 

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Ou seja, quanto mais você conhecer o gosto dos seus amigos ou quanto mais referência você for dentro do seu círculo de amizades, mais chances de vendas terá. Eu curti! 

O portal teve investimento inicial de R$ 200 mil e já com conta 1.000 lojas virtuais em seis meses de atuação. Além do site, os sócios já negociam com grandes varejistas nacionais, oferecendo a plataforma criada para ajudá-los a expandir seus comércios virtuais. “No CurtiVendi, todos os envolvidos saem ganhando: o usuário terá uma nova fonte de renda, as marcas terão diversos vendedores com credibilidade e sem vínculos empregatícios e os amigos terão fácil acesso às compras dos produtos recomendados por quem ele mais confia”, afirma Vasconcellos.

Sem dúvida, estamos falando de um novo jeito de promover negócios! 

30 jun 2013

AMOR À VIDA

Comentários desativados em AMOR À VIDA Ações Sociais, Comportamento, Educação, Família, Pedagogia, Qualidade de Vida, Saúde, Solidariedade

Uma personagem de novela e uma lei que estabelece aos autistas os mesmos direitos de pessoas com outras deficiências trouxe uma nova discussão à pauta de jornais e revistas.

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O autismo adulto está sendo mostrado em horário nobre. Ainda que caricato e abordando apenas a questão do autismo severo, a ideia merece reconhecimento. Imagino que não seja fácil para qualquer ator mostrar todos os sinais do autismo em um só personagem. Cada pessoa possui sua própria personalidade, individualidade e com o autismo não é diferente. Cada autista é único, e por isso considero a situação bem retratada até o momento. Tanto pela atriz Bruna Linzmeyer quanto pela família.

Normalmente em um diagnóstico de autismo, toda a família fica comprometida e tem sua dinâmica alterada.  Pode parecer que um diagnóstico de autismo em pessoas que levam uma vida “normal” – com estudos, trabalho e relacionamentos afetivos – não faz muita diferença, mas relatos de quem passou pela experiência contrariam essa ideia.

Mesmo as pessoas que estão na parte menos comprometida do espectro – sem deficiência intelectual e que não tiveram atraso na aquisição da linguagem – costumam ficar mais isoladas e são mais sensíveis a barulhos, luzes e até ao toque. Muitas são classificadas como antissociais, tímidas, ingênuas, metódicas e até “frescas”, mas na verdade podem nem saber que tem autismo.

Sim! É possível que adultos tenham autismo e não saibam. Quando o diagnóstico acontece, a primeira reação é a descrença, pois ainda se associa o autismo a pessoas que não falam e não interagem ou a gênios esquisitões, personagens comuns no cinema. Por isso, a imagem caricata embora sensibilize ainda deixa espaço para uma real interpretação da situação dos autistas e suas famílias.

Em 27/12/2012 foi sancionada uma lei chamada Lei Berenice Piana (Lei 12.764) que trata dos direitos das pessoas com transtorno do espectro autista. Aliás, sempre que tomo ciência de uma lei que garanta direitos humanos seja qual for a condição humana, me questiono sobre a necessidade de convenções para coisas que me pareçam tão básicas. Mas, situação pior é aquela que mesmo com as leis deixam de lado o direito estabelecido.

Hoje não se pode negar as pessoas com autismo o direito à prioridade no atendimento conferido às pessoas com deficiência; o direito à adequação dos ambientes de acordo com suas necessidades seja na área da saúde, da educação ou do trabalho; o direito de não ser discriminado em razão de sua deficiência; o direito a concorrer a vagas referentes a cotas na área privada ou pública; o direito de estacionar em local destinado às pessoas com deficiência, entre outros tantos direitos.

Não gosto de discutir a inclusão como algo filosófico, mas será que mesmo no horário nobre esses direitos deixarão de ser respeitados? O amor à vida vai além da uma hora diária na principal emissora da TV; o amor à vida está no dia-a-dia das nossas empresas, dos nossos bairros e das nossas cidades.

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24 jun 2013

IGUALDADE SIGNIFICA NEGÓCIOS

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Estabelecer uma liderança corporativa que possibilite a igualdade de gênero e assegurar que as empresas ofereçam espaço para todos é o grande desafio para concretizar o empoderamento das mulheres.

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Na última semana, participei do Women´s Forum Brazil 2013, um encontro com grandes nomes nas áreas de governança, investimento social e direitos das mulheres com foco num melhor entendimento do nosso papel no desenvolvimento sustentável do nosso país. Não poderia deixar de trazer o assunto para o Lounge Empreendedor, uma vez que nossos encontros por aqui sempre focam em nossas carreiras e negócios, certo?

É claro que durante grande parte das discussões o dilema “maternidade e carreira” foi pautado como um dos principais entraves para que possamos seguir uma carreira executiva, mas os diálogos passaram por vários outros assuntos, como o compromisso que as empresas devem assumir para que mais mulheres façam parte dos conselhos de administração e comitês de gestão, a necessidade do empoderamento feminino por meio do empreendedorismo e as perspectivas brasileiras pela visão de palestrantes internacionais relacionadas às melhores práticas em seus países.

Foram dois dias de muita troca e reflexões para que possamos assumir uma posição diferente no mercado de trabalho, afinal há espaço para todo mundo quando falamos em competência e meritocracia.

lounge-empreendedor-igualdade-significa-negóciosConfesso que sempre tomei muito cuidado para não parecer feminista ao levantar causas de empoderamento das mulheres, mas cada vez mais sinto que igualdade significa um melhor ambiente de negócios para todos.

Dada a abundância de mulheres qualificadas no mercado, é alarmante que apenas 4% dos principais executivos entre as 250 maiores empresas brasileiras sejam do sexo feminino, vocês não acham?

Estamos particularmente sub-representadas em posições de gerência executiva, pré-requisito para promoções a níveis hierárquicos mais altos. Como apenas 14% desses cargos são ocupados por mulheres, não surpreende que, entre essas empresas, encontram-se somente nove CEOs do sexo feminino.

Além dos já conhecidos desafios associados à percepção de prioridades conflitantes entre trabalho e vida pessoal, o estilo das mulheres é diferente dos homens e menos valorizado no mercado de trabalho. Muitas empresas tendem a valorizar mais atributos tipicamente reconhecidos como masculinos (solucionar problemas, influenciar) do que aqueles mais identificados como femininos (apoiar e dar coaching, por exemplo).

Se, historicamente, o papel de cuidar da família sempre esteve muito mais ligado à mulher é hora de mostrarmos que isso não atrapalha em nada nossa capacidade de gerar bons resultados empresariais. Afinal, existe negócio mais complicado para administrar do que um lar?

O balanceamento entre família e carreira pode parecer muito difícil, mas fica bem mais complicado se o ambiente corporativo não facilitar o encontro de um equilíbrio. Isso levanta o imperativo das empresas demonstrarem que é possível construir novos modelos de gestão a fim de não perderem mulheres talentosas e competentes em seus quadros de colaboradores destruindo, também, a oportunidade de colher os frutos da diversidade em sua equipe de liderança no futuro.

Para isso, cinco iniciativas estiveram entre as mais citadas para assegurar a inclusão de talentos, habilidades e experiências femininas:

  1. Criação de modelos de trabalho que apoiem homens e mulheres em suas responsabilidades familiares, como horários flexíveis e o não incentivo ao perfil “workaholic”;
  2. Alta liderança da organização comprometida com a diversidade de gêneros de forma visível;
  3. Garantia de que os processos de seleção e promoção não sejam enviesados e que a tomada de decisão envolva um conjunto diverso de pessoas;
  4. Comunicação e internalização de valores, comportamentos e normas culturais atrelados à diversidade de gênero;
  5. Oferecer casos de sucesso de mulheres relacionados à liderança feminina como meio de contribuir para aumentar a autoconfiança de outras mulheres em relação ao seu potencial de crescimento profissional.

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Uma vez que as empresas são os principais atores da economia global, elas podem e devem desempenhar um papel vital para assegurar e proteger nossos direitos e impulsionar a capacidade produtiva das mulheres. E isso tem um resultado favorável: em 2006, o jornal The Economist estimou que, ao longo da última década, o trabalho das mulheres contribuiu mais para o crescimento global do que a China. Sim! Juntas, realmente fazemos a diferença! Basta que o setor privado se convença de que competência é a única moeda de diferenciação entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

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