Viver sem autonomia acaba com a motivação e interesse pelo trabalho. Nunca subestime o poder de um ambiente agradável para melhorar a produtividade da sua empresa Reunimos oito afirmações sobre liderança que são, na verdade, mentiras. Fique atento e cuidado! Preocupação com o passado ou ansiedade com o futuro são sentimentos que não ajudam quem quer uma vida melhor. Remova o medo da sua vida e seja o que sempre sonhou! Quando o ritmo da mudança dentro da empresa é ultrapassado pelo ritmo fora dela é preciso ficar atento. Pais podem fornecer a experiência que falta aos jovens empreendedores para que eles desenvolvam a autoconfiança para empreender Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
16 set 2015

NEGOCIAÇÃO: TALENTO OU TÉCNICA?

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Conheça agora 6 dicas para realizar negociações matadoras. 

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A boa negociação é uma habilidade indispensável para o empreendedor que lida frequentemente com fornecedores, clientes e investidores — pode fazer toda a diferença para o seu negócio. É muito comum escutarmos expressões como “Fulano tem o dom para vendas” ou “Beltrano tem talento para negociar”. Mas, afinal, será que as habilidades ligadas à boa negociação são talentos inatos ou são conhecimentos adquiridos ao longo da vida?

Qualquer empreendedor poderia dizer que a negociação é uma técnica, uma ciência. Isso significa dizer que até mesmo quem não leva muito jeito para a coisa, pode aprender uns truques e desenvolver habilidades para ficar fera em negociação. Significa também que o profissional que já é habilidoso não pode deixar que a vaidade e a acomodação o impeçam de continuar a se aperfeiçoar.

Como desenvolver habilidades de negociação?

Evidentemente, ninguém se torna um especialista em negociações complexas da noite para o dia. Mas a prática leva à perfeição! Veja a seguir algumas dicas que têm o potencial de transformar qualquer um, independentemente do grau de intimidade com as técnicas de negociação, em um negociador acima da média.

1.controle o lado emocional.

É absolutamente normal ficar nervoso em uma negociação importante. O problema começa quando o nervosismo e a ansiedade tomam conta de nossos atos e passam a influenciar nossa tomada de decisão. Desse modo, como não podemos eliminar por completo o nervosismo e a ansiedade, temos que procurar mantê-los sob controle. Assim, uma boa dica é controlar a respiração e se policiar para falar devagar, expondo seu ponto de vista sem pressa. Além disso, uma negociação realizada durante o almoço, jantar ou um café também pode ser muito útil. Quando estamos comendo e bebendo, nosso cérebro, inconscientemente, interpreta que não estamos em uma situação de perigo e isso diminui a sensação de estresse.

2. estude o alvo.

O bom negociador sempre faz seu “dever de casa” antes de fechar um negócio, isto é, sempre estuda a situação com a devida antecedência. É importante saber não apenas o que a outra parte quer, mas, principalmente, o quanto ela quer cada um dos itens colocados sobre a mesa. Saber o quanto alguém quer algo é saber o valor disso, o quanto seu parceiro está disposto a pagar ou ceder para tê-lo em mãos. A dica aqui é estudar o mercado e as circunstâncias em que seu cliente ou fornecedor está envolvido, saber até onde ele pode ir sem sair no prejuízo.

3. estabeleça objetivos claros.

Não adianta de nada estudar a parte contrária se o negociador não estudar também a si mesmo. É importante saber o quanto cada ponto ou cláusula é importante para você e o que você está disposto a dar em troca. Muitas pessoas acreditam que, durante uma negociação, alguma parte deve perder para a outra ganhar. É bom lembrar que o acordo deve sempre ser vantajoso para todos e, por isso, é importante estabelecer metas e limites de antemão para entender também onde você estará disposto a ceder.

4. não esqueça a linguagem corporal.

É muito importante demonstrar confiança e se apresentar como uma pessoa amigável. Devemos evitar a todo custo demonstrar insegurança e nervosismo, já que isso pode ser interpretado pela outra pessoa como uma fragilidade e uma oportunidade para avançar as questões de seu interesse. Já que nenhuma dessas questões são objeto da conversa em si, temos que procurar demonstrá-las com a sutileza da linguagem corporal.

Gesticular moderadamente, apoiar os cotovelos sobre os apoios da cadeira passa a sensação de tranquilidade. Cruzar braços pode dar a entender que você não está atento ou disponível. Inclinar levemente a cabeça para um dos lados passa a ideia de que o ouvinte está pensando sobre aquilo que está ouvindo. Balançar a cabeça afirmativamente de tempos em tempos também demonstra interesse, mas se o movimento for executado muito rápido, pode passar a sensação de impaciência. Tenha sempre um bloquinho de anotações com você. Isso mostra que você leva a conversa a sério e terá um registro dos compromissos que forem firmados ali.

5. saiba seus números com exatidão.

Talvez o erro mais comum seja o de manter uma postura de incerteza ou fazer propostas muito espaçadas na negociação. Se você está na posição de vendedor, tenha os valores precisos de seus produtos/serviços e saiba até onde vai sua flexibilidade. Se você for o potencial cliente da negociação, saiba também o que cabe ou não em seu orçamento e seu cronograma com precisão. A clareza é essencial para evitar que a parte contrária abuse de prazos e preços, escolhendo sempre a opção que lhe é mais conveniente.

6. não seja precipitado nem entregue o ouro.

Outro erro comum é o de deixar escapar que você, o empreendedor, é o único responsável por dar a palavra final a respeito do acordo em jogo. Isso diminui sua margem de manobra como negociador. Caso seu parceiro acredite que a decisão final depende também da validação de outros membros do time, aprovação dos outros sócios ou da deliberação de um conselho, você ganha tempo. Se a proposta fez seus olhos brilharem logo de início, não tem problema demonstrar isso, mas um período a mais para pensar a respeito e bater números pode vir a ser útil.

Por fim, e talvez o mais importante: pratique. Peça para acompanhar bons vendedores em reuniões, chame alguém de sua confiança que seja mais comunicativo para ir com você em algumas conversas, para que te complementem e te passem feedbacks, e se comprometa a falar com o máximo de pessoas possível para treinar essas técnicas. Mas, acima de tudo, acredite em você e no que você está propondo. Se você tem segurança que as duas partes sairão dessa negocição ganhando, passará segurança no que diz e se tornará um excelente negociador!


Fonte: Portal Endeavor 

 

15 set 2015

THE VENTURE – CHIVAS REGAL

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Iniciativa premiará com um curso na Singularity University, da NASA, os empreendedores sociais com ideias mais promissoras

 

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Você deve estar se perguntando porque o Lounge Empreendedor está falando de whisky… Estresse? Válvula de escape? Que nada… Chivas Regal, o primeiro whisky de luxo do mundo, abriu inscrições para a segunda edição de “The Venture”, até o dia 25 de outubro. A iniciativa busca encontrar os empreendedores sociais mais promissores do país, aqueles com empresas e ideias inovadoras que tem como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo.

O finalista será escolhido por um júri especializado composto por nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand, Maria Prata e uma referência internacional de empreendedorismo social e será premiado com um curso na Singularity University, da NASA, que tem como missão educar, inspirar e capacitar líderes para aplicar tecnologias na solução dos grandes desafios da humanidade. O vencedor da etapa nacional ainda participará de um workshop de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia, além de concorrer, com os finalistas dos demais países participantes, ao prêmio final de US $1 milhão.

“O empreendedorismo está forjado no DNA de Chivas, quando os criadores da marca James e John Chivas se uniram para fundar a Chivas Brothers e deram início a uma das mais importantes marcas de whisky do mundo, os irmãos se preocupavam em ajudar o seu entorno, dividindo seus ganhos e ajudando os agricultores da região a vender seus produtos. Por isso, acreditamos que negócios e economia podem transformar problemas em oportunidades. Acreditamos, principalmente, num futuro melhor construído por empreendedores sociais que buscam fazer a diferença. Por isso, é importante que existam iniciativas como o “The Venture”, para impulsionar ideias que contribuam para que os negócios sejam usados como uma grande força do bem”, diz Rafael Souza, Grouper das marcas Brown Spirits da Pernod Ricard Brasil.

“The Venture” é uma premiação criada por Chivas, em 2014, com o intuito de apoiar propostas de negócios que buscam o sucesso enquanto geram um impacto social positivo, fornecendo orientação e US$ 1 milhão em assistência financeira. Foram 20 empreendedores sociais de todo o mundo que receberam um treinamento de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia. Esses finalistas tiveram a oportunidade de conhecer empresas líderes em tecnologia, serem orientados por especialistas. O prêmio final foi dividido e US$ 250 mil foram alocados aos participantes de acordo com uma votação popular no site theventure.com. Os US$ 750 mil restantes foram entregues a 5 projetos que provaram todo seu potencial de transformação social.

Em 2014, o Brasil foi representado na competição global pelo projeto MGov, de Guilherme Lichand. A MGov é uma consultoria que oferece soluções baseadas em celulares populares para avaliar ações de impacto social. Para chegar à maioria da população, Guilherme foi na contramão dos aplicativos para smartphones, que não tem grande penetração Nordeste e nas zonas rurais do país. Desta maneira, a MGov coleta dados de celular de tecnologia analógica, analisando e entendendo as demandas por serviços e informando caso algum programa social ou privado atrase.

A premiação faz parte da plataforma global “Vença do Jeito Certo” que tem como objetivo inspirar as novas gerações a empreender e desenvolver seus projetos, além de inspirar outras pessoas a fazer parte do movimento.

Até o dia 25 de outubro, os candidatos poderão se inscrever para a etapa nacional do projeto no portal www.theventure.com

Divulguem! Passem adiante! Quem sabe o novo vencedor não seja alguém que você conhece… 

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15 set 2015

LIÇÕES DE INOVAÇÃO

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Confira 10 lições que podemos aprender com os maiores inovadores da nossa era para alavancar os negócios.

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Grandes empreendedores são inspiração para buscarmos novos desafios e seguir seus passos. Independente se você é funcionário ou dono de uma empresa, há muito que aprender com eles. Recentemente, estudei a vida e obra de grandes inovadores como Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Steve Jobs (Apple), Larry Page (Google) e Sergey Brin (Google), que serviram de inspiração para escrever um livro. Pude descobrir uma série de lições em comum que eles utilizaram ao longo de suas trajetórias e que compartilho aqui com vocês.

1. não tenha medo de correr riscos.

Para uma empresa como o Google, que valoriza muito a análise de dados em larga escala, pode parecer estranho correr riscos e aceitar incertezas nos projetos. Os dados são importantes para verificação da demanda e validação dos projetos piloto, mas nada disso impede que novos produtos inovadores sejam gerados e lançados, mesmo que tenha grandes níveis de incertezas. Essa abordagem já rendeu grandes fracassos para a empresa, mas também grandes sucessos.

2. a inovação não precisa estar somente nos produtos. 

Os grandes inovadores pensam a abordagem de modo sistêmico, vislumbrando oportunidades em diferentes partes do negócio. Quanto mais tipos de inovações conseguirmos incorporar, maior a proteção e robustez do modelo de negócios criado. Uma ferramenta importante para fazer essa avaliação pode ser o Innovation Storming.

3. conecte os pontos.

De acordo com pesquisa realizada pelos professores Clay Christensen, Hal Gregersen e Jeff Dyer, uma das principais características que separam uma pessoa criativa das outras é a habilidade de associação entre diferentes situações, problemas e ideias de campos até mesmo não relacionados. Essa busca por combinar experiências e visões de campos distintos colaborou bastante na capacidade de inovar de Jobs, por exemplo, e ele fala exatamente disso neste discurso.

4. FORME EQUIPES DE ALTO NÍVEL. 

O impacto das contratações iniciais em uma startup é muito grande no futuro do negócio, especialmente na cultura organizacional que está se formando. Contratar as pessoas erradas no começo pode impactar negativamente nos valores desejados pelos empreendedores. Bezos dizia que se você contratasse tubarões, não se podia esperar que eles agissem como golfinhos. O processo de recrutamento para montar uma estrutura organizacional coerente com a cultura era fundamental. Era preferível entrevistar 50 pessoas e não contratar ninguém do que contratar a pessoa com o perfil errado.

5. facilite a colaboração e o trabalho em equipe. 

Apesar do senso comum acreditar que as inovações da Apple eram fruto do trabalho solitário de Steve Jobs, sendo ele responsável sozinho por os desenvolvimentos, na realidade os grandes projetos foram fruto de um grande trabalho em equipe, em que ele atuava direcionando as pessoas com sua visão e, em alguns momentos, se envolvendo até nos pequenos detalhes.

6. FOmente uma cultura incomparável. 

A concorrência não consegue copiar a cultura – esse é um dos mantras gerenciais de Bezos. Para ele, a cultura organizacional é um ativo importantíssimo para garantir liderança nos mercados em que atua, replicando o “jeito Amazon” de fazer negócios. Alguns elementos importantes dessa cultura única estão na obsessão pelos clientes, a frugalidade na operação e a constante busca por inovações de todas as naturezas.

7. coloque as pessoas certas para fazer as coisas certas. 

Com o crescimento do Facebook, Zuckerberg, com apenas 23 anos, teve que buscar uma pessoa que pudesse fazer melhor que ele algumas atividades importantes. Para ele, “alguém que é excepcional em sua função não é apenas um pouco melhor do que alguém que é muito bom. Ele é 100 vezes melhor”. Sandberg na época era vice-presidente de vendas online globais e operação no Google e foi pescado porque tinha a experiência necessária para transformar o negócio de publicidade do Facebook em algo realmente grande.

8. mantenha o motor da inovação ligado.

 Jeff Bezos dizia que: ”minha visão é que não há momento ruim para inovar. Você deve inovar nos bons e maus momentos – e você deve fazer isso em coisas que o seu cliente valorize”. Essa é a postura dos inovadores: a busca constante por inovações para manter o negócio atualizado.

9. tenha senso de urgência e execução. 

 A “mentalidade hacker”, termo que Zuckerberg utilizou na carta aos acionistas no lançamento das ações, é um mantra da forma como ele as outras pessoas trabalham no Facebook. Mover-se rápido, com alta produtividade, e “quebrar” coisas resume a prática de trabalho desejada e tem sido fundamental para o sucesso da empresa.

10. comunique a inovação. 

Normalmente, em suas apresentações de lançamento de novos produtos, Jobs escolhia um vilão para mostrar aos presentes que suas inovações eram os mocinhos. No iPhone, foram os smartphones com teclados fixos. No lançamento do iPad, o papel ficou por conta dos netbooks. Em cima das fragilidades dos concorrentes, ele apresentava seus diferenciais. Havia um cuidado muito grande para mostrar tudo de novo que os produtos e serviços traziam e fazer isso chegar aos ouvidos dos clientes o mais rapidamente possível.

Quem tiver interesse em conhecer mais, pode baixar gratuitamente o 1º capítulo do livro O Time dos Sonhos da Inovação nesse link.

Felipe Scherer, Sócio fundador da Innoscience Consultoria em Gestão da Inovação. Autor dos livros Gestão da Inovação na Prática (vencedor do Troféu Cultura Econômica 2011 – melhor livro de Administração), Práticas dos Inovadores publicados pela Editora Atlas e O Time dos Sonhos da Inovação recentemente publicado pela Alta Books.

Fonte: Portal Endeavor 

14 set 2015

COMEÇA HOJE: SEMANA DO COMÉRCIO VAREJISTA

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Ação envolvendo os 33 escritórios do SEBRAE-SP no Estado oferece dicas para inovar, motivar equipes e melhorar controles financeiros no varejo.

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O comércio paulista enfrenta grandes desafios diante da queda do nível de emprego e renda, aumento da inflação e alta dos juros, que derrubaram o faturamento dos pequenos negócios do setor em 12,2% no primeiro semestre e esfriaram o ânimo dos comerciantes em investir e contratar. Para enfrentar este cenário, de 14 a 18 de setembro o Sebrae-SP promove a Semana do Comércio Varejista – uma grande ação de orientação em todo o Estado, envolvendo 37 produtos Sebrae para melhorar gestão e vendas, sendo sete soluções destinadas à inovação do segmento.

O objetivo da ação é levar de forma massiva aos clientes da instituição e também aqueles que ainda não conhecem seus serviços, soluções para os seus negócios em temas pertinentes ao comércio varejista como vendas, motivação de equipes, controles financeiros, vitrinismo, tendências de moda, entre outros. A expectativa é que 3,6 mil pessoas sejam atendidas no período, em oficinas, palestras, consultorias individuais e coletivas, boa parte delas, gratuitas.

No Estado de São Paulo existem mais de 870 mil micro e pequenas empresas do comércio, o que representa 39% do universo total de MPEs. Por segmento de atividade, destacam-se varejo do vestuário (10,6%), varejo de materiais de construção (6,9%), comércio de autopeças (5,9%), minimercados e mercearias (4,8%), manutenção e reparação de veículos (3,7%), padarias e varejo de laticínios e doces (3,0%).

Não seria exagero afirmar que o pequeno varejo é fundamental para geração de emprego e renda, e sofre com o desaquecimento da economia e das vendas no mercado doméstico. A Semana será uma experiência piloto, concentrando atividades voltadas especificamente ao apoio a esse segmento no estado de São Paulo.

Os interessados podem se inscrever desde já pelo 0800 570 0800, e terão ainda oportunidade de participar de cursos do programa Sebrae Inova que, em parceria com entidades como Senai e Senac, permitem maior aprofundamento em temas como Vitrinismo, Visual Merchandising, Técnicas de Exposição de Produtos, Planejamento de Produtos de Moda e Desenvolvimento de Coleção de Moda, entre outros.

Uma grade com diversos cursos online também estará disponível,  nas áreas de marketing, empreendedorismo, finanças, administração e recursos humanos. Mais informações podem ser obtidas diretamente nos escritórios do Sebrae-SP ou você pode clicar aqui: http://migre.me/rwTbl

Queda nas vendas

A pesquisa Indicadores do Sebrae-SP revela que as micro e pequenas empresas paulistas amargaram fortes perdas no primeiro semestre deste ano. O faturamento real (já descontada a inflação) recuou 11,9% frente a igual período de 2014, resultado pior do que o registrado no acumulado de janeiro a junho de 2009 (-10%), quando a economia sofria consequências da crise financeira internacional. A queda atingiu todos os setores: serviços recuaram 13%; indústria, – 8,6%, e o comércio, -12,2% frente a igual período de 2014.

Apesar do quadro de queda nas vendas, conforme pesquisa do Sebrae-SP, realizada em julho, 57% dos proprietários de micro e pequenas empresas esperam manter o faturamento da empresa nos próximos seis meses. Não é a toa que empreendedor é um mesmo um ser humano persistente, né?!?  

14 set 2015

CROSS SELLING: VOCÊ SABE O QUE É ISSO?

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O cross selling é uma estratégia de vendas que, se bem implementada, traz grandes resultados. Veja como.

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Caro empreendedor, vamos imaginar a seguinte situação: você tem um negócio de e-commerce de vestuário. Não seria ótimo se, sempre que você fosse vender algo a um cliente – por exemplo, uma calça –, ele acabasse levando outros itens complementares (cinto ou meia) à compra inicial? Tudo bem, não precisaria ser sempre. Mas, não seria incrível se você conseguisse implementar à sua força de vendas, uma estratégia que permitisse essa agregação de produtos com o intuito de satisfazer ainda mais as necessidades e os desejos dos consumidores? Pois é, justamente dessa estratégia – o cross selling – que falaremos agora.

O que é cross selling?

Também chamado de venda cruzada, o cross selling é a prática por meio da qual você oferece a clientes produtos ou serviços complementares àqueles que já foram ou estão sendo adquiridos. A ideia é enriquecer a experiência de compra dos consumidores, propondo a eles itens que tornarão a compra inicial mais completa.

É uma técnica de vendas que serve a empresas de qualquer porte, desde as multinacionais aos negócios de bairro

Além das sugestões dos vendedores, outras práticas são muito comuns: basta você visitar qualquer loja de uma rede varejista e aguardar na fila para ter contato com uma infinidade de “produtos complementares” das mais diversas naturezas. Todos são posicionados de forma estratégica, claro, para se agregarem aos produtos que você escolheu inicialmente.

E o cross selling no e-commerce?

Em lojas virtuais, o cross selling funciona de forma bastante semelhante à das lojas propriamente ditas. Voltemos ao exemplo lá de cima: a partir do momento em que seu consumidor escolheu aquela calça, o sistema que você utiliza deveria apresentar uma série de produtos complementares, como cintos, meias, cuecas, e mesmo sapatos ou camisas que combinassem.

Amazon é um exemplo excepcional de como as técnicas de cross selling funcionam no ambiente virtual. Por exemplo: se você realiza uma compra pela primeira vez no site – digamos, um livro, o sistema lhe indica que clientes que compraram o mesmo item também se interessaram por outros títulos “x” e “y”.

E se você já realiza compras na Amazon há um certo tempo, deve ter percebido que a oferta de produtos complementares ou similares realizada de acordo com o seu gosto é incrivelmente certeira. Tudo isso corresponde a uma sofisticada estratégia de cross selling – executada por meio de uma tecnologia formidável, claro.

Qual a diferença entre cross selling e up selling?

O up selling é uma estratégia por meio da qual se busca incrementar a versão final de um produto ou serviço que um consumidor pretende adquirir – enquanto o cross selling oferece, como vimos, produtos ou serviços complementares.

Geralmente, o up selling é proposto antes da realização da compra, enquanto o cross selling ocorre depois. No up selling, mediante um acréscimo no valor do produto ou serviço, o cliente adquire ou uma quantidade maior destes itens, ou uma versão melhor deles.

A imagem abaixo, relacionada às redes de fast food, ilustra bem a diferença entre cross e up selling:

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Imagem original aqui

Alguma dica para implementar o cross selling?

Sem dúvida. Este artigo do Portal Gestão traz uma série de sugestões úteis sobre cross selling. Embora todas se relacionem à prática no ambiente físico, acreditamos que vale a pena você conhecê-las:

  • Venda primeiro, ofereça depois: jamais tente realizar o cross selling antes que a primeira encomenda ou compra tenha sido efetuada. Se você tentar vender produtos/serviços adicionais cedo demais, pode colocar em perigo a compra inicial e afugentar os consumidores.
  • Respeite a regra dos 25: há uma regra velada no mercado que prega que o valor de qualquer item adicional não deve aumentar o valor da compra em mais de 25%.
  • Observe se há lucro: os itens complementares oferecidos devem proporcionar lucro suficiente para, pelo menos, cobrir o custo do tempo adicional que você gastou ao vendê-los. Isto deve ser calculado para um período de tempo mais longo.
  • Não empurre produtos indesejados: resista sempre à tentação de utilizar o cross selling como forma de se livrar do estoque de produtos que não têm mais serventia. Os clientes podem perceber, e isso seria péssimo para os negócios.
  • Relacione sempre: procure limitar os itens acrescentados àqueles que realmente se relacionem com a compra inicial. Se o cliente está adquirindo um casaco, por exemplo, não faz sentido nenhum sugerir um produto para o jardim.
  • Planeje, planeje e planeje de novo: o ideal é que você decida, antecipadamente, quais serão os itens adicionais que podem se relacionar a cada produto.
  • Instrua com cuidado seus vendedores: no momento de implementar o cross selling, certifique-se de que os vendedores compreendem exatamente os produtos/serviços que devem ser oferecidos. Procure testar a intuição deles, que é um fator muito importante neste momento.
  • Teste com o melhor e depois leve aos restantes: primeiro teste as técnicas de cross selling com os seus melhores vendedores, para depois replicá-las aos demais.

Estas são algumas sugestões que podem contribuir para a boa implementação do cross selling em seu negócio.

O importante é lembrar que, embora se trate de uma estratégia capaz de dar grandes frutos, sempre há riscos envolvidos

Caso role uma forçada de barra, por exemplo, a experiência de um cliente poderá ser muito negativa. Por isso, você deve utilizar essa técnica com sabedoria e cuidado, sempre atento às necessidades reais de seus consumidores.

Boas vendas!

Fonte: Portal Endeavor