Viver sem autonomia acaba com a motivação e interesse pelo trabalho. Nunca subestime o poder de um ambiente agradável para melhorar a produtividade da sua empresa Reunimos oito afirmações sobre liderança que são, na verdade, mentiras. Fique atento e cuidado! Preocupação com o passado ou ansiedade com o futuro são sentimentos que não ajudam quem quer uma vida melhor. Remova o medo da sua vida e seja o que sempre sonhou! Quando o ritmo da mudança dentro da empresa é ultrapassado pelo ritmo fora dela é preciso ficar atento. Pais podem fornecer a experiência que falta aos jovens empreendedores para que eles desenvolvam a autoconfiança para empreender Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
13 mai 2009

EMPRESAS DE TITÃS

No Comments Ambiente de Trabalho, Aprendizagem, Carreira, Clima Organizacional, Coaching, Liderança, Motivação

Você é uma dessas pessoas que acredita que a aprendizagem pode acontecer por meio de diferentes formas de comunicação e em diversos lugares? Um dos exemplos que tem me feito refletir é o cinema.

A “sétima arte” mostra que saídas para grandes problemas podem estar bem perto de nós e permite abrir perspectivas e facilitar processos de aprendizagem de uma maneira profunda, envolvente, bem humorada, inteligente e capaz de penetrar em todas as áreas da vida das pessoas.

Durante essa semana, assisti “Duelo de Titãs”, um filme baseado num fato real ocorrido em 1971 que narra a luta quase insana de dois técnicos de um mesmo time de futebol americano, um negro (Denzel Washington) e um branco (Will Patton), que juntos precisam viabilizar a perigosa idéia (para a época!) de treinar um time inter-racial. O projeto parece absurdo num momento histórico em que uma sociedade reacionária lutava para que negros e brancos não frequentassem sequer a mesma escola. Que dizer do mesmo time de futebol!

Embora eu não entenda muito sobre as regras do futebol americano, não pude deixar de pensar sobre os processos de liderança e os desafios que esses treinadores enfrentaram diariamente.

Quais serão as relações entre eles e você?

Nas organizações de vanguarda, não basta mais ser líder. É preciso também ser “coach”. A palavra é inglesa (coach = treinador, técnico, ensinar, treinar, preparar) e refere-se àquele que conduz ou que está na direção. Alguém que tem a responsabilidade pelo desenvolvimento de talentos e pela criação de uma nova geração de profissionais.

Sua participação à frente de sua equipe, de suas metas e dos resultados organizacionais tem sido de um coach?

Líderes só são líderes em função de sua participação ativa nas comunidades em que atuam e pelo seu desempenho. É muito mais uma questão de comportamento do que de cargos ou nomenclaturas hierárquicas.

Certamente é alguém com nível diferenciado de motivação, de percepção e de compreensão das pessoas e de si mesmo. É uma inspiração! Alguém que encontra no interior das pessoas e equipes, a energia que as impulsiona numa determinada direção que contribuirá para o bem comum e para os resultados da comunidade ou da organização.

Foi exatamente isso que assisti em “Duelo de Titãs”. Um filme que mexe com valores “fora de moda” como lealdade, dignidade e amizade, emociona, expõe o ridículo do preconceito racial e não tem medo de ser piegas. Com mensagens edificantes e música eloqüente mostra que saber lidar com as diferenças individuais pode representar a chave do sucesso na condução de um time.

É um filme sobre os mais profundos sentimentos humanos. E isso não tem nacionalidade nem regras de futebol que nos impeçam de entender.

Deixe o preconceito de lado e experimente a arte da liderança.


 

Ana Maria Magni Coelho

Abril/2009

 
11 mai 2009

UMA CIDADE NOS TRILHOS

No Comments Cotidiano, Desenvolvimento Sustentável, Políticas de Desenvolvimento, Sociedade e Política

Mogi das Cruzes acabou de fazer sua primeira viagem no Expresso Leste… O que você acha disso? Será uma vitória a comemorar?  Essa é a minha opinião, publicada no Diário do Alto Tietê no dia 09 de maio

A CIDADE NOS TRILHOS
Anunciado recentemente, o Expresso Leste chegará a Mogi das Cruzes, o que tem despertado a curiosidade de praticamente de todos nós. Nessa madrugada a primeira experiência será feita, mas para que o trem funcione na sua totalidade de possibilidades sabemos que serão necessárias algumas obras importantes de transposição da linha férrea atual e fechamento de travessias.
Mas o que ganhamos com essa novidade???
Além da facilidade e qualidade de transporte de inúmeras pessoas, esperamos um melhor desempenho e por que não, uma possibilidade maior de desenvolvimento regional.
À medida que a população do Alto Tietê foi crescendo, cresceu com ela os problemas de mobilidade e caos do transito paulistano já vem chegando nas nossas cidades. Não bastam rodízios de veículos ou corredores de ônibus, é preciso que pensamos em grande escala e otimizemos o transporte público quebrando os modelos tradicionais.
Os trens finalmente podem nos ajudar a colocar nossas cidades nos trilhos… Trilhos do desenvolvimento, trilhos da cidadania, trilhos do respeito!
Todos nós deveríamos ter a possibilidade de morar perto de onde trabalhamos. Os longos deslocamentos entre trabalho-casa-trabalho não deveriam nos tirar o precioso tempo que devemos ter com nossas familias, cuidando de nossa saúde ou de nosso lazer.
Adensar a utilização das linhas de trem pode ser uma excelente política de desenvolvimento local. Basta um rápido olhar sobre países da Europa e então perceberemos que os trens podem ser chiques, elegantes e trazer muito mais segurança à população reduizindo os constantes acidentes rodoviários e a individualidade dos automóveis.
Isso ainda parece um sonho aos analisarmos os trens da CPTM, mas se sonhar é uma característica para realizarmos coisas diferentes, que o sonho da revitalização das ferrovias brasileiras e dos trens de passageiros, comece hoje!
Não basta pensarmos no Expresso Leste em Mogi. Espero vê-lo como o indutor do desenvolvimento social, econômico, urbano, turístico e cultural de toda a região do Alto Tietê.
ANA MARIA MAGNI COELHO
maio/2009
11 mai 2009

A MULHER DO TERCEIRO MILÊNIO

No Comments Ambiente de Trabalho, Carreira, Empreendedorismo Feminino, Liderança, Mercado, Relações de Trabalho

Esse foi o primeiro artigo publicado por mim em um veículo de comunicação de Mogi das Cruzes. Cidade que eu adotei e pela qual assumi um amor e carinho enormes!

 

É aqui que desejo evoluir profissionalmente e onde desejo ver os meus filhos transformarem-se em homens.
Não adianta… Nós, mulheres do terceiro milênio, viveremos sempre essa dualidade de papéis. Você se incomoda?!? Eu preciso confessar que A-D-O-R-O.
Escrever o artigo foi um imenso desafio, pois não é fácil não parecer feminista ou não dar a impressão de "levantar uma bandeira" da igualdade a qualquer preço.
 

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A MULHER DO TERCEIRO MILÊNIO

Mulher Brasileira Agrega Valor ao Universo Empreendedor e prova que competência independe do gênero.

 
O século XX foi, com certeza, o século da emergência da liderança feminina e de nossa visibilidade no cenário internacional. As centenas de processos locais, regionais e mundiais que conduziram a este resultado trouxeram à luz a necessidade de rever todas as formas de convívio humano e de organização social, com o intuito de assegurar para mulheres e homens relações de equilíbrio e harmonia e, para as organizações, formas menos autoritárias e verticais de existir. Na realidade, nenhuma organização escapa desta necessária revisão de paradigma, desde a organização familiar até as organizações multinacionais, passando pelas micro e pequenas empresas.
As mulheres vêm aumentando sua atuação em posições de liderança nas empresas e conquistando mais terreno no espaço público. Hoje, somos mais da metade do mercado de trabalho, a maioria nas Universidades, temos as melhores notas e ainda assim é baixa a proporção de mulheres em cargos de decisão nos diversos segmentos, já que ocupam apenas 1 a 2% dos cargos de direção e ganham pelo menos 30% menos que um colega masculino do mesmo nível.
Já no ambiente das micro e pequenas empresas brasileiras é muito relevante a presença das empresas criadas e lideradas por mulheres, que dessa maneira, não só constroem para si uma alternativa de inclusão ou de permanência no mercado de trabalho, mas também geram empregos e promovem inovação e riqueza, contribuindo para o desenvolvimento socio-econômico dos municípios onde se instalam e conseqüentemente de todo o país.
A participação da mulher brasileira no universo empreendedor cresce a cada dia. De acordo com pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o empreendedorismo feminino do Brasil é o sexto mais atuante do mundo, com taxa de 10,8%. Fica abaixo apenas dos índices da Venezuela (23,86%), Tailândia (19,33 %), Jamaica (15,69 %), Nova Zelândia (13,75 %) e China (11,6%). Em números absolutos, as mulheres brasileiras que lideram empreendimentos em estágio inicial (com até três anos e meio de existência) ocupam o terceiro lugar (estimado em 6,3 milhões de mulheres). Ficam atrás apenas das norte-americanas (8,9 milhões) e das chinesas (44,8 milhões).
O que isso pode significar?
Que a multiplicidade de papéis embora seja considerada uma característica do universo feminino, pode levar ao reconhecimento de um talento nas mulheres para fazer e pensar várias coisas simultaneamente. Quando bate realmente a necessidade, as mulheres vão à luta e acreditam na sua capacidade de empreender. No entanto, o acúmulo de tarefas – públicas e privadas – rotulado de "dupla jornada" é, freqüentemente, considerado causa ou origem de conflitos e desgastes.
Mas podemos pensar diferente… Quebrar este mito.
A experiência de ser empreendedora proporciona satisfação às mulheres, pois é mediadora de um forte sentimento de auto-realização, que se reflete, é claro, em nossa própria auto-estima. Por outro lado, a grande satisfação decorre do fato de que o negócio próprio é algo com que se identificam, ao qual se dedicam com paixão e que lhes possibilita criar e afirmar seus próprios valores, na medida em que há autonomia, independência e liberdade para ter iniciativa e desenvolver idéias. Complementarmente, as empreendedoras derivam sua própria satisfação da satisfação dos clientes e do reconhecimento manifestado pelo mercado.
Com um estilo próprio de liderar, guiado pela intuição, a mulher conquistou a forma de liderar valorizada pelo terceiro milênio e pela era do conhecimento. A mulher rejeita o gerenciamento autoritário em prol de uma postura que concede autoridade às pessoas, aumentando, assim, a produtividade e os lucros da empresa. Estimula a participação, divide o poder e a informação. Aprendemos a utilizar habilidades internas e externas, fazendo uma combinação harmoniosa entre a lógica e a intuição, entre a emoção e a inteligência.
Até mesmo pela vivência familiar, a liderança feminina também tem um comportamento que aglutina as pessoas. Tem disposição para ser interrompida e, em vez de avaliar esse fato como um entrave, considera-o uma oportunidade de ensinar e interagir. Tolerar ambigüidades e fazer várias coisas ao mesmo tempo nos habilita à polivalência, tão necessária e tão desejada nos dias de hoje.
E você, homem, que encontrou um tempo para ler esse artigo, não se sinta menosprezado. Basta que todos nós passemos a considerar o lado humano no gerenciamento de um negócio como uma imensa colcha de retalhos. Liderar pessoas e conduzir um time pelo caminho de sucesso envolve uma combinação de intangíveis que inclui abordagens motivacionais, gerenciamento de conflitos, habilidades de comunicação oral e escrita e formas particulares de tomada de decisão. Abrange sutilezas culturais, estratégias de negociação e técnicas de interface. Inclui o lado comportamental de planejamento e o papel especial de considerar-se gerenciando pessoas.
E pessoas são o recurso mais valioso de qualquer empresa!

 

ANA MARIA MAGNI COELHO
março/2007.
 
11 mai 2009

SEJAM BEM VINDOS!

2 Comments Conhecimento, Cotidiano, Transformação
Depois de ouvir muito de meus amigos, parentes e funcionários, hoje resolvi começar a compartilhar com vocês um pouquinho daquilo que produzo!
Acredito que nossas vidas estão repletas de boas idéias, boas surpresas e por que não, boas notícias!
As pessoas imaginam quem eu sou, apenas eu sei quem sou!
E talvez as principais palavras sobre quem sou eu sejam: aprendiz inquieta!
Sinto-me na busca constante de uma melhor postura e de um melhor conhecer a mim e ao outro, e tenho certeza que tudo o que criei até agora, e o muito daquilo que sou é fruto de algum processo de mudança da minha vida! Algumas mudanças positivas, outras negativas, mas todas com certeza parte de um processo constante de “trans-formação”.
Sinto que sempre posso apronfundar o que conheço de mim mesma, minhas práticas e postura diante dos desafios do conhecimento e “inter-agir” com meus amigos, mediadores, empresas no desejo de conseguir conectar as informações dispersas na nossa própria vida, nas nossas organizações e na nossa forma de olhar e agir frente às possibilidades que o mundo me apresenta.
Bem-vindos a um pouco mais de mim!
Uma mulher que seja cuidar de si e do mundo!

 

ANA MARIA MAGNI COELHO
Maio/2009