Viver sem autonomia acaba com a motivação e interesse pelo trabalho. Nunca subestime o poder de um ambiente agradável para melhorar a produtividade da sua empresa Reunimos oito afirmações sobre liderança que são, na verdade, mentiras. Fique atento e cuidado! Preocupação com o passado ou ansiedade com o futuro são sentimentos que não ajudam quem quer uma vida melhor. Remova o medo da sua vida e seja o que sempre sonhou! Quando o ritmo da mudança dentro da empresa é ultrapassado pelo ritmo fora dela é preciso ficar atento. Pais podem fornecer a experiência que falta aos jovens empreendedores para que eles desenvolvam a autoconfiança para empreender Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
01 jun 2009

VALE A PENA SER LEGAL

No Comments Ambiente Legal, Empreendedorismo, Legalização de Empresa, MEI - Empreendedor Individual
 

No dia 1º de julho entra em vigor a lei do micro empreendedor individual, com regras para quem tem negócios com faturamento de até R$ 36 mil por ano, como feirantes, costureiras e manicures, por exemplo.

Certamente vencemos uma etapa rumo à cidadania empresarial de muitos empreendedores.

Previsões da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho apontam a formalização de aproximadamente 320 mil empreendedores individuais do Estado de São Paulo que finalmente poderão ser incluídos nas estatísticas econômicas do nosso país e acabar com muitas preocupações que atormentam a vida de quem exerce essas atividades menores.

Essas pessoas vivem na invariável dúvida sobre sua aposentadoria, sobre uma possível licença-saúde ou no constante medo da fiscalização e angustia por não poder assumir compromissos como financiamentos.

A nova lei traz a possibilidade, de um jeito simples e barato, de acabar com essa agonia e formalizar diversas atividades. Pode ser MEI, o empreendedor individual (ou seja, sem sócio) que emprega até uma pessoa, se enquadre no Simples Nacional e desempenhe atividades nas áreas industrial, comercial e de serviços, exceto locação de mão-de-obra e com rendimento de até R$ 3 mil/mês.

A regularização dessas atividades menores reconhece a importância e valoriza o trabalhador que as exerce. Permite, ainda, identificar tarefas que de fato contribuem para o Produto Interno Bruto (PIB) e que hoje não podem ser devidamente medidas em termos da riqueza que produzem.

Se você se enquadra nesse perfil e pretende legalizar o seu empreendimento, não se esqueça que uma receita de sucesso pronta não existe, mas o estudo do cenário econômico, o planejamento prévio e o conhecimento do mercado e do seu segmento de atuação dão maior segurança àquilo que é fruto do seu sonho e na maioria das vezes de anos de economias pessoais e patrimônio familiar.

Sonhar vale à pena, mas acordar reconhecido pela contribuição que você dá ao crescimento do nosso país, criando oportunidades e gerando emprego e renda traz a confiança que, a partir do tratamento diferenciado dado aos micro e pequenos empresários, vale à pena ser legal.

 
Ana Maria Magni Coelho
Maio/2009
27 mai 2009

MARKETING CONTEMPORÂNEO

1 Comment Administração e Gestão, Comportamento do Consumidor, Comunicação, Marketing, Mercado

A preocupação constante do empresário moderno é oferecer sempre produtos e serviços com altos índices de qualidade. Então, responda rapidamente: Vender é transformar esses produtos e serviços em dinheiro? Ou vender é atender a expectativa de seus clientes?

Se você optou por transformar em dinheiro sua mercadoria, você pratica o marketing tradicional. Sempre tem que descobrir clientes e quanto mais clientes você conquistar será melhor para sua empresa. Deve sentir que no mercado contemporâneo, não se vende mais como antigamente, e é cada vez mais difícil conquistar novos clientes, certo?

É preciso acreditar, então, em uma nova forma de marketing, em que seja possível gerenciar o relacionamento com os clientes e perceber suas mudanças fazendo os ajustes necessários ao negócio. Mas para que isso aconteça, sou obrigada a parafrasear o filósofo que pronunciou: "Conheça-te a ti mesmo".

Recomendo como primeiro mandamento para uma abordagem de marketing competitiva, uma profunda reflexão sobre sua própria empresa. Não é possível mudar se você não conhece seus pontos fortes e fracos ou as ameaças e oportunidades que o mercado configura para o seu segmento. Tire uma fotografia, ampliada, em todos os ângulos, analise suas cores, sua animação e o dinamismo real.

A partir daí, planeje! Estabeleça um processo que o leve a determinar, em termos de futuro, os objetivos e metas da sua empresa. Assim como, desenvolver padrões e políticas por meio das quais os objetivos serão alcançados e os clientes serão atendidos em suas necessidades e desejos. A pura essência do marketing!

Estou certa de que alguns dos velhos modelos do marketing ainda funcionam, mas tornaram-se tão básicos que pouco ajudam uma empresa a ganhar mercado.

O que é bom para o cliente hoje, amanhã já não pode ser bom. É necessário entender as razões, os valores, as expectativas, os hábitos, o momento. É o momento que determina qual é a melhor solução para seu cliente, e em conseqüência para seu negócio.

Para tornar essa frase muito simples, faço mais uma pergunta a você: quanto vale um guarda-chuva vendido por algum ambulante em uma ensolarada manhã?

Agora, quanto vale esse mesmo guarda-chuva sendo vendido em algum final de tarde para uma mulher que acabou de sair de seu cabeleireiro e se depara com uma chuva torrencial? Com certeza, não tem preço!

Durante muito tempo, o marketing confundiu-se com a atividade dos vendedores, a distribuição física dos produtos ou a sua promoção. A estas funções juntava-se a publicidade, cujo papel era apenas de apoiar o trabalho dos vendedores.

Hoje é necessário ir além… Os consumidores têm muitas opções e estão cada vez mais exigentes, querem produtos e serviços superiores, adaptados à suas necessidades, fornecidos com extrema rapidez e com o menor preço! Impossível???

Em cartaz: a complexidade humana.

Complexidade que merece uma abordagem focada na EXPERIÊNCIA DO CLIENTE. O marketing tradicional foca o racional; o marketing da experiência considera emoções. O consumidor tem que ter uma experiência diferente com você. É importante como você vende, não só o que vende.

Com o aumento da concorrência, não basta produzir ou disponibilizar produtos ou serviços de qualidade, é preciso torná-los conhecidos. E embora muitas vezes o custo da divulgação pareça proibitivo, existem formas de criar seu próprio esquema de comunicação:

  • Posicione-se corretamente no mercado, de acordo com o seu segmento e público-alvo ao invés de tentar atender o mercado inteiro;
  • Relacione-se: visite feiras, exposições e eventos;
  • Ao falar sobre o seu negócio, seja preciso, fale sempre a verdade, forneça detalhes e tenha sempre em mãos cartões de visita, folders e demonstrativos;
  • Estabeleça uma boa relação com a imprensa. Se possível tenha um assessor de comunicação responsável pela construção do relacionamento da sua marca com a mídia. Ao divulgar jornalisticamente a si próprio e sua marca, você reforça a reputação e imagem institucional, ampliando a atração que exerce sobre os melhores talentos do mercado, aprimorando inclusive seus recursos humanos;
  • Utilize diversos canais de promoção e propaganda de maneira transparente e honesta, preservando a sua credibilidade (revistas, jornais, boletins, web-sites, sites de vídeos, comunidades de relacionamento, comunicação celular, blogs, wikis e várias outras ferramentas sociais);
  • Invista em marketing pessoal. A melhor auto-propaganda é aquela explicitada no portfólio de trabalho, nos comentários da equipe sobre seu desempenho e sobre a história de parceria que foi construída com sua empresa. Nesse sentido, a importância do marketing pessoal reside justamente na forma como você contribui para o sucesso da equipe, do cliente e do negócio como um todo.

É preciso que as pessoas entendam que fazer marketing pessoal é nobre, muito bem-vindo e é uma obrigação humana nos dias de hoje. Você tem o compromisso de dizer quem é, o que sabe fazer de melhor e disponibilizar os seus conhecimentos e habilidades para a sociedade. Se você não se mostrar, como as pessoas poderão solicitar os seus serviços?

Portanto mãos à obra!

ANA MARIA MAGNI COELHO

Abril/2009

25 mai 2009

QUAL É A SUA?!?

No Comments Comportamento, Cooperação, Economia Digital, Internet, Redes Sociais, Relações Humanas, Web

Muitas pessoas vivem se lamentando da falta de contatos, do pouco relacionamento ou do emprego em que estão. Mas não aproveitam as alternativas que o mundo conectado lhes traz…


Hoje a interconectividade proporcionada pela internet, está deixando para trás as pessoas que não se envolvem ou não compartilham seus conhecimentos através das inúmeras ferramentas da rede: blogs, wikis, perfis compartilhados, twitter…

Nessa semana, escrevi um pouquinho sobre isso aqui na região e compartilho com vocês.

A QUAL WEB VOCÊ PERTENCE?

A evolução do mundo digital é muito rápida, basta um piscar de olhos para perder uma fração do processo e ter a nítida sensação de que houve uma revolução.

Hoje, você pode perder uma excelente oportunidade de negócio ou a chance de uma nova colocação profissional se ainda não possuir um perfil disponível em sites de relacionamento ou se possuir um blog para compartilhar seu conhecimento e discutir suas percepções sobre o mundo.

Chame como quiser! Pode ser WEB 2.0: a rede social, da colaboração; WEB 3.0: a rede semântica, Web 4.0: a rede móvel, ou se você preferir, WEBFlex – aquela que você a usa como quiser!

Na verdade, vivemos a substituição da Era da Informação pela Era da Participação, feita por pessoas para pessoas. Gente como você.

Acredito que seja uma evolução natural centrada nos usuários que descobriram que o principal elemento da rede não são os criadores dos sites, mas sim os conteúdos ali relacionados e a forma de utilização dos mesmos.

E você, pequeno empresário, deve ficar atento a tudo isso. A informatização já é realidade não apenas para as grandes empresas, mas também para as pequenas. Seguir o caminho do desenvolvimento tecnológico é importante e contribui para o aumento da eficiência e produtividade.

Jean-Paul Sartre dizia que “as pessoas lêem porque um dia desejam escrever"; Sócrates pregava a união dos povos, mobilizando pessoas em prol de uma determinada região; a comunidade científica inteira busca descobrir junta a cura da AIDS…

Essa é a web que eu vivo, a web em que a sabedoria está nas multidões. E você??? Quando vai acordar para ela?

 

ANA MARIA MAGNI COELHO

23 de maio de 2009

18 mai 2009

SERIA MESMO UMA REFORMA?

No Comments Cidadania, Democracia, Sociedade e Política

Não sei quanto a vocês, mas ultimamente eu tenho evitado conversar sobre política nas minhas rodas de amigos, na faculdade ou no boteco.

Mas na última semana não consegui ficar quieta… Um político causa um acidente e mata dois jovens que no mínimo teriam muitas coisas a realizar pelo nosso País ainda, outro grita a quem quiser ouvir: "não estou nem aí para a opinião pública".

Estou enganada ou essas pessoas a quem ele não está nem aí são as mesmas que o colocam no lugar onde ele está sentado?

Enfim, no último sábado (16 de maio) esse foi o artigo publicado no DAT.

SERIA UMA REFORMA?

 

Desde que eu me conheço por gente, escuto, leio e ouço falar que o Estado Brasileiro tem inúmeros problemas… Problemas financeiros, políticos e sociais, e recentemente problemas éticos têm ganhado destaque da mesma proporção.

Deputados donos de castelos, uso de verba indenizatória para inúmeros fins, quebra de decoro parlamentar e a credibilidade de nossos representantes cada vez mais abalada em sessões permanentes de escândalos inundando o Congresso Federal.

Recentemente, o governo apresentou uma proposta para reforma do sistema eleitoral e do financiamento das campanhas. Mas será que podemos verdadeiramente acreditar na proposta? Não seria esse um meio de desviar a atenção do nosso povo da rotina de abusos nas duas Casas Federais do Legislativo ou dos reais problemas que atrapalham o dia-a-dia de empresários e da população?

Inúmeras reformas são necessárias para que possamos efetivamente democratizar o nosso país e trazer melhores condições tributárias, trabalhistas, previdenciárias…

Os defensores da atual reforma política costumam descrevê-la como “a mãe de todas as reformas”, um pré-requisito para nossa modernização institucional.

O fato é que a política brasileira vive uma grande crise de imagem, de credibilidade e de respeitabilidade junto à opinião pública e iniciar as reflexões sobre a necessidade de revisão política é uma estratégia de resgate necessária às eleições de 2010.

De nada adianta ficar "remendando uma colcha" já super remendada, precisamos de mudanças significativas ao Estado Brasileiro, senão continuaremos tendo os mesmos problemas de sempre.

 

Ana Maria Magni Coelho
Maio/2009
13 mai 2009

CONHECIMENTO: UMA QUESTÃO DE COMPETITIVIDADE

3 Comments Aprendizagem, Clima Organizacional, Conhecimento, Gestão, Gestão do Conhecimento, Inteligência Competetitiva, Liderança, Relações Humanas

Esse foi um artigo publicado por mim em dezembro de 2008… Período de férias!

Período de dedicação integral à minha grande paixão profissional: GESTÃO DO CONHECIMENTO.

Um desafio, um novo modelo, uma quebra de paradigmas que construímos em nossas mentes sobre gestão…

Tenho prazer em compartilhar com vocês!

Conhecimento: Uma questão de competitividade

 

O conhecimento, nestas últimas décadas, tornou-se o capital principal, o centro de custo e o recurso crucial da economia, e segundo Peter Drucker, famoso e tradicional teórico da Ciência da Administração, “o único recurso marcado pela escassez”. Se isso é mesmo verdade, não podemos deixar de considerá-lo como um importante fator competitivo para as empresas. Seu potencial de transformação e mudança exige que estejamos prontos a novos posicionamentos e novos modelos.

Afinal este é o cenário: a economia aparentemente abalada, grandes organizações dominando o mercado, empresas demitindo colaboradores, novas empresas sendo formalizadas, muitas terras novas a serem desbravadas e caminhos inadequados repletos de conceitos que precisam ser mudados. E, para nossa esperança maior: o conhecimento como solução de excelência no meio de toda a crise!

Precisamos aprimorar nossas competências de gestão e entender a necessidade do uso intensivo do conhecimento nas organizações, não somente pela complexidade dos atuais modelos econômicos e sociais, mas principalmente por uma necessidade de competitividade.

Precisamos ensinar os nossos funcionários a pedir ajuda, a explicar melhor sobre o que necessitam, a compartilhar problemas, a identificar e localizar peritos em conhecimentos específicos, a detalhar o tipo de ajuda que precisam, a solicitar sugestões, a compartilhar com os outros o que aprendeu – mesmo que seja a partir de erros, a se apresentar sempre à disposição para aprender e ensinar algo, a valorizar os que sabem e os que pedem ajuda. E se você é colaborador de alguma empresa ou está à procura de uma nova colocação no mercado de trabalho, assuma essa postura.

É de senso comum o significado das palavras gestão e conhecimento, mas sempre que se junta as duas, no sentindo de uma disciplina, de um departamento nas organizações ou de um conjunto de ações, as pessoas não sabem do que se trata.

Talvez a principal dificuldade esteja relacionada a aparente incompatibilidade das duas palavras. Gestão sempre foi uma atividade humana baseada no domínio sobre algo tangível ou que de alguma forma pudesse ter uma representação baseada na valorização de algo que pode ser medido, como lucro, produtividade ou custos. Como gerir aquilo que não tem limites? O que é tão intangível: o conhecimento!

O desenvolvimento da Gestão do Conhecimento precisa ter em seu foco central o próprio desenvolvimento do ser humano, não somente no ambiente em que este é útil como um trabalhador da Era do Conhecimento, mas em sua dimensão total, como parte e beneficiário do processo.

Goethe afirmava não existir nada mais triste do que a ignorância em ação. Embora importante, a pró-atividade desacompanhada de conhecimentos quase sempre depõem contra a organização. Isso porque só a atitude não basta. O que as organizações precisam não são apenas pessoas com habilidades e competências. Elas precisam de pessoas que se desenvolvam através da educação para o trabalho.

Enfim, não há dicotomia: a gestão do conhecimento é o que há de mais humano na gestão.

 
Ana Maria Magni Coelho
Dezembro/2008