Viver sem autonomia acaba com a motivação e interesse pelo trabalho. Nunca subestime o poder de um ambiente agradável para melhorar a produtividade da sua empresa Reunimos oito afirmações sobre liderança que são, na verdade, mentiras. Fique atento e cuidado! Preocupação com o passado ou ansiedade com o futuro são sentimentos que não ajudam quem quer uma vida melhor. Remova o medo da sua vida e seja o que sempre sonhou! Quando o ritmo da mudança dentro da empresa é ultrapassado pelo ritmo fora dela é preciso ficar atento. Pais podem fornecer a experiência que falta aos jovens empreendedores para que eles desenvolvam a autoconfiança para empreender Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
22 mai 2017

COMO VENDER MAIS NA CRISE

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Em tempos de crise, é preciso repensar as estratégias de vendas para não deixar sua empresa parar. Confira dicas práticas para não deixar de vender mesmo com a economia fraca.

Queda da atividade econômica, inflação elevada, aumento do desemprego, crédito restrito e endividamento recorde. Cada indicador divulgado recentemente traz uma nova notícia desanimadora. Pior para os pequenos empresários. São eles que costumam ser mais sensíveis à retração da economia. Mas não adianta lamentar, o cenário é desafiador para os empreendedores e vai se dar bem aquele que for criativo e souber cortar custos do negócio.

As vendas do comércio varejista, apenas em abril, caíram 3,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foi o maior recuo desde agosto de 2003, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo período, as micro e pequenas empresas do Estado registraram queda de 13,6% no faturamento real, de acordo com o Sebrae-SP.

Por isso, na avaliação do professor da Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP), Clemens Nunes, 2015 e 2016 serão anos desafiadores. “Teremos possivelmente uma recuperação muito tímida, não suficiente para uma retomada sustentável do crescimento”, diz.

Isso significa que o empresário vai precisar se debruçar sobre os custos e as despesas. “A ideia é conseguir manter um nível de rentabilidade operacional capaz de levar o negócio a passar incólume por esse período. Se eu e meus concorrentes estivermos na piscina, eu quero ser o mais alto quando a água subir”, afirma Nunes.

Austeridade e criatividade são as duas palavras-chave em momentos de crise, segundo o consultor do Sebrae-SP, Gustavo Carrer. A recomendação é repensar cada real gasto com muito planejamento e buscar eficiência. Com as despesas controladas e pouca verba para investir, o jeito é recorrer a ações diferentes para vender mais. Um exemplo citado pelo consultor é usar o WhatsApp para divulgação do cardápio do dia no restaurante aos profissionais que trabalham na região.

Outra alternativa é dividir custos e buscar parcerias. Foi o que fez o dono da loja de artigos para decoração Formosinha, Marcos Guanha, com o franqueado do Café do Feirante, Cleder Domingues Lopes. A dupla de empresários de Marília pautou sua ação na observação dos consumidores. Segundo eles, os maridos que acompanham as mulheres nas compras costumam ficar irritados com a “tranqüilidade” com que elas realizam suas aquisições.

Por isso, o acompanhante da cliente ganha um “vale-café” para passar o tempo na cafeteria. “É um pequeno gesto que gera satisfação”, diz o proprietário da Formosinha. Ganha a loja de decoração com a consumidora livre para comprar e a cafeteria também lucra com o consumo adicional. “Mesmo que o cliente só consuma o café, ele conhece o local e acaba voltando depois”, conta Cleder Lopes.

Guanha passou, ainda, a oferecer água aromatizada com frutas. “Isso ajudou a cativar o cliente. Tenho um custo de R$ 7 a R$ 10 por semana e uma repercussão que vale a pena.” Guanha conta que começou a pensar em alternativas para baratear a operação no segundo semestre de 2014 “Começou a surgir um pessimismo muito grande na economia e não queria seguir esse caminho”, diz o empresário..

A recomendação do professor de administração da ESPM, Jose Amato Balian, para superar as dificuldades sem grandes investimentos, é fazer o básico bem feito: entregar o produto no prazo e com a qualidade prometida para o consumidor. E o empreendedor deve dar atenção especial para a área comercial do próprio negócio – é preciso avaliar com lupa o desempenho do negócio, o preço cobrado, as embalagens usadas, controlar o nível do estoque e, também, dar atenção especial ao treinamento dos vendedores.

Uma dica é rever o sistema de remuneração: produtos vendidos com mais facilidade podem ter margens menores e os mais difíceis, margens maiores. “É uma situação muito difícil, mas não tem milagre, e, sim, muito trabalho”, analisou.

números:

  • 1,45% é a retração prevista para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, segundo o Boletim Focus, do Banco Central. Para 2016, a mediana das projeções é de um crescimento de 0,7%.
  • 8,47% foi a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em maio, acumulada em 12 meses. Foi o maior índice desde 2003 e a principal pressão veio dos alimentos.
  • 46,3% é o total da renda das famílias que estava comprometida com dívidas em abril – maior índice desde janeiro de 2005. O rendimento médio do trabalhador caiu 2,9% em abril ante abril de 2014.

É hora de olhar custos e as despesas: Empreendedor vai precisar de criatividade e relacionamento para fazer parcerias para, assim, aumentar as vendas sem grandes investimentos no negócio

Finanças: Nas crises, a preocupação com a área financeira é maior. É quando as ineficiências ficam mais evidentes e o empresário precisa cortar custos.

Básico: A empresa, pelo menos, tem que fazer o básico bem feito. Entregar o produto no prazo e na qualidade prometida é fundamental.

Vendas: É hora de rever a distribuição dos revendedores, avaliar desempenho, margens, preços, se os estoques são compatíveis e investir em treinamento.

Criatividade: É preciso ter criatividade para pensar em ações baratas para atrair mais clientes e aumentar as vendas. Vale fazer parcerias para dividir custos.

Negociação: Pode ser uma oportunidade para negociar novos pontos ou compras com fornecedores em melhores condições.

Por Gisele Tamamar
Fonte: Estadão PME

16 mai 2017

TEMPO DE CONSTRUIR

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Nenhum projeto é viável se não se começa a construí-lo desde já: o futuro será o que começamos a fazer dele no presente. 

Construir o futuro é uma coisa meio maluca e a passagem recente do meu aniversário me fez pensar nessa questão de uma forma mais estruturada, como num guia para planejar nossa “jornada do futuro”. Foi então que lembrei do modelo de aprendizado contínuo desenvolvido por Peter Senge.

Precisamos aprender a sair da nossa realidade, deixar velhos hábitos de lado e rever conceitos e métodos para criarmos algo realmente inovador. Afinal, nem tudo o que deu certo no passado está dando certo hoje, certo? E da mesma forma, nem tudo o que já deu errado nunca dará certo no futuro… A vida é assim… 

Quem trabalha em áreas como música, fotografia ou informática sabe do que estou falando e o quanto o mercado muda dinamicamente. O medo de não acompanhá-lo é um dos grandes motivos para nos repensarmos, mas o melhor incentivo é querer estar melhor a cada dia. Querer causar novos “UAU’s”, pois se você não quiser, alguém vai querer e vai fazer.

Então, para construir seu futuro faça uma boa análise do presente. O que incomoda você hoje e que você poderia e gostaria muito de mudar? Quais oportunidades você vê que poderia aproveitar e não faz? Adicione ao seu presente as coisas boas que você imagina que pode conseguir. Desafie-se!

Walt Disney dizia que se você é capaz de sonhar, você é capaz de realizar. O “imageneering”, traduzido, fica algo como engenharia da imaginação; foi o que ele usou para construir o império que tanto sucesso faz até hoje. Passe a perguntar, a tudo e a todos, "POR QUE NÃO?" ao invés de “por que?”. Encoraje seus amigos, sua família, sua equipe a lhe dar ideias. Nem todas poderão ser aproveitadas, mas todas virão do fundo do coração de alguém em quem você confia e merecem atenção.

No início, talvez você enfrente um pouco de medo para pensar diferente ou para reconhecer a necessidade de mudar. O medo é inerente ao ser humano, mas não deixe que ele imobilize ou enfraqueça você. O importante é transformar esse medo em oportunidade, em ação. Comece a trabalhar já. Peça ajuda, pergunte opiniões, ouça sugestões e lembre-se de colocar em prática o que achar válido. Só experimentando você terá a real noção do que vale a pena fazer ou não nos próximos anos da sua vida.

Obstine-se por si mesmo!

Quando escolher o melhor caminho a seguir, planeje os recursos necessários para fazer com tudo aconteça e alcance o resultado esperado. Esta é a aplicação do conceito caórdico de Dee Hock, o inventor do sistema Visa, que nos traz a compreensão de que todas as coisas, até mesmo a vida, são uma combinação homogênea de caos e ordem. Tudo aplicado na hora certa.

Se construir o futuro num mundo tão incerto não é fácil, adquira um pensamento otimista para que toda premonição paradoxal seja superada por um desejo incontestável de viver dias ainda melhores. Deixe que seus sonhos virem realidade, um após o outro. Dificuldades irão aparecer, mas somos capazes de superá-las com muita luta, persistência e criatividade. No seu próximo aniversário, você mesmo irá agradecer.

17 mai 2016

5 DESAFIOS DO EMPREENDEDOR

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Cinco desafios parecem pouco, mas se aprender a lidar com eles, já estará na frente da concorrência. Fica ligado! 

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Para atingir o sucesso, um empreendedor precisa superar inúmeras barreiras e dificuldades que aparecem em seu caminho. Com a atual instabilidade do cenário econômico, os desafios do dia a dia podem ser ainda maiores.

Diante disso, conheça algumas recomendações de Alessandro Saade, professor de Empreendedorismo e Novos Negócios da Business School São Paulo (BSP) para orientar você a superar os desafios mais comuns em 5 diferentes áreas:

1- gESTÃO DE PROCESSOS.

Em momentos de instabilidade financeira é comum que o líder tenha que tomar decisões difíceis, como demissões. Portanto, ele precisa ter a habilidade para adotar medidas como essas e saber comunicá-las. Saade entende que este é o período ideal para buscar mais eficiência nos processos. Para isso, a empresa pode tentar aumentar a produtividade, prestar atenção no estoque de produtos, buscar fornecedores com preços mais em conta e eliminar etapas do processo, por exemplo.

2- fINANÇAS.

O empreendedor deve saber lidar com questões como a redução do faturamento devido à diminuição do volume de vendas e atraso no referimento. É comum que os clientes atrasem o pagamento devido à mudança no ritmo do mercado. Para superar dificuldades como essa, o líder pode tentar ser mais cuidadoso com as finanças dele, controlar melhor os números e ter disposição para negociar as dívidas com os fornecedores e clientes que desejam descontos ou alongar o pagamento.

3- mARKETING E VENDAS.

Para superar o desafio da competição acirrada, a empresa pode optar pelo uso de ferramentas gratuitas disponíveis no mercado. Ferramentas digitais como Facebook, Instagram e Pinterest ajudam a divulgar o trabalho e consolidar a marca. Ademais, pode ser interessante investir em campanhas digitais, programas de fidelidade e marketing de conteúdo. Reflita sobre os caminhos pelos quais a empresa pode oferecer benefícios diferenciados para o cliente.

4 – lIDERANÇA E PESSOAS.

É importante que seja mantido um clima agradável na empresa. Para isso, o líder precisa ser transparente com os funcionários e colaboradores sobre a atual situação da companhia. Experimente engajá-los para que eles ajudem a trazer possíveis soluções, como sugerir dicas para reduzir custos, por exemplo. O pequeno esforço de cada um deles ajuda a aumentar a rentabilidade da empresa. Além disso, engajar a equipe traz motivação aos integrantes.

5- INOVAÇÃO.

É um desafio para o empreendedor promover inovações tanto no dia a dia da empresa como em longo prazo. Para isso, tente buscar novos públicos e consumidores. Outra possibilidade é procurar novos formatos de entrega do produto ou serviço. O delivery ou a inclusão de consultorias técnicas, por exemplo, podem ser boas opções.

Segundo Saade, aplicar os métodos e recomendações propostos pode permitir compensar a diminuição das vendas. 'Dessa forma, aumentarão as chances de gerar um avanço da rentabilidade da empresa', concluiu ele.

22 abr 2016

ESTIMULE O PENSAMENTO INOVADOR

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Incentivar a capacidade criativa pode contribuir para o desenvolvimento da sua empresa. Veja 5 dias de como fazer isso no seu dia-a-dia

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Implantar inovações a partir da criatividade dos integrantes da equipe e de seus colaboradores pode contribuir notoriamente para o sucesso no ambiente corporativo.

Nos dias atuais, permitir que os funcionários proponham novas ideias e estratégias é importante para o desenvolvimento de uma companhia. Para isso, a capacidade de inovar precisa ser estimulada frequentemente pelo líder. Ideias criativas podem ser utilizadas em diversas áreas, por exemplo, em um projeto de redução de custos ou na simplificação de processos burocráticos.

Pensando nisso, conheça 5 estratégias que podem ser aplicadas para estimular a capacidade criativa em uma empresa:

1- incentivar o compartilhamento de ideias.

Durante as reuniões, tente abrir espaço e dar oportunidades para que os funcionários compartilhem ideias e exponham a opinião deles, combinando diferentes pontos de vista. Quanto mais aberta for a conversa, maiores serão as chances de inovar a empresa.

2- estar disposto a ouvir seus funcionários.

É primordial saber ouvir diferentes opiniões e incentivar a equipe a enxergar certos assuntos com outras perspectivas. Se os funcionários estão sempre concordando entre si, isso pode não ser um bom sinal: um time que nunca pensa de forma diferente e tem medo de expor novas ideias pode dificultar a sua modernização.

3- promover debates entre os integrantes da equipe.

É importante estimular frequentemente o debate de ideias, sempre de uma forma justa e respeitosa. Essas discussões são positivas e contribuem para o desenvolvimento da companhia.

4- não julgar ideias antes de testá-las.

Antes de supor um possível resultado de uma sugestão proposta por um funcionário, é interessante testá-la primeiro. Isso pode servir como uma prova de confiança na equipe, incentivando-a a manter o pensamento inovador sempre ativo.

5- considerar a opinião dos consumidores.

O ponto de vista dos clientes também é importante, já que eles podem dar sugestões construtivas e propor mudanças benéficas para os produtos ou serviços oferecidos. O sucesso de uma empresa depende muito da satisfação dos consumidores.

Aplicar os métodos descritos e fazer com que o processo de inovação e criatividade seja incorporado à rotina da empresa pode ser um bom começo para estimular o pensamento inovador. Afinal, quanto maior a colaboração dos envolvidos, maior a probabilidade de desenvolvimento da companhia.

20 abr 2016

PRA QUEM AMA CAFEZINHO

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O que um hábito aparentemente simples e tão brasileiro pode ensinar sobre empreender?

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Hábito de milhares de brasileiros, o cafezinho saiu de condição de bebida simples a assumiu ares de requinte, com diferentes máquinas, extrações e lugares para ser degustado. Quiosques estão abertos estrategicamente em shopping centers vendendo centenas deles todos os dias. Mas, por trás do (aparentemente) simples ato de vender uma xícara da bebida existem diversas lições úteis que qualquer empreendedor pode levar para seu negócio.

1 – Alta demanda, alta margem.

Não tenho números reais, mas é bastante provável que mais de metade das pessoas que vão a esses quiosques peçam por uma xícara de café. Com tão alta demanda, é natural que o preço seja elevado. Cobrado entre R$ 3,50 e R$ 5,00 – um valor nominalmente baixo – o cafezinho na verdade tem uma margem bastante alta.

Pensemos: que custos diretos estão envolvidos em sua produção (pensando que o processo produtivo é tão simplesmente o manejo de uma máquina de expresso)? Água, café em grão, açúcar, energia elétrica, impostos. Esses são os custos variáveis. Se não há venda, não há custo. Adicionemos os custos fixos: salários, aluguel da máquina, aluguel do espaço. Com tudo isso, a proposta de valor para o cafezinho é algo como “por R$ 3,50 (a R$ 5,00) você é servido de um cafezinho (uma bebida feita à base de água e grãos de café)”. Convenhamos, o valor é bastante elevado. Com tamanha demanda, nada mais lógico.

2 – baixa demanda, baixa margem.

Uma vez que petiscos não são a maior pedida do público, não é possível aplicar a mesma margem de um cafezinho a uma empadinha, por exemplo. Por algo ao redor de R$ 5,00 é possível comer, portanto, um produto cuja composição de custos é infinitamente mais complexa que a do café. Pensemos: água, farinha, sal, açúcar, frango, azeitonas, energia elétrica, salários, taxas sanitárias, impostos, etc, etc. O mesmo raciocínio vale para os docinhos. Ao final, note: o preço é apenas ligeiramente mais alto que o da xícara de café.

3- PRODUTOS COMPLEMENTARES E VENDA CRUZADA.

Com um café servido e uma vitrine repleta de salgadinhos e doces, os quiosques incitam o consumidor a combinar a bebida com algum petisco. Alguns fazem um trabalho ainda melhor, e ativamente estimulam o consumidor a “acompanhar o café com um salgado ou um doce”. Ou seja, o consumidor chega ao balcão para tomar um simples cafezinho, mas acaba recebendo uma oferta cruzada (ou seja, adicionada ao pedido original) de outro produto que combina com o primeiro.

4 – ANCORAGEM DE PREÇOS.

Se o consumidor atentar aos valores, ele ainda pode sair com a percepção de que o salgado ou o doce foram baratos. Pensemos: se uma xícara de café vale até R$ 5,00, o que dizer de uma empadinha que custa os mesmos R$ 5? Parece barato demais, não é?

conclusão.

Produtos de maior demanda têm margens mais altas e servem como oportunidade para venda de produtos adicionais.

Em uma análise meramente financeira, pareceria um contrassenso ter um produto à base de água e grãos precificado ao mesmo nível que um produto tão mais complexo como uma empadinha ou um quindim (alguns quiosques chegam a ter salgados e doces até mais baratos que uma xícara de espresso).

Como uma visão mais atenta, entretanto, aquilo que parece contraditório revela uma bela estratégia de marketing.

Max Guimer S. Toledo tem MBA em Marketing pela USP, pós graduado pela FGV e graduado em Economia pelo Mackenzie.