Archive for Saúde

05 fev 2015

VOCÊ PODE FAZER O QUE?

No Comments Ações Sociais, Desenvolvimento Sustentável, Escolhas, Protagonismo, Qualidade de Vida, Responsabilidade Social Empresarial, Saúde

Eu acredito do poder da ação e das pessoas unidas em torno de uma causa. E você? 

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Cada vez mais, a população tem acompanhado a situação hídrica no País. O que antes era um problema que afetava somente uma parcela dos brasileiros, hoje atinge grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro. E, neste cenário, precisamos descobrir uma nova forma de nos relacionamos com um dos nossos bens mais preciosos.

Para levar o debate sobre a importância da economia de água para os jovens, a Unilever reuniu o empreendedor social Renê Silva (que é um querido e amigo do Lounge Empreendedor) e a cantora Preta Gil em um bate-papo no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro. O encontro, realizado em dezembro do ano passado, discutiu como medidas simples podem fazer a diferença para garantir o acesso de todos à água de qualidade.

 “O resultado esta capturado em um vídeo que retrata o papel de cada um para garantir o acesso à água de qualidade, além de trazer dicas que podem ser adotadas por todos. Sabemos que mudanças simples de comportamento, quando adotadas em massa, podem gerar grandes economias, e é nosso papel trazer esse tema à tona em um momento delicado como este que o país está vivendo”, comenta Diego Colicchio, diretor de Marketing de Home Care e Marca Corporativa da Unilever.

 A ação faz parte do Projeto Sunlight, criado pela Unilever em 2013, e que tem como objetivo motivar milhões de pessoas a viverem de modo mais sustentável, inspirando-as a construírem uma sociedade melhor para as gerações futuras. Já em seu primeiro ano, o Projeto Sunlight transformou a vida de dois milhões de crianças nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Índia e Indonésia e inspirou mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo a adotarem comportamentos mais conscientes.

“Somos uma empresa pioneira em trazer a sustentabilidade para o centro do modelo de negócios. Acreditamos que ser sustentável não permeia apenas temas ambientais, mas refere-se a uma visão holística para as questões sociais que podem ser transformadas positivamente através das iniciativas que estamos promovendo, como o Projeto Sunlight.”, finaliza o executivo.

Talvez nem todos nós tenhamos o potencial da Unilever para levar adiante projetos como o Sunlight http://projetosunlight.com.br/, mas tenho certeza que tem boas ideias de como melhorar a vida das pessoas. Que tal contar um pouco pra gente?

Você pode também se engajar com o próprio Sunlight: http://bit.ly/1rzkz1J

Olha só o papo do Renê e da Preta…

 

24 jan 2015

DIAMANTES SÃO ETERNOS

No Comments Comportamento, Cotidiano, Escolhas, Família, Qualidade de Vida, Saúde, Valores, Viva Positivamente

O que Fernanda Gentil, apresentadora da Globo, e o famoso 007, Pierce Brosnan podem nos ensinar em comum?

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Tirando as medidas econômicas do governo, as vítimas do Charlie Hebdo e o BBB, dois assuntos povoam as conversas virtuais nos últimos dias: o fato de Pierce Brosnan , o 007, não ter largado sua mulher depois que ela engordou e as criticas ao corpo da Fernanda Gentil  na praia feitas pelo portal R7 e depois, justificadas por ela mesmo como uma gravidez de 2 meses.

É meio óbvio que ambos os temas "jornalísticos" têm em comum o machismo e a perpetuação da busca por um ideal de beleza sacrificante e não quero ficar aqui chovendo no molhado.  Entretanto, somados à história recente de uma canadense, mãe de cinco filhos, que foi repudiada na praia pelas “nojentas e desagradáveis” estrias e pela quantidade de homens bem-sucedidos de 50 e 60 anos que abandonam suas companheiras, decidi realmente colocar a boca no trombone (esse é nome da nossa coluna, certo?) e provocar algumas reflexões.

Afinal, quantas meninas e mulheres você conhece lindas, gostosas, legais, charmosas, sexy, interessantes e de regime? Quantas que estão "dentro do padrão" julgam as "gordinhas" com os olhares incentivando-nos com dietas, detoxes, exercícios e sei lá mais o quê? Por que vivemos nos preocupando com a saúde de um gordinho, mas não com a daqueles que de tão magros flertam com a anorexia? Qual seria o meu papel na perpetuação desse padrão ao viver de regime sendo que meu IMC é considerado normal, meus exames estão todos em dia e eu me sinto cada vez mais bonita?

Pois, então, falemos sobre “James Bond” e sua esposa! O que tem de exemplo em continuar casado com a pessoa que você ama? Com a mãe dos seus filhos? Quão distorcida é a sociedade que enaltece um homem que está ao lado de quem ama e de quem lhe faz sorrir, mas que se assusta com o fato desta pessoa não se encaixar no que a sociedade considera adequado?

Tem algo muito errado! Cuidar de si mesmo por uma questão de saúde, de bem-estar e de autoestima é positivo, mas deixar de lado valores e formação profissional para permanecermos na Terra do Nunca como as sereias de 20 e poucos anos é ilusório.

Não sermos capazes de realmente aceitar nosso eu, apesar dos aparentes problemas, é a forma mais comum da geração de conflitos psicológicos. Afinal, há uma infinidade de pessoas que defendem a liberação das amarras da balança enquanto se entopem de barrinha de cereal, certo?

Com essa atitude, a mudança fica muito difícil. Talvez a melhor resposta para a sociedade seja a que nos foi dada por Tanis Jex-Blake, a canadense hostilizada na praia, “Sinto muito se minha barriga não é plana e firme e esteja coberta de estrias. Mas não lamento que o meu corpo tenha abrigado, protegido e alimentado cinco seres humanos fabulosos, saudáveis, inteligentes e maravilhosos”. Pois é, caro leitor, nessa vida vale mesmo a vida que a gente leva!

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01 dez 2013

O GENE DA FELICIDADE

No Comments Coaching, Comportamento, Cotidiano, Empreendedorismo, Equilíbrio, Motivação, Qualidade de Vida, Relações Humanas, Saúde

Pode parecer piada, mas a sua saúde pode ser proporcional aos seus objetivos de vida

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Nossos genes podem ter um senso moral mais elevado que nossas mentes, de acordo com estudos feitos sobre os efeitos genéticos da felicidade.

Eles podem, ao que parece, nos brindar com a atividade do gene saudável quando estamos altruístas e, castigar-nos, levando as doses a níveis microscópicos quando colocamos nossas próprias necessidades em primeiro lugar.

Para chegar a essa conclusão um pouco inquietante, pesquisadores da University of North Carolina e University of California, em Los Angeles, selecionaram 80 voluntários saudáveis para preencherem um teste online, que perguntou o motivo deles estarem satisfeitos em suas vidas.

Em seguida, os pesquisadores tiraram um pouco de sangue e analisaram as células brancas do sangue.

Os cientistas, há muito tempo, supunham que o humor afetava a saúde. Mas os mecanismos celulares subjacentes eram obscuros até que eles começaram a procurar perfis de expressão genética dentro das células brancas do sangue.

A expressão genética é o processo pelo qual os genes complexos dirigem a proteína. Estas proteínas das células brancas do sangue controlam a maior parta da resposta imunitária do corpo.

Os estudiosos descobriram que as diferentes formas de felicidade foram associadas com diferentes perfis de expressão genética.

O segredo para a felicidade e vida saudável pode estar na genética.

Especificamente, os voluntários cuja felicidade, de acordo com os questionários, foram particularmente hedonistas, para usar o termo científico, tinham perfis surpreendentes, com níveis relativamente altos de marcadores biológicos conhecidos por promover o aumento da inflamação por todo o corpo.

Eles também tinham níveis relativamente baixos de outros marcadores que aumentam a produção de anticorpos, para melhor combater infecções.

Os voluntários, cuja felicidade era mais propícia, com base em um sentido de propósito mais elevado de altruísmo – uma pequena minoria do grupo – teve perfil que apresentou os maiores níveis de expressão genética da produção de anticorpos e menores níveis de expressão pró-inflamatória.

O que está descoberta indica, diz Steven W. Cole, professor de medicina na UCLA e escritor, é que nossos genes podem fazer toda a diferença entre um propósito de vida e uma vida rasa, mesmo quando nossa mente consciente não pode.

É claro que os genes não podem realmente perceber ou julgar nosso comportamento, então a mudança do gene é muito provavelmente impulsionada por uma estratégia evolutiva de trabalhar para o bem comum.

A nível individual, essa constatação pode chocar alguns alguns com a intimidação, especialmente para as pessoas que o bem material realmente os faça felizes.

O altruismo pode ser o segredo da saúde e longevidade.

Mas como Cole aponta, diferentes tipos de felicidade podem coexistir, cada voluntário no estudo de elementos exibidos tanto no hedonismo e bem-estar. Alguns simplesmente tinham mais de um elemento do que o outro.

E, acrescenta ainda que o objetivo é um conceito elástico, não necessariamente exigindo a renúncia, mas apenas que você tenha um objetivo maior na vida do que sua gratificação imediata.

Ser um pai, participando nas artes criativas, ou mesmo fazendo um exercício para que você possa viver para ver os seus netos, pode aumentar seus níveis de saúde.

Pode até ser que isso permita que seus genes respondam mais favoravelmente a forma como você está conduzindo a sua vida.

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Este artigo foi adaptado do original, “Looking to Genes for the Secret to Happiness”, do Well e escrito por André Bartholomeu Fernandes

07 ago 2013

DICA DE LEITURA: ESTILO IPANEMA

Comentários desativados em DICA DE LEITURA: ESTILO IPANEMA Ambiente de Trabalho, Comportamento, Comportamento Empreendedor, Empreendedorismo, Equilíbrio, Gestão de Pessoas, Liderança, Qualidade de Vida, Saúde, Viva Positivamente

“É comum ouvirmos a máxima: ‘é preferível viver menos com prazer, do que viver mais e infeliz’. Acontece que é possível (…) viver mais e bem, com vigor físico e alegria, sem doenças nem infelicidade.”

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A frase que abre nossa conversa de hoje é do Dr. Carlos Scherr, Doutor em Cardiologia e membro da American College of Cardiology e serviu de inspiração para que uma turma de blogueiros ligados em qualidade de vida pudessem interagir e conversar durante o dia de ontem no espaço IK Ideias em São Paulo.

Já há alguns anos o Lounge Empreendedor é parceiro do projeto Viva Positivamente da Coca-Cola. No portal você encontra conteúdo de diversos autores, sempre com uma pegada relacionada a sustentabilidade, vida saudável, atitudes otimistas, ações e pensamentos por um mundo melhor.

E é claro que essa realidade se reflete na vida empreendedora; afinal, quem abre uma pequena empresa contribui para o desenvolvimento de sua comunidade e para a melhoria das condições de vida dos indivíduos sobretudo quando preserva conceitos de uma prática economicamente eficaz, socialmente equitativa e ecologicamente sustentável. 

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Mas, voltemos ao tema de nossa conversa: viver bem. Quantos empreendedores você conhece que deixam de lado sua própria saúde, alimentação e qualidade de vida para se dedicar apenas ao negócio? Eu poderia listar alguns… 

E se você é um deles, eu garanto: não adianta nada você se desgastar numa reunião com fornecedores, conseguir os melhores preços para uma boa compra ou resolver a “pior” reclamação de um cliente se, ao chegar em casa, você mal consegue respirar. Deixe para acelerar – apenas – os processos da sua empresa, mas coloque um freio em sua vida.  

Infeliz ou felizmente, não existe uma fórmula pronta para encontrar esse equilíbrio – cada um tem uma história de vida tão especial, tão única que, embora muitos empreendedores se pareçam em relação aos “sintomas”, dificilmente vão encontrar soluções iguais para seus problemas.

Mas você pode começar se fazendo algumas perguntas: quando foi mesmo que você fez seu último check-up? Como você cuida da sua alimentação? E quando encontra um momento para realizar alguma atividade física?

lounge-empreendedor-estilo-ipanema-livroOntem, graças ao projeto Viva Positivamente, comecei a refletir sobre todas essas questões em uma conversa com o Dr. Carlos Scherr, autor do livro “Estilo Ipanema”. Manter-se saudável, minimizando o risco de problemas do coração ou doenças como diabetes, não precisa ser sinônimo de sacrifício. A correta reeducação não pode ter um caráter de prisão, afinal, já temos uma vida tão cheia de regras que não podemos correr o risco de alinhar prevenção com punição. O caminho certo virá do equilíbrio!

Mesmo com a enxurrada de informações sobre os prejuízos que a má alimentação e a falta de atividade física fazem à saúde, um levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que quase metade da população brasileira (48,1%) está acima do peso e 15% dos brasileiros estão obesos. Ainda de acordo com o levantamento, os homens são os campeões em excesso de peso. Mais da metade deles (52,1%) estão com sobrepeso. Já entre as mulheres, a taxa é de 44,3%.

A grande preocupação é que o Brasil tem registrado, anualmente, um aumento de quase 1% na proporção de pessoas com sobrepeso. Só para se ter uma ideia, há cinco anos os índices eram, 42,7% para excesso de peso e 11,4% para obesidade. Caso o País mantenha essa tendência, em 13 anos, chegaremos em de obesidade similares aos registrados nos Estados Unidos.

A causa desses números?!? Sedentarismo combinado a padrões alimentares inadequados. Ou seja: não adianta colocar a culpa na Coca-Cola, no sódio ou no açúcar. Somos nós que precisamos mudar!

Por isso, decidi compartilhar com vocês a minha própria experiência. Há 2 meses, decidi retomar a atividade física. Como muitas mulheres, eu tinha a tendência de cuidar de tudo e de todos e, desde que saí do meu emprego no SEBRAE e assumi uma atividade autônoma como empreendedora, vi minhas funções e ações aumentarem. Quando percebi estava deixando o principal de lado: cuidar de mim. Na verdade, parece que a gente esquece que a eternidade não mora aqui e vamos levando deixando a vida nos levar numa pegada bem acelerada, diga-se de passagem.

Ao chegar a academia, me dei conta de que não fazia um exame preventivo desde 2011. Sabem por quê? Porque o tempo voa e escolhi prioridades que deixaram a minha saúde de lado durante os últimos anos. Posso apostar que – agora – muitos leitores devem estar fazendo as contas sobre a última vez que foram ao médico, sobre a mensalidade da academia que está paga, mas sem frequência ou sobre as metas de emagrecimento que prometeram a Yemanjá na virada do ano, mas que estão longe de serem atingidas.

Pois é… Gastamos tempo com reuniões, viagens, negociações e esquecemos que nosso corpo é uma máquina que precisa de cuidados e manutenção. Caso a gente adoeça por falta de cuidado, nosso empreendimento poderá adoecer também. E aí, não adianta chorar. 

lounge-empreendedor-estilo-ipanema-palestraFaça com você mesmo aquilo que espera que aconteça na sua empresa. Antecipe-se aos problemas. Não espere para solucioná-los com remédios. Permita-se encontrar o equilíbrio.

Para que a vida saudável não fique reduzida a um grande NÃO, crie um estilo de vida novo. Encontre a sua “Ipanema” e como afirma o Dr. Carlos Scherr, escolha alguns “hábitos que você possa incorporar na vida de forma fácil e definitiva, não como uma punição ou uma dieta”.

Se você quer saber mais sobre a proposta do Dr. Carlos Scherr, assista a sua entrevista ao Jô Soares no portal G1 ou veja o vídeo de sua entrevista à TV Net Rio.

30 jun 2013

AMOR À VIDA

Comentários desativados em AMOR À VIDA Ações Sociais, Comportamento, Educação, Família, Pedagogia, Qualidade de Vida, Saúde, Solidariedade

Uma personagem de novela e uma lei que estabelece aos autistas os mesmos direitos de pessoas com outras deficiências trouxe uma nova discussão à pauta de jornais e revistas.

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O autismo adulto está sendo mostrado em horário nobre. Ainda que caricato e abordando apenas a questão do autismo severo, a ideia merece reconhecimento. Imagino que não seja fácil para qualquer ator mostrar todos os sinais do autismo em um só personagem. Cada pessoa possui sua própria personalidade, individualidade e com o autismo não é diferente. Cada autista é único, e por isso considero a situação bem retratada até o momento. Tanto pela atriz Bruna Linzmeyer quanto pela família.

Normalmente em um diagnóstico de autismo, toda a família fica comprometida e tem sua dinâmica alterada.  Pode parecer que um diagnóstico de autismo em pessoas que levam uma vida “normal” – com estudos, trabalho e relacionamentos afetivos – não faz muita diferença, mas relatos de quem passou pela experiência contrariam essa ideia.

Mesmo as pessoas que estão na parte menos comprometida do espectro – sem deficiência intelectual e que não tiveram atraso na aquisição da linguagem – costumam ficar mais isoladas e são mais sensíveis a barulhos, luzes e até ao toque. Muitas são classificadas como antissociais, tímidas, ingênuas, metódicas e até “frescas”, mas na verdade podem nem saber que tem autismo.

Sim! É possível que adultos tenham autismo e não saibam. Quando o diagnóstico acontece, a primeira reação é a descrença, pois ainda se associa o autismo a pessoas que não falam e não interagem ou a gênios esquisitões, personagens comuns no cinema. Por isso, a imagem caricata embora sensibilize ainda deixa espaço para uma real interpretação da situação dos autistas e suas famílias.

Em 27/12/2012 foi sancionada uma lei chamada Lei Berenice Piana (Lei 12.764) que trata dos direitos das pessoas com transtorno do espectro autista. Aliás, sempre que tomo ciência de uma lei que garanta direitos humanos seja qual for a condição humana, me questiono sobre a necessidade de convenções para coisas que me pareçam tão básicas. Mas, situação pior é aquela que mesmo com as leis deixam de lado o direito estabelecido.

Hoje não se pode negar as pessoas com autismo o direito à prioridade no atendimento conferido às pessoas com deficiência; o direito à adequação dos ambientes de acordo com suas necessidades seja na área da saúde, da educação ou do trabalho; o direito de não ser discriminado em razão de sua deficiência; o direito a concorrer a vagas referentes a cotas na área privada ou pública; o direito de estacionar em local destinado às pessoas com deficiência, entre outros tantos direitos.

Não gosto de discutir a inclusão como algo filosófico, mas será que mesmo no horário nobre esses direitos deixarão de ser respeitados? O amor à vida vai além da uma hora diária na principal emissora da TV; o amor à vida está no dia-a-dia das nossas empresas, dos nossos bairros e das nossas cidades.

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