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11 ago 2017

MAIORES EMPRESAS DO VAREJO BRASILEIRO

No Comments Dados sobre Empreendedorismo, Economia, Empreendedorismo, Evento, Mercado, Negócios

Com a presença de mais de 600 pessoas, nova edição do ranking SBVC mostra varejo que faz acontecer

Estivemos ontem na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi São Paulo para o evento de lançamento da terceira edição do ranking “As 300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro”da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Um delicioso encontro que celebrou a força do setor, capaz de continuar em crescimento mesmo diante do desaquecimento da economia brasileira em 2015 e 2016.

Segundo Eduardo Terra, presidente da SBVC,  “o Ranking é um retrato profundo e detalhado do que é o varejo brasileiro, com números inéditos. Trata-se de um estudo denso e apaixonante”.

A edição 2017 é fruto de uma coleta de dados ainda mais completa, com análises profundas sobre o comportamento das 300 maiores redes de varejo do Brasil durante o período da maior crise recente do nosso país.  

O que levou esse grupo de empresas a  crescer? Um dos aspectos mais importantes, segundo o estudo, é a busca por produtividade. O varejo entendeu que era preciso otimizar seus recursos para lidar com o cenário recessivo  e  mudar processos e estruturas encontrando espaço para melhoria  em cada ponto de venda.

“Embora se fale muito em fechamento de lojas, esse grupo de 300 empresas teve um aumento de 3% no número de PDVs, aumentou suas vendas em 8% e teve ganho de produtividade”, comenta Alberto Serrentino, vice-presidente da SBVC.

Alguns outros pontos interessantes do ranking apontam:

  • a evolução dos Conselhos de Administração, atualmente 65 das 300 maiores já contam com uma estrutura consultiva;
  • a necessidade de uma transformação digital que contemple as oportunidades que virão nos próximos anos,  das 300 empresas, somente 119 vendem online, sendo que apenas 18 das 144 supermercadistas listadas contam com e-commerce; 
  • o desenvolvimento de uma estrutura sólida de governança corporativa. Afinal, sem esse cuidado não há como discutir abertura de mercado, criação de fundos de investimentos e o amadurecimento do setor.

O guia está estruturado em capítulos bem definidos que falam sobre conceitos e definições do setor no Brasil, em números e numa retrospectiva histórica, conta com a opinião de especialistas, faz um recorte por segmentos  e aborda  temas como geração de emprego, faturamento , abertura de lojas, franquias e apontamentos sobre os desafios futuros. Ou seja, um presente para quem assim como eu é um apaixonado pelo setor.

Por mais que o Brasil pareça viver numa gangorra econômica entre denúncias e crises políticas sem fim, o varejo continua contratando, abrindo lojas, ampliando suas vendas e contribuindo para o desenvolvimento brasileiro.

Se você quer saber mais, o Ranking já está disponível para download no site da SBVC. Clique aqui para baixar seu exemplar!

29 mai 2017

EMPREENDER DEPOIS DOS 50

No Comments Abertura de Empresa, Carreira, Economia, Empreendedorismo, Empregabilidade, Mercado, Modelo de Negócio, Relações de Trabalho

Cresce o número de empreendedores acima de 50 anos em franquias

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A idade não é um fator determinante de sucesso para o empreendedor, principalmente para aqueles que têm a garra e vontade de fazer acontecer, ou seja, o brilho nos olhos, a paixão pelo novo negócio.

Um dado interessante tem sido o crescente número de profissionais com mais de 50 anos de idade que, depois de terem trabalhado a vida toda como funcionários de uma empresa, decidem empreender por conta própria no ramo de franquias.

Ao administrar uma unidade franqueada, eles usam a experiência que adquiriram em anos de trabalho e, ao mesmo tempo, não precisam assumir os riscos de iniciar um negócio do zero – uma vez que já contam com um modelo testado e com o apoio da franqueadora na gestão da empresa.

Os franqueadores, por sua vez, sempre gostaram de ver em suas redes pessoas com esse perfil. Afinal, nada melhor do que ter à frente de uma franquia alguém com vivência, capacidade e conhecimento para tomar decisões e liderar equipes.

Ter "quilômetros rodados" é sinal de experiência, e isso sempre foi algo que os franqueadores buscaram no candidato a franqueado. E eles vêm buscando cada vez mais esse perfil, já que os profissionais com mais de 50 anos estão mais motivados e ativos do que nunca.

Durante as décadas de 1980 e 1990, era comum que profissionais mais experientes adquirissem uma franquia depois de se aposentar ou, em alguns casos, depois de serem demitidos das empresas e não encontrarem outras oportunidades de trabalho.

Hoje, as razões que levam essas pessoas a empreender no mercado de franquias são outras. Profissionais que têm mais de 50 anos hoje estão cheios de gás e ainda com fôlego para trabalhar por muitos e muitos anos.

Além disso, o mercado de franquias tem cada vez mais o que chamamos de multifranqueados, ou seja, franqueados que possuem mais de uma unidade. E essa é uma possibilidade de poder crescer junto com a marca, sem se limitar a ter apenas uma loja.

Se antes a franquia era um plano B para carreira, hoje ela é uma forma de realização pessoal. Esses profissionais mais experientes enxergam que, ao alcançar a maturidade, eles finalmente ganham a chance de aplicar toda sua experiência e as economias acumuladas para, enfim, realizar seu grande sonho de empreender. E chegam às franquias com a energia de garotos – o que é bom para todo sistema de franchising. 

——— 

Filomena Garcia: Sócia-diretora da Franchise Stor. É especialista em marketing e atua nas áreas de negócios, varejo e franchising. Co-autora dos livros "Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios" e "Marketing para Franquias"

Fonte
UOL Economia

22 mai 2017

COMO VENDER MAIS NA CRISE

No Comments Administração e Gestão, Economia, Empreendedorismo, Marketing, Mercado, Negócios, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Vendas

Em tempos de crise, é preciso repensar as estratégias de vendas para não deixar sua empresa parar. Confira dicas práticas para não deixar de vender mesmo com a economia fraca.

Queda da atividade econômica, inflação elevada, aumento do desemprego, crédito restrito e endividamento recorde. Cada indicador divulgado recentemente traz uma nova notícia desanimadora. Pior para os pequenos empresários. São eles que costumam ser mais sensíveis à retração da economia. Mas não adianta lamentar, o cenário é desafiador para os empreendedores e vai se dar bem aquele que for criativo e souber cortar custos do negócio.

As vendas do comércio varejista, apenas em abril, caíram 3,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foi o maior recuo desde agosto de 2003, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo período, as micro e pequenas empresas do Estado registraram queda de 13,6% no faturamento real, de acordo com o Sebrae-SP.

Por isso, na avaliação do professor da Escola de Economia de São Paulo (FGV/EESP), Clemens Nunes, 2015 e 2016 serão anos desafiadores. “Teremos possivelmente uma recuperação muito tímida, não suficiente para uma retomada sustentável do crescimento”, diz.

Isso significa que o empresário vai precisar se debruçar sobre os custos e as despesas. “A ideia é conseguir manter um nível de rentabilidade operacional capaz de levar o negócio a passar incólume por esse período. Se eu e meus concorrentes estivermos na piscina, eu quero ser o mais alto quando a água subir”, afirma Nunes.

Austeridade e criatividade são as duas palavras-chave em momentos de crise, segundo o consultor do Sebrae-SP, Gustavo Carrer. A recomendação é repensar cada real gasto com muito planejamento e buscar eficiência. Com as despesas controladas e pouca verba para investir, o jeito é recorrer a ações diferentes para vender mais. Um exemplo citado pelo consultor é usar o WhatsApp para divulgação do cardápio do dia no restaurante aos profissionais que trabalham na região.

Outra alternativa é dividir custos e buscar parcerias. Foi o que fez o dono da loja de artigos para decoração Formosinha, Marcos Guanha, com o franqueado do Café do Feirante, Cleder Domingues Lopes. A dupla de empresários de Marília pautou sua ação na observação dos consumidores. Segundo eles, os maridos que acompanham as mulheres nas compras costumam ficar irritados com a “tranqüilidade” com que elas realizam suas aquisições.

Por isso, o acompanhante da cliente ganha um “vale-café” para passar o tempo na cafeteria. “É um pequeno gesto que gera satisfação”, diz o proprietário da Formosinha. Ganha a loja de decoração com a consumidora livre para comprar e a cafeteria também lucra com o consumo adicional. “Mesmo que o cliente só consuma o café, ele conhece o local e acaba voltando depois”, conta Cleder Lopes.

Guanha passou, ainda, a oferecer água aromatizada com frutas. “Isso ajudou a cativar o cliente. Tenho um custo de R$ 7 a R$ 10 por semana e uma repercussão que vale a pena.” Guanha conta que começou a pensar em alternativas para baratear a operação no segundo semestre de 2014 “Começou a surgir um pessimismo muito grande na economia e não queria seguir esse caminho”, diz o empresário..

A recomendação do professor de administração da ESPM, Jose Amato Balian, para superar as dificuldades sem grandes investimentos, é fazer o básico bem feito: entregar o produto no prazo e com a qualidade prometida para o consumidor. E o empreendedor deve dar atenção especial para a área comercial do próprio negócio – é preciso avaliar com lupa o desempenho do negócio, o preço cobrado, as embalagens usadas, controlar o nível do estoque e, também, dar atenção especial ao treinamento dos vendedores.

Uma dica é rever o sistema de remuneração: produtos vendidos com mais facilidade podem ter margens menores e os mais difíceis, margens maiores. “É uma situação muito difícil, mas não tem milagre, e, sim, muito trabalho”, analisou.

números:

  • 1,45% é a retração prevista para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, segundo o Boletim Focus, do Banco Central. Para 2016, a mediana das projeções é de um crescimento de 0,7%.
  • 8,47% foi a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em maio, acumulada em 12 meses. Foi o maior índice desde 2003 e a principal pressão veio dos alimentos.
  • 46,3% é o total da renda das famílias que estava comprometida com dívidas em abril – maior índice desde janeiro de 2005. O rendimento médio do trabalhador caiu 2,9% em abril ante abril de 2014.

É hora de olhar custos e as despesas: Empreendedor vai precisar de criatividade e relacionamento para fazer parcerias para, assim, aumentar as vendas sem grandes investimentos no negócio

Finanças: Nas crises, a preocupação com a área financeira é maior. É quando as ineficiências ficam mais evidentes e o empresário precisa cortar custos.

Básico: A empresa, pelo menos, tem que fazer o básico bem feito. Entregar o produto no prazo e na qualidade prometida é fundamental.

Vendas: É hora de rever a distribuição dos revendedores, avaliar desempenho, margens, preços, se os estoques são compatíveis e investir em treinamento.

Criatividade: É preciso ter criatividade para pensar em ações baratas para atrair mais clientes e aumentar as vendas. Vale fazer parcerias para dividir custos.

Negociação: Pode ser uma oportunidade para negociar novos pontos ou compras com fornecedores em melhores condições.

Por Gisele Tamamar
Fonte: Estadão PME

17 mai 2016

5 DESAFIOS DO EMPREENDEDOR

No Comments Administração e Gestão, Comportamento Empreendedor, Empreendedorismo, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo

Cinco desafios parecem pouco, mas se aprender a lidar com eles, já estará na frente da concorrência. Fica ligado! 

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Para atingir o sucesso, um empreendedor precisa superar inúmeras barreiras e dificuldades que aparecem em seu caminho. Com a atual instabilidade do cenário econômico, os desafios do dia a dia podem ser ainda maiores.

Diante disso, conheça algumas recomendações de Alessandro Saade, professor de Empreendedorismo e Novos Negócios da Business School São Paulo (BSP) para orientar você a superar os desafios mais comuns em 5 diferentes áreas:

1- gESTÃO DE PROCESSOS.

Em momentos de instabilidade financeira é comum que o líder tenha que tomar decisões difíceis, como demissões. Portanto, ele precisa ter a habilidade para adotar medidas como essas e saber comunicá-las. Saade entende que este é o período ideal para buscar mais eficiência nos processos. Para isso, a empresa pode tentar aumentar a produtividade, prestar atenção no estoque de produtos, buscar fornecedores com preços mais em conta e eliminar etapas do processo, por exemplo.

2- fINANÇAS.

O empreendedor deve saber lidar com questões como a redução do faturamento devido à diminuição do volume de vendas e atraso no referimento. É comum que os clientes atrasem o pagamento devido à mudança no ritmo do mercado. Para superar dificuldades como essa, o líder pode tentar ser mais cuidadoso com as finanças dele, controlar melhor os números e ter disposição para negociar as dívidas com os fornecedores e clientes que desejam descontos ou alongar o pagamento.

3- mARKETING E VENDAS.

Para superar o desafio da competição acirrada, a empresa pode optar pelo uso de ferramentas gratuitas disponíveis no mercado. Ferramentas digitais como Facebook, Instagram e Pinterest ajudam a divulgar o trabalho e consolidar a marca. Ademais, pode ser interessante investir em campanhas digitais, programas de fidelidade e marketing de conteúdo. Reflita sobre os caminhos pelos quais a empresa pode oferecer benefícios diferenciados para o cliente.

4 – lIDERANÇA E PESSOAS.

É importante que seja mantido um clima agradável na empresa. Para isso, o líder precisa ser transparente com os funcionários e colaboradores sobre a atual situação da companhia. Experimente engajá-los para que eles ajudem a trazer possíveis soluções, como sugerir dicas para reduzir custos, por exemplo. O pequeno esforço de cada um deles ajuda a aumentar a rentabilidade da empresa. Além disso, engajar a equipe traz motivação aos integrantes.

5- INOVAÇÃO.

É um desafio para o empreendedor promover inovações tanto no dia a dia da empresa como em longo prazo. Para isso, tente buscar novos públicos e consumidores. Outra possibilidade é procurar novos formatos de entrega do produto ou serviço. O delivery ou a inclusão de consultorias técnicas, por exemplo, podem ser boas opções.

Segundo Saade, aplicar os métodos e recomendações propostos pode permitir compensar a diminuição das vendas. 'Dessa forma, aumentarão as chances de gerar um avanço da rentabilidade da empresa', concluiu ele.

22 abr 2016

ESTIMULE O PENSAMENTO INOVADOR

No Comments Administração e Gestão, Comportamento, Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Inovação, Mercado

Incentivar a capacidade criativa pode contribuir para o desenvolvimento da sua empresa. Veja 5 dias de como fazer isso no seu dia-a-dia

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Implantar inovações a partir da criatividade dos integrantes da equipe e de seus colaboradores pode contribuir notoriamente para o sucesso no ambiente corporativo.

Nos dias atuais, permitir que os funcionários proponham novas ideias e estratégias é importante para o desenvolvimento de uma companhia. Para isso, a capacidade de inovar precisa ser estimulada frequentemente pelo líder. Ideias criativas podem ser utilizadas em diversas áreas, por exemplo, em um projeto de redução de custos ou na simplificação de processos burocráticos.

Pensando nisso, conheça 5 estratégias que podem ser aplicadas para estimular a capacidade criativa em uma empresa:

1- incentivar o compartilhamento de ideias.

Durante as reuniões, tente abrir espaço e dar oportunidades para que os funcionários compartilhem ideias e exponham a opinião deles, combinando diferentes pontos de vista. Quanto mais aberta for a conversa, maiores serão as chances de inovar a empresa.

2- estar disposto a ouvir seus funcionários.

É primordial saber ouvir diferentes opiniões e incentivar a equipe a enxergar certos assuntos com outras perspectivas. Se os funcionários estão sempre concordando entre si, isso pode não ser um bom sinal: um time que nunca pensa de forma diferente e tem medo de expor novas ideias pode dificultar a sua modernização.

3- promover debates entre os integrantes da equipe.

É importante estimular frequentemente o debate de ideias, sempre de uma forma justa e respeitosa. Essas discussões são positivas e contribuem para o desenvolvimento da companhia.

4- não julgar ideias antes de testá-las.

Antes de supor um possível resultado de uma sugestão proposta por um funcionário, é interessante testá-la primeiro. Isso pode servir como uma prova de confiança na equipe, incentivando-a a manter o pensamento inovador sempre ativo.

5- considerar a opinião dos consumidores.

O ponto de vista dos clientes também é importante, já que eles podem dar sugestões construtivas e propor mudanças benéficas para os produtos ou serviços oferecidos. O sucesso de uma empresa depende muito da satisfação dos consumidores.

Aplicar os métodos descritos e fazer com que o processo de inovação e criatividade seja incorporado à rotina da empresa pode ser um bom começo para estimular o pensamento inovador. Afinal, quanto maior a colaboração dos envolvidos, maior a probabilidade de desenvolvimento da companhia.

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