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02 abr 2014

COMUNICAÇÃO E AS PEQUENAS EMPRESAS

No Comments Administração e Gestão, Comunicação, Dados sobre Empreendedorismo, Empreendedorismo, Publicidade

Estudo do Sebrae-SP revela que TV aberta é o veículo preferido pelo empreendedor na busca por informações para a gestão do negócio.

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Agências de publicidade e anunciantes têm fortes motivos para olhar com mais atenção para os donos de micro e pequenas empresas (MPEs). Pesquisa realizada pelo Sebrae-SP chamada “Veículos de Comunicação: onde os empreendedores buscam informação?” mostra que esses empresários formam um expressivo segmento consumidor de conteúdo e, paralelamente, de produtos e serviços que pode ser muito bem aproveitado desde que feito um trabalho com o direcionamento correto.

Segundo o estudo inédito, quando os donos de MPEs buscam informação para a gestão de seu negócio, a televisão aberta aparece como principal fonte para 27% deles. A crescente popularização e mobilidade da internet coloca o veículo ao lado do jornal, ambos com 20% da preferência. Em seguida, aparecem a revista (15%), rádio FM (6%), rádio AM (4%) e TV por assinatura (3%).

Quanto à frequência, o levantamento apontou que os empreendedores consultam os veículos todos os dias. No caso do jornal, o caderno que recebe maior atenção é o de economia, com 62% da preferência. Em segundo lugar (18%), eles leem os classificados, depois política (12%) e o noticiário internacional (10%). Aos domingos, a leitura dos jornais aumenta.

No que se refere à TV, as emissoras abertas têm mais público durante a semana e os canais pagos, no fim de semana. As rádios, tanto AM como FM, conquistam audiência maior de segunda à sexta-feira. 

Entre os empreendedores leitores de revista, 32% são assinantes e 27% compram regularmente com o objetivo de se informar sobre a gestão do negócio.

Na internet, cujo acesso aumenta durante a semana, 75% navegam no Facebook, 71% no YouTube e 21% no Twitter atentos a assuntos relacionados à administração de suas empresas.

O estudo reforça a relevância das MPEs dentro da economia e deixa claro que são um mercado ainda subavaliado. Hoje, as MPEs são 99% do total de empresas existentes no País, respondem por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) e 52% dos empregos formais do Brasil, quadro não traduzido em esforços publicitários.

Agências e anunciantes podem encontrar nos donos de micro e pequenas empresas um enorme campo para trabalhar. Campanhas bem feitas voltadas para esse segmento têm grande chance de adesão e é uma oportunidade que ainda não foi devidamente explorada.

Interesses pessoais

Em relação à audiência com interesses pessoais, sem relação direta com trabalho, a pesquisa constata que 58% dos entrevistados assistem à TV aberta, 46% acessam a internet, 44% optam pelo rádio FM, 35% se dedicam à leitura de jornais, porcentual que se repete com as revistas,14% optam pelo rádio AM e, por fim, 13% têm TV por assinatura. 

"Mesmo quando analisamos os dados de uso pessoal, vemos que há um grande potencial a ser aproveitado, porque apesar de o empresário não buscar conteúdo para seu negócio naquele momento, não significa que a mensagem transmitida não será captada", afirma o gerente de Inteligência de Mercado do Sebrae-SP, Eduardo Pugnali. 

Segundo ele, o empreendedor é bem específico quanto à informação. "Quando o dono de uma micro ou pequena empresa abre o jornal, por exemplo, ele quer informação que sirva para o seu negócio, não está interessado no aspecto macroeconômico", explica o gerente do Sebrae-SP. "Faltam anunciantes e agências falarem para esse público."

Na pesquisa, foram entrevistados 3.960 pessoas no Estado de São Paulo, sendo 3.167 com CNPJ e 793 sem CNPJ. Desse total, 45% são do comércio, 34% de serviços, 17% da indústria e 4% de agronegócios. Em relação ao perfil, 73% têm ensino médio ou mais, 54% têm entre 31 e 50 anos, 62% são homens e 63% pertencem à classe B. Esses empreendedores faturam de R$ 60 mil, caso dos Microempreendedores Individuais (MEIs), a R$ 3,6 milhões anuais.

Se você ficou curioso e quer saber mais sobre a pesquisa do SEBRAE-SP, acesse o site: sebr.ae/sp/veiculosdecomunicacao

26 nov 2013

SUA EMPRESA NAS REDES SOCIAIS

No Comments Administração e Gestão, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Publicidade, Redes Sociais, Web

Pretende divulgar sua empresa através das redes sociais? Veja algumas atitudes que podem prejudicar sua imagem e resultados 

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Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma. 

 

Fonte: Exame.com

13 jun 2013

3 RAZÕES PARA ANUNCIAR NO GOOGLE ADWORDS

Comentários desativados em 3 RAZÕES PARA ANUNCIAR NO GOOGLE ADWORDS Comportamento do Consumidor, E-Commerce, Economia Digital, Empreendedorismo, Inovação, Internet, Marketing, Mercado, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Novos Mercados, Publicidade, Redes Sociais, Startup, Tecnologia, Web

O investimento em links patrocinados forma uma bela parceria com o trabalho de produção de conteúdo e SEO

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Sempre que pensamos em marketing digital, falamos sobre a importância da produção de conteúdo próprio – educativo e relevante – como forma de atração de visitantes e geração de leads.

No entanto, os resultados deste trabalho aliados às técnicas de otimização para ferramentas de busca (SEO) não aparecem imediatamente. A tarefa de tornar-se uma empresa referência nos temas de seu mercado e receber recomendações até chegar ao topo dos resultados de busca orgânica é um processo que costuma levar pelo menos alguns meses.

Uma boa forma de alavancar esse processo em pouco tempo é investir em mídia online – como os Links Patrocinados da plataforma do Google, o Google AdWords.

Veja 3 boas vantagens de investir neste canal:

Conquistar resultados em curto prazo

A primeira grande vantagem de investir no AdWords é o retorno em curto prazo. Como toda a ideia dos Links Patrocinados é poder mostrar o seu site na primeira página do resultado de busca no Google, suas visitas e Leads gerados podem aumentar muito da noite para o dia.

Além disso, o Google é uma forma muito efetiva de comprar mídia online, pois o anúncio encontra as pessoas no exato momento em que procuram por aquilo, trazendo visitantes qualificados e em um estágio mais avançado do funil de vendas.

Muitas vezes esse investimento para ter resultados de curto prazo é essencial por dar fôlego para realizar da maneira certa e sem atropelamento outras atividades de longo prazo como blog, mídias sociais e SEO.

Descobrir palavras-chave importantes para o negócio

Utilizando o Google AdWords também é possível testar a taxa de conversão das palavras-chave relevantes para o seu negócio e identificar quais trazem o maior número de Leads ou vendas. No decorrer do processo é comum descobrir que nem sempre as palavras com maior volume de buscas são as que trazem mais oportunidades de negócio.

Essa análise permite identificar por quais palavras-chave vale a pena brigarem (SEO) e assim garantir que os esforços em produzir e otimizar conteúdo para estar bem posicionado no Google possam ir para palavras que realmente convertem.

Otimizar o fluxo de conversão

Para ter resultados que façam a diferença – ou seja, atrair novas oportunidades de negócio – em geral funciona muito melhor direcionar os links nos anúncios para Landing Pages (páginas de conversão) específicas, aumentando a chance com que os visitantes impactados pela ação sejam convertidos em Leads. Isso é mais difícil de acontecer se, ao clicar no anúncio, o usuário for direcionado a uma página qualquer do site da empresa, como por exemplo a Home.

Se você tem uma verba para experimentação e uma boa ferramenta para construção de Landing Pages e testes A/B, é viável criar volume para avaliar o impacto de cada variação, seja na oferta, nos títulos, nos benefícios e até nos formatos da página.

O próprio fluxo de conversão pode ser melhorado. Avalie se para uma determinada palavra-chave funciona melhor levar o usuário para a página do produto, para uma Landing Page de um conteúdo rico ou para um bom post sobre o assunto. Em geral, só temos como confirmar isso através de testes e o investimento em Links Patrocinados ajuda a acelerar essa experimentação.

lounge-empreendedor-razões-para-anunciar-no-google-adwordsPara finalizar, é importante dizer que sabendo escolher bem as palavras-chave pelas quais brigar (evitando termos muito concorridos e que não convertem) investir no Google AdWords é mais barato do que se imagina. Basta definir um valor máximo de Custo por Lead (CPL) que planeja pagar e avaliar a campanha após alguns dias, cortando as palavras que estão com CPL elevado e aumentando o orçamento das que estão convertendo a um bom CPL.

Para saber mais sobre como usar o Google Adwords, participe de um webinar gratuito sobre o tema aqui.

Eric Santos (@ericnsantos) é co-fundador e CEO da Resultados Digitais, empresa criadora do RD Station, plataforma de Marketing Digital para médias e pequenas empresas. 

31 mai 2013

BEM VINDO A ERA DOS 4 Cs

1 Comment Administração e Gestão, Empreendedorismo, Estratégia, Inteligência Competetitiva, Liderança, Marketing, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Promoção de Vendas, Publicidade

Um dos debates de marketing prediletos da atualidade é: será que o Marketing tradicional morreu? Será?!?

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Antigamente, quando se falava em planejamento de Marketing imediatamente o mundo todo associava a questão aos velhos 4Ps, que estão aí desde os anos 50 e soam até meio enferrujados hoje em dia… Será?!

Antes de responder essa pergunta, vamos relembrar/conhecer o que são os 4Ps:

  • Produto: como é o produto a ser vendido ? Quais seus benefícios e diferenciais e para quem?
  • Preço: qual a política de preços?
  • Promoção: o que você fará para esse produto chegar ao conhecimento do público alvo, ou seja, como ele será promovido?
  • Praça: como esse produto será entregue ao consumidor, como ele será distribuído?

E sobre os 4C’s, você já ouviu falar?

Ele é um bom combustível para o debate atual sobre o marketing!

Os 4Cs introduzem as possibilidades que estão agora ao alcance de todos (inclusive das pequenas empresas) através do mundo digital. Eles são:

  • Conteúdo: O tema quente do momento é Marketing de Conteúdo. De forma clara o objetiva, isso significa que fornecer conteúdo que chame a atenção e ajude o seu cliente, aumenta a sua relevância nos meios de busca, atraindo público qualificado para a sua fanpage ou site/blog e, consequentemente, para sua oferta.
  • Contexto: Conteúdo relevante deve ser entregue no contexto correto. Economia pode ser um conteúdo de interesse de seu público, porém entrega-lo em um contexto de lazer pode não ser a melhor ideia….
  • Conexão: Como você se conecta ao seu público alvo? Se for através das mídias sociais, lembre-se que o canal é de mão dupla. Responder e dar atenção é tão importante quanto publicar conteúdo. Uma lição bem aprendida sobre conexão por mídias sociais é que não se deve tentar limitar ou estratificar a comunicação. O cliente pode usar sua publicação promocional e responder com uma reclamação sobre o seu atendimento. Isso é normal e deve ser resolvido prontamente, e publicamente.
  • Comunidade: Uma comunidade se forma quando você, além de conteúdo, possui uma causa que une um conjunto de pessoas em torno de uma ideia. Alguns gurus do Marketing Digital, como Seth Godin, chamam isso de Tribos. Liderar uma tribo é uma das formas mais eficazes de Marketing hoje em dia, pois mantém ao seu redor multiplicadores de sua ideias, também chamados de “advogados de marca”.

Embora os 4Cs sejam muito empolgantes, qualquer plano de Marketing que não contemple os 4Ps é incompleto e é visto com receio por empresários e investidores, e não é à toa.

Eu entendo os 4Cs complementando a visão dos 4Ps e não os substituindo. Na verdade, são assuntos profundamente interligados, onde não adianta pensar em uma coisa sem a outra. Os 4Cs têm tudo a ver com a sua estratégia de divulgação, mas se no fim do dia você não possui um bom produto, com uma política de preços diferenciada e que realmente entregue o valor prometido, de nada adianta termos um super conjunto de 4Cs funcionando. (e aqui fica um adendo desta blogueira folgada e ousada, que coloca um P a mais nessa conversa: que é o P das Pessoas. Se você não recrutar, valorizar e reter bons talentos para a sua equipe será dificil conquistar o sucesso que você espera… Mas isso é papo para outras conversas! Só não esqueça esse P a mais…)

Então se você ainda não formalizou a estratégia de mercado de seu empreendimento, não perca nem mais um minuto: mãos à obra!

  • Defina por escrito os 4Ps. Isso irá lhe ajudará a refletir e a entender melhor os fundamentos da sua empresa e da sua oferta.
  • Enquanto você pensa o terceiro P, de “Promoção”, dedique-se de corpo e alma aos 4Cs. Se você possui ou dirige uma pequena empresa, suas chances de sucesso estão diretamente ligadas à sua capacidade de atingir um grande público qualificado sem um investimento milionário, e aqui entram os 4Cs. Eles possuem a essência do que é necessário para fazer um grande barulho com relativamente pouca verba, e estão no coração de qualquer ação de Marketing Digital.

Para crescer, dê boas vindas e abrace com força os 4Cs!

Marcelo Lombardo é empreendedor desde os 19 anos, é fundador da NewAge Software S/A, inventor da plataforma CoreBuilder e arquiteto dos softwares NewAge ERP e Omie.

24 mai 2013

10 PRINCIPAIS ERROS DO MARKETING DE CONTEÚDO

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Conteúdo é tudo no marketing digital, mas alguns erros são muito frequentes. Confira os principais.

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Falar que “conteúdo é rei” no marketing digital já virou clichê, mas não deixa de ser verdadeiro. Não há nada mais poderoso para uma empresa atrair, converter e reter clientes. Não à toa que um dos meus primeiros textos de Eric Santos no Portal Endeavor foi sobre como ter um blog para gerar resultados.

No seu convívio diário, ele aprendeu com muitas empresas que já compraram essa ideia, mas que acabam implementando errado a estratégia digital e se frustram por não conseguir os resultados prometidos.

Trago para o Lounge Empreendedor os 10 principais erros que são cometidos com frequência quando se fala em marketing de conteúdo. Se sua empresa faz um ou mais desses, ainda dá tempo de corrigir!

  1. Não ter uma persona clara. Ter uma ideia muito clara do público-alvo e suas características é o ponto de partida básico. Há empresas que levam isso tão a sério que chegam a criar bonecos representando os seus clientes.
  2. Ter todo o conteúdo somente sobre a própria empresa. Não adianta ter blog ou newsletter se tudo o que é publicado são fotos da última festa, anúncios de contratação ou aquisição de novo cliente. Esse tipo de conteúdo não pode passar de 10% do total.
  3. Não ensinar. Esse seria o antídoto para o problema acima. Pense sempre em ensinar ao visitante algo sobre o tema do seu negócio, algo que ajude-o a resolver seus problemas reais. 
  4. Escrever “bonito”. Muitos se empolgam com o papel de autor e tentam transformar seus textos em obras poéticas, cheio de metáforas e com linguajar rebuscado. Conteúdos eficientes são o oposto disso: curtos, objetivos e com recomendações práticas.  
  5. Ser técnico demais. O objetivo de um blog não é impressionar os experts da sua área com textos que mais parecem artigos científicos. É preciso mastigar seu conhecimento e transformá-lo em conceitos simples de se assimilar.
  6. Ser raso demais. Esse é o caso oposto. O conteúdo é tão raso que não transmite autoridade e não agrega nada. Geralmente, é um problema quando se terceiriza a produção para outras empresas ou estagiários inexperientes.
  7. Não ter consistência. Assim como uma revista ou jornal, o conteúdo de uma empresa precisa ter consistência de formato e principalmente periodicidade, que é onde as empresas mais escorregam. Também é preciso ter paciência pois os resultados não vêm da noite para o dia.
  8. Não ter conteúdo para os diferentes estágios de compra. Conteúdo educativo é fundamental, mas também é importante dar informações para prospects que estão mais avançados no funil. (Veja exemplos aqui)
  9. Não escrever para o Google. Fazer conteúdo sem uma boa pesquisa de palavras-chave é dar tiro no escuro. Isso serve como um termômetro da demanda real e da competição por diferentes assuntos. Além disso, é importante usar técnicas básicas de SEO para garantir que as páginas sejam devidamente indexadas.
  10. Não promover de forma inteligente. Ter ótimo conteúdo não é garantia para que o mesmo seja visto por muitos. É preciso promovê-lo nos canais próprios da empresa (e-mail, redes sociais, etc.) e alavancá-lo através de outras pessoas e veículos que já falam com a sua audiência. Essa é a parte mais old-school do marketing digital: são relacionamentos reais que garantem exposição virtual.

Eric Santos (@ericnsantos) é co-fundador e CEO da Resultados Digitais, empresa criadora do RD Station, plataforma de Marketing Digital para médias e pequenas empresas. 

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