Archive for Mídias Sociais

31 mar 2015

OFERTA OU CONTEÚDO

No Comments Administração e Gestão, Comunicação, Economia Digital, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo

Encontrar o equilíbrio entre a oferta e o conteúdo é um dos principais desafios dos novos empreendedores. Veja algumas dicas para se sair bem nas suas escolhas.

 

lounge-empreendedor-oferta-ou-conteudo

A cadência da comunicação e a qualidade do conteúdo que você divulga rapidamente determinam a qualidade da experiência de seu cliente. Como comerciantes, nos esforçamos para estar afinados nessa travessia visando produzir os resultados esperados. Como você pode garantir que suas mensagens de marketing são eficazes sem que tenha de enfiar ofertas por tempo limitado goela abaixo das gargantas às vezes abertas de seus clientes? Neste mais novo paradigma, onde o conteúdo é o rei, será que é possível gerar resultados com respostas diretas enquanto entregamos ótimas informações?

Aqui estão algumas de nossas estratégias favoritas para ajudar você a encontrar o equilíbrio entre oferta e conteúdo:

  1. Estabeleça uma harmonia: Todo grande relacionamento cresce ao longo do tempo. Construir um ótimo relacionamento com seus clientes não é exceção. Tente acelerar o processo e talvez acabe queimando a ponte antes de atravessar seguramente rumo à terra mágica das compras maiores feitas repetidamente e dos clientes fidelizados por toda a vida. Planeje a experiência do cliente com um aumento gradual na frequência da comunicação incluindo as vendas, ofertas especiais e mensagens de reengajamento. Você sempre pode aumentar o ritmo no futuro, mas uma vez que o cliente desengata não existe um botão para começar tudo de novo que o faça voltar facilmente. Proteja seu negócio das altas taxas de rejeição e de cancelamento ao conduzir esse processo lentamente.
  2. Conquiste a confiança: A parte crítica da elaboração dessa experiência gratificante é conquistar a confiança de seu cliente. Seus clientes sabem que você é uma empresa e, compreensivelmente, deseja maximizar suas vendas, mas isso não significa que vão responder bem ou apreciar propaganda enganosa, falta de transparência nos preços ou serem bombardeados com ofertas vazias quatro vezes por semana. Mostre à sua clientela que você a respeita e vai manter um diálogo permanente com ela sem esperar nada em troca. Reserve um tempo para demonstrar seu agradecimento pelo fato de os clientes preferirem sua empresa sem tentar vender um único item. Faça melhorias sensíveis nos produtos baseadas nos comentários deles. Esses gestos irão conquistar confiança e mostrar o quanto você valoriza os clientes.
  3. Faça ofertas relevantes: Já reparou que quando aparece um comercial ou um anúncio no computador que mexe com seu interesse você fica menos propenso a trocar de canal, mudar de página ou clicar em fechar no link que fica no canto superior direito? É incrível como alguns dos princípios básicos da publicidade ainda são válidos, mesmo com os luxos da segmentação que os grandes bancos de dados e o rastreamento dos cliques nos proporcionaram na última década. Avalie o contexto de sua oferta e esteja certo de que ela seja relevante para o público que deseja atingir. Tire proveito de todos os segmentos disponíveis dentro de sua lista de clientes e envie para eles mensagens personalizadas. O que você perde em quantidade via segmentação, vai compensar com a qualidade da taxa de conversão e o aumento da força do relacionamento com seus clientes.
  4. Recheie a oferta com conselhos verdadeiros: Assim como seus clientes apreciam ofertas relevantes, eles também procuram por conselhos verdadeiros, honestos e aplicáveis. Seja sobre a melhor marca de tinta para cobrir as paredes da nova cozinha ou como criar seu próprio cartão de visita, os consumidores estão mais espertos do que nunca e aumentaram suas expectativas em relação ao conteúdo de qualidade em relação às marcas que usam e gostam. Aproveite a liderança e com argumentos convincentes dê a eles o que mais ninguém pode. Talvez você tenha alguns especialistas inexplorados em sua equipe que possam ser os rostos por trás dos conselhos oferecendo um toque mais humano.
  5. Inspire engajamento através da simbiose: Os melhores relacionamentos com clientes são enraizados pela simbiose. O maior envolvimento e participação deles leva sua companhia a crescer e você realmente acredita que a compra de seus produtos irá beneficiá-los. Dedique um amplo espaço na experiência do cliente para explicar o benefício de seus produtos ou serviços. Coloque isso detalhadamente na página de seu produto, nos recibos, nos e-mails de marketing e muito mais. Lembretes consistentes sobre a qualidade irão aumentar o prazer do cliente e isso trará resultado na hora de adicionar o produto no carrinho, o que pagará os esforços em longo prazo, tanto para você quanto para o consumidor.

Dena Enos é Vice-presidente de Marketing da LogoMix, uma plataforma self service para pequenas empresas que oferece serviços de marketing e desenvolvimento da marca que permite a criação de cartão de visita profissional em minutos. Ela tem comandado equipes globais na conquista de clientes, lidado com marketing de relacionamento com consumidores, gestão de marcas, relações públicas e mídias sociais. Conta com mais de 10 anos de experiência como líder sênior desde startups até em empresas de capital aberto.   

25 out 2014

RESPEITO É BOM, E EU GOSTO.

No Comments Carreira, Comportamento, Comunicação, Cotidiano, Internet, Mídias Sociais, Responsabilidade, Solidariedade, Viva Positivamente, Web

Com a popularização das redes sociais e seu poder de alcance, tem gente que usa a internet para tentar curar suas mágoas, atacar e magoar sem critério. Tem dias que eu canso! #prontofalei

lounge-empreendedor-respeito-eh-bom

O período eleitoral, a fase final do campeonato brasileiro de futebol, a intolerância religiosa e sexual e tantas outras situações recentes que tenho acompanhado na internet e fora dela me mostram que, sem dúvida, precisamos de mais educação, bom senso e respeito nas interações virtuais.

No mundo off-line, costumamos ser mais polidos e seletivos na demonstração de nossas opiniões e argumentos. Já na internet o hábito de defendermos nossa liberdade de expressão sem respeitar a do outro é muito mais frequente.

Muitos agem como se a internet ainda fosse “terra de ninguém”. É como se criassem seu próprio limite, agindo com intolerância e extravasando uma raiva desmedida que destoa, inclusive, daquilo que são “na vida real”.

O anonimato, as facilidades do acesso e/ou a possibilidade de dizer o que quiser e depois simplesmente “bloquear” uma resposta parecem criar uma internet personalizada, onde não exista nada além do que gostam ou concordem. Tenho visto adultos agindo como crianças caprichosas sem razão em situações das mais banais.

Debater, discordar, defender pontos de vista e crenças é positivo desde que você entenda que para ser construtivo e útil isso deve ser feito com educação e respeito. Tenho certeza que você já passou por alguma situação em que pensou: “mesmo sendo uma causa nobre, é inútil discutir com fulano”.

Nossa indignação virtual está exagerada! Precisamos levar para a internet o bom e sábio ditado de fazermos ao outro o que desejamos para nós mesmos. Vamos escolher melhor nossas batalhas! Apesar de simples, essa conduta poderosa que poderia literalmente mudar o mundo, não é colocada em prática por força do ego, da necessidade de autoafirmação e da irracionalidade.

Discorda de algo que alguém escreveu? Exponha seu ponto de vista com educação, dê oportunidade ao outro se expor, apresente propostas de forma civilizada e mesmo que cada um permaneça com suas ideias e convicções intactas, a mensagem que ficará ao final é de entendimento e tolerância.

Se num primeiro contato, você perceber que o outro não aceita bem seus argumentos, pense se vale a pena revidar e entrar num “ringue” de batalha de virtual. Sinceramente, eu prefiro procurar alguém mais inteligente para conversar!

Leve adiante apenas aquelas conversas com quem você poderá aprender ou que realmente venham a agregar algo sobre temas que valham a pena e mantenham a sua classe e elegância. Não haja como um animal enfurecido, pois assim até seus argumentos perdem a credibilidade.

Toda interação construída com respeito e educação tende a dar bons frutos. Aquelas baseadas na imposição, agressividade e medo geralmente não trazem nada além de desgaste e frustração. E como dizia Clarice Lispector: “se me achar esquisita, respeite, pois até eu aprendi a me respeitar!”.

09 abr 2014

REDES SOCIAIS E COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

No Comments Comunicação, Empreendedorismo, Marketing, Mercado, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo

Uma comunicação moderna e virtual é essencial para a sobrevivência da empresa.

lounge-empreendedor-redes-sociais-e-comunicação-empresarial

O investimento na comunicação interna das empresas pode evitar que os colaboradores percam a motivação e o engajamento com o seu trabalho. Segundo a empresa de estudos e consultoria Gallup, a média de pessoas que se sentem desmotivadas é de 67%. Entre as principais razões que acabam minando o interesse e a produtividade dos colaboradores estão o excesso de e-mails, o retrabalho e a falta de comunicação interna eficiente. Redes sociais corporativas podem ajudar nesse processo ao proporcionar a integração na equipe por meio de uma participação efetiva.

As redes sociais corporativas ajudam a economizar tempo com e-mails, telefonemas e na busca de informações em diferentes setores da empresa. Elas permitem criar um relacionamento com os colaboradores em que todos podem compartilhar informações, seja por meio do mural, salas de bate papo ou grupos. Também é possível enviar vídeos, músicas e documentos dos mais diversos.

Com a rede social corporativa a equipe passa a disseminar o conhecimento da empresa que é armazenado e, por isso, facilita a gestão do conhecimento. Os novos colaboradores que chegam também terão acesso às informações e podem buscar auxílio na rede já integrada. A visão estratégica da empresa estará sempre visível na rede social corporativa e será possível que todos estejam em sintonia com o planejamento estratégico a fim de alcançar os objetivos e metas estabelecidos.

Além disso, o uso das redes sociais pode melhorar também o relacionamento com clientes e fornecedores. Utilizar uma rede social corporativa possibilita inserir stakeholders estratégicos no meio virtual de integração.

A empresa que opta por essa ferramenta pode, além de adicionar seus parceiros, procurar por empreendedores interessados nos mesmos assuntos. Em conjunto, é possível disseminar, trocar ideias e se desenvolver. Se a sua rede contar com um grande número de usuários é importante organizar-se e, para isso, o ideal é criar salas de bate-papo ou fóruns para definir temas específicos.

Ao interagir com mais pessoas com os mesmos interesses e objetivos, sua empresa pode melhorar o relacionamento com clientes e fornecedores ao proporcionar o compartilhamento de informações por meio de vídeos, webinars, ou até por e-learning, como cursos e seminários. Mas para isso é imprenscindível que os usuários estejam motivados para o constante acesso aos materiais. Uma alternativa é criar campanhas que ofereçam algum benefício, como descontos ou vale-compras.

Quando falamos em melhorar o relacionamento, isto significa mostrar a estes parceiros (clientes e fornecedores) que eles são especiais e têm um canal mais direto e diferenciado de informações com relação a quem não faz parte da rede. Por exemplo, saber antes do mercado determinadas notícias ou poder ajudar em algumas tomadas de decisões. Começa a existir, a partir daí, um relacionamento estável entre parceiros e a empresa, que ajuda a manter os clientes fidelizados e interessados no produto – isso significa uma relação de longo prazo que impacta diretamente no faturamento do negócio.

Que tal começar agora e fazer com que sua empresa consiga interagir de forma moderna e atual e tenha ainda mais visibilidade para os seus consumidores, clientes e colaboradores.

26 nov 2013

SUA EMPRESA NAS REDES SOCIAIS

No Comments Administração e Gestão, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Publicidade, Redes Sociais, Web

Pretende divulgar sua empresa através das redes sociais? Veja algumas atitudes que podem prejudicar sua imagem e resultados 

lounge-empreendedor-sua-empresa-nas-redes-sociais

Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma. 

 

Fonte: Exame.com

10 out 2013

OS NEGÓCIOS E AS REDES SOCIAIS

No Comments Competitividade, Comunicação, Empreendedorismo, Internet, Marketing, Mercado, Mídias Sociais, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Redes Sociais, Web

Como o uso das redes sociais em um país como o Brasil pode agregar valor aos negócios.

lounge-empreendedor-os-negócios-e-as-redes-sociais

Com 1,5 bilhão de usuários espalhados pelo mundo, as redes sociais são um divisor de águas para os negócios, pois estimulam e expõem novos comportamentos e aspirações que as empresas precisam conhecer e atender. Os empreendimentos devem ir muito além de criar presença nas plataformas sociais para aumentar a exposição das marcas, mas utilizá-las para o desenvolvimento de produtos, interação com clientes, atendimento ao consumidor, recrutamento e seleção, aumento da produtividade e colaboração de seus funcionários.

A penetração das redes sociais nas Pequenas e Médias Empresas nos EUA é de apenas 31%, de acordo com estudo da consultoria McKinsey. O relatório ainda aponta que 70% das empresas usam tecnologias sociais e 90% delas relatam benefícios para os negócios, mas a implementação de estratégias sociais em todo seu potencial agregaria valor adicional de US$ 900 bilhões a US$ 1,3 trilhão globalmente por ano.

Em um País de pioneiros na adoção de tecnologias sociais, existe uma grande oportunidade para que os empreendedores brasileiros ampliem o uso das plataformas sociais para agregar valor aos negócios.

Consumidor social

Mais do que angariar fãs, as plataformas sociais possibilitam a coleta de informações sobre comportamento, localização e preferência dos indivíduos de maneira mais rápida e barata. Com estes dados, as empresas podem entender os desejos e necessidades de seus consumidores para definir estratégias de negócio, marketing e desenvolvimento de produtos.

O uso de redes sociais permite, ainda, a interação instantânea e personalizada com clientes. A comunicação das empresas com usuários nestas plataformas passa a ser bidirecional, pois permitem o feedback da comunidade de consumidores sobre marcas, produtos, campanhas, etc.

lounge-empreendedor-os-negócios-e-as-redes-sociaisOs indivíduos usam as redes sociais para ouvir a opinião de outros usuários, encontrar informações relevantes, se conectar com marcas e produtos e cada vez mais se apoiam nas suas conexões sociais para decisões de compra. Para ter uma ideia do potencial destas plataformas, cerca de 30% dos gastos dos consumidores poderia ser influenciado por social shopping, de acordo com a McKinsey.

Colaboração em escala

A internet proporciona a utilização da inteligência e conhecimentos coletivos para resolver problemas e desenhar soluções (crowdsourcing). A colaboração também pode acontecer dentro das empresas por meio do fluxo livre de ideias e conteúdo. As redes sociais tornam as pessoas mais produtivas, pois reduzem as barreiras e permitem a interação de diversas áreas de negócio para solucionar problemas com inovação multidisciplinar, criando assim novos produtos e estratégias.

Um passo seguinte é abrir esta comunidade para clientes e parceiros, fomentando a colaboração inovadora. As tecnologias sociais, quando usadas nas empresas segundo a McKinsey, tem o potencial de aumentar a produtividade de trabalhadores qualificados de 20 a 25%.

Quando o assunto é redes sociais, inevitavelmente surgem preocupações nas empresas. Mas e a privacidade do consumidor e dos dados da empresa? As aplicações são seguras? Os funcionários não perdem tempo nestas plataformas? Os benefícios das redes sociais dependem de uma série de fatores, como o setor de atuação e perfil da empresa, assim como inovações gerenciais no seu uso, mas podem produzir ganhos de fato para os negócios. Estes pontos devem ser considerados, mas é importante que não impliquem na restrição dessas plataformas nas empresas.

As redes sociais se tornaram um fenômeno cultural, social e econômico, com a mudança de comportamentos, desde cotidianos a movimentos políticos. Para as empresas, trazem benefícios nas mais diversas áreas, desde a percepção e reconhecimento da marca pelos consumidores, até a distribuição digital de novos produtos e serviços. Os seus consumidores estão nas redes sociais. Como você está aproveitando esta oportunidade?

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...