Archive for SEBRAE

14 set 2015

COMEÇA HOJE: SEMANA DO COMÉRCIO VAREJISTA

No Comments Administração e Gestão, Dados sobre Empreendedorismo, Economia, Empreendedorismo, Evento, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Pequena Empresa, SEBRAE, Vendas

Ação envolvendo os 33 escritórios do SEBRAE-SP no Estado oferece dicas para inovar, motivar equipes e melhorar controles financeiros no varejo.

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O comércio paulista enfrenta grandes desafios diante da queda do nível de emprego e renda, aumento da inflação e alta dos juros, que derrubaram o faturamento dos pequenos negócios do setor em 12,2% no primeiro semestre e esfriaram o ânimo dos comerciantes em investir e contratar. Para enfrentar este cenário, de 14 a 18 de setembro o Sebrae-SP promove a Semana do Comércio Varejista – uma grande ação de orientação em todo o Estado, envolvendo 37 produtos Sebrae para melhorar gestão e vendas, sendo sete soluções destinadas à inovação do segmento.

O objetivo da ação é levar de forma massiva aos clientes da instituição e também aqueles que ainda não conhecem seus serviços, soluções para os seus negócios em temas pertinentes ao comércio varejista como vendas, motivação de equipes, controles financeiros, vitrinismo, tendências de moda, entre outros. A expectativa é que 3,6 mil pessoas sejam atendidas no período, em oficinas, palestras, consultorias individuais e coletivas, boa parte delas, gratuitas.

No Estado de São Paulo existem mais de 870 mil micro e pequenas empresas do comércio, o que representa 39% do universo total de MPEs. Por segmento de atividade, destacam-se varejo do vestuário (10,6%), varejo de materiais de construção (6,9%), comércio de autopeças (5,9%), minimercados e mercearias (4,8%), manutenção e reparação de veículos (3,7%), padarias e varejo de laticínios e doces (3,0%).

Não seria exagero afirmar que o pequeno varejo é fundamental para geração de emprego e renda, e sofre com o desaquecimento da economia e das vendas no mercado doméstico. A Semana será uma experiência piloto, concentrando atividades voltadas especificamente ao apoio a esse segmento no estado de São Paulo.

Os interessados podem se inscrever desde já pelo 0800 570 0800, e terão ainda oportunidade de participar de cursos do programa Sebrae Inova que, em parceria com entidades como Senai e Senac, permitem maior aprofundamento em temas como Vitrinismo, Visual Merchandising, Técnicas de Exposição de Produtos, Planejamento de Produtos de Moda e Desenvolvimento de Coleção de Moda, entre outros.

Uma grade com diversos cursos online também estará disponível,  nas áreas de marketing, empreendedorismo, finanças, administração e recursos humanos. Mais informações podem ser obtidas diretamente nos escritórios do Sebrae-SP ou você pode clicar aqui: http://migre.me/rwTbl

Queda nas vendas

A pesquisa Indicadores do Sebrae-SP revela que as micro e pequenas empresas paulistas amargaram fortes perdas no primeiro semestre deste ano. O faturamento real (já descontada a inflação) recuou 11,9% frente a igual período de 2014, resultado pior do que o registrado no acumulado de janeiro a junho de 2009 (-10%), quando a economia sofria consequências da crise financeira internacional. A queda atingiu todos os setores: serviços recuaram 13%; indústria, – 8,6%, e o comércio, -12,2% frente a igual período de 2014.

Apesar do quadro de queda nas vendas, conforme pesquisa do Sebrae-SP, realizada em julho, 57% dos proprietários de micro e pequenas empresas esperam manter o faturamento da empresa nos próximos seis meses. Não é a toa que empreendedor é um mesmo um ser humano persistente, né?!?  

02 set 2015

EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO [INFOGRÁFICO]

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Como a educação, a inovação e os sonhos grandes podem andar juntos? 

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6 em cada 10 universitários brasileiros pensam em empreender.  Apesar dessa boa notícia, ainda há um longo caminho para transformar os sonhos desses jovens em grandes negócios.

O empreendedorismo está cada vez mais presente na vida dos universitários brasileiros: 60% deles pensam em empreender e um em cada quatro já possui alguma experiência empreendedora. Porém, a Pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras mostra que uma minoria deles pensa em inovar e ter grandes negócios. Confira no infográfico abaixo!

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Os dados presentes nessse infográfico são da edição 2014 da Pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras, lançada esse ano pela Endeavor e pelo Sebrae. Você pode baixar a pesquisa completa clicando no infográfico ou neste link.

 

12 ago 2015

10 ERROS COMUNS DO PLANO DE NEGÓCIOS

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Conheça e evite os principais erros cometidos na hora de criar o documento que vai guiar o rumo da sua empresa

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Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.

Ultimamente, tem muita gente envolvida com o empreendedorismo apregoando o fim do plano de negócios e assumindo a modelagem de negócios no estilo Canvas ou Lean startup como o novo padrão para o empreendedor analisar ideias e colocá-las em prática.

A verdade é que tudo se completa quando o assunto é planejamento e se você decidir aplicar o Canvas e, em seguida, complementar a análise com a parte financeira e mercadológica, bem como a análise de competidores do plano de negócios, poderá ter algo prático que talvez seja um meio termo entre um conceito que precisa de mais informação para ficar completo e um plano de negócios denso e detalhado.

Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros, por isso, o Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa e eu decidi compartilhá-lo com você aqui no Lounge. Vamos lá?

  1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele. 
  2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
  3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
  4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.  
  5. Indefinição de produtos e serviços – É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
  6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
  7. Desconhecer o processo operacional – Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
  8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços – É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
  9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
  10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.

Você se enxergou em algum deles? Conte pra gente como foi a etapa de planejamento da sua empresa. 

Lembre-se que empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração destas dicas possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivo.

Se quiser saber mais sobre a elaboração de planos de negócio, Sebrae Nacional disponibiliza gratuitamente uma cartilha para auxiliar na elaboração do seu. Link para download: http://goo.gl/StUzGK

10 ago 2015

COMPRE DO PEQUENO

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Movimento estimula a população a concentrar o consumo no dia 5 de outubro em micro e pequenas empresas para fortalecer a economia

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Em uma iniciativa inédita, foi lançado em todo o país um movimento para estimular a sociedade a consumir produtos e serviços fornecidos por micro e pequenas empresas. A ação é liderada pelo Sebrae e pretende usar a força dos pequenos negócios – mais de 10 milhões de empresas no Brasil, que faturam no máximo R$ 3,6 milhões por ano – para fortalecer a economia.

“Há 42 anos, o Sebrae prepara o empreendedor para melhorar a gestão das empresas, para que elas se tornem mais eficientes e atendam melhor os consumidores. É a primeira vez que fazemos um movimento para a sociedade, para que as pessoas percebam que, ao comprar do pequeno, estão melhorando a sua cidade, gerando empregos e ajudando a economia”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. As micro e pequenas empresas são mais de 95% do total de empresas brasileiras, respondem por 27% do PIB no Brasil e por 52% do total de empregos com carteira assinada – mais de 17 milhões de vagas.

O movimento Compre do Pequeno Negócio (#CompredoPequeno) estabeleceu o dia 5 de outubro como data oficial, por se tratar do dia em que foi instituído o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. A ação inclui um hotsite (www.compredopequeno.com.br) que enumera cinco razões para comprar dessas empresas:

  1. É perto da sua casa
  2. É responsável por 52% dos empregos formais
  3. O dinheiro fica no seu bairro
  4. O pequeno negócio desenvolve a comunidade
  5. Comprar do pequeno negócio é um ato transformador

No hotsite, os empreendedores também poderão cadastrar suas empresas para que o consumidor encontre os produtos e serviços de que precisa, perto de sua casa ou trabalho. (Se você é empreendedor, é pequeno e quer entrar nessa, acesse agora www.compredopequeno.com.br

O Sebrae e instituições parceiras vão realizar uma semana de capacitação em todo o Brasil, de 21 a 26 de setembro, para preparar os empresários especialmente para esta data (05/10), com palestras, consultorias e orientações sobre controle de custos e atendimento ao cliente.

Para incentivar a participação no movimento Compre do Pequeno Negócio, haverá campanhas na mídia, nas redes sociais e a distribuição de kits para que as pequenas empresas sejam facilmente identificadas pelos consumidores. “A expectativa é de o 5 de outubro se torne uma data em que as pessoas preferencialmente comprem das micro e pequenas empresas e assim colaborem com o crescimento da economia brasileira”, ressalta Barretto.

Movimento Compre do Pequeno Negócio em São Paulo

As micro e pequenas empresas já passam de 2,7 milhões no Estado de São Paulo, e representam mais de 99% do total de CNPJs. Respondem por 27% do PIB e empregam 48% dos trabalhadores com carteira assinada – cerca de 5 milhões de pessoas.

Em todo o Estado, o Sebrae-SP preparou uma série de ações e campanhas para divulgar o Movimento e conscientizar a sociedade sobre a importância do pequeno negócio para o desenvolvimento da economia, em especial no seu bairro e na sua cidade.

De agosto até outubro, serão realizados em todo o Estado feirões de saldos para incentivar a geração de negócios e aumentar as possibilidades de venda no segmento de varejo junto ao consumidor final. Haverá também eventos de negócios, que permitirão a reunião de diversos empresários com foco na integração de soluções setoriais ou multissetoriais, por meio de transações entre microempreendedores individuais e microempresas.

Além disso, o Sebrae-SP promoverá uma grande ação junto aos órgãos públicos, como prefeituras e agentes de desenvolvimento, bem como articulação com parceiros, federações e associações.

“Estamos engajados neste grande movimento. Os mais de 150 pontos de atendimentos do Sebrae-SP no Estado, incluindo os carros do Sebrae Móvel, além dos mais de mil funcionários da entidade, estão preparados para fortalecer e divulgar as ações deste projeto. Não apenas para as milhões de pequenas empresas como para toda a sociedade, que é a grande consumidora dos pequenos negócios”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano. 

24 jul 2015

MUDANÇA NA REGRA PARA MEI COM 12 MESES DE DÍVIDAS

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Fique atento! Empreendedores individuais inadimplentes poderão perder seu registro à partir de agosto.

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O Microempreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Ele tem duas obrigações por ano: pagar os tributos mensais e fazer a declaração anual de faturamento (DASN). Apesar da facilidade, dos 5 milhões MEIs do País, boa parte está inadimplente. E poir isso: ATENÇÃO! A partir de agosto, quem estiver com 12 meses consecutivos em atraso e não tiver feito a DASN poderá ter o cancelamento automático do registro, incluindo o CNPJ.

Para regularizar sua situação, o empreendedor deve quitar os atrasados. Caso não consiga liquidá-la de uma vez, é possível emitir e pagar os boletos gradualmente até zerar a dívida. Bruno Caetano, superintendente do Sebrae-SP, lembra que a inadimplência leva o trabalhador a ter os benefícios previdenciários – como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria – suspensos e explica que o acerto não garante a retomada imediata desses direitos “Há um período de carência, definido pela Previdência Social, para a cobertura ser restabelecida”.

No Estado de São Paulo, o total de inadimplência ultrapassa 50%. Vários são os motivos para o problema, mas muito é pela falta de conhecimento sobre como fazer o recolhimento mensal. Por isso, para auxiliar os empreendedores, desde o começo do ano, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE) passou a enviar para o endereço cadastrado, no momento da formalização, o Carnê da Cidadania. A medida, segundo Caetano, “veio para facilitar o acesso às guias de pagamento das contribuições”.

Aliás, vale lembrar que se você iniciou uma empresa e agora deseja fechar seu negócio não deve simplesmente parar de pagar, como acontece com frequência. A recomendação é dar baixa o mais rápido possível ou novos recolhimentos serão exigidos.

A Declaração Anual, documento em que o MEI informa quanto faturou no ano anterior, merece atenção. Quando não enviada no prazo, é cobrada multa e os boletos mensais não podem ser emitidos. Sem ter como honrar a obrigação, o empreendedor torna-se inadimplente.

A criação do MEI foi uma das maiores conquistas do empreendedorismo brasileiro. Deu credibilidade ao profissional, que assume outro patamar no mercado. Porém, é fundamental que esses empresários cumpram com as obrigações para que tenham garantidos os benefícios previdenciários.

Caso você precise regularizar sua situação, espero que esse passo a passo possa ajudá-lo:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor: www.portaldoempreendedor.gov.br
  2. Clique em “MEI”
  3. Selecione carnê de pagamento mensal (“emissão de carnê de pagamento – DAS”)
  4. Informe o ano e o mês que quer imprimir ou opção extrato
  5. Clique em “emissão ou visualizar meses em débito”
  6. Gerar o DAS que será impresso já totalmente preenchido, incluindo os juros e a multa (valores atualizados)
  7. Imprima o DAS (no pagamento pela internet não é necessário)
  8. Pagar na rede bancária, lotéricas ou internet
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