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02 jun 2015

NEGÓCIOS NA PALMA DA MÃO

No Comments Administração e Gestão, Economia Digital, Empreendedorismo, Internet, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Oportunidade de Negócio, Web

Com tantos consumidores conectados, chegou a hora de aproveitar de forma integral as potencialidades digitais na sua empresa.

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Mais de sete bilhões de dispositivos móveis – smartphones, tablets, laptops e celulares – estão conectados no mundo. A mobilidade elimina as barreiras de tempo e espaço, altera os comportamentos individuais dos consumidores e as soluções empresariais. Mas quais são as implicações da mobilidade para o seu empreendimento?

A mobilidade transforma praticamente todos os negócios, pois clientes, funcionários e parceiros encontram-se conectados o tempo todo, com acesso a informações em tempo real. Adotar estratégias móveis dentro de uma empresa é essencial hoje em dia. Por esse novo canal, a empresa pode se diferenciar, principalmente em mercados altamente competitivos. A mobilidade pode dar maior eficiência aos serviços prestados aos consumidores, reduzir custos de operação, aumentar a produtividade no trabalho e conferir maior rapidez e flexibilidade nas decisões.

Clientes conectados

Por meio dos seus dispositivos móveis e o acesso às redes sociais, os consumidores utilizam as informações disponíveis antes de adquirir produtos e serviços. Segundo pesquisa da IBM, cerca de 80% dos consumidores conectados se baseiam nas redes sociais para tomar decisões de compras. Assim, as informações sobre produtos e serviços ofertados devem ser disponibilizadas ao cliente.

Além disso, o engajamento do consumidor no processo de construção de conteúdo é essencial, já que a mobilidade implica o desenvolvimento colaborativo de informações. A mobilidade ainda amplia o acesso a clientes para além de fronteiras físicas e fusos horários. O mercado passa a ser global e negócios inovadores podem atingir audiências de massa globalmente.

As empresas que já possuem aplicações móveis mais básicas podem ir além e desenhar a estratégia de negócios integrada à mobilidade, reestruturando processos físicos para aproveitar as potencialidades digitais. Nesse cenário, as soluções móveis alteram as aplicações e como são entregues.

Força de trabalho

Até 2016, 40% da força de trabalho mundial utilizará diariamente dispositivos móveis de acordo com a consultoria Gartner. Essa tendência apresenta uma oportunidade para que as companhias estejam conectadas com os funcionários e disponibilizem informações úteis sobre clientes, o mercado e a empresa em tempo real.

Para as equipes de venda, os dispositivos móveis reúnem mostruários e informações sobre estoque, prazo de entrega, acompanhamento de pedidos, linha de crédito etc. Essas aplicações permitem a customização e aumentam a eficácia dos serviços prestados aos clientes.

Os empreendimentos podem diminuir os gastos com operações e escritórios físicos por meio do trabalho à distância, ou home office, levando aos funcionários as informações necessárias para o desempenho de suas funções – desde que compatíveis com esta modalidade remota.

Antes de estruturar os processos do seu empreendimento integrando a mobilidade, é necessário planejamento e governança para assegurar escalabilidade, disponibilidade e segurança das aplicações, pois os dispositivos móveis são também porta de acesso a informações estratégicas e sigilosas do empreendimento. Além disso, a companhia precisa assegurar que as aplicações sejam atualizadas com as versões mais recentes das ferramentas. Outra dica é comparar e fechar um pacote de telefonia móvel e internet para a sua empresa, com preços mais competitivos.

Trabalhadores, parceiros e consumidores estão vivendo e trabalhando no mundo móvel, trazendo novas demandas às empresas. A mobilidade também apresenta oportunidades para que as empresas agreguem valor à estratégia de negócios e ofereçam ferramentas e informações que seus trabalhadores precisam para aumentar a produtividade.

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

25 out 2014

RESPEITO É BOM, E EU GOSTO.

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Com a popularização das redes sociais e seu poder de alcance, tem gente que usa a internet para tentar curar suas mágoas, atacar e magoar sem critério. Tem dias que eu canso! #prontofalei

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O período eleitoral, a fase final do campeonato brasileiro de futebol, a intolerância religiosa e sexual e tantas outras situações recentes que tenho acompanhado na internet e fora dela me mostram que, sem dúvida, precisamos de mais educação, bom senso e respeito nas interações virtuais.

No mundo off-line, costumamos ser mais polidos e seletivos na demonstração de nossas opiniões e argumentos. Já na internet o hábito de defendermos nossa liberdade de expressão sem respeitar a do outro é muito mais frequente.

Muitos agem como se a internet ainda fosse “terra de ninguém”. É como se criassem seu próprio limite, agindo com intolerância e extravasando uma raiva desmedida que destoa, inclusive, daquilo que são “na vida real”.

O anonimato, as facilidades do acesso e/ou a possibilidade de dizer o que quiser e depois simplesmente “bloquear” uma resposta parecem criar uma internet personalizada, onde não exista nada além do que gostam ou concordem. Tenho visto adultos agindo como crianças caprichosas sem razão em situações das mais banais.

Debater, discordar, defender pontos de vista e crenças é positivo desde que você entenda que para ser construtivo e útil isso deve ser feito com educação e respeito. Tenho certeza que você já passou por alguma situação em que pensou: “mesmo sendo uma causa nobre, é inútil discutir com fulano”.

Nossa indignação virtual está exagerada! Precisamos levar para a internet o bom e sábio ditado de fazermos ao outro o que desejamos para nós mesmos. Vamos escolher melhor nossas batalhas! Apesar de simples, essa conduta poderosa que poderia literalmente mudar o mundo, não é colocada em prática por força do ego, da necessidade de autoafirmação e da irracionalidade.

Discorda de algo que alguém escreveu? Exponha seu ponto de vista com educação, dê oportunidade ao outro se expor, apresente propostas de forma civilizada e mesmo que cada um permaneça com suas ideias e convicções intactas, a mensagem que ficará ao final é de entendimento e tolerância.

Se num primeiro contato, você perceber que o outro não aceita bem seus argumentos, pense se vale a pena revidar e entrar num “ringue” de batalha de virtual. Sinceramente, eu prefiro procurar alguém mais inteligente para conversar!

Leve adiante apenas aquelas conversas com quem você poderá aprender ou que realmente venham a agregar algo sobre temas que valham a pena e mantenham a sua classe e elegância. Não haja como um animal enfurecido, pois assim até seus argumentos perdem a credibilidade.

Toda interação construída com respeito e educação tende a dar bons frutos. Aquelas baseadas na imposição, agressividade e medo geralmente não trazem nada além de desgaste e frustração. E como dizia Clarice Lispector: “se me achar esquisita, respeite, pois até eu aprendi a me respeitar!”.

14 mar 2014

COMEÇA HOJE: PAPO DE NEGÓCIOS

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Sebrae promove evento on line com especialistas no mercado digital

 

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Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil, compartilhará suas experiências como mentor e investidor em negócios inovadores e startups durante o Papo de Negócio, evento que será promovido pelo Sebrae de 14 a 21 de março. O Papo de Negócio é uma espécie de entrevista coletiva, via internet, na qual cada participante desempenha o papel de repórter, apresentando dúvidas e questões referentes ao mundo das empresas digitais. Para participar, o interessado deve se inscrever no site www.desafiouniversitarioempreendedor.sebrae.com.br.   

A participação de Spina, autor de livros como Investidor Anjo e Dicas e Segredos para Empreendedores, é uma das novidades programadas pelo Sebrae para a edição 2014 do Desafio Universitário Empreendedor, ferramenta voltada a estudantes, que integra as diferentes soluções do Sebrae com o objetivo de desenvolver as capacidades empreendedoras de quem está se preparando para entrar no mercado de trabalho.  

O Papo de negócio rende 20 mil pontos aos estudantes em cada edição. Ainda acontecerão mais três este ano, com temas complementares ao primeiro. Serão selecionados para a final do Desafio Universitário Empreendedor os três alunos com maior pontuação de cada estado do país.

Para marcar pontos na competição, os participantes devem fazer as diversas atividades propostas pelo Sebrae, como participar de capacitações (on line ou presencial), aprender com os jogos disponíveis no site e cursar a disciplina de empreendedorismo em sua instituição de ensino. O total de pontos com cada tipo de atividade pode chegar a 100 mil. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas a qualquer momento. Mais de 18 mil estudantes de todo o país já estão participando. Você vai aproveitar?

26 nov 2013

SUA EMPRESA NAS REDES SOCIAIS

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Pretende divulgar sua empresa através das redes sociais? Veja algumas atitudes que podem prejudicar sua imagem e resultados 

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Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma. 

 

Fonte: Exame.com

10 out 2013

OS NEGÓCIOS E AS REDES SOCIAIS

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Como o uso das redes sociais em um país como o Brasil pode agregar valor aos negócios.

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Com 1,5 bilhão de usuários espalhados pelo mundo, as redes sociais são um divisor de águas para os negócios, pois estimulam e expõem novos comportamentos e aspirações que as empresas precisam conhecer e atender. Os empreendimentos devem ir muito além de criar presença nas plataformas sociais para aumentar a exposição das marcas, mas utilizá-las para o desenvolvimento de produtos, interação com clientes, atendimento ao consumidor, recrutamento e seleção, aumento da produtividade e colaboração de seus funcionários.

A penetração das redes sociais nas Pequenas e Médias Empresas nos EUA é de apenas 31%, de acordo com estudo da consultoria McKinsey. O relatório ainda aponta que 70% das empresas usam tecnologias sociais e 90% delas relatam benefícios para os negócios, mas a implementação de estratégias sociais em todo seu potencial agregaria valor adicional de US$ 900 bilhões a US$ 1,3 trilhão globalmente por ano.

Em um País de pioneiros na adoção de tecnologias sociais, existe uma grande oportunidade para que os empreendedores brasileiros ampliem o uso das plataformas sociais para agregar valor aos negócios.

Consumidor social

Mais do que angariar fãs, as plataformas sociais possibilitam a coleta de informações sobre comportamento, localização e preferência dos indivíduos de maneira mais rápida e barata. Com estes dados, as empresas podem entender os desejos e necessidades de seus consumidores para definir estratégias de negócio, marketing e desenvolvimento de produtos.

O uso de redes sociais permite, ainda, a interação instantânea e personalizada com clientes. A comunicação das empresas com usuários nestas plataformas passa a ser bidirecional, pois permitem o feedback da comunidade de consumidores sobre marcas, produtos, campanhas, etc.

lounge-empreendedor-os-negócios-e-as-redes-sociaisOs indivíduos usam as redes sociais para ouvir a opinião de outros usuários, encontrar informações relevantes, se conectar com marcas e produtos e cada vez mais se apoiam nas suas conexões sociais para decisões de compra. Para ter uma ideia do potencial destas plataformas, cerca de 30% dos gastos dos consumidores poderia ser influenciado por social shopping, de acordo com a McKinsey.

Colaboração em escala

A internet proporciona a utilização da inteligência e conhecimentos coletivos para resolver problemas e desenhar soluções (crowdsourcing). A colaboração também pode acontecer dentro das empresas por meio do fluxo livre de ideias e conteúdo. As redes sociais tornam as pessoas mais produtivas, pois reduzem as barreiras e permitem a interação de diversas áreas de negócio para solucionar problemas com inovação multidisciplinar, criando assim novos produtos e estratégias.

Um passo seguinte é abrir esta comunidade para clientes e parceiros, fomentando a colaboração inovadora. As tecnologias sociais, quando usadas nas empresas segundo a McKinsey, tem o potencial de aumentar a produtividade de trabalhadores qualificados de 20 a 25%.

Quando o assunto é redes sociais, inevitavelmente surgem preocupações nas empresas. Mas e a privacidade do consumidor e dos dados da empresa? As aplicações são seguras? Os funcionários não perdem tempo nestas plataformas? Os benefícios das redes sociais dependem de uma série de fatores, como o setor de atuação e perfil da empresa, assim como inovações gerenciais no seu uso, mas podem produzir ganhos de fato para os negócios. Estes pontos devem ser considerados, mas é importante que não impliquem na restrição dessas plataformas nas empresas.

As redes sociais se tornaram um fenômeno cultural, social e econômico, com a mudança de comportamentos, desde cotidianos a movimentos políticos. Para as empresas, trazem benefícios nas mais diversas áreas, desde a percepção e reconhecimento da marca pelos consumidores, até a distribuição digital de novos produtos e serviços. Os seus consumidores estão nas redes sociais. Como você está aproveitando esta oportunidade?

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

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