Archive for Redes Sociais

26 nov 2013

SUA EMPRESA NAS REDES SOCIAIS

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Pretende divulgar sua empresa através das redes sociais? Veja algumas atitudes que podem prejudicar sua imagem e resultados 

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Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma. 

 

Fonte: Exame.com

10 out 2013

OS NEGÓCIOS E AS REDES SOCIAIS

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Como o uso das redes sociais em um país como o Brasil pode agregar valor aos negócios.

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Com 1,5 bilhão de usuários espalhados pelo mundo, as redes sociais são um divisor de águas para os negócios, pois estimulam e expõem novos comportamentos e aspirações que as empresas precisam conhecer e atender. Os empreendimentos devem ir muito além de criar presença nas plataformas sociais para aumentar a exposição das marcas, mas utilizá-las para o desenvolvimento de produtos, interação com clientes, atendimento ao consumidor, recrutamento e seleção, aumento da produtividade e colaboração de seus funcionários.

A penetração das redes sociais nas Pequenas e Médias Empresas nos EUA é de apenas 31%, de acordo com estudo da consultoria McKinsey. O relatório ainda aponta que 70% das empresas usam tecnologias sociais e 90% delas relatam benefícios para os negócios, mas a implementação de estratégias sociais em todo seu potencial agregaria valor adicional de US$ 900 bilhões a US$ 1,3 trilhão globalmente por ano.

Em um País de pioneiros na adoção de tecnologias sociais, existe uma grande oportunidade para que os empreendedores brasileiros ampliem o uso das plataformas sociais para agregar valor aos negócios.

Consumidor social

Mais do que angariar fãs, as plataformas sociais possibilitam a coleta de informações sobre comportamento, localização e preferência dos indivíduos de maneira mais rápida e barata. Com estes dados, as empresas podem entender os desejos e necessidades de seus consumidores para definir estratégias de negócio, marketing e desenvolvimento de produtos.

O uso de redes sociais permite, ainda, a interação instantânea e personalizada com clientes. A comunicação das empresas com usuários nestas plataformas passa a ser bidirecional, pois permitem o feedback da comunidade de consumidores sobre marcas, produtos, campanhas, etc.

lounge-empreendedor-os-negócios-e-as-redes-sociaisOs indivíduos usam as redes sociais para ouvir a opinião de outros usuários, encontrar informações relevantes, se conectar com marcas e produtos e cada vez mais se apoiam nas suas conexões sociais para decisões de compra. Para ter uma ideia do potencial destas plataformas, cerca de 30% dos gastos dos consumidores poderia ser influenciado por social shopping, de acordo com a McKinsey.

Colaboração em escala

A internet proporciona a utilização da inteligência e conhecimentos coletivos para resolver problemas e desenhar soluções (crowdsourcing). A colaboração também pode acontecer dentro das empresas por meio do fluxo livre de ideias e conteúdo. As redes sociais tornam as pessoas mais produtivas, pois reduzem as barreiras e permitem a interação de diversas áreas de negócio para solucionar problemas com inovação multidisciplinar, criando assim novos produtos e estratégias.

Um passo seguinte é abrir esta comunidade para clientes e parceiros, fomentando a colaboração inovadora. As tecnologias sociais, quando usadas nas empresas segundo a McKinsey, tem o potencial de aumentar a produtividade de trabalhadores qualificados de 20 a 25%.

Quando o assunto é redes sociais, inevitavelmente surgem preocupações nas empresas. Mas e a privacidade do consumidor e dos dados da empresa? As aplicações são seguras? Os funcionários não perdem tempo nestas plataformas? Os benefícios das redes sociais dependem de uma série de fatores, como o setor de atuação e perfil da empresa, assim como inovações gerenciais no seu uso, mas podem produzir ganhos de fato para os negócios. Estes pontos devem ser considerados, mas é importante que não impliquem na restrição dessas plataformas nas empresas.

As redes sociais se tornaram um fenômeno cultural, social e econômico, com a mudança de comportamentos, desde cotidianos a movimentos políticos. Para as empresas, trazem benefícios nas mais diversas áreas, desde a percepção e reconhecimento da marca pelos consumidores, até a distribuição digital de novos produtos e serviços. Os seus consumidores estão nas redes sociais. Como você está aproveitando esta oportunidade?

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

09 set 2013

COMO USAR A INTERNET PARA GERAR RESULTADO

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Decidir o momento certo e a melhor forma de utilizar a internet é fundamental para o sucesso nas redes sociais. 

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O mundo muda velozmente e o que antes era apenas imaginação virou realidade: supercomputadores, casas inteligentes, telefones com telas conectados à rede, passeios no espaço em superaviões, assim como robôs realizando trabalhos domésticos agora realmente existem. Enfim, o mundo está cheio de novas tecnologias e comportamentos, que vão impactando a todos nós, pois são movimentos importantes de mudança de formato e operação no mercado e que sinalizam uma forte tendência de evolução e ruptura de hábitos.

A multiplicação dos canais de mídia e a inserção da tecnologia em nosso dia a dia trouxe uma profunda mudança no comportamento das pessoas, mas, no Brasil, o setor que carrega a fama de criativo, inventivo e comunicativo parece ainda estar em sono profundo, quando deveria estar liderando uma revolução.

As agências de publicidade tradicionais precisam acordar para o novo e perceber que nunca foi tão certo o fim do modelo atual desse setor. Em grande parte do mundo já existem movimentos no sentido de acompanhar essas transformações. Por aqui, ainda não. Os publicitários do nosso país, que ainda resistem a um plano de mídia digital, estão perdidos em uma floresta de oportunidades.

O Brasil ocupa a terceira posição em quantidade de usuários ativos na Internet, atrás apenas dos EUA e do Japão, segundo a pesquisa Ibope Media 2013. Temos 94,2 milhões de brasileiros com acesso à internet e 97% dos usuários com presença nas redes sociais. Essas pessoas passam cerca de cinco horas por dia nas mídias sociais e fazem uso cada vez mais diversificado delas. Temos ainda a geração NET, com seu desenvolvimento cerebral afetado pelas novas tecnologias. Para os que têm menos de 16 anos, o e-mail já é obsoleto. Eles se comunicam em redes sociais, em tempo real.

Diante desse panorama, podemos afirmar sem medo: não dá para fugir da internet hoje, nem no mundo dos negócios. Ou melhor: principalmente no mundo dos negócios.

Muitas empresas, influenciadas por suas agências, ainda acreditam que podem sobreviver sem a presença digital e sem fazer uso das redes sociais. Estão enganadas. Não há futuro para a empresa que não busque formas de relacionamento nas redes. Mas é preciso saber o que dizer ao consumidor para criar uma boa percepção da marca. Na rede apenas as boas e relevantes histórias são compartilhadas.

Se a internet potencializa o desejo dos consumidores de se expressarem e muda sua relação com as marcas, estas, por sua vez, precisam se perguntar: por que o que faço é importante? Por que o consumidor desejará compartilhar em sua rede social? Mais do que conectadas, as pessoas utilizam a internet para exercer seus direitos com mais intensidade, sem receio.

Se você quer aproveitar esse mercado, mas não sabe como, em agosto tomei conhecimento sobre um manual bem legal lançado pela Talk: Manual do Twitter – Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar). Eles criaram agora um material educativo, com base na sua experiência na área digital (desde o planejamento até a mensuração de resultados) para ajudar você a criar, testar e implementar uma estratégia digital de qualidade, capaz de atrair novos negócios e criar mais um canal de diálogo com os consumidores. Se você estiver interessado no tema e não quer ficar perdido no tempo, baixe o conteúdo e sucesso: http://materiais.talk2.com.br/estrategias_digitais

lounge-empreendedor-FerlaLuiz Alberto Ferla é presidente do DOT digital group (Knowtec,  Talk2,  KeepingUpTechFront,  SocialBase,  Suite Plus  e  DDBR   e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes)

31 jul 2013

MARKETING EM MÍDIAS SOCIAIS

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Veja nesse infográfico como se tornar um especialista em marketing nas mídias sociais

Tenho comentado com alguns amigos que me assusto diariamente com a quantidade de "especialistas", conhecedores de orelha de livro, que encontro em eventos e palestras que frequento. Parece incrível, mas se você não ficar esperto, pode estar sendo enrolado por bons oradores, mas péssimos gestores.

E como não tenho dúvidas de que imagens falam mais do que mil palavras, resolvi compartilhar com vocês esse infográfico sobre especialistas em marketing nas mídias sociais. (Está em inglês, mas vale à pena!)

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27 jul 2013

MOBILE É COMPORTAMENTO

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A explosão mobile no Brasil deixou de ser expectativa para virar realidade. Como você faz uso desta tecnologia no seu contexto de vida e empresarial?

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Uma verdadeira revolução digital está em curso. Embora muitas pessoas afirmem que essa transformação é tecnológica, prefiro me pautar em uma mudança de comportamento. A forma como interagimos uns com os outros, a maneira como consumimos conteúdo, tudo mudou radicalmente. Nosso comportamento é mobile.

Não há mais tempo para ter medo e insegurança. A realidade digital na qual fomos inseridos com a chegada da internet há 15 anos foi completamente absorvida e inserida no contexto de nossas vidas.  Fique um tempo na sala de embarque de um aeroporto ou na praça de alimentação de qualquer shopping e você verá que a revolução mobile já aconteceu. Não há como escapar.

Pare e pense em como começa o seu dia, a partir do momento em que você acorda: você desperta com o alarme do celular, já aproveita e verifica sua agenda, estuda a previsão do tempo, olha os e-mails que chegaram durante a noite e talvez, já faça sua primeira postagem em alguma rede social. Tudo sem sair debaixo das cobertas!

Isso sem contar as inúmeras vezes em que usa seu tablet ou celular para curtir fotos e comentários de amigos, registrar os melhores (e piores) momentos do seu dia e fazer check-in em seus lugares favoritos. Ah, claro, existem ainda as mensagens SMS que você troca com familiares, amigos e colegas de trabalho.

Está aí a grande mudança: mal falamos ao celular, usamos sua tecnologia para um novo comportamento no qual a ferramenta é apenas um canal que viabiliza a nossa interação com o mundo.  Um mundo na ponta dos nossos dedos!

As grandes empresas já perceberam essa realidade e têm realizado iniciativas mobile reconhecendo e utilizando a presença móvel de sua marca para conversão de melhores resultados. Outras tateiam o mercado com ações digitais ineficazes privilegiando tecnologias e não o comportamento do usuário.  Ou seja: há muito espaço a ser explorado.

Uma pesquisa realizada em junho de 2011 pela Mowa sobre a presença mobile das 500 maiores empresas e do setor bancário do país apontou que apenas 17% possuíam site móvel, 21%  possuíam aplicativo e 29% haviam experimentado ações SMS junto a seus clientes. Se entre as maiores empresas do país a presença móvel ainda é tão tímida, imagine o oceano azul a ser explorado na cauda longa.

Hoje, a alta complexidade e os custos elevados no desenvolvimento de projetos de mobilidade são as maiores barreiras à entrada no mercado de um número maior de empresas nesse universo. Faltam alternativas que tragam competitividade e, principalmente, democratização ao universo mobile.

lounge-empreendedor-mobile-eh-comportamentoContudo, cedo ou tarde, se dará a primavera dos que não possuem robustos orçamentos, mas já reconhecem o valor e importância de um canal móvel. Possuir uma estratégia mobile pode ser uma experiência transformadora, envolvente e cativante para sua empresa atingir uma boa comunicação e engajamento com o seu consumidor. Um consumidor que não está apenas à frente das marcas, mas “anos-luz” distantes de sua atual presença digital. 

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