Archive for Responsabilidade Social Empresarial

15 set 2015

THE VENTURE – CHIVAS REGAL

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Iniciativa premiará com um curso na Singularity University, da NASA, os empreendedores sociais com ideias mais promissoras

 

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Você deve estar se perguntando porque o Lounge Empreendedor está falando de whisky… Estresse? Válvula de escape? Que nada… Chivas Regal, o primeiro whisky de luxo do mundo, abriu inscrições para a segunda edição de “The Venture”, até o dia 25 de outubro. A iniciativa busca encontrar os empreendedores sociais mais promissores do país, aqueles com empresas e ideias inovadoras que tem como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo.

O finalista será escolhido por um júri especializado composto por nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand, Maria Prata e uma referência internacional de empreendedorismo social e será premiado com um curso na Singularity University, da NASA, que tem como missão educar, inspirar e capacitar líderes para aplicar tecnologias na solução dos grandes desafios da humanidade. O vencedor da etapa nacional ainda participará de um workshop de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia, além de concorrer, com os finalistas dos demais países participantes, ao prêmio final de US $1 milhão.

“O empreendedorismo está forjado no DNA de Chivas, quando os criadores da marca James e John Chivas se uniram para fundar a Chivas Brothers e deram início a uma das mais importantes marcas de whisky do mundo, os irmãos se preocupavam em ajudar o seu entorno, dividindo seus ganhos e ajudando os agricultores da região a vender seus produtos. Por isso, acreditamos que negócios e economia podem transformar problemas em oportunidades. Acreditamos, principalmente, num futuro melhor construído por empreendedores sociais que buscam fazer a diferença. Por isso, é importante que existam iniciativas como o “The Venture”, para impulsionar ideias que contribuam para que os negócios sejam usados como uma grande força do bem”, diz Rafael Souza, Grouper das marcas Brown Spirits da Pernod Ricard Brasil.

“The Venture” é uma premiação criada por Chivas, em 2014, com o intuito de apoiar propostas de negócios que buscam o sucesso enquanto geram um impacto social positivo, fornecendo orientação e US$ 1 milhão em assistência financeira. Foram 20 empreendedores sociais de todo o mundo que receberam um treinamento de uma semana no Vale do Silício, na Califórnia. Esses finalistas tiveram a oportunidade de conhecer empresas líderes em tecnologia, serem orientados por especialistas. O prêmio final foi dividido e US$ 250 mil foram alocados aos participantes de acordo com uma votação popular no site theventure.com. Os US$ 750 mil restantes foram entregues a 5 projetos que provaram todo seu potencial de transformação social.

Em 2014, o Brasil foi representado na competição global pelo projeto MGov, de Guilherme Lichand. A MGov é uma consultoria que oferece soluções baseadas em celulares populares para avaliar ações de impacto social. Para chegar à maioria da população, Guilherme foi na contramão dos aplicativos para smartphones, que não tem grande penetração Nordeste e nas zonas rurais do país. Desta maneira, a MGov coleta dados de celular de tecnologia analógica, analisando e entendendo as demandas por serviços e informando caso algum programa social ou privado atrase.

A premiação faz parte da plataforma global “Vença do Jeito Certo” que tem como objetivo inspirar as novas gerações a empreender e desenvolver seus projetos, além de inspirar outras pessoas a fazer parte do movimento.

Até o dia 25 de outubro, os candidatos poderão se inscrever para a etapa nacional do projeto no portal www.theventure.com

Divulguem! Passem adiante! Quem sabe o novo vencedor não seja alguém que você conhece… 

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08 set 2015

EMPREENDEDORISMO SOCIAL

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Veja oportunidades para quem quer empreender com impacto social. Você pode ter um papel fundamental na melhoria da saúde e educação no país.

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Saúde e educação estão entre as maiores preocupações dos brasileiros, conforme aponta pesquisa realizada antes das eleições presidenciais de 2014 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).  Como a oferta de serviços por parte do governo está longe de ser satisfatória nessas áreas, a iniciativa privada pode ajudar. E quem se preparar e estiver atento às necessidades do mercado e inovações tecnológicas tende a lucrar alto com atuação empreendedora com foco em impacto social.

Para a coordenadora do Centro de Empreendedorismo Social da USP, professora Graziella Comini, a iniciativa privada pode ter um papel fundamental na melhoria dos serviços de saúde e educação no país. “Em nenhum momento podemos descuidar do setor público e temos que cobrar que ele cumpra suas obrigações com qualidade. Tanto na saúde quanto na educação o governo pode sim fazer melhor. Mas também é muito cômodo criticar sem fazer nada. Vamos ter que trocar o pneu com carro andando. A iniciativa privada pode atuar em complementação ao poder público e existem diversas possibilidades de negócios nesse sentido, inclusive em parcerias com o governo”, afirma Graziella Comini.

Na área de saúde, Graziella lembra que a maioria da população de baixa renda é dependente do Sistema Único de Saúde (SUS), que se encontra nitidamente sobrecarregado. “As classes D e E, principalmente, ainda não têm acesso aos planos de saúde. O SUS é necessário, mas não consegue atender um país continental como o Brasil. Por isso, a possibilidade de negócios para essas classes é enorme, o que desafogaria o SUS”, explica.  

Já no setor de educação, o número de analfabetos (mais de 13 milhões segundo o IBGE) preocupa. “Não estamos formando pessoas que consigam crescer e se desenvolver profissionalmente.  Muitos só sabem ler o básico, mas não possuem uma autonomia de interpretação. Isso vai dificultar a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho. O número de analfabetos, sejam funcionais ou não, revela uma realidade que abre uma janela para batalhar pela melhoria da qualidade do ensino público e também abre a oportunidade de empreendimentos privados que possam cobrir essa lacuna”, ressalta Comini.

Diante dessa realidade e com a ajuda da especialista, procuramos listar três possíveis caminhos para quem quer empreender nos segmentos de saúde e educação:

  saúde  

1. Aproximar a população do atendimento

Chegar até um hospital ou unidade de saúde é uma aventura para muitos brasileiros. Iniciativas que possam levar os exames e os médicos (atendimento domiciliar) até essas pessoas tendem a evoluir nos próximos anos, o que ajuda a esvaziar os hospitais. Já existem ônibus e carretas que visitam comunidades distantes para realizar exames para diagnosticar doenças como câncer de mama e catarata. A evolução da tecnologia é fundamental, já que diminui o tamanho dos equipamentos e os torna cada vez mais portáteis.

2. Clínicas populares

Se a população de baixa renda não possui plano de saúde e conseguir uma consulta em hospital público pode parecer um milagre, surge espaço para clínicas com consultas a preços mais acessíveis. Elas já são realidade em algumas cidades brasileiras (Dr. Consulta, em São Paulo e Clínica Sim, em Fortaleza) e tendem a se multiplicar em outros centros urbanos.

3. Acesso à informação

O governo tem investido em ampliar seus canais de comunicação com a população. Agendamento de consultas online, localização dos postos de saúde e hospitais na cidade, informações sobre os médicos especialistas disponíveis, pesquisa de preços de medicamentos pela internet são exemplos de serviços que podem dinamizar o atendimento e deixar o cidadão mais informado, sempre com o auxílio do médico. Aí também se encaixam empresas como a Medicinia, uma plataforma que busca otimizar o fluxo de informações em clínicas e hospitais e evidencia como a tecnologia pode estar a serviço da saúde.

  educação  

1. Gestão e infraestrutura

Os responsáveis pelas escolas precisam ser mais profissionais quanto à gestão institucional, administrativa e financeira. Nesse sentido, aparecem oportunidades para sistemas que otimizem a compra de insumos (merenda, material de limpeza, etc.), que organizem o orçamento para reformas estruturais necessárias e que abasteçam as salas de aulas com a tecnologia necessária para as novas possibilidades de ensino (tablets, televisões, redes wi-fi, etc.)

2. Conteúdos e objetos educacionais

Se o ensino em sala de aula não anda dos melhores, surge a possibilidade de aperfeiçoa-lo com ferramentas online. Cursos (de línguas, por exemplo), atividades complementares de reforço (específicas para cada aluno), aplicativos que auxiliam estudantes com alguma deficiência, produção de games e sites temáticos são exemplos de conteúdos educacionais que complementariam o aprendizado.

3. Aperfeiçoamento da metodologia de ensino

A capacitação e atualização dos professores é fundamental nesse sentido. Eles precisam se preparar para salas de aula e alunos mais tecnológicos e adaptar o conteúdo a essa tendência. Ferramentas virtuais que possibilitem contato imediato com coordenadores pedagógicos, elaboração de plano de aula e compartilhamento de bibliografias ajudam. Assim, os educadores estariam ambientados com aulas outdoor (em parques e museus, por exemplo), atividades virtuais (simulados, provas, trabalhos) e oferecimento de conteúdo educacional em diversas plataformas.

Você curte a ideia de empreender e mudar o mundo?!? Que tal? 

Fonte: Na Prática 

24 ago 2015

TERCEIRIZAÇÃO COM RESPONSABILIDADE

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Atenção! Você sabe qual é a sua responsabilidade com o trabalhador terceirizado?

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Muito se fala a respeito da responsabilidade social das empresas no que se refere aos direitos dos trabalhadores terceirizados. Atualmente, este grupo não está protegido por nenhuma legislação específica, o que aumenta as irregularidades da área e prejudica trabalhadores que tem seus postos de trabalho precarizados.

O trabalho terceirizado foi incentivado no Brasil a partir da Súmula 331, do TST, em 1993 e, segundo o entendimento jurídico, consiste na prestação de um serviço oferecido de uma empresa para outra. Atualmente é permitido apenas a terceirização das atividades-meio (limpeza, portaria, vigilância, telecomunicações e trabalhos temporários por menos de três meses). No entanto a PL 4.330, atualmente em tramitação no Senado Federal, visa regulamentar a área e permitir que todas as atividades de uma empresa sejam realizadas por trabalhadores terceirizados, incluindo as atividades-fim.

O trabalho terceirizado

O tema gera um debate intenso, segundo pesquisa realizada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) o trabalhador terceirizado ganha um salário 25% menor do que os funcionários diretos e trabalham até 3 horas a mais por semana. Essas diferenças fazem com que muitas pessoas vejam o projeto de lei como um meio de precarização do trabalho e fragilização do trabalhador no geral.

A lei garante que a empresa contratada tenha autonomia para exercer suas funções, pois caso os prestadores de serviços sejam subordinados a empresa contratante, podem exigir, com o auxílio de um advogado trabalhista se necessário, o registro direto na empresa, com acesso aos benefícios oferecidos aos demais funcionários.

Advogados da área do trabalho concordam que a terceirização em si não é uma prática ilegal, no entanto muitas empresas se utilizam desse mecanismo para o mero fornecimento de trabalhadores, visando ter menos gastos com a mão-de-obra e indo contra direitos assegurados na legislação trabalhista.

Uma das dificuldades é assegurar o cumprimento das contrapartidas da empresa. Não é incomum que companhias de prestação de serviços terceirizadas demitam funcionários antes dos 12 meses de contrato para não ter que pagar férias. Nesses casos, o profissional deve procurar um escritório de advocacia para tentar garantir o acesso aos direitos trabalhistas.

Responsabilidade da empresa

É importante que, tanto a empresa fornecedora do serviço quanto a empresa contratante, se comprometam com o cumprimento dos direitos do trabalhador e não pratiquem a terceirização apenas como uma forma de reduzir custos com funcionários, limitando o acesso destes aos benefícios trabalhistas.

Pensando nisso, as empresas podem se comprometer de outras formas com seus funcionários. Algumas companhias elaboram projetos de terceirização que garantem, a partir de negociação coletiva, que os trabalhadores terceirizados tenham os mesmos benefícios contratuais que tem acesso os demais empregados da contratante. Esta prática deve ser incentivada visto que é uma das formas de garantir mais direitos aos trabalhadores terceirizados.

 

GRR Advogados é um escritório especializado nas áreas trabalhista, inclusive ações trabalhista de bancários, cível e família. Prestam, ainda, assessoria jurídica para empresas orientando, defendendo e realizando todo o acompanhamento do cliente durante um processo judicial. 

15 jun 2015

COMO CRIAR INDICADORES E METAS

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3 passos para estabelecer metas mais adequadas e melhorar os processos da sua empresa

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Colocar a sustentabilidade em prática nas áreas-chave do negócio pode torná-lo melhor e mais lucrativo, por meio da geração de novas receitas, da consolidação de uma cultura de desperdício zero, da motivação dos funcionários para um desempenho superior e também pela conquista da preferência de investidores e financiadores.

Mas se você acredita que para começar precisará da elaboração de grandes planos, saiba que é possível adequar sua empresa de uma forma bem mais simples: basta implantar indicadores inteligentes, que gerem possibilidades de melhorias reais nos processos, tendo em vista as necessidades dos clientes, funcionários, comunidade ou o meio ambiente.

Você já se deparou com indicadores bem-intencionados, mas que geram decisões inúteis ou até mesmo contrárias aos objetivos esperados? Infelizmente, isso acontece o tempo todo.

Queremos aumentar a leitura nas escolas públicas? Vamos aumentar o acervo de livros nas bibliotecas em 20%. A questão é a aprendizagem contínua dos funcionários? Então vamos medir as horas de treinamento. A busca é por ecoeficiência? 10% de redução no consumo de água em todas as unidades de negócio. As pessoas pedem por respeito ao consumidor? A lei determina que os SACs atendam as ligações em menos de um minuto.

Em todos esses exemplos, são feitos investimentos de tempo, dinheiro e foco, e os indicadores podem ser alcançados. Apesar disso, os resultados esperados não são atingidos. Os 20% adicionais de livros não atraem mais pessoas para a biblioteca, as horas de treinamento não são parâmetro para a sua qualidade, 10% de economia de água costuma ser muito em algumas unidades de negócio e pouco em outras. Se pensarmos no atendimento do SAC em um minuto, a questão fica ainda mais evidente. Quem já não teve que falar com três ou quatro atendentes sem ter a questão resolvida ou precisou ligar várias vezes e ainda teve a ligação bruscamente interrompida? Indicadores burros geram decisões equivocadas, com sistemas de incentivos que não beneficiam as reais necessidades dos clientes finais daquele processo.

Para chegar a indicadores inteligentes, é preciso:

1. Entender a necessidade do cliente, funcionário, comunidade ou meio ambiente

Esse é o ponto de partida. Quando falamos do cliente de serviços, por exemplo, a necessidade é ter seu problema resolvido no primeiro ponto de contato, de forma definitiva, no menor tempo possível. Para chegar à necessidade, é preciso perguntar de forma honesta e estar pronto para ouvir.

2. Identificar demandas por falha e demandas de valor

Para isso, é fundamental sair do escritório e observar as interações nos pontos de contato. Qual é o percentual de reclamações de clientes, erros de logística, problemas de qualidade ou retrabalho dos funcionários em relação ao total de tempo? Tudo isso são demandas por falha, em outras palavras, desperdícios. Demandas por falha chegam a gastar 50% do tempo e recursos de uma equipe.

3. Definir os novos processos e indicadores, sem estabelecer metas arbitrárias

Para eliminar as demandas por falha, é necessário olhar para o sistema como um todo. Afinal, a reclamação do cliente no SAC surgiu por algum erro em outro processo anterior, que precisa ser ajustado. Para definir os novos processos, é imprescindível a participação das pessoas que atuam neles. São elas que conhecem os problemas, que identificam soluções simples para resolvê-los e que serão responsáveis pelo sucesso dos novos processos.

Quando focamos na simples redução de custos, acabamos muitas vezes aumentando os custos no longo prazo. Quando, no lugar disto, focamos em gerar mais valor para o cliente final do processo, acabamos diminuindo os custos. Esta é uma verdade contraintuitiva, mas a analogia com processos não empresariais pode ajudar a compreendê-la. Quantas pessoas você já viu fazer uma dieta milagrosa, perder 5 kg em um mês para depois ganhar 8 kg ao longo dos 3 meses seguintes? A meta foi atingida, mas não de forma sustentável. Alternativamente, o foco deveria ter sido nos hábitos de alimentação, exercício e repouso, levando em conta as características de quem está fazendo a dieta. Foco na geração de valor para o cliente final é igual a diminuição de custos.

Transportando para a realidade empresarial, é preciso estar atento a dois pontos:

a) Autonomia na ponta gera redução de custos. Essa é outra verdade contraintuitiva. Infelizmente há insistência em achar que a redução da autonomia e implantação de mais processos de controle são sempre a resposta certa. Não são.

b) Metas arbitrárias a priori geram resultados menores do que o potencial de melhoria do sistema. Voltando ao exemplo da água, se fossem identificadas demandas por falha e por valor do sistema, é provável que houvesse oportunidade de reduzir em até 10 vezes o consumo de água no sistema. Infelizmente, esta abordagem analítica também é mais exceção do que regra.

Seguir estes passos gera algumas consequências negativas. A sua empresa poderá, por exemplo, ter menos horas de treinamento para os funcionários e ser prejudicada na avaliação do Guia das Melhores Empresas para Trabalhar. Entretanto, ela estará atendendo à necessidade real dos funcionários de aprendizagem contínua e, com isso, gerando mais satisfação, menos turnover e melhores resultados concretos para a própria empresa. Talvez seja isso que faça uma empresa ser um excelente lugar para se trabalhar.

Portanto, para melhorar a sua empresa no curto e no longo prazo, vale focar na geração de valor para o cliente final e definir indicadores inteligentes, que incentivam as decisões e os resultados desejados.

Gabriela Werner é sócia fundadora da Sustentabilidade na Empresa, consultoria que auxilia empresas a integrar sustentabilidade na estratégia do negócio de forma inteligente.

 

29 mar 2015

VEM DE BIKE

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Sebrae-SP oferece dicas de adequação dos estabelecimentos aos adeptos do uso de bicicletas. 

 

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Como vocês sabem, fiz parte do Sebrae por muitos anos e confesso que me apaixonei pela nova proposta da instituição: um livreto com dicas para empreendedores que desejam adaptar sua empresa para receber os usuários de bicicleta, bem como uma lista de 30 oportunidades de negócios mapeadas de acordo com as necessidades do público que usa a bicicleta como meio de transporte nas grandes cidades. Trata-se do "Ciclo Oportunidades – Pedale e lucre mais com a mobilidade urbana".

"A mobilidade urbana não é uma tendência, é uma realidade. Ao invés  de ser visto como um obstáculo à geração de negócios, esse novo contexto pode ser entendido como uma oportunidade para as empresas criarem diferenciais competitivos", explica Rodrigo Hisgail de Almeida, consultor do Sebrae-SP.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicletas (Abradibi), o Brasil é o terceiro maior produtor de bicicletas, com 4 milhões de unidades ao ano, e o quinto maior mercado consumidor do mundo, com uma frota estimada em 80 milhões de unidades.

Para atrair quem anda de bicicleta para trabalhar ou por esporte é necessário fazer ajustes para tornar a empresa um local "bike-friendly" (amigo do ciclista). Quem usa este meio de transporte pode frequentar um estabelecimento porque soube que será bem tratado e não terá preocupação ao levar sua bicicleta.

Algumas dicas práticas e baratas tornam a empresa convidativa aos ciclistas, como:

  • sinalize que o local oferece facilidade a este público por meio de recursos visuais como placas ou selos;
  • ofereça espaço para que o cliente guarde a bicicleta com segurança;
  • faça parceria com estacionamentos próximos caso não possua espaço suficiente para criar um bicicletário, e;
  • tenha equipamentos disponíveis para empréstimo, como cadeados ou correntes.

As 30 oportunidades de negócios listadas no livreto estão associadas à mobilidade urbana. Para quem pensa em montar uma empresa voltada ao público ciclista, estão sugestões como: venda de bicicletas, produção de peças e acessórios, moda bike fashion, restaurantes, hotéis, empréstimo de bicicletas, oficinas de reparos, café bike, entre outros.

Tornar a experiência de consumo mais cômoda é uma estratégia eficiente. O cliente ciclista vai se sentir mais acolhido, vai gastar ali e voltar novamente. Além disso, cada vez mais o público se preocupa não só em comprar, mas também em conhecer de quem está comprando, e está dando preferência a empresas que tenham ações de sustentabilidade.

O material está disponível para download gratuito. Basta clicar na imagem abaixo:

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