Archive for Superação

22 ago 2015

ANSIEDADE SÓ ATRAPALHA

No Comments Coaching, Comportamento, Desenvolvimento Humano, Equilíbrio, Inteligência Emocional, Relações Humanas, Superação, Tomada de Decisão

Destrua o hábito da preocupação, antes que ele destrua você.

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Ansiedade não é doença. Faz parte do nosso sistema de defesa e está projetada em quase todos os animais vertebrados, do peixinho dourado até aquela sua tia histérica. Eu sou ansiosa. E dizer isso assim, a seco, não é nada fácil mesmo para quem há anos estuda desenvolvimento humano. Sou daquelas pessoas que dorme pensando no compromisso que tem às 11 horas da manhã seguinte, mesmo que seja só fazer as unhas. Penso o tempo todo em como estarei daqui a 24 horas, 24 dias, 24 anos.

Mas, vamos começar pelo final… Assim, como bom ansioso, você não precisa esperar o final do texto para descobrir que ansiedade é o sentimento típico de quem vive no futuro, se preocupando com as coisas que ainda vão acontecer, mas a boa notícia que eu queria antecipar pra vocês é que dá para conviver com ela pacificamente – e é isso que vai fazer a diferença na hora de reconhecer que nem tudo precisa ser motivo de preocupação o tempo todo.

Talvez, nesse momento, você já esteja se perguntando: como eu domino a minha ansiedade?

Primeiro, viva realmente no presente. Dedique-se ao hoje! Esse é um exercício simples e gostoso, mas que geralmente precisamos lutar muito para conseguir fazer.  A cada minuto do seu dia, quando sua cabeça insistir em te levar para o futuro, pense nos detalhes daquilo que está fazendo agora. Neste momento, por exemplo, eu estou aqui, escrevendo este artigo no meu computador, com um pouco de fome. E só. Mais nada. Com o tempo vamos aprendendo a nos manter no aqui e agora e controlando melhor a ansiedade. Dale Carnegie em seu livro "Como Evitar Preocupações e Começar a Viver" dá uma dica que sempre busco praticar: . 

VIVA EM COMPARTIMENTOS HERMETICAMENTE FECHADOS.

Segunda coisa importante: faça coisas que você goste de verdade. Dê uma volta num parque, jogue sudoku (que eu adoro), leia um livro, qualquer coisa que você goste. Aposte em você e naquilo que o fará feliz mesmo que seja por alguns instantes do seu dia. Vá ajeitando a sua vida de maneira que você possa fazer o maior número de coisas boas para você num único dia.  Claro que a louça vai continuar na pia e seu chefe vai continuar lhe mandando fazer coisas chatas, mas mesmo nestes momentos tente encontrar o prazer que há naquilo: a satisfação de ver a louça lavadinha em cima da pia ou da entrega de um serviço bem feito. 

Seja qual for a situação, arranque de você o que existe de melhor hoje, agora, neste exato momento. Do contrário, a tendência será você correr para o futuro imaginando que lá seria um lugar mais legal, como se o presente fosse um momento ruim a ser passado. Pense, só temos uma vida e cada segundo dela é único!

CULTIVE UMA ATITUDE MENTAL QUE LHE DÊ PAZ E FELICIDADE

Para lidar com a ansiedade, o melhor caminho é manter o equilíbrio emocional, ponderar as situações e ampliar a consciência de si mesmo, de suas habilidades e da sua capacidade de realização e dedicação.  

Comigo tem funcionado. Mas eu continuarei aqui, no meu projeto presente, cuidado do meu ambiente físico e emocional. E você? Onde você está agora?

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24 jul 2015

APRENDA COM SEUS ERROS

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Desde cedo, somos programados para achar que errar é ruim. Uma crença que nos impede de aprender com os tombos levados, mas que você pode mudar AGORA.

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Todos nós temos medo do fracasso. Entretanto, não conheço uma única pessoa que tenha experimentado uma cadeia ininterrupta de vitórias. Todos experimentamos retrocessos, derrotas, perdas, rejeição e fracassos. Ninguém é perfeito.

O que nos torna mais bem sucedidos é a capacidade de resposta que desenvolvemos às experiências que dão errado e o tempo que gastamos em curar nossas feridas. Assim como os animais, precisamos aprender a lambê-las, sem deixar o campo de batalha.

É claro que ninguém começa uma empreitada esperando terminá-la mal. Nenhum atleta ouve o tiro da largada esperando o último lugar. Nenhum empreendedor idealiza a falência como meta no final do mês. Mas você já deve ter ouvido o quanto experiências negativas foram importantes para pessoas que admira.

Nas palavras do escritor americano Denis Waitley: “O fracasso deveria ser nosso professor, não nosso coveiro. A falha é um atraso, não uma derrota. É um desvio, não uma rua sem saída. O fracasso é algo que conseguimos evitar apenas se não dissermos nada, se não fizermos nada e se não formos nada.” Eu prefiro ser muito!

Histórias de superação nos ajudam a entender o valor que cada ser humano adquire em suas próprias derrotas e como transformam o fracasso em lição aprendida, em degraus para o sucesso tão almejado.

Caso você duvide desta capacidade, pense nos aprendizados simples que pode adquirir com a rejeição, a perda e o fracasso. Você descobrirá novas habilidades; descobrirá quem são seus amigos de verdade e jogará para longe boa parte de seu orgulho e arrogância Perceberá, ainda, que não pode agradar a todos e, assim, se tornará mais forte e confiante. Vai deixar de perseguir dúvidas como “e se?” para fazer as coisas acontecerem; deixará de lado a síndrome do super-herói e pedirá ajuda. Para, então, finalmente, valorizar seu sucesso quando ele acontecer. 

Já percebeu como as maiores celebrações vêm depois de batalhas difíceis? Pois é… Se enfrentarmos as adversidades como uma cutucada do destino indicando-nos outra direção e se obedecemos a este sinal, é certo que a experiência se tornará positiva. Mas, se o fracasso for vivido como indicação de fraqueza e ficarmos remoendo a situação até produzirmos um complexo de inferioridade, então, dias piores virão.

Talvez essa lista possa ajudar você a guiar seu processo de reflexão e aprendizado com seus erros:

  1. A aceitação da responsabilidade é essencial para tornar o aprendizado possível.
  2. Não iguale o erro honesto resultante de um experimento planejado com erros devidos à irresponsabilidade, incompetência ou descaso.
  3. Você não pode mudar seus erros, mas você pode escolher como responder a eles.
  4. O crescimento começa quando você pode ver espaço para melhorias.
  5. Procure entender porque o erro aconteceu; investigue para conhecer suas causas.
  6. Que sequência de pequenos erros levou ao grande erro?
  7. Que informações poderiam ter evitado o erro?
  8. Há alternativas que poderiam ser consideradas, mas não o foram?
  9. Que mudanças são necessárias para evitar a repetição deste erro?
  10. Que tipos de mudanças são difíceis para você?
  11. Que tipo de comportamento você precisaria mudar em situação semelhante?
  12. Mas não se iluda, a próxima situação não será idêntica à última. O erro pode até se repetir, mas as causas e conseqüências podem ser diferentes.

Acho engraçado como em quase todas as atividades humanas, a natureza parece favorecer "os tolos" ou "os loucos" que não sabiam que podiam fracassar e que seguiram em frente fazendo "o impossível" em detrimento daqueles que repetidamente afirmam “isto não pode ser feito”.

Cada ser humano traz consigo um infinito poder de vencer as adversidades. Nossas únicas limitações são aquelas que impomos às nossas mentes. Por isso, deixe de lado o comodismo, a preguiça, a procrastinação, o egoísmo, a vaidade e ambição descontroladas, a falta de lealdade, os vícios, a desonestidade, e acredite: DIAS MELHORES VIRÃO!​

28 jul 2013

APRENDA COM OS ERROS

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Ter fracassado em determinados momentos também conta pontos para ser um empreendedor de sucesso

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Se você perguntar a um investidor quais os fatores que ele ou ela leva em consideração para decidir se investe ou não em um negócio, certamente se deparará com as seguintes questões: “O mercado está crescendo e tem boas perspectivas? O planejamento (plano de negócios) apresenta uma estratégia clara para conquistar uma boa participação neste mercado? A equipe envolvida no negócio é experiente, conhece do assunto, tem sucessos e fracassos que os credenciam estar à frente do negócio?” Você pode estar se questionando: “… fracassos que os credenciam? Como assim?”

Em relação a esta última frase cabe uma análise mais detalhada. É isso mesmo, as pessoas no mundo dos negócios são avaliadas pelo o que têm conquistado em sua história de vida, seus sucessos e também seus fracassos. Ter fracassado em determinados momentos também conta pontos, porque mostra que a pessoa tem tido iniciativa, buscado algo diferente e aprendido com novas experiências. Estas experiências a credenciam para os desafios à frente.

Em empreendedorismo conta muito o histórico do empreendedor, o que tem feito, o que tem conquistado, como tem trilhado seu próprio caminho… Este conjunto de experiências dá ao empreendedor mais confiança para seguir à frente dos negócios, pois ele sabe o que funciona e o que não funciona, como abordar certos mercados e como negociar com clientes e fornecedores. A criatividade surge da curiosidade e experimentação.

Por isso, surgem os chamados empreendedores seriais, aqueles que iniciam vários negócios e que, na maioria dos casos, são bem sucedidos.

As experiências do passado dão ao empreendedor algo insubstituível: saber antes o que outros ainda vão aprender. E isso fará a diferença em momentos decisivos. Por isso, antes de falar que alguém não tem mais o talento do passado, ou que está fora de forma, devemos analisar todas as suas realizações para uma conclusão mais precisa. Devemos lembrar que empreendedores são pessoas diferenciadas e que saem com maestria de momentos de crise. Às vezes, até ficam mais motivados nestas situações.

Por José Dornelas, autor de vários livros sobre empreendedorismo, incluindo
"Empreendedorismo, transformando idéias em negócios", da editora Campus.

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29 mai 2013

ROBERTO CIVITA E SUAS LIÇÕES DE EMPREENDEDORISMO

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Após dedicar cinco décadas de sua vida a editora Abril, Roberto Civita deixa lições de empreendedorismo e liderança a quem deseja viver com paixão e ousadia

 

“Sempre chega um momento em que você diz: isso é maior do que nós somos, será muito difícil, não é o momento… É preciso ir”, aconselhou Roberto Civita, citando a coragem e a ousadia como as principais qualidades para as próximas gerações de empreendedores. “Você não chega a lugar nenhum se não ousar”, refletiu o presidente do conselho de administração do Grupo Abril, que morreu neste domingo, 26, em São Paulo, após dedicar mais de cinco décadas da sua vida a transformar a editora criada em 1950 por seu pai, Victor Civita, em um dos maiores conglomerados editoriais da América Latina.

Em uma conversa com o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, durante o CEO Summit em 2011, Civita observou que, embora o Brasil de hoje seja muito diferente do Brasil em que começou a trabalhar, algumas coisas atravessaram os anos e continuaram valendo de uma geração para outra.

Contou por exemplo que seu pai nunca distribuiu um dividendo, por mais de 40 anos, para reinvestir o tempo todo no negócio. “Ele não pensava em termos de dinheiro, pensava só em fazer”, relatou o empreendedor. Outra questão que coloca é a obsessão por fazer bem feito. “Todos os diretores das revistas sabem: posso aceitar qualquer coisa, menos que não sejam o número 1 no seu segmento”.

Civita ressaltou também o foco nas pessoas: “quem você contrata, como você trata”. A seu ver, qualquer empresa depende em primeiro lugar das pessoas que trabalham nela. Além disso, o exemplo que você dá é fundamental. Por último, destacou a necessidade de ser obsessivo: “Eu não acredito em sucesso de quem não trabalha mais que os outros. Ninguém que eu respeito não trabalha sábado e domingo. Lamento: se não quiser, tudo bem, mas a sua empresa não irá a lugar algum”. Para ele, a paixão é 90% da batalha ganha. “Se fizer algo somente para ganhar dinheiro, estou certo de que chegará ao fim da vida achando que perdeu o seu tempo.”

Uma das virtudes que mais admirava no pai era a capacidade de deixar os filhos fazerem e, principalmente, errarem. “Quando eu já havia estudado e trabalhado fora, estabeleci uma condição para voltar: queria fazer uma revista como a Time, onde estava trabalhando, uma revista como a Fortune, por ser uma revista de negócios, e uma como a Playboy, porque eu tinha 22 anos”, contou, em tom bem-humorado. “Meu pai disse: Não tem a menor condição de fazermos isso agora, mas venha e faremos”, e teve a paciência de esperar seis anos até que a revista Veja – que idealizou e lançou em 1968 – desse um retorno positivo para a empresa.

No que se trata de sucessão, Roberto Civita acredita que passar uma empresa de uma geração para outra muitas vezes é uma questão de sorte. Em sua opinião, é muito difícil conseguir alguém com competência, vontade e no momento certo de vida para isso. Mas conta que o seu sonho grande é que, nos próximos 50 anos, a Abril continue relevante na discussão, no esclarecimento e na conscientização dos brasileiros. O que poderia possibilitar isso? Não perder o objetivo. “O importante não é o que você coloca na página, mas o que sai da página para a cabeça do leitor”, citou o empreendedor, parafraseando Henry Luce, fundador da revista Time.

Por Carolina Pezzoni, editora do Portal Endeavor.

29 mai 2013

O LIMITE ESTÁ EM VOCÊ

No Comments Comportamento Empreendedor, Confiança, Escolhas, Motivação, Propósito, Proposta de Valor, Protagonismo, Superação

Saiba como a "constância de propósito" pode ampliar o seu limite e trazer resultados sempre melhores.

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Recentemente, assisti a uma reportagem na qual dois rapazes com aparentes limitações demonstraram que estas eram somente aparentes. Ambos nasceram com doenças raras e degenerativas, o que alguns poderiam ter enxergado como grandes limitações para se alcançar sonhos, e eles demonstraram o contrário, encararando-as como mais uma barreira a ser superada.

Hoje, eles estão formados, sendo um em psicologia e outro em jornalismo. Eles são diferentes de muitas pessoas que conhecemos? Sim! Não pelo motivo que se possa imaginar, mas sim porque possuem constância de propósito. Para cada barreira que encontram, enxergam oportunidades e sentem-se cada vez mais felizes com as realizações.

Em quantas reuniões, análises, planejamentos de que participei e participo, pude notar que, alguns gestores, em vez de entender o que realmente está acontecendo e propor opções e ações, se mantêm na defensiva, julgando, explicando ou justificando, palavras estas que não combinam com profissionais de alta performance.

Em um passado não muito distante, a frase utilizada para justificar qualquer coisa era: “Fazemos assim há muito tempo e continuamos fazendo”. Enquanto os gestores realmente diferenciados, investiam e – pasmem – ainda investem um esforço tremendo para mudar o modelo mental das equipes.

Ultimamente, tenho ouvido frases mais sofisticadas, mas que doem da mesma forma os nossos ouvidos: “Me falaram para fazer assim” ou “Fiz assim porque achava que era melhor”. Só por "achar", ele já estaria equivocado. Ambas as frases, sem análise, embasamento ou preparação, caem na vala comum da justificativa.

O que as empresas buscam são pessoas diferentes, que modifiquem o status quo de forma duradoura, pessoas que não tragam consigo crenças limitantes, que possam enxergar além, que consigam se movimentar e movimentar as pessoas ao seu redor, indo ao encontro dos resultados almejados pela organização.

Por diversas vezes, deparamos com pessoas e equipes que, mesmo inconscientemente, fazem a mesma coisa para obter resultados diferentes. Escrevem planos de ação com atividades que já realizam (claro que, se estas ações forem no sentido de mudança ou aprimoramento, concordo, mas se forem apenas para registrar o que não vai gerar resultados, acredito que não será o caminho).

Portanto, empreendedor, vale entender o que você poderia fazer de diferente para buscar novos limites. O que é necessário para subir a sua régua? Como pensar diferente, agir diferente e conquistar melhores resultados?

Lembre-se de que você consegue gerir aquilo que está sob o seu controle e, o que não está sob o seu controle, ao menos consegue influenciar positivamente. Pergunte-se, portanto: qual é o seu limite?

Eduardo Bezerra é CEO da Exection. Possui mais de 15 anos de experiência em consultoria em gestão empresarial.

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