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12 set 2015

AFINAL, O QUE A GERAÇÃO Y QUER?

No Comments Carreira, Comportamento, Economia, Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Liderança, Mercado, Relacionamento Interpessoal, Relações de Trabalho

Beirando os 30 anos, a Geração Y está com tudo. Conheça um pouco mais sobre o perfil dessa importante força de trabalho. 

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A Geração Y, desde que a nomenclatura foi criada, vem dando o que falar. Para quem não sabe exatamente, é o nome dado às pessoas nascidas entre os anos 80 e 90. Uma geração que já beira os 30 anos e já está com presença sólida no mercado de trabalho. Mas você já parou para pensar como eles se comportam no mundo dos negócios? Quais seus objetivos? Como reter e engajar esses talentos?

Diferente da Geração Z – aqueles nascidos a partir de meados dos anos 90, a Geração Y cresceu em meio as transformações que a internet causou no mundo. De uma infância sem acesso à rede para uma adolescência e começo da vida adulta impactada radicalmente pelas transformações que a sociedade viveu a partir dos anos 2000.

A GRANDE MARCA REGISTRADA DA GERAÇÃO Y TALVEZ SEJA O EMPREENDEDORISMO.

E talvez você mesmo seja um empreendedor dessa geração. Estamos falando de jovens com segurança para arriscar (o que é mais do que fundamental para quem quer empreender), de pessoas que deixaram de lado as carreiras tradicionais para criar seus próprios empregos e que buscam uma vida mais livre, com equilíbrio entre desenvolvimento pessoal e profissional, propósito em suas atividades e ter conquistas que estão muito além do dinheiro.

Afinal, o que a Geração Y quer?

Talvez você, empreendedor, deve ter se identificado com a descrição acima. Então, também deve estar vivendo na pele outro lado da moeda: como é ter um funcionário com “cabeça Y”? O que é preciso para reter e engajar esse funcionário? Quais suas motivações? Por que esse jovem talento optaria pela sua startup e não por qualquer outra?

Mais uma vez, estamos falando de uma força de trabalho que não busca apenas remuneração financeira. Eles querem ser reconhecidos, precisam se sentir livres e empoderados para tomar decisões, e buscam ambientes de trabalho onde possam confiar em seus colegas, crescer junto com a empresa e causar impacto genuíno.

Esta matéria da Exame apresenta um levantamento da consultoria Universum, realizado com jovens de sete áreas de estudo: administração de empresas, engenharia, tecnologia da informação, direito, saúde e medicina, ciências naturais, humanidades e educação, sobre o que eles buscam em suas carreiras. Foi possível perceber uma importante tendência: a busca por uma divisão equilibrada entre a vida pessoal e a carreira. Já a estabilidade no emprego é um objetivo que vem ganhando mais importância nos últimos dois anos. “O aumento da instabilidade econômica faz subir a preocupação com a segurança no emprego”, diz André Siqueira, gerente de operação da Universum no Brasil.

O site Knoll, especialista em estudar a relação de pessoas e seus ambientes de trabalho, separou uma lista com alguns dos valores da geração Y. Se liga:

  • Meritocracia: Essa geração acredita que alguém que tenha talento e trabalhe bem deve ser bem sucedida;
  • Camaradagem: O sucesso obtido em grupo é melhor do que obtido individualmente.
  • Fazer diferente: A geração Y não acredita em fazer algo só porque é o jeito como sempre foi feito. Preferem procurar uma maneira nova e melhor de executar uma tarefa.
  • Independência: Funcionários com cargos diferentes e tarefas diferentes devem ser tratados individualmente, não como uma coisa. Ou seja, quem faz a limpeza, não precisa chegar no mesmo horário de quem cuida da direção de arte, e por assim em diante.

A geração Y não está preparada para frustrações

Como nem tudo é perfeito, essa super força de trabalho, esse jovem criativo, inovador, fazedor e cheio de gás também não chega perfeito e pronto ao mercado de trabalho. Mas quem chega? De acordo com Sidnei Oliveira, especialista consultado pela Época Negócios, o jovem da Geração Y não sabe lidar com frustrações. “Nesses últimos 20 ou 30 anos, nós não preparamos o jovem para lidar com as perdas. De alguma maneira, a sociedade e a família mudaram o seu discurso e sua forma de lidar com os filhos, protegendo eles de frustrações o máximo que era possível. Ou dividindo essa carga, em uma espécie de companheirismo”.

Para o especialista, essa proteção fez com que os jovens se tornassem mais frágeis para o mercado de trabalho. “Ele entra nesse mundo qualificado em termos acadêmicos. Mas, não tem muita “casca”, cicatriz, que dê força para suportar a realidade da consequência. Mais do que isso, o jovem espera que o mundo corporativo trabalhe a favor dele. Ou que os gestores ajam como os pais, dividindo a responsabilidade, protegendo e dando benefícios antes das consequências. Só que a vida reaI funciona diferente”

Como lidar com o choque de gerações dentro de equipes?

Essa pergunta preocupa muitos empreendedores. Como compatibilizar aquela liderança de outra geração, que já sabe tudo sobre a empresa e o mercado; com esse jovem cheio de gás, energia para transformar, que não tem medo de dar sua opinião ou questionar lógicas pré-estabelecidas?

A revista Exame traz um breve depoimento da diretora da People+Strategy, Célia Foja, sobre como motivar um time Geração Y. Para ela, o encontro de gerações precisa ser pensado como uma oportunidade de crescimento e aprendizado entre todas as partes. Ela vai além e fala da importância da retroalimentação. “É uma geração que busca feedbacks. Aproveite essa oportunidade. Sente e discuta. Dê a ele os horizontes, a dimensão daquilo que ele faz bem e daquilo que ele precisa melhorar”

O que eles esperam de seus líderes? A resposta é: mais do que líderes, que eles sejam mentores

A matéria da revista Época Negócios mencionada anteriormente traz uma entrevista com Sidnei Oliveira, que é especialista em gerações e autor do livro Geração Y: o nascimento de uma nova versão de líderes (Editora Integrare). Sobre a importante questão: o que os jovens  geração Y esperam de seus líderes?”. ele afirma: “O jovem declara esperar uma coisa, mas eu acho que ele espera outras. Ele declara que espera do líder: compreensão, paciência, desafios, delegação e confiança. Mas, ele está esperando que o gestor passe uma procuração, para daí ele entrar no jogo e protagonizar. E isso é o que ele declara e o que mais a gente vê nas pesquisas. Olhando bem o jovem e tentando entender o que está por trás dessa declaração eu percebo que o que ele realmente espera dos líderes é uma condição de referência que ele não tem encontrado. Os líderes, no geral, estão muito ocupados executando as tarefas, controlando as equipes e eles não têm se preocupado em ser referências para os jovens. O que os jovens mais precisam nesse momento é de referência, de mentores. Hoje, a geração Y tem muita dificuldade de olhar para alguém mais velho e enxergá-lo como alguém de referência, como um mentor que de alguma maneira possa inspirá-lo a tomar uma decisão ou caminhar em uma direção. Não é aconselhar, é inspirar. É diferente de dar um conselho, ou um palpite”.

Outros dados que valem a pena serem analisados é uma pesquisa feita pelo Intelligence Group sobre o comportamento da Geração Y:

  • 64% deles dizem que querem um trabalho que ajude a fazer um mundo melhor;
  • 72% querem ser seus próprios chefes, mas se não conseguirem, querem um patrão que assuma a função de treinador ou mentor;
  • 88% preferem uma cultura de trabalho colaborativo ao invés de um ambiente competitivo;
  • 74% querem horários de trabalhos flexíveis;
  • 88% querem um melhor equilíbrio entre a vida e o trabalho.

Estamos falando de profissionais que querem focar no plano a longo prazo e não só no pagamento no fim do mês; de uma empresa que reconheça seus talentos e seu respectivo trabalho duro. Para eles, chega daquela simples divisão de cargos em funcionário, gerente e diretor. Já existem muitas camadas aí no meio e um bom trabalho deve ser reconhecido. Independente de crise ou não crise.

O grande segredo para reter um jovem talento geração Y é diálogo aberto.

Esse jovem quer fazer, quer transformar e realizar, cabe aos seus líderes, mentores e gestores criarem o campo ideal para que ele cresça e faça a empresa crescer junto com ele. Boa sorte!

Fonte: Endeavor 

11 set 2015

DICA DE LEITURA: A ESCOLA DOS DEUSES

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“Fundará uma escola do Ser, para quem tem um sonho a realizar. Nela se ensinará que o sonho é a coisa mais real que existe (…) Que isso que a humanidade chama realidade não é outra coisa senão o reflexo do seu sonho. Criará uma Escola da responsabilidade, uma escola para filósofos de ação, que ensina que felicidade é economia, que a riqueza, o bem estar e a beleza são direitos de nascença de todo ser humano.”

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Não muito conhecido no meio literário do Brasil, mas de grande representação no cenário europeu, “A Escola dos Deuses – Formação dos líderes da nova Economia” é um romance escrito pelo sociólogo italiano Stefano Elio D’Anna, reitor da ESE, European School of Economics publicado no Brasil pela Editora Pró-Libera.

lounge-empreendedor-escola-dos-deusesO livro é apresentado como um plano de fuga para escapar da prisão da mediocridade, de uma vida mecânica e repetitiva, sem originalidade, sem alegria. Posso dizer, sem a menor sombra de dúvida, que quando li pela primeira vez, vi várias das minhas crenças darem uma boa “chacoalhada”, pois o livro desafia nossa visão usual e hipnótica do mundo, nossos hábitos arraigados, as convicções obsoletas, as ideias de segunda mão que tomamos emprestadas sem que tenhamos alguma vez ousado colocá-las em discussão.

E não me venha dizer que você não é assim… Somos todos um pouco “pasteurizados” pelas normas e crenças populares!

Indicado a empreendedores, estudantes e todos aqueles que querem relembrar seu sonho e vê-lo realizado, “A Escola dos Deus” narra a história do renascimento de um ser humano comum, que encontra um ser extraordinário – o Dreamer – e, ao lado dele, empreende uma verdadeira revolução individual considerando aquilo que, por vezes já tratamos aqui no Lounge Empreendedor:

"TODA A MUDANÇA OCORRE DENTRO, NÃO FORA DO SER HUMANO"

Muitos irão pensar que sua linguagem é complicada ou que só os economistas poderão entende-lo. Mas não é o que acontece com quem toma a iniciativa de lê-lo.

O livro tem narrações diretas e simples de serem entendidas, e por contar a história com o Dreamer, recorre ao constante emprego de máximas e histórias que nos lançam verdades irrefutáveis sobre os mais diversos vícios humanos como o gostar de sofrer, viver na dependência sem liberdade e alegria, e a hipocrisia de atitudes altruístas que são na verdade egoístas. Ah! E tudo isso sem o menor esforço para evitar a crueldade dos fatos.

Ao longo do livro, percebemos uma série de críticas à sociedade tanto na sua forma de pensar e agir como na maneira que trata e educa as pessoas rumo ao “sucesso”. Ousaria afirmar que o livro, talvez, só faça sentido se você estiver em busca da essência das coisas, do regresso à completude, a um estado de integridade do qual o ser humano se esqueceu. Agora, se você é um daqueles sonhadores pragmáticos, capazes de harmonizar os aparentes antagonismos como economia e ética; ação e contemplação; poder financeiro e amor, você irá se deliciar (e se questionar também!)

Costumo encontrar neste livro aquilo que realmente acredito: o sonho é a coisa mais real que existe e o objetivo de formar uma nova humanidade não será possível senão pela transformação individual, sendo – nós mesmos – responsáveis pelas nossas escolhas e pelo que acontece em nossa vida (o bom e o ruim). Tenho certeza que você vai se lembrar de várias pessoas que conhece e de várias situações que já viveu. Dentre os diversos temas abordados, alguns foram os que me chamaram a consciência:

  • Auto-observação é autocorreção
  • A morte nunca é uma solução
  • É proibido matar-se dentro
  • O mundo é como você o sonha
  • Quem ama não pode depender
  • Visão e realidade são uma mesma coisa
  • Uni-verso. Verso o uno

Ok, legal, mas e o que isso tem a ver com a jornada empreendedora, Ana?

Oras, todo empreendedor precisa descobrir seu próprio sonho e fazer aquilo que ama para alcançar suas aspirações mais sublimes. Porém, precisam se libertar da doença mais temida do planeta que não é o câncer nem a aids, mas o pensamento conflituoso.

Para mudar o destino do ser humano é preciso mudar a sua psicologia, seu sistema de convicções e crenças. Somente uma revolução individual, um renascimento psicológico, um restabelecimento do ser, de cada ser humano, célula por célula, poderá conduzir a um bem-estar planetário, a uma civilização mais inteligente, mais verdadeira, mais feliz.

Porém, essa é uma transformação individual que não pode ser delegada. É um compromisso do indivíduo para com ele mesmo. Por isso, digo que Stefano Elio é um verdadeiro mestre de autoconhecimento e autocorreção e confesso que já reli “A Escola dos Deuses” outras duas vezes, depois do meu encantamento inicial. Sim! Esse é um livro que merece releituras… Aliás, faço aqui uma recomendação:

Reserve, mais ou menos, uma hora antes de você ir dormir para lê-lo. (Você pode optar pelo áudio book também!) Limpe sua mente de tudo o que te aconteceu durante o dia e se concentre nas palavras. Deixe as mensagens entrarem na sua mente e alimentar seu espírito. Dê tempo para que seu cérebro absorva cada uma das lições.

Deixe que seu cérebro, assim que entrar em repouso, transforme suas mensagens diretas (ou não) em desejos no seu subconsciente. Se prepare para fazer a viagem mais importante da sua vida: a viagem interior. Você será apresentado a sua verdadeira essência. Caberá a você fazer a escolha de mantê-la escondida do resto do mundo ou deixá-la se expandir e ser vista por todos.

Lembre-se, apenas, que estamos aqui para aprender a sonhar novos sonhos e que todo e qualquer mal pode desaparecer se entendermos que tudo provém de dentro.

"CUIDE DO QUE HÁ DENTRO DE VOCÊ!"

SOBRE O AUTOR:

STEFANO ELIO D´ANNA é economista, sociólogo e escritor de best-sellers. Graduou-se com honras em Economia pela Universidade de Nápoles, concluiu seu mestrado na London Business School ( Programa ITP) e doutorado em Sociologia da Comunicação, na Universidade Católica de Milão. Stefano ocupou cargos de liderança em grandes multinacionais e já participou de inúmeros seminários internacionais para líderes globais, em que expôs suas teorias sobre Liderança, Integridade e Longevidade Corporativa.  Suas publicações incluem os livros "Berlusconi in Concert", "A Dream For The World" e o best seller "A Escola dos Deuses", já traduzido nos principais idiomas da Europa, em russo, chinês e turco.

05 set 2015

3 TRUQUES PARA PARECER MAIS CONFIANTE

No Comments Carreira, Coaching, Comportamento, Confiança, Liderança, Resiliência

Às vezes o nervosismo bate, não adianta – mas há algumas formas de passar confiança em situações dessas.

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Quando a atitude confiante na hora de se apresentar e de se comunicar com as pessoas é um ingrediente que falta no comportamento do candidato, muitas vezes, nem um currículo impressionante vai bastar para reverter sua desvantagem, afinal transmitir confiança é decisivo para o sucesso no mundo dos negócios e quem diz isso é Rodrigo Soares, diretor de uma das maiores consultorias de recrutamento e seleção que atuam no Brasil, a Hays. 

Em um ambiente em que parecer ser é tão importante quando ser de fato, profissionais confiantes prosperam não só por conta da boa comunicação, mas também porque são capazes de conquistar e influenciar positivamente o ambiente ao seu redor.

Confira como espantar a insegurança e projetar confiança, o que , segundo Soares, é uma escolha, basta optar por ela:

1. Aja primeiro

“O profissional deve partir para a ação, que pode ser ancorada na observação da atitude de pessoas confiantes”, diz Rodrigo Soares. Repare na linguagem corporal de alguém que você considera confiante. Note gestos e expressões e perceba de quais deles você poderia se apropriar. “Pequenas ações já projetam confiança”, diz.

AGIR DE MANEIRA CONFIANTE, MESMO ANTES DE SE SENTIR TÃO SEGURO QUANTO DEMONSTRA A “NOVA” ATITUDE, TERÁ RESULTADOS EFETIVOS NA SUA AUTOIMAGEM.

2. Elimine vocabulário impreciso

“Há, por exemplo, uma diferença grande no nível de confiança transmitido ao interlocutor entre dizer ‘eu acho’ e dizer ‘eu acredito’”, diz Soares. Minha mãe sempre me dizia "Ana, se você acha alguma coisa, vai lá e devolve, porque não é seu"…rs… 

Eliminar palavras imprecisas é uma maneira de valorizar suas colocações em reuniões e apresentações. Ritmo e cadência da fala são fatores importantes para demonstrar credibilidade. O contato visual, um desafio para os mais inseguros, nunca deve ser preterido neste processo. E, lembre-se de sorrir, indica Soares.

3. Bom humor

Pessoas engraçadas, em geral, são vistas como confiantes e capazes de transformar o clima de uma empresa. 

Quando for apropriado ao ambiente, aposte no humor, mas com moderação e parcimônia.

Se sua a insegurança não permite que você tenha a coragem de tentar provocar risadas nos outros, apresente-se no dia a dia, simplesmente, com bom humor. “Ninguém precisa contar piada, um sinal de bom humor em uma entrevista de emprego é o sorriso”, diz Soares.

Aliadas aos truques, existem mais algumas ações que podem ajudar muito:

Tenha mentores. Executivos muitas vezes atribuem parte de seu sucesso à orientação que receberam de seus mentores ao longo da carreira. Cercar-se de uma rede de apoio vai, sem dúvida, aumentar o seu nível de confiança para tomar decisões no âmbito profissional.

Segundo Soares, um mentor deve, inclusive, ser encarado como um lembrete constante do que é necessário fazer para chegar aonde você quer. “Devem ser pessoas que inspiram admiração e com quem há forte identificação de valores”, diz Soares.

Prepare-se. Quanto mais inseguro o profissional, mais a preparação se faz necessária. Dedique-se ao máximo antes de enfrentar reuniões, apresentações ou entrevistas de emprego. Pular esta etapa é, segundo Soares, deixar muito espaço para o acaso e para possíveis falhas.

 

Artigo adaptado e originalmente publicado em Exame.com

 

02 set 2015

EMPREENDEDORISMO UNIVERSITÁRIO [INFOGRÁFICO]

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Como a educação, a inovação e os sonhos grandes podem andar juntos? 

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6 em cada 10 universitários brasileiros pensam em empreender.  Apesar dessa boa notícia, ainda há um longo caminho para transformar os sonhos desses jovens em grandes negócios.

O empreendedorismo está cada vez mais presente na vida dos universitários brasileiros: 60% deles pensam em empreender e um em cada quatro já possui alguma experiência empreendedora. Porém, a Pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras mostra que uma minoria deles pensa em inovar e ter grandes negócios. Confira no infográfico abaixo!

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Os dados presentes nessse infográfico são da edição 2014 da Pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras, lançada esse ano pela Endeavor e pelo Sebrae. Você pode baixar a pesquisa completa clicando no infográfico ou neste link.

 

28 ago 2015

DICA DE LEITURA: ACREDITE, VOCÊ É O CARA!

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Como fazer a diferença na empresa, nos negócios e na vida pessoal

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Você pode ser um executivo, um gerente, um supervisor, um funcionário, um estagiário, ou qualquer pessoa que queira vencer na vida… A verdade é que excelentes profissionais das principais empresas relatam que 30% a 40% de seus talentos não são aproveitados. A grande dificuldade é encontrar oportunidades para que isto aconteça e muitas vezes colocamos a responsabilidade de sermos bem-sucedidos nos outros, na empresa, no chefe, na economia e até em Deus e esquecemos de fazer a nossa parte.

Como disse Bill Gates, acho que não exatamente com estas palavras: “O mundo não é justo ou terá pena de você. Ele não quer saber se você está cansado, de mal humor, triste ou depressivo”. Você precisa fazer algo para construir sua própria história de sucesso.

Assumir a responsabilidade pela sua vida é o primeiro passo para conseguir evoluir e começar a trilhar seu caminho para o sucesso. Quanto mais você aprender, mais ferramentas souber, melhor você irá lidar com as adversidades do caminho. E elas irão aparecer, sempre aparecerão… Mas você não pode parar.

lounge-empreendedor-acredite-voce-eh-o-caraO livro “Acredite, você é o cara!” da editora M. Books mostra e detalha três chaves para que você possa desenvolver suas habilidades. Os autores Don Maruska e Jay Perry apontam uma série de ferramentas para que qualquer pessoa consiga se desenvolver, organizar-se e criar condições para mostrar todo o seu potencial, suas aptidões e as habilidades que possui e que podem contribuir para a empresa que trabalham ou no próprio dia-a-dia.

Mostram também, como a criação de uma marca pessoal pode proporcionar-lhe enormes oportunidades e sobre como podemos aproveitar nossos talentos para expandir horizontes, aumentar nossa habilidade de revelar o que temos de melhor e energizar aqueles que estão ao nosso redor.

Mas lembre-se: não basta ler um livro para mudar o seu padrão de pensamento. Isto é um processo que deve ser repetido dia-a-dia até chegar a excelência e você precisa ser flexível, estar aberto a novas tendências, conhecer novas pessoas, se conectar com as pessoas certas, enfim, você precisará adaptar-se.

Você pode acessar e incorporar comportamentos simples, como:

  1. Observe e reproduza
  2. Prepare e lembre
  3. Aprenda e pratique
  4. Convoque e engaje os outros

Leia com atenção “Acredite, você é o cara!”, aplique seus ensinamentos e depois nos conte sobre a transformação e o impacto que você causará!

SOBRE OS AUTORES DO LIVRO:

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