Archive for Trabalho em Equipe

09 set 2015

GAMIFICATION E RESULTADOS

No Comments Administração e Gestão, Ambiente de Trabalho, Aprendizagem, Capacitação, Educação, Gestão de Pessoas, Trabalho em Equipe, Vendas

Como tornar a dinâmica de trabalho mais leve e engajar a equipe de campo no cumprimento de suas metas? 

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O Gamification é uma estratégia que consiste em oferecer incentivos a funcionários ou clientes por meio de mecânicas de jogos. Mais do que um modismo de gestão, o Gamification tem mostrado resultados sólidos e, ao longo dos últimos anos, sua adoção teve crescimento relevante nos mais diversos mercados.

Grandes empresas no mundo todo, como Coca-Cola, AOL, Dell, Nike, Nissan e Pepsi já colocaram essa estratégia em prática. De acordo com o relatório do Gartner, “Gamification 2020: What Is the Future of Gamification?”, algumas das aplicações mais comuns do Gamification estão nas áreas de desempenho de funcionários, gestão da inovação, aprendizado e educação, desenvolvimento pessoal e envolvimento do cliente.

O Gartner ainda projeta cenários em que o Gamification, combinado a outras tendências e tecnologias emergentes, pode promover mudanças significativas em diferentes áreas dos negócios, principalmente na melhora do desempenho dos times de vendas. O uso do Gamification facilita o engajamento para o cumprimento de atividades estratégicas para o crescimento do negócio.

Um dos casos de sucesso da aplicação do Gamification é seu uso como funcionalidade em aplicativos móveis para automação da força de vendas em campo, execução de varejo, logística e toda ferramenta que cobre o processo comercial de empresas de bens de consumo.

Nesses casos, os vendedores que trabalham em campo, a partir de seu dispositivo móvel, podem acompanhar o próprio desempenho em relação a seus pares no trabalho, além de poder conquistar prêmios específicos e até mesmo apoiar os colegas para alcançar os objetivos da equipe como um todo. É possível acompanhar sua posição no ranking de vendas da empresa e seguir outros indicadores, de acordo com o perfil do negócio e as necessidades específicas de cada posição na empresa.

Em paralelo, o gestor consegue visualizar o desempenho geral e o cumprimento detalhado das métricas de cada funcionário de seu time, além de propor novas recompensas de acordo com o desempenho mais apropriado para cada vendedor, desde aquele que alcançou o maior volume em vendas até o que vendeu o mix mais adequado de produtos. Essa visão geral do cumprimento das metas da equipe e a flexibilidade de ajustes durante o processo de vendas garantem melhores resultados aos negócios.

POR QUE VOCÊ DEVE ENTRAR NESSA?

  • Melhor Desempenho: A possibilidade de identificar como os melhores profissionais do time trabalham torna mais fácil entender o que eles fazem para se diferenciar dos demais. Essas estratégias individuais podem ser replicadas para todo o grupo, aumentando o desempenho geral.
  • Gestão em Tempo Real: A ferramenta de Gamification permite a gestão das métricas em tempo real, à medida que os dados dos funcionários são automaticamente compilados e analisados em relatórios e dashboards disponibilizados imediatamente ao gestor de equipe.
  • Visão Sistêmica: A visão geral da evolução das métricas das equipes de trabalho permite que o gestor tome rápidas decisões sobre possíveis mudanças estratégicas ou de processos, possibilitando posicionamento mais ágil e efetivo em relação à concorrência.
  • Turn over: Equipes que utilizam o Gamification têm o turn over reduzido em até 50%. Isso ocorre, porque a estratégia de premiação é transparente e baseada em resultados objetivos. Os vencedores são premiados e reconhecidos por seu esforço e dedicação, gerando um ambiente de competição saudável e sem desconfortos.
  • Engajamento: Com critérios objetivos e metas claras, a empresa concede ao time de campo as mesmas oportunidades, fazendo com que o processo seja meritocrático. Fica mais fácil conquistar o engajamento desses profissionais quando as métricas são claras.
  • Treinamento: Com a redução do turn over e o maior engajamento do time de vendas, as empresas conseguem reduzir o investimento inicial de treinamento para novos funcionários. O valor dessa redução pode ser investido em outras formas de recompensa que contribuam para a melhoria do desempenho das equipes.

 

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Se você se animou, para garantir a implantação bem-sucedida da estratégia de Gamification, é preciso que toda a cadeia produtiva da empresa e seus processos comerciais estejam mapeados, a fim de que as atividades-chave e suas métricas possam ser definidas de maneira a agregar o maior valor possível ao negócio. Esse é o segredo do sucesso.

Fonte: Sping Global 

26 ago 2015

FUNCIONÁRIOS INFELIZES

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O que fazer quando seu funcionário está infeliz no trabalho?

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Pequenas e médias empresas precisam que seus quadros de funcionários sejam não somente enxutos, mas também que todos estejam focados no atendimento aos clientes e nos demais propósitos da empresa. Diante de tal situação, colaboradores motivados são uma necessidade. Se a companhia não percebe a insatisfação de seus funcionários, não irá lidar de maneira apropriada com eles. Isso pode ocasionar perda de desempenho, falta de estímulo e clima organizacional negativo.

A causa disso é que os gestores têm dificuldade de observar a insatisfação, que por vezes é velada, e não sabem ouvir as pessoas. Portanto, a solução passa, necessariamente, por um olhar atento aos funcionários e às suas demandas.

A melhor maneira de saber se as pessoas estão insatisfeitas é observar suas ações diariamente. Verificar o ritmo de trabalho e se os compromissos são cumpridos com rigor. Portanto, funcionários que estão sempre atrasados para o início das reuniões, e mesmo das tarefas cotidianas, podem estar insatisfeitos com a companhia. Assim como trabalhos feitos sem preocupação com a qualidade, ou mesmo negligenciados, também revelam que algo vai mal.

Ao identificar uma insatisfação, o próximo passo é criar maneiras de ouvir os funcionários. Nem sempre uma pergunta direta é a melhor forma de obter informações sobre o motivo da insatisfação. Por exemplo, dificilmente um funcionário irá reclamar para o diretor sobre o gerente. Por isso, é importante momentos informais, nos quais o diálogo permita identificar as mensagens nas entrelinhas, ou mesmo no modo como o funcionário se comporta longe de seus superiores imediatos e pares.

Já as insatisfações com o salário, instalações e benefícios são mais perceptíveis quanto maior for o interesse do empreendedor, ou do seu departamento de recursos humanos, de observar os concorrentes e o que eles oferecem a mais que a empresa.

Além disso, saber questionar os valores dos funcionários também é uma forma de descobrir os motivos de insatisfações e como lidar com elas. Um funcionário que se motiva por desafios e que está há muito tempo na mesma função provavelmente estará infeliz. Assim como, em um momento de crise, aqueles que têm no crescimento na carreira um valor importante não estarão muito motivados.

Os gerentes devem abrir canais de comunicação para saber o que motiva seus funcionários individualmente. Pois é improvável que todos da equipe tenham exatamente o mesmo fator de motivação. É com base nesse conhecimento que eles devem fazer alterações na empresa, de maneira a criar condições mais favoráveis para que a satisfação volte, o entusiasmo se instale e todos tenham foco no atendimento aos clientes, com excelência.

O importante é que as pessoas se sintam motivadas e satisfeitas com a companhia. E que possam colocar suas energias no atendimento aos clientes, e não nas reclamações. Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

Fonte: Portal Exame

19 ago 2015

QUANDO É HORA DE DELEGAR

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Descubra como trabalhar menos pode salvar a sua empresa

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Você é proprietário de uma empresa de pequeno ou médio porte e tem objetivos ambiciosos para fazê-la crescer, prosperar, gerar mais resultados e mais empregos. Tudo está indo bem até o momento em que você percebe que alguns clientes reclamam de problemas na entrega, funcionários se queixam de que as coisas não andam e até mesmo a família e os amigos dão toques de que você está trabalhando demais. Além disso, você sente aquela sensação de que seu trabalho não rende e não sabe onde está o problema.

Todos esses sintomas sinalizam que está mais do que na hora de você começar a delegar. Revelam uma tendência à centralização ou à falta de confiança na capacidade das pessoas. A delegação determina em grande parte sua eficácia como gestor, pois, se você não delegar, estará usando mal seu tempo, impedindo o crescimento profissional de seus funcionários, além de atravancar o fluxo dos trabalhos, das decisões e da resolução de problemas da empresa.

Quanto mais cedo você detectar a sobrecarga de trabalho, sua ou de outra pessoa, mais eficaz você será para corrigir o problema. Não espere fazer tudo sozinho.

Delegar, apropriadamente, é uma das habilidades executivas mais importantes. Quando você delega uma tarefa a alguém, a autoridade para executá-la passa a ser dela, porém a responsabilidade continua com você. Responsabilidades não podem ser delegadas. Assuma a responsabilidade, mas dê crédito à pessoa que realizou o trabalho e ajude-a a crescer, conferindo-lhe novas responsabilidades e autoridade para realizar as tarefas.

Uma técnica que facilita esse processo de delegação é a dos 3 Qs: o Quê, Quem e Quando.

  1. O Que deverá ser feito: exponha claramente o objetivo e forneça o máximo de informações para a conclusão da tarefa.
  2. Quem vai executar: identifique a pessoa certa para fazer o trabalho e treine-a. Certifique-se de que a pessoa entendeu a tarefa antes de começar a trabalhar e fique acessível para esclarecimentos e conselhos, sempre que ela precisar.
  3. Quando: marque uma data para a conclusão, mas monitore periodicamente a evolução.

O crescimento da sua empresa e a qualidade do seu trabalho dependerão muito de sua capacidade de delegar adequadamente. Se você o fizer, multiplicará sua produtividade.

Alexandre Rangel é sócio da Alliance Coaching
Fonte: Portal Exame

21 fev 2015

FORTALEÇA SUA VIDA

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Mude sua percepção acerca dos problemas e fortaleça sua relação com o trabalho.

 

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Independente da sua profissão ou do negócio que administra, você há de concordar comigo que o estilo de vida atual não é dos melhores: a competitividade do mercado de trabalho, a sobrecarga de tarefas, a preocupação com segurança e com o desemprego nos causa uma sensação permanente de tensão e desespero. Sentir-se mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta.

Como profissionais somos forçados a nos adaptar a ambientes cada vez mais complexos, a nos confrontar com ineditismos e dominar informações em intervalos cada vez mais curtos. E cada um de nós tem um limite para suportar a pressão.

Segundo uma pesquisa do Instituto de Ciência e Tecnologia de Manchester, os executivos brasileiros estão entre os mais insatisfeitos em todo o mundo com o trabalho. A pesquisa realizada em 24 países coloca o Brasil em 17º lugar no ranking de Saúde Mental; em 14º no de satisfação no trabalho e 18º em saúde física.  Sintomas de esgotamento, dores de estômago e insônia; ansiedade, insegurança e irritação são os fatores físicos e psicológicos mais diagnosticados e que prejudicam não só o desempenho profissional, assim também as relações familiares.

A questão é: como conviver com tudo isso e ainda manter o equilíbrio?

Saber se adaptar e reajustar confortavelmente, reagir de forma inteligente às pressões e pressentir e antecipar acontecimentos, é uma das competências mais valorizadas nos modelos organizacionais atuais onde a palavra de ordem é RESILIÊNCIA.

A palavra “resilio” no latin significa voltar ao estado natural. Nas ciências humanas, o conceito de resiliência é a capacidade de um indivíduo em possuir uma conduta sã num ambiente insano, ou seja, a capacidade de sobrepor-se e posicionar-se positivamente frente às adversidades.

Por incrível que pareça, nossas desventuras podem extrair o que há de melhor em cada um de nós, pois despertam capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas. Nunca sabemos como vamos reagir e se vamos ou não ficar com raiva ou medo quando algo inesperado acontece, mas podemos definir quanto tempo alimentaremos esse sentimento, assim como de que forma canalizaremos essa emoção em uma ação ou reação positiva e construtiva.

Ser resiliente é ser autoconfiante, acreditar nas suas verdades, dar-se o devido valor, acreditar em si e naquilo que é capaz de fazer, aceitar mudanças, encarar as situações de estresse e adversidade como um desafio, controlar a ansiedade, ser aberto às novas experiências, ter autoestima positiva, administrar bem os sentimentos e as emoções em ambientes imprevisíveis e emergenciais, automotivar-se, ser empático, reconhecer emoções em outras pessoas e saber manejar relacionamentos.

Talvez não seja fácil, mas é um comportamento possível quando entendemos que o problema não é o problema. O problema é a nossa atitude com relação ao problema.​

15 mar 2014

AMIZADE NAS EMPRESAS

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Estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos no ambiente de trabalho pode ser crucial para a produtividade da sua equipe. Pense nisso!

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Manter o equilíbrio nas relações interpessoais é sempre um desafio, mas quando o assunto se estende para o ambiente de trabalho e os protagonistas são chefe e subordinados a questão é ainda mais delicada. Afinal, qualquer deslize pode significar o fim de uma carreira para uma das partes e algumas vezes, dependendo do desmedido, até mesmo as duas partes podem sofrer as consequências.

Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com Brasil, com 325 profissionais, mostrou que a maioria dos entrevistados (52%) acredita que a amizade com o chefe é algo positivo para a carreira, e que pode harmonizar o ambiente profissional. Mas os outros 48% acreditam que essa relação atrapalha a carreira, pois  muitos colegas confundem trabalho com vida pessoal e podem receber aumento de salário ou promoções por conta da amizade ou porque os colegas podem olhá-lo de forma diferente.

Passamos grande parte do dia no ambiente de trabalho e não há como negar que, com o aumento da interação entre as equipes, as chances de se estabelecer afeto entre funcionários e chefes é maior. Essa relação de maior afetuosidade pode ser benéfica para alguns, mas gerar desconforto e até mesmo ciúmes na equipe de trabalho. Para que todos convivam bem é essencial que cada um contribua para manter um clima amistoso e colaborativo – amigos ou não.

A proximidade com “quem dá as cartas” pode causar inúmeros mal entendidos que comprometem o clima no trabalho e afetam de forma significativa o desempenho da equipe, colocando em risco, inclusive, os resultados.

É cada vez mais comum, vermos situações onde um colega que era par é promovido e torna-se chefe. Oras, se antes éramos amigos, trocávamos confidências e frequentávamos as casas mutuamente, por que agora devemos nos afastar?

Na verdade, a amizade não se desfaz, mas esse é um caso clássico onde os envolvidos precisam rever comportamentos e ressignificar a relação em novos moldes.  Ao novo chefe é preciso aprender a dar limite sem ferir suscetibilidades; à equipe é preciso discernimento para esclarecer pontos de vista respeitando a nova hierarquia.

Nos padrões das novas lideranças é cada vez mais comum, o gestor aproximar-se da sua equipe pelo compromisso assumido com o desenvolvimento contínuo das pessoas. Aliás, é bem mais fácil desenvolvê-las quando há o entendimento de quem elas são e do que elas querem realizar. E como conhecê-las e entendê-las sem que haja proximidade?

Impossível! A relação “chefe-subordinado” onde manda quem pode e obedece quem tem juízo foi substituída por uma relação onde ambos expõem suas ideias e opiniões e constroem juntos os melhores caminhos. É uma relação de confiança e tanto líder como colaborador propõem-se ao desafio de aprender a dar e receber feedback no sentido de preservar os limites. Mas, na dúvida sobre a melhor maneira de agir não hesite em refletir bastante e discutir sobre o assunto antes de assumir uma posição.

SE VOCÊ FOR FUNCIONÁRIO  SE VOCÊ FOR CHEFE
1 – Se você e seu chefe já eram amigos, não exponha nada que possa se transformar em piada, como apelidos ou histórias engraçadas. 1 – Muito cuidado com um funcionário que se mostra exageradamente amigo, ele pode estar mal intencionado.
2 – Evite fazer comentários do que vocês fazem ou onde vão fora do horário de trabalho. 2 – Não abra assuntos estratégicos da empresa nos seus momentos de descontração, isso pode colocar em jogo seu cargo de confiança.
3 – Não aproveite os momentos de lazer com o chefe para criticar colegas ou fofocar sobre eles 3 – Não misture as coisas: não promova um funcionário só por amizade, ele precisa ter competência para assumir novas funções, se der errado o maior prejudicado pode ser você
4 – Cuidado: alguns chefes se aproximam dos subordinados para arrancar informações pessoais. Dependendo do gestor, tudo o que você disser poderá ser usado contra você e não a seu favor. 4 – Aja naturalmente com seu “amigo/funcionário” o suficiente para que a relação de amizade não seja lembrada.
5 – É preciso colocar sua carreira em primeiro lugar, não tenha medo de desapontar seu “chefe/amigo” caso surja uma oportunidade em outra empresa. 5 – Separe bem as coisas, pois em momentos críticos como uma demissão, por exemplo, você pode se enrolar. Outro situação delicada é a de dar ou receber feedbacks: a crítica pode ser levada para o lado pessoal, e isso pode prejudicar o trabalho.

A proximidade com o líder, chefe, gestor, seja qual for a convenção, pode existir e ser útil no propósito de facilitar o desempenho conjunto, desde que não comprometa o bom desempenho das funções, a entrega do resultado e a boa relação com o grupo. A linha é tênue e é imperativo que líder e liderado saibam se portar nas suas funções, assumindo as devidas responsabilidades e cientes de que: chefe pode até ser amigo, mas acima tudo é chefe e deve prioritariamente agir como tal. Não duvide disso! 

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