Archive for Relações Humanas

16 jun 2017

FAÇA O QUE NÃO AMA

No Comments Ambiente de Trabalho, Aprendizagem, Carreira, Coaching, Comportamento, Cooperação, Cotidiano, Empatia, Inteligência Emocional, Liderança, Relações Humanas, Sucesso

Encarar os desafios e os medos não é fácil, mas, com algumas atitudes, é possível crescer e ir além do que você imagina.

Em geral, escrevo no Lounge Empreendedor sobre temas que possam ajudar meus clientes ou as pessoas que não podem se relacionar diretamente comigo na compreensão dos seus caminhos como empreendedores ou gestores. Desta vez, gostaria de me dirigir a eles diretamente, mas também a todos os que sofrem com as dinâmicas da adultescência, ou seja, o empreendimento de se tornar adulto após os 20 anos de idade. E faço isso, talvez pelo fato de ter tido inúmeras conversas recentes sobre o assunto com o meu filho, exatamente nessa fase… 

Quando chegam à vida adulta, muita gente advoga aos jovens pelo "faça aquilo que você ama"; e isso se tornou natural. Vivemos uma época de exaltação do individualismo (para não dizer egocentrismo) a despeito de nossos problemas, em sua maioria, se originarem de uma falta de senso de comunidade que tem reduzido nossa capacidade de empatia e solidariedade. Tudo é transitório e nos encontramos fundamentalmente sozinhos no mundo. Assim, o melhor mesmo é descobrir o que amamos, ir lá, fazer e pronto… Ao priorizarmos o nosso desenvolvimento, ainda que em detrimento dos outros, das empresas, das famílias e comunidades, parece que estamos isentos de pagar o preço de uma conta maior.

Será mesmo? 

Precisamos resgatar alguns dados de realidade que contradizem esse discurso. Vivemos nossa humanidade subjugados pela noção de escassez, pela qual a valoração do que apreciamos e a satisfação dos nossos desejos se relaciona com a frequência com que nos satisfazemos. Temos a percepção de que os recursos são limitados, indisponíveis ou de difícil obtenção. Neste mundo, é mais fácil vivermos juntos e articularmos desejos do que buscarmos sozinhos pelo prazer. Mas, em algum momento, nos contaram que essa tal de escassez não existia.

Parece-me que os jovens gostaram dessa ideia. E quem não gostaria? É bom pensar que não precisamos racionalizar nosso tempo, energia e outros recursos. É bom pensar que podemos fazer apenas o que gostamos e que seremos cada vez melhores fazendo apenas isso. Em outras palavras, é bom permanecer na zona de conforto, não é mesmo?

Mas não é o que esse mesmo jovem diz… O belo discurso institucional diz bom é aquele que busca desafios, que quer sair da zona de conforto, que busca aventura, que espera desenvolvimento e oportunidades para crescer. Oras… Espere aí. Se é isso que você quer, pequeno gafanhoto, preciso lhe contar uma coisa: VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR FAZENDO APENAS O QUE VOCÊ AMA PARA CRESCER. Você precisa necessariamente se debater com assuntos dos quais não gosta, desempenhar atividades que não são atraentes e ter sucesso em entregar resultados que você jamais imaginou. E pior: que foram difíceis de ser entregues. 

Talvez você não perceba no início, mas ficará claro que isso demandará que você peça ajuda, busque estudos, conheça novas pessoas e desenvolva habilidades. Você será testado, receberá duros feedbacks, precisará repensar, planejar, adaptar o discurso e refazer alguns dos seus trabalhos. Conquistará aliados por um lado, e aprenderá de quem não gosta também. Saberá mais de si.

E, no final do percurso, tenho segurança de que você terá crescido. E que saberá disso. E mais: terá aprendido que se você quiser crescer, precisará fazer o que não ama. E se você já saiu da sua adultescência, mas continua nessa busca, que tal perceber que assumir riscos e ousar é inevitável para atingir posições mais elevadas? E que seu sucesso só virá quando assumir a capacidade e a determinação de sair de sua zona de conforto e ampliar os seus limites constantemente? 

16 mai 2017

TEMPO DE CONSTRUIR

No Comments Carreira, Coaching, Comportamento, Confiança, Cotidiano, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, Escolhas, Inteligência Emocional, Protagonismo, Relações Humanas, Responsabilidade Pessoal, Sucesso

Nenhum projeto é viável se não se começa a construí-lo desde já: o futuro será o que começamos a fazer dele no presente. 

Construir o futuro é uma coisa meio maluca e a passagem recente do meu aniversário me fez pensar nessa questão de uma forma mais estruturada, como num guia para planejar nossa “jornada do futuro”. Foi então que lembrei do modelo de aprendizado contínuo desenvolvido por Peter Senge.

Precisamos aprender a sair da nossa realidade, deixar velhos hábitos de lado e rever conceitos e métodos para criarmos algo realmente inovador. Afinal, nem tudo o que deu certo no passado está dando certo hoje, certo? E da mesma forma, nem tudo o que já deu errado nunca dará certo no futuro… A vida é assim… 

Quem trabalha em áreas como música, fotografia ou informática sabe do que estou falando e o quanto o mercado muda dinamicamente. O medo de não acompanhá-lo é um dos grandes motivos para nos repensarmos, mas o melhor incentivo é querer estar melhor a cada dia. Querer causar novos “UAU’s”, pois se você não quiser, alguém vai querer e vai fazer.

Então, para construir seu futuro faça uma boa análise do presente. O que incomoda você hoje e que você poderia e gostaria muito de mudar? Quais oportunidades você vê que poderia aproveitar e não faz? Adicione ao seu presente as coisas boas que você imagina que pode conseguir. Desafie-se!

Walt Disney dizia que se você é capaz de sonhar, você é capaz de realizar. O “imageneering”, traduzido, fica algo como engenharia da imaginação; foi o que ele usou para construir o império que tanto sucesso faz até hoje. Passe a perguntar, a tudo e a todos, "POR QUE NÃO?" ao invés de “por que?”. Encoraje seus amigos, sua família, sua equipe a lhe dar ideias. Nem todas poderão ser aproveitadas, mas todas virão do fundo do coração de alguém em quem você confia e merecem atenção.

No início, talvez você enfrente um pouco de medo para pensar diferente ou para reconhecer a necessidade de mudar. O medo é inerente ao ser humano, mas não deixe que ele imobilize ou enfraqueça você. O importante é transformar esse medo em oportunidade, em ação. Comece a trabalhar já. Peça ajuda, pergunte opiniões, ouça sugestões e lembre-se de colocar em prática o que achar válido. Só experimentando você terá a real noção do que vale a pena fazer ou não nos próximos anos da sua vida.

Obstine-se por si mesmo!

Quando escolher o melhor caminho a seguir, planeje os recursos necessários para fazer com tudo aconteça e alcance o resultado esperado. Esta é a aplicação do conceito caórdico de Dee Hock, o inventor do sistema Visa, que nos traz a compreensão de que todas as coisas, até mesmo a vida, são uma combinação homogênea de caos e ordem. Tudo aplicado na hora certa.

Se construir o futuro num mundo tão incerto não é fácil, adquira um pensamento otimista para que toda premonição paradoxal seja superada por um desejo incontestável de viver dias ainda melhores. Deixe que seus sonhos virem realidade, um após o outro. Dificuldades irão aparecer, mas somos capazes de superá-las com muita luta, persistência e criatividade. No seu próximo aniversário, você mesmo irá agradecer.

19 abr 2016

NÃO SE DISCUTE

No Comments Cidadania, Comportamento, Democracia, Relacionamento Interpessoal, Relações Humanas, Sociedade e Política

Ensina a sabedoria popular que “política, futebol e religião não se discutem”. Você concorda?

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Sinceramente, considero o ditado de que "política, futebol e religião não se discutem" batido, surrado e mentiroso. Somos adultos, certo?!? Mais do que nunca, deveríamos nos unir para conversar sobre estas três dimensões que se tornaram o palco dos grandes problemas do mundo. Basta um pequeno olhar à nossa volta: impeachment, retorno da CPMF para cobrir gastos do governo, alta do dólar, transferências milionárias de jogadores entre times, presença do Papa em Cuba, guerras em nome da paz…

Claro, que no passado tal afirmação trazia consigo o medo de que a paixão – ou talvez o fanatismo – por time A ou B, religião C ou D, partido X ou Y, não nos permitisse o diálogo. Mas é preciso reinventar o dito com tolerância, abertura, aceitação ao outro e autoconhecimento.

Muitas pessoas se inflamam tanto ao defender suas ideias, colocam tanta paixão em seus discursos que há a impressão de que querem brigar. Alguns querem, de fato, convencer de que sua opinião é a mais acertada e deixam os ânimos se acirrar. Entrar em uma discussão com uma atitude mental de "eu ganho", "você perde", "eu tenho razão", "você está errado", "eu falo" e "você fica calado", claramente, não ajuda a desenvolver boas relações. Será que você quando se vê contrariado em seu ponto de vista, sente-se rejeitado e age dessa forma?

Devemos aprender a lidar com a diversidade, dispostos a recuar quando temos nossas convicções feridas e tentar olhar de outra perspectiva. No caso do futebol, parece ser mais fácil. Brinca-se muito, um desqualifica o time do outro para na semana seguinte ser a vez do colega cujo time ganhou a partida brincar com a ineficiência do time do amigo. Dificilmente, vemos um caso de amizade que se desfaz porque as pessoas torcem por times diferentes, embora ainda existam casos extremos em que torcidas matem umas às outras nos estádios.

Já sobre a política, estamos nos tornando um povo mais antenado e consciente, que vem adquirindo uma visão mais macro de mundo. Saímos do silêncio da ditadura, passamos por uma fase de transição e com o amadurecimento da democracia conquistamos um nível de politização importante que nos faz cidadãos mais atuantes e preocupados com os problemas do país. Mas, eis aí um perigo: se não avançarmos no entendimento sobre as questões que envolvem as políticas públicas, suas reformas e consequências, estaríamos mesmo discutindo ideias ou apenas pessoas? Reclamar de um congresso oportunista não altera nossa posição de responsáveis pelo o que elegemos.

Agora se futebol e política parecem complicados pra você, religião está numa categoria ainda mais delicada. O tabu é tamanho que a ausência de debate se observa numa espécie de proteção ao crente: questioná-lo corresponde a um gesto de ofensa. Pautada por questões não mensuráveis, a escolha da religião dá-se pela fé e por uma convicção que fala diretamente à alma e às crenças aprendidas e aceitas. Mas isso não a torna intocável, afinal não é preciso concordar com uma opinião diferente da sua nem é preciso abrir mão de suas convicções para conviver.

Por isso, acredito que chegou a hora de substituirmos o velho ditado pelas lições de economia e administração sobre Ponto de Equilíbrio e encontrarmos tais pontos comuns para o verdadeiro exercício de civilidade, generosidade e aceitação.

10 set 2015

SEU CORPO FALA

No Comments Coaching, Comportamento, Liderança, Relações Humanas

A linguagem corporal também faz parte do processo de comunicação. Fique ligado! Seu corpo pode falar o oposto daquilo que você diz.

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“O corpo fala”, provavelmente você já ouviu isso por aí, não é mesmo? Ou então, já viveu na pele. Sabe quando um amigo está com a cara amarrada, parecendo tenso e você sabe que há algo errado, mas a pessoa insiste em dizer que não? É a postura da pessoa que entrega a forma como ela está se sentindo, que transmite ao outro tensão, alegria, relaxamento, medo ou qualquer outra emoção. Isso se chama linguagem corporal.

Como empreendedor, a linguagem corporal é um aspecto muito importante, e que você deve trabalhar. E se você precisar convencer um investidor a fazer um aporte no seu negócio, mas transparecer insegurança? E se um cliente for muito chato e ele perceber que você está pensando isso sobre ele? E se você precisar motivar e inspirar sua equipe – e enquanto líder você precisará – e eles perceberem a tensão e preocupação por trás das suas palavras?

É MUITO IMPORTANTE TRABALHAR A LINGUAGEM CORPORAL, EM PRIMEIRO LUGAR, PARA QUE SEU CORPO NÃO TE DENUNCIE. EM SEGUNDO PARA QUE VOCÊ SAIBA COMO USÁ-LO A SEU FAVOR: TRANSMITINDO FIRMEZA, SEGURANÇA E CONFIABILIDADE.

Este artigo traz dicas para uma negociação matadora. Entre elas, está a tal da linguagem corporal. “É muito importante demonstrar confiança e se apresentar como uma pessoa amigável. Devemos evitar a todo custo demonstrar insegurança e nervosismo, já que isso pode ser interpretado pela outra pessoa como uma fragilidade e uma oportunidade para avançar as questões de seu interesse. Já que nenhuma dessas questões são objeto da conversa em si, temos que procurar demonstrá-las com a sutileza da linguagem corporal.”

Use o tom da sua voz, gestos e expressões a seu favor. Entusiasmo, contato visual e estar posicionado em direção ao seu interlocutor são técnicas utilizadas por pessoas persuasivas. Uma linguagem corporal positiva fará com que as pessoas acreditem o que você está dizendo como válido. O jeito como você fala é tão importante quanto o que você diz.

A seguir confira algumas dicas valiosas para trabalhar a sua linguagem corporal:

  • Cuidado com as diferenças culturais: este texto da Associação Brasileira de Coaching traz um panorama interessante sobre o assunto. O artigo frisa a importância de prestar atenção às regras culturais de cada local. Pode ser que um gesto que parece muito normal no Brasil seja ofensivo para uma pessoa de outra nacionalidade. “Esse aspecto é extremamente influenciado por fatores culturais, sociais e psicológicos. O ambiente no qual o indivíduo está inserido irá determinar a forma como ele irá se comunicar. Gestos e expressões não verbais são interpretados de maneiras diversas em um país, região ou até mesmo em uma empresa. Por isso, é fundamental observar e se adequar aos locais onde precisará se fazer entender da melhor possível”.
  • Autoconhecimento: o primeiro passo, sempre, é se conhecer:  Outro ponto que o artigo traz com destaque diz respeito ao autoconhecimento. Bom, já falamos bastante aqui sobre a importância de se conhecer muito bem. Quando um empreendedor sabe de suas competências e limitações, ele consegue focar no seu desenvolvimento. O mesmo vale para sua linguagem corporal. Somente tendo consciência de como você se mexe e se expressa é possível trabalhar isso. “Ter consciência dos sinais que você emite é importante para saber o tipo de informação que se deseja partilhar. Para isso, também é preciso identificar qual postura é a mais ideal para cada situação. Estudos sobre a expressão corporal estão sendo intensificados nos últimos anos por profissionais das áreas de psicologia e sociologia, para identificar os sentimentos e expressões não comunicados por palavras”, traz o texto.

Quer uma dica? Comece a se gravar quando for falar em público, ou até mesmo em reuniões e depois se assista. não tenha vergonha. Esse exercício pode te trazer muitos insights sobre a forma como você se posiciona em uma conversa.

O que a ciência diz…

Esta matéria da revista Galileu traz algumas dicas (todas embasadas cientificamente) de linguagem corporal. Em primeiro lugar, você deve investir na sua postura. “Ter uma boa postura não é bom só pelo jeito que os outros te enxergam. Isso também muda a forma como você lida com as coisas ao seu redor. Estudos já comprovaram que pessoas que sentam de forma correta recebem mais elogios ligados a profissão”, aponta a matéria.

Outra dica é cumprimentar as pessoas antes e depois de fechar negócio. De acordo com o texto, um simples cumprimento transmite a sensação de animação e cooperação. Pessoas que dão as mãos antes e depois de uma negociação fazem propostas mais justas do que pessoas que vão direto pro assunto. Além disso, um aperto de mão firme passa a confiança necessária para um acordo ser estabelecido.

Além disso, a matéria traz a informação de que um estudo da Universidade de Duke descobriu que 125 Hz é a frequência ideal para um som agradável e que pessoas que falam mais baixo têm mais autoridade em um grupo. Os pesquisadores analisaram 792 chefes executivos americanos. O resultado foi impressionante: uma diminuição de 22 Hz em nossa frequência vocal pode implicar em aumentos reais de salários.

Por fim, vale lembrar do bom e velho tapinha nas costas. De acordo com estudo realizado pela Universidade de Cornell, o toque nas costas pode transformar as pessoas. Os pesquisadores analisaram clientes de um comércio americano e apenas 12% dos que não foram tocados deixaram gorjetas. O número aumenta para 14%, com os que receberam tapinhas nas costas, e para 17% os que receberam toques e apertos de mãos. Além disso, os tapinhas transmitem cumplicidade, o que faz com que os clientes passem mais tempo em seu comércio jogando conversa fora.

Bom, agora você já conhece um pouco mais sobre linguagem corporal. A mensagem que fica é:

VOCÊ SEMPRE PODE APRENDER ALGO NOVO E MELHORAR SUA POSTURA ENQUANTO LÍDER E EMPREENDEDOR. 

Boa sorte!

Fonte: Endeavor 

22 ago 2015

ANSIEDADE SÓ ATRAPALHA

No Comments Coaching, Comportamento, Desenvolvimento Humano, Equilíbrio, Inteligência Emocional, Relações Humanas, Superação, Tomada de Decisão

Destrua o hábito da preocupação, antes que ele destrua você.

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Ansiedade não é doença. Faz parte do nosso sistema de defesa e está projetada em quase todos os animais vertebrados, do peixinho dourado até aquela sua tia histérica. Eu sou ansiosa. E dizer isso assim, a seco, não é nada fácil mesmo para quem há anos estuda desenvolvimento humano. Sou daquelas pessoas que dorme pensando no compromisso que tem às 11 horas da manhã seguinte, mesmo que seja só fazer as unhas. Penso o tempo todo em como estarei daqui a 24 horas, 24 dias, 24 anos.

Mas, vamos começar pelo final… Assim, como bom ansioso, você não precisa esperar o final do texto para descobrir que ansiedade é o sentimento típico de quem vive no futuro, se preocupando com as coisas que ainda vão acontecer, mas a boa notícia que eu queria antecipar pra vocês é que dá para conviver com ela pacificamente – e é isso que vai fazer a diferença na hora de reconhecer que nem tudo precisa ser motivo de preocupação o tempo todo.

Talvez, nesse momento, você já esteja se perguntando: como eu domino a minha ansiedade?

Primeiro, viva realmente no presente. Dedique-se ao hoje! Esse é um exercício simples e gostoso, mas que geralmente precisamos lutar muito para conseguir fazer.  A cada minuto do seu dia, quando sua cabeça insistir em te levar para o futuro, pense nos detalhes daquilo que está fazendo agora. Neste momento, por exemplo, eu estou aqui, escrevendo este artigo no meu computador, com um pouco de fome. E só. Mais nada. Com o tempo vamos aprendendo a nos manter no aqui e agora e controlando melhor a ansiedade. Dale Carnegie em seu livro "Como Evitar Preocupações e Começar a Viver" dá uma dica que sempre busco praticar: . 

VIVA EM COMPARTIMENTOS HERMETICAMENTE FECHADOS.

Segunda coisa importante: faça coisas que você goste de verdade. Dê uma volta num parque, jogue sudoku (que eu adoro), leia um livro, qualquer coisa que você goste. Aposte em você e naquilo que o fará feliz mesmo que seja por alguns instantes do seu dia. Vá ajeitando a sua vida de maneira que você possa fazer o maior número de coisas boas para você num único dia.  Claro que a louça vai continuar na pia e seu chefe vai continuar lhe mandando fazer coisas chatas, mas mesmo nestes momentos tente encontrar o prazer que há naquilo: a satisfação de ver a louça lavadinha em cima da pia ou da entrega de um serviço bem feito. 

Seja qual for a situação, arranque de você o que existe de melhor hoje, agora, neste exato momento. Do contrário, a tendência será você correr para o futuro imaginando que lá seria um lugar mais legal, como se o presente fosse um momento ruim a ser passado. Pense, só temos uma vida e cada segundo dela é único!

CULTIVE UMA ATITUDE MENTAL QUE LHE DÊ PAZ E FELICIDADE

Para lidar com a ansiedade, o melhor caminho é manter o equilíbrio emocional, ponderar as situações e ampliar a consciência de si mesmo, de suas habilidades e da sua capacidade de realização e dedicação.  

Comigo tem funcionado. Mas eu continuarei aqui, no meu projeto presente, cuidado do meu ambiente físico e emocional. E você? Onde você está agora?

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