Archive for Relações de Trabalho

15 mar 2014

AMIZADE NAS EMPRESAS

No Comments Ambiente de Trabalho, Coaching, Comportamento, Gestão de Pessoas, Liderança, Networking, Relacionamento Interpessoal, Relações de Trabalho, Trabalho em Equipe

Estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos no ambiente de trabalho pode ser crucial para a produtividade da sua equipe. Pense nisso!

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Manter o equilíbrio nas relações interpessoais é sempre um desafio, mas quando o assunto se estende para o ambiente de trabalho e os protagonistas são chefe e subordinados a questão é ainda mais delicada. Afinal, qualquer deslize pode significar o fim de uma carreira para uma das partes e algumas vezes, dependendo do desmedido, até mesmo as duas partes podem sofrer as consequências.

Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com Brasil, com 325 profissionais, mostrou que a maioria dos entrevistados (52%) acredita que a amizade com o chefe é algo positivo para a carreira, e que pode harmonizar o ambiente profissional. Mas os outros 48% acreditam que essa relação atrapalha a carreira, pois  muitos colegas confundem trabalho com vida pessoal e podem receber aumento de salário ou promoções por conta da amizade ou porque os colegas podem olhá-lo de forma diferente.

Passamos grande parte do dia no ambiente de trabalho e não há como negar que, com o aumento da interação entre as equipes, as chances de se estabelecer afeto entre funcionários e chefes é maior. Essa relação de maior afetuosidade pode ser benéfica para alguns, mas gerar desconforto e até mesmo ciúmes na equipe de trabalho. Para que todos convivam bem é essencial que cada um contribua para manter um clima amistoso e colaborativo – amigos ou não.

A proximidade com “quem dá as cartas” pode causar inúmeros mal entendidos que comprometem o clima no trabalho e afetam de forma significativa o desempenho da equipe, colocando em risco, inclusive, os resultados.

É cada vez mais comum, vermos situações onde um colega que era par é promovido e torna-se chefe. Oras, se antes éramos amigos, trocávamos confidências e frequentávamos as casas mutuamente, por que agora devemos nos afastar?

Na verdade, a amizade não se desfaz, mas esse é um caso clássico onde os envolvidos precisam rever comportamentos e ressignificar a relação em novos moldes.  Ao novo chefe é preciso aprender a dar limite sem ferir suscetibilidades; à equipe é preciso discernimento para esclarecer pontos de vista respeitando a nova hierarquia.

Nos padrões das novas lideranças é cada vez mais comum, o gestor aproximar-se da sua equipe pelo compromisso assumido com o desenvolvimento contínuo das pessoas. Aliás, é bem mais fácil desenvolvê-las quando há o entendimento de quem elas são e do que elas querem realizar. E como conhecê-las e entendê-las sem que haja proximidade?

Impossível! A relação “chefe-subordinado” onde manda quem pode e obedece quem tem juízo foi substituída por uma relação onde ambos expõem suas ideias e opiniões e constroem juntos os melhores caminhos. É uma relação de confiança e tanto líder como colaborador propõem-se ao desafio de aprender a dar e receber feedback no sentido de preservar os limites. Mas, na dúvida sobre a melhor maneira de agir não hesite em refletir bastante e discutir sobre o assunto antes de assumir uma posição.

SE VOCÊ FOR FUNCIONÁRIO  SE VOCÊ FOR CHEFE
1 – Se você e seu chefe já eram amigos, não exponha nada que possa se transformar em piada, como apelidos ou histórias engraçadas. 1 – Muito cuidado com um funcionário que se mostra exageradamente amigo, ele pode estar mal intencionado.
2 – Evite fazer comentários do que vocês fazem ou onde vão fora do horário de trabalho. 2 – Não abra assuntos estratégicos da empresa nos seus momentos de descontração, isso pode colocar em jogo seu cargo de confiança.
3 – Não aproveite os momentos de lazer com o chefe para criticar colegas ou fofocar sobre eles 3 – Não misture as coisas: não promova um funcionário só por amizade, ele precisa ter competência para assumir novas funções, se der errado o maior prejudicado pode ser você
4 – Cuidado: alguns chefes se aproximam dos subordinados para arrancar informações pessoais. Dependendo do gestor, tudo o que você disser poderá ser usado contra você e não a seu favor. 4 – Aja naturalmente com seu “amigo/funcionário” o suficiente para que a relação de amizade não seja lembrada.
5 – É preciso colocar sua carreira em primeiro lugar, não tenha medo de desapontar seu “chefe/amigo” caso surja uma oportunidade em outra empresa. 5 – Separe bem as coisas, pois em momentos críticos como uma demissão, por exemplo, você pode se enrolar. Outro situação delicada é a de dar ou receber feedbacks: a crítica pode ser levada para o lado pessoal, e isso pode prejudicar o trabalho.

A proximidade com o líder, chefe, gestor, seja qual for a convenção, pode existir e ser útil no propósito de facilitar o desempenho conjunto, desde que não comprometa o bom desempenho das funções, a entrega do resultado e a boa relação com o grupo. A linha é tênue e é imperativo que líder e liderado saibam se portar nas suas funções, assumindo as devidas responsabilidades e cientes de que: chefe pode até ser amigo, mas acima tudo é chefe e deve prioritariamente agir como tal. Não duvide disso! 

02 nov 2013

CHEGA DE FIU-FIU

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Pouco se discute sobre o tamanho e a natureza do problema do assédio nas empresas, mas nenhuma mulher deveria abrir mão da sua carreira simplesmente por ter nascido mulher.

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Recentemente, tive acesso a uma pesquisa que avalia o cenário de assédio às mulheres brasileiras, tanto em espaços públicos como no ambiente de trabalho. Pode parecer incrível, mas em todo o mundo, 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram assédio sexual, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho). Quando transformamos em coisa rotineira o fato da mulher não ter espaços privados – nem mesmo serem donas do seu próprio corpo -, incentivamos a violência. E isso NÃO é normal.

De uma troca de olhares mais demorada até um quadro de assédio sexual nem sempre há um longo percurso. Pequenos gestos, insinuações, contatos físicos forçados, convites impertinentes… Alguns homens chegam a acreditar que todas as mulheres gostam de ser assediadas e que não deveriam reclamar; afinal, “elogios” são apenas uma forma de valorizar os predicados de sua beleza. Pura ilusão!

Quando a conduta envolve um superior hierárquico que constrange alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, o elogio é crime previsto no artigo 216-A do Código Penal.

No momento em que a participação feminina no mercado de trabalho é cada vez maior, discutir maternidade e carreira ou o equilíbrio da vida pessoal e profissional parece irrelevante quando temas como assédio e agressão entram na pauta da relação de convivência entre os gêneros.

Em muitos casos, o assédio é considerado tão comum que nem é visto como problema nas organizações. Seja por chantagem ou por intimidação, deixar-se envolver nessa situação é constrangedor e pode prejudicar a saúde psíquica e laboral da vítima.

A tendência mais comum é a mulher deixar o emprego para se ver livre da situação, pois provar que é assediada ou que sua posição não lhe garanta o direito de negar às investidas ainda é legalmente muito difícil.

Se você está passando por uma situação semelhante, lembre-se que desistir pode trazer a sensação de frustração no futuro. Antes de abandonar seus sonhos e sua carreira, existem algumas atitudes que podem acabar com o incômodo do assédio.

Seja verdadeira consigo mesma, não aceite as investidas e tenha clareza de que realmente não deseja isto para si. Ceder trará a sensação de que você nunca mais conseguirá escapar.

Converse claramente com a pessoa que vem cometendo o assédio e informe seu descontentamento com a situação. Em alguns casos, o assédio é uma questão de interpretação. Não se intimide pela posição hierárquica ou pela situação.

Conheço algumas mulheres que chegam a se culpar e por isso, escondem os fatos dos colegas ou das pessoas mais próximas. Não faça isso! Fale sobre o que vem acontecendo e se a situação não melhorar, peça ajuda àqueles que tenham poder de agir com autoridade, como um diretor ou a área de recursos humanos da organização.

Se quem está assediando você é o próprio diretor ou uma pessoa muito influente dentro da empresa, reúna provas do assédio, como bilhetes, e-mails e presentes e procure auxílio jurídico. Infelizmente, em alguns casos, é preciso cortar o mal pela raiz!

Seja qual for sua decisão, busque uma alternativa em que você se sinta protegida, livre e desimpedida para seguir sua carreira com competência e respeito.

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15 out 2013

BULLYING E NEGÓCIOS

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Você sabia que no ambiente de trabalho, a prática do bullying é maior entre as mulheres? 

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Muito tem se falado em bullying atualmente e também de suas consequências. Tema recorrente em salas de aula e nas escolas, o bullying é um termo de origem inglesa utilizado para definir tiranização e ameaça. Ou seja, é uma afirmação de poder através de agressão, feito de forma intencional e repetitiva, causando dor e angústia à vítima, que normalmente acaba tendo sua autoestima rebaixada e sentindo-se cada vez mais fragilizada para reagir aos ataques.

Esta não é uma prática recorrente somente entre crianças, adolescentes e jovens. O bullying está inserido em diversos aspectos da vida das pessoas, inclusive dentro do âmbito profissional.

Uma pesquisa realizada pela empresa norte-americana Workplace Bullying Institute aponta que a prática do bullying tem crescido entre as mulheres no ambiente de trabalho. Segundo este mesmo estudo, são 50,2% das mulheres contra 44,7% dos homens que realizam este tipo de agressão.

O bullying feminino, no entanto, é realizado de forma mais sutil, através de fofocas, maledicências, exclusão ou apelidos maldosos, isto porque as mulheres não foram educadas culturalmente para entrar em conflito aberto com os outros, mas sim para reprimir sua raiva ou no máximo expressá-la de forma sutil, indireta e dissimulada, deixando assim grande parte do comportamento agressivo feminino encoberto e na clandestinidade.

Outro fator a ser considerado é o fato de que as mulheres são educadas para cultivar a imagem de que são perfeitas o tempo todo, algo física e emocionalmente impossível. Dificilmente uma mulher assume que já praticou bullying de forma aberta, isto porque elas temem ser vistas como erradas, de caráter duvidoso ou como pessoas más. Existe o mito de que a mulher deve preservar uma imagem doce e de acolhimento, e, assim, não pode expressar raiva de forma direta, pois isto é considerado errado e imoral.

Rachel Simmons, em seu livro Garota fora do jogo (Editora Rocco) acredita que não devemos tomar isto como uma generalização excessiva porque existem homens que também se comportam de maneira semelhante, mas parece que as mulheres são menos inclinadas à agressão física e acabam empregando formas sutis, indiretas e relacionais de agressão, ou seja, utilizam seus relacionamentos e influência como uma arma para conseguirem o que desejam, atacando pessoas mais vulneráveis e que dificilmente revidarão a agressão.

Em relação à vítima de bullying, os efeitos psicológicos são devastadores, pois este tipo de comportamento afeta diretamente a autoestima e confiança em si mesma e em outras mulheres.

É um erro ignorar o bullying feminino, acreditando que a pessoa está levando as coisas muito a sério e que isto é apenas uma brincadeira, uma fase, ou que a outra pessoa está com inveja e que “mulher é assim mesmo”.

O bullying é uma agressão social e psicológica que merece conscientização coletiva, pois este tipo de comportamento é uma forma de ataque mais sofisticado e merece a mesma atenção que agressões convencionais.

CLIQUE AQUI PARA SABER OS EFEITOS PSICOLÓGICOS DO BULLYING FEMININO

* Gisele Meter é empresária e diretora executiva de Recursos Humanos, atua com gestão estratégica de pessoas, psicóloga, escreve sobre comportamento organizacional e liderança feminina. Palestrante e coach de mulheres.

16 set 2013

COMO SABER QUANDO É PRECISO DESCANSAR?

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Negócio não sai de férias. Mas empreendedor sim.

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Já falamos algumas vezes por aqui que para empreender é preciso paixão. Algo que traz inúmeras recompensas e faz com que o empreendedor não descanse até alcançar seus sonhos. Ainda assim, empreender também cansa e um dia cobra os custos de um trabalho tão árduo. Em algum momento, portanto, você precisa dar um intervalo para recuperar suas baterias – seja com intervalos no dia a dia agitado de trabalho ou até mesmo aquelas tão adiadas férias.

Sim! Empreendedor também merece férias!

Para reconhecer esses momentos na sua jornada, preparei uma lista com alguns sinais de que está na hora de você relaxar um pouco antes de continuar.

  • A alegria se foi. Está adiando o momento em que você tem de ir para a empresa? Trabalhar já não lhe traz empolgação como antes?  Se você já não se sente mais feliz fazendo aquilo que você decidiu para sua vida, está na hora de dar uma pausa, descansar e reencontrar essa felicidade quando voltar.
  • Falta de criatividade e foco. O cansaço, o estresse, a tristeza, todos esses sentimentos negativos – juntos ou separados – podem levá-lo a perder a concentração e torná-lo menos produtivo e inovador. Se esse é o caso, mais uma vez está na hora de recarregar. Você provavelmente retornará mais produtivo.
  • Perda do controle. Desequilibrar-se em situações em que você deveria se comportar como líder e achar que você anda sobrecarregado são outros sinais de que sua força empreendedora não é mais a mesma.
  • Irritabilidade. Se seus colaboradores não aguentam mais o seu mau-humor, talvez seja o caso de se afastar e tirar um intervalo para voltar um pouco mais agradável. Férias já!
  • Insônia. Sua bateria fraca pode afetar também o seu sono. Não conseguir dormir direito é um bom indicador de que a falta de energia empreendedora anda incomodando também na cama.
  • Problemas de saúde. Sobrecarregar-se e trabalhar além dos seus limites pode cobrar um preço alto demais à  sua saúde, mesmo que isso pareça o comportamento comum. Empreendedores também precisam se cuidar.
  • Avisos de pessoas próximas. Elas são as pessoas que o conhecem melhor. Se familiares e amigos passarem a avisá-lo de que você parece diferente e cansado, talvez você deva escutar e fazer uma pausa.

O merecido descanso é fundamental para que você recarregue as energias, conheça novas oportunidades de negócios e também tenha um tempo para se dedicar a cursos que permitam a reciclagem dos seus conhecimentos sobre gestão.

Por mais que você se dedique de corpo e alma ao seu negócio, deve perceber que isso evidentemente suga muitas energias… O corpo e a mente, em dado momento, também precisam relaxar. Acredite!

Nossa capacidade de processamento tem um limite e um descanso será benéfico para recarregar as baterias e seu lado criativo. Você perceberá que muitas soluções para os problemas do dia-a-dia podem emergir. Portanto, meu amigo empreendedor, tire férias sim, descanse e não tenha muitas regras. Pense apenas em como será gostoso reacender a paixão e encontrar meios para inovar e ver sua empresa continuar a crescer assim que você voltar.

04 ago 2013

DISNEY: UM MUNDO DE EXPERIÊNCIAS

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Passear pela Disney pode ser muito mais do que um passeio, mas uma lição de empreendedorismo e gestão.

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A Disney tem uma máxima que diz “Você pode sonhar, criar e projetar o lugar mais espetacular do mundo, mas precisará de pessoas para tornar o sonho realidade”. E aí vem a pergunta: você está tratando bem dos profissionais que possui ao seu lado? Antes de responder, é necessário entender que tratar bem é, antes de tudo, reconhecer não só com salário, mas com atitudes. Não custa nada para o líder fazer uma ligação parabenizando o funcionário por um trabalho bem desempenhado, por alguma coisa bem-sucedida. O resultado de gestos assim é que o líder ganha um profissional extremamente comprometido, que vai fazer o que for necessário para alcançar resultados. E não adianta falar de falta de tempo. Fazer um simples cartão de agradecimento não leva tempo nenhum e é capaz de ganhar um profissional.

Vejo muitos empreendedores buscando a fidelização do cliente externo, mas esquecendo de que a cadeia de valor da lealdade começa da porta para dentro. Ela começa na qualidade do serviço interno e na satisfação do profissional. Assim conquista-se retenção de profissionais, ganha-se bom desempenho, qualidade de serviço, satisfação do cliente, valor mais alto para o consumidor, lealdade do cliente, para só então vir o aumento da receita, crescimento, lucro e valor para o acionista. Se começar ao contrário, buscando lucro e crescimento a qualquer custo, tudo tende a dar errado.

Por isso, voltemos à Disney que é um excelente exemplo. Quando você entra em um parque, ingressa em uma experiência diferente, sai do real para o imaginário. Você deixa de lado um mundo complexo e conturbado para um mais fácil, onde os problemas não existem. Essa boa experiência, para a empresa, não é negociável. Tem de existir.

Para falar em satisfação do cliente, a Disney apresenta, em seus treinamentos, o caso do funcionário do parque que se depara com a pergunta “a que horas é a parada das 3h?”. Obviamente, a própria pergunta já contém a resposta, mas há um significado maior nela e o funcionário pode se antecipar com outras informações e superar, e muito, a expectativa do cliente. Se a pergunta vem de um casal com dois filhos, a sugestão da Disney é que ele vá além do óbvio e informe sobre a melhor localização para filhos pequenos durante a parada, fale sobre opções de alimentação ou sobre o melhor lugar para tirar fotos com as personagens. É assim que se busca o encantamento do cliente, em uma atitude que pode ser reproduzida no mundo corporativo.

Além disso, tem a questão do backstage invisível. O que acontece se alguém vê o Mickey sem a cabeça de rato, fumando, encostado em um poste? O encantamento se dilui, a experiência é prejudicada.

Se você chegou de férias agora, pense naquilo que mais te encantou. Como você pode reproduzir esse encantamento para a sua empresa, para o time que gerencia ou para os seus colegas de trabalho? Criar um ambiente de propício ao conviver em harmonia será o primeiro passo para que você tenha um segundo semestre excepcional. Sucesso!

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