Archive for Relações de Trabalho

05 jun 2017

CAMINHO PARA O TOPO

No Comments Administração e Gestão, Ambiente de Trabalho, Carreira, Coaching, Competências, Comportamento, Gestão de Pessoas, Liderança, Mercado de Trabalho, Relações de Trabalho, Sucesso

Em um ambiente de tantas mudanças, pensar em quais serão as habilidades dos executivos do futuro parece um desafio. Mas, deixar de pensar pode deixá-lo ainda mais distante de uma carreira de sucesso. 

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Pode parecer um exercício inútil fazer planos de carreira em meio à incerteza da economia, quando tudo parece pouco sólido. Mas um profissional não deve descuidar de suas ambições futuras por causa do cenário atual.

Todo mundo deve fazer como as empresas, que usam sua visão de longo prazo como um caminho a ser seguido e fazem ajustes durante o percurso. Para quem projeta ascensão profissional, isso significa olhar quais serão as competências mais importantes para alcançar o topo e desenvolvê-las com o tempo.

Um estudo da CTPartners, empresa de recrutamento executivo, feito com companhias de 24 países, inclusive o Brasil, mostra quais serão as habilidades mais importantes dos líderes em 2020. Trata-se de um prazo bom, não muito distante e improvável, nem tão próximo a ponto de ser inviá­vel. VOCÊ  S/A ouviu sete executivos brasileiros que ocupam hoje os principais cargos de suas empresas, e são eles que contam o que fazer para chegar lá.

Uma coisa é certa: o desafio é grande e é preciso estar em constante aprimoramento. O que antes levava 20 anos para mudar agora leva dois. “Os executivos fazem parte desse cenário e precisam evoluir com ele”, diz Sergio Rial, presidente do conselho do Santander, de São Paulo.

O principal desafio do profissional brasileiro é se inserir mais nos negócios globais. “O executivo nacional precisa se esforçar para atingir esse padrão internacional”, diz Magui Castro, sócia da CTPartners, de São Paulo.

Se você quer seguir rumo ao topo, fique esperto e desenvolva as seguintes competências nos próximos anos: 

se quer ser presidente, seja um bom ouvinte:  O presidente do futuro é um excelente comunicador e ouvinte. Sua liderança será baseada em conhecimento, intuição e conselhos de colegas. O resultado será um líder que transmite propósito e humildade. 

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Ser um cidadão global, transitar entre diversas culturas e cenários econômicos e adaptar-se a eles, calculando riscos, abraçando mudanças e questionando os modelos de negócios atuais.

2. Agir como um embaixador da companhia, sendo acessível e visível aos funcionários e personificando os valores e as qualidades da empresa e de seus produtos para os clientes.

3. Saber atrair, engajar e inspirar profissionais jovens. 

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: Aprender a ter paciência e humildade para escutar todos os lados, mesmo que discorde deles. 


se quer ser presidente do conselho, esteja pronto a influenciar as pessoas: Essa função será a reponsável por garantir a diversidade de ideias e a transparência nas contas da empresa. Não será mais um cargo para executivos aposentados, né? 

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Estar conectado. Ele precisará saber o que de mais novo tem sido feito no mundo e os efeitos para a indústria em que atua.

2. Respeitar e incentivar o debate de ideias diferentes.

3. Ser transparente, ético e não ter nada a esconder. 

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: Ter uma conduta perfeita. O presidente do conselho reflete o que é a companhia.


se quer uma diretoria de marketing, desenvolva a vidência:  Sim! Seja um vidente de vendas. A função de um diretor de marketing não estará mais restrita a fazer um produto atraente e a pensar em oferta e procura. Ele será o responsável também por usar dados dos consumidores e da marca para prever o que o cliente vai desejar amanhã.

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Identificar e atrair consumidores com experiências personalizadas usando informações coletadas dos clientes e dos canais digitais.

2. Entender e usar o big data para transformar os dados em vantagem competitiva, trabalhando cada vez mais próximo da área de tecnologia da informação.

3. Desenvolver uma narrativa autêntica para a empresa em que trabalha.

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: O pessoal do marketing vai precisar entender e lidar com números e saber quais realmente importam.


se sua área é pessoas, desenvolva seu olhar estratégico:  O diretor de recursos humanos será o responsável por aconselhar não só o presidente, mas também todo o nível executivo sobre como atingir os objetivos da companhia usando o recurso mais poderoso: as pessoas.

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Aprender a utilizar análises e dados para criar recomendações estratégicas de seleção e gestão de talento voltadas para o alto desempenho.

2. Ter uma perspectiva global e multicultural para entender, atrair, cultivar e inspirar funcionários no mundo todo.

3. Construir um ambiente interno no qual possam ser identificados os mesmos valores, mas que também valorize as diferenças. 

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: Aprenda a gostar de números. (e digo isso por mim!) O RH precisará ter boa capacidade analítica porque vai ter uma infinidade de dados para cruzar, de modo a extrair o melhor das pessoas.


se você é da área de ti, prepare-se para gerar vantagens:  O diretor de TI será o responsável por criar, por meio de base de dados, uma vantagem competitiva para a empresa. Também terá a missão de defender, antecipar, prevenir e responder ataques virtuais sofisticados e de alto risco para o negócio. 

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Liderar a compilação e a análise de informações, separando as que realmente interessam para cada área, conforme demandado.

2. Conhecer quais são os riscos operacionais dos sistemas e proteger os dados e a propriedade intelectual da companhia.

3. Entrar mais no negócio para entender quais são as demandas e entregar soluções personalizadas e direcionadas para cada área. 

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: Conversar com outras áreas. O pessoal de tecnologia é, normalmente, mais fechado e focado. Mas eles só vão conseguir achar as soluções que as áreas precisam se souberem qual é o problema, certo? 


se pretende ser um diretor jurídico, esteja pronto para jogar em todas posições:  Esse executivo deve se preparar para defender os interesses da empresa e a gerenciar riscos entendeendo as regras do setor e dos países em que a empresa atua para conduzir a companhia dentro da lei.

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Traduzir o universo jurídico a favor do negócio, explicando cenários complexos e dando opções claras aos líderes.

2. Gerenciar não só o risco legal mas também a reputação da empresa, aproximando-se da mídia, do governo e dos acionistas.

3. Dirigir e criar novos processos, estruturas e sistemas para diminuir custos com despesas legais. 

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: Entender os detalhes da indústria em que atua. Conhecendo todos os trâmites que estão envolvidos no negócio, o diretor jurídico conseguirá encontrar os caminhos mais rápidos dentro do emaranhado jurídico. 


agora, se você é o cara dos números, prepare-se para ser o escudo do presidente, da diretoria e do conselho.  O principal papel do diretor financeiro é ser o responsável pelas estratégias e práticas que aumentam o desempenho da empresa. Cuida de identificar e gerenciar riscos, de reduzir custos e zela pelos assuntos de governança.

TRÊS COISAS QUE VOCÊ VAI PRECISAR FAZER:

1. Liderar e gerenciar o time de finanças, contratando, escolhendo e preparando sucessores e mantendo o alto desempenho.

2. Conquistar a confiança de investidores, demonstrando integridade pessoal, agindo de maneira transparente e determinando padrões éticos altos.

3. Participar do crescimento da empresa, tanto nos resultados orgânicos como por meio de fusões e aquisições.

O PRIMEIRO PASSO PARA CHEGAR LÁ: Envolver-se no negócio. Arrume um tempo e vá conversar com vendas, marketing, pessoas e jurídico. Largue um pouco a calculadora e envolva-se com a empresa. 

E aí? Você está pronto para seguir seu caminho rumo ao topo? 

 

29 mai 2017

EMPREENDER DEPOIS DOS 50

No Comments Abertura de Empresa, Carreira, Economia, Empreendedorismo, Empregabilidade, Mercado, Modelo de Negócio, Relações de Trabalho

Cresce o número de empreendedores acima de 50 anos em franquias

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A idade não é um fator determinante de sucesso para o empreendedor, principalmente para aqueles que têm a garra e vontade de fazer acontecer, ou seja, o brilho nos olhos, a paixão pelo novo negócio.

Um dado interessante tem sido o crescente número de profissionais com mais de 50 anos de idade que, depois de terem trabalhado a vida toda como funcionários de uma empresa, decidem empreender por conta própria no ramo de franquias.

Ao administrar uma unidade franqueada, eles usam a experiência que adquiriram em anos de trabalho e, ao mesmo tempo, não precisam assumir os riscos de iniciar um negócio do zero – uma vez que já contam com um modelo testado e com o apoio da franqueadora na gestão da empresa.

Os franqueadores, por sua vez, sempre gostaram de ver em suas redes pessoas com esse perfil. Afinal, nada melhor do que ter à frente de uma franquia alguém com vivência, capacidade e conhecimento para tomar decisões e liderar equipes.

Ter "quilômetros rodados" é sinal de experiência, e isso sempre foi algo que os franqueadores buscaram no candidato a franqueado. E eles vêm buscando cada vez mais esse perfil, já que os profissionais com mais de 50 anos estão mais motivados e ativos do que nunca.

Durante as décadas de 1980 e 1990, era comum que profissionais mais experientes adquirissem uma franquia depois de se aposentar ou, em alguns casos, depois de serem demitidos das empresas e não encontrarem outras oportunidades de trabalho.

Hoje, as razões que levam essas pessoas a empreender no mercado de franquias são outras. Profissionais que têm mais de 50 anos hoje estão cheios de gás e ainda com fôlego para trabalhar por muitos e muitos anos.

Além disso, o mercado de franquias tem cada vez mais o que chamamos de multifranqueados, ou seja, franqueados que possuem mais de uma unidade. E essa é uma possibilidade de poder crescer junto com a marca, sem se limitar a ter apenas uma loja.

Se antes a franquia era um plano B para carreira, hoje ela é uma forma de realização pessoal. Esses profissionais mais experientes enxergam que, ao alcançar a maturidade, eles finalmente ganham a chance de aplicar toda sua experiência e as economias acumuladas para, enfim, realizar seu grande sonho de empreender. E chegam às franquias com a energia de garotos – o que é bom para todo sistema de franchising. 

——— 

Filomena Garcia: Sócia-diretora da Franchise Stor. É especialista em marketing e atua nas áreas de negócios, varejo e franchising. Co-autora dos livros "Franchising – Uma estratégia para expansão de negócios" e "Marketing para Franquias"

Fonte
UOL Economia

12 set 2015

AFINAL, O QUE A GERAÇÃO Y QUER?

No Comments Carreira, Comportamento, Economia, Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Liderança, Mercado, Relacionamento Interpessoal, Relações de Trabalho

Beirando os 30 anos, a Geração Y está com tudo. Conheça um pouco mais sobre o perfil dessa importante força de trabalho. 

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A Geração Y, desde que a nomenclatura foi criada, vem dando o que falar. Para quem não sabe exatamente, é o nome dado às pessoas nascidas entre os anos 80 e 90. Uma geração que já beira os 30 anos e já está com presença sólida no mercado de trabalho. Mas você já parou para pensar como eles se comportam no mundo dos negócios? Quais seus objetivos? Como reter e engajar esses talentos?

Diferente da Geração Z – aqueles nascidos a partir de meados dos anos 90, a Geração Y cresceu em meio as transformações que a internet causou no mundo. De uma infância sem acesso à rede para uma adolescência e começo da vida adulta impactada radicalmente pelas transformações que a sociedade viveu a partir dos anos 2000.

A GRANDE MARCA REGISTRADA DA GERAÇÃO Y TALVEZ SEJA O EMPREENDEDORISMO.

E talvez você mesmo seja um empreendedor dessa geração. Estamos falando de jovens com segurança para arriscar (o que é mais do que fundamental para quem quer empreender), de pessoas que deixaram de lado as carreiras tradicionais para criar seus próprios empregos e que buscam uma vida mais livre, com equilíbrio entre desenvolvimento pessoal e profissional, propósito em suas atividades e ter conquistas que estão muito além do dinheiro.

Afinal, o que a Geração Y quer?

Talvez você, empreendedor, deve ter se identificado com a descrição acima. Então, também deve estar vivendo na pele outro lado da moeda: como é ter um funcionário com “cabeça Y”? O que é preciso para reter e engajar esse funcionário? Quais suas motivações? Por que esse jovem talento optaria pela sua startup e não por qualquer outra?

Mais uma vez, estamos falando de uma força de trabalho que não busca apenas remuneração financeira. Eles querem ser reconhecidos, precisam se sentir livres e empoderados para tomar decisões, e buscam ambientes de trabalho onde possam confiar em seus colegas, crescer junto com a empresa e causar impacto genuíno.

Esta matéria da Exame apresenta um levantamento da consultoria Universum, realizado com jovens de sete áreas de estudo: administração de empresas, engenharia, tecnologia da informação, direito, saúde e medicina, ciências naturais, humanidades e educação, sobre o que eles buscam em suas carreiras. Foi possível perceber uma importante tendência: a busca por uma divisão equilibrada entre a vida pessoal e a carreira. Já a estabilidade no emprego é um objetivo que vem ganhando mais importância nos últimos dois anos. “O aumento da instabilidade econômica faz subir a preocupação com a segurança no emprego”, diz André Siqueira, gerente de operação da Universum no Brasil.

O site Knoll, especialista em estudar a relação de pessoas e seus ambientes de trabalho, separou uma lista com alguns dos valores da geração Y. Se liga:

  • Meritocracia: Essa geração acredita que alguém que tenha talento e trabalhe bem deve ser bem sucedida;
  • Camaradagem: O sucesso obtido em grupo é melhor do que obtido individualmente.
  • Fazer diferente: A geração Y não acredita em fazer algo só porque é o jeito como sempre foi feito. Preferem procurar uma maneira nova e melhor de executar uma tarefa.
  • Independência: Funcionários com cargos diferentes e tarefas diferentes devem ser tratados individualmente, não como uma coisa. Ou seja, quem faz a limpeza, não precisa chegar no mesmo horário de quem cuida da direção de arte, e por assim em diante.

A geração Y não está preparada para frustrações

Como nem tudo é perfeito, essa super força de trabalho, esse jovem criativo, inovador, fazedor e cheio de gás também não chega perfeito e pronto ao mercado de trabalho. Mas quem chega? De acordo com Sidnei Oliveira, especialista consultado pela Época Negócios, o jovem da Geração Y não sabe lidar com frustrações. “Nesses últimos 20 ou 30 anos, nós não preparamos o jovem para lidar com as perdas. De alguma maneira, a sociedade e a família mudaram o seu discurso e sua forma de lidar com os filhos, protegendo eles de frustrações o máximo que era possível. Ou dividindo essa carga, em uma espécie de companheirismo”.

Para o especialista, essa proteção fez com que os jovens se tornassem mais frágeis para o mercado de trabalho. “Ele entra nesse mundo qualificado em termos acadêmicos. Mas, não tem muita “casca”, cicatriz, que dê força para suportar a realidade da consequência. Mais do que isso, o jovem espera que o mundo corporativo trabalhe a favor dele. Ou que os gestores ajam como os pais, dividindo a responsabilidade, protegendo e dando benefícios antes das consequências. Só que a vida reaI funciona diferente”

Como lidar com o choque de gerações dentro de equipes?

Essa pergunta preocupa muitos empreendedores. Como compatibilizar aquela liderança de outra geração, que já sabe tudo sobre a empresa e o mercado; com esse jovem cheio de gás, energia para transformar, que não tem medo de dar sua opinião ou questionar lógicas pré-estabelecidas?

A revista Exame traz um breve depoimento da diretora da People+Strategy, Célia Foja, sobre como motivar um time Geração Y. Para ela, o encontro de gerações precisa ser pensado como uma oportunidade de crescimento e aprendizado entre todas as partes. Ela vai além e fala da importância da retroalimentação. “É uma geração que busca feedbacks. Aproveite essa oportunidade. Sente e discuta. Dê a ele os horizontes, a dimensão daquilo que ele faz bem e daquilo que ele precisa melhorar”

O que eles esperam de seus líderes? A resposta é: mais do que líderes, que eles sejam mentores

A matéria da revista Época Negócios mencionada anteriormente traz uma entrevista com Sidnei Oliveira, que é especialista em gerações e autor do livro Geração Y: o nascimento de uma nova versão de líderes (Editora Integrare). Sobre a importante questão: o que os jovens  geração Y esperam de seus líderes?”. ele afirma: “O jovem declara esperar uma coisa, mas eu acho que ele espera outras. Ele declara que espera do líder: compreensão, paciência, desafios, delegação e confiança. Mas, ele está esperando que o gestor passe uma procuração, para daí ele entrar no jogo e protagonizar. E isso é o que ele declara e o que mais a gente vê nas pesquisas. Olhando bem o jovem e tentando entender o que está por trás dessa declaração eu percebo que o que ele realmente espera dos líderes é uma condição de referência que ele não tem encontrado. Os líderes, no geral, estão muito ocupados executando as tarefas, controlando as equipes e eles não têm se preocupado em ser referências para os jovens. O que os jovens mais precisam nesse momento é de referência, de mentores. Hoje, a geração Y tem muita dificuldade de olhar para alguém mais velho e enxergá-lo como alguém de referência, como um mentor que de alguma maneira possa inspirá-lo a tomar uma decisão ou caminhar em uma direção. Não é aconselhar, é inspirar. É diferente de dar um conselho, ou um palpite”.

Outros dados que valem a pena serem analisados é uma pesquisa feita pelo Intelligence Group sobre o comportamento da Geração Y:

  • 64% deles dizem que querem um trabalho que ajude a fazer um mundo melhor;
  • 72% querem ser seus próprios chefes, mas se não conseguirem, querem um patrão que assuma a função de treinador ou mentor;
  • 88% preferem uma cultura de trabalho colaborativo ao invés de um ambiente competitivo;
  • 74% querem horários de trabalhos flexíveis;
  • 88% querem um melhor equilíbrio entre a vida e o trabalho.

Estamos falando de profissionais que querem focar no plano a longo prazo e não só no pagamento no fim do mês; de uma empresa que reconheça seus talentos e seu respectivo trabalho duro. Para eles, chega daquela simples divisão de cargos em funcionário, gerente e diretor. Já existem muitas camadas aí no meio e um bom trabalho deve ser reconhecido. Independente de crise ou não crise.

O grande segredo para reter um jovem talento geração Y é diálogo aberto.

Esse jovem quer fazer, quer transformar e realizar, cabe aos seus líderes, mentores e gestores criarem o campo ideal para que ele cresça e faça a empresa crescer junto com ele. Boa sorte!

Fonte: Endeavor 

02 jul 2015

RENOVE SUAS BATERIAS

No Comments Ambiente de Trabalho, Carreira, Coaching, Comportamento, Inteligência Emocional, Motivação, Relações de Trabalho, Viva Positivamente

Sabe aquele momento em que você sente a motivação ir embora? Qual é sua reação? 

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Quando você sente que algo não está exatamente do jeito que você planejou ou quando sente toda sua energia indo embora, você é do tipo que muda o foco para outro projeto, ou tenta se manter ligado ao anterior? Não importa a causa da desmotivação, os efeitos colaterais são tangíveis: menor produtividade, humor deprimido e frustração geral são apenas alguns exemplos.

Acredite ou não, você não é a primeira pessoa que tem lutado com problemas de motivação. E felizmente para você, muitos têm escrito sobre isso. Eu mesma me inclino sobre conselhos de várias pessoas para me inspirar nesses momentos e quase todos falam sobre manter o pensamento positivo e recuperar o foco. Pode parecer senso comum e até soar um pouco brega, mas a mensagem subjacente é grande: não importa o quanto se ganha ou o quanto se perde, você sempre pode voltar e alcançar seu objetivo.

Quando tudo parece falhar e uma muralha parece se erguer pelo caminho, é hora de desligar o computador, esquecer o celular e fazer uma pausa criativa. Às vezes, sua mente precisa descansar e relaxar para que você possa voltar com a sensação renovada e enfrentar suas tarefas.

Não se trata apenas de estar empolgado, mas de saber como manter-se motivado até o final de cada dia e de gostar das situações que vive. Você já deve ter ouvido a frase: “Mais importante do que fazer aquilo que se gosta é gostar daquilo que se faz”. Nós passamos a maior parte do tempo trabalhando, e é muito justo que tenhamos prazer naquilo que estamos fazendo, certo?

Acontece que boa parte das pessoas precisa trabalhar para pagar as contas e ter uma vida que funcione, e acaba caindo na armadilha de que precisa fazer qualquer coisa para isso. Se você está vivendo esse dilema, recomendo que procure urgentemente alguma coisa que você goste de fazer, mesmo que seja em sua atual ocupação, e coloque todo seu foco nisso. Martin Luther King Jr. dizia que se você é um varredor de ruas, deve querer ser o melhor varredor de ruas do mundo.

Esse entendimento ajuda a manter nossa energia elevada e amplia o significado daquilo que fazemos bem como nossa autonomia e autoconfiança, fatores essenciais à motivação. Mas isso não significa que você sempre poderá fazer o que quiser, mas sim que pode escolher como fazer as coisas. Afinal, sempre poderemos usar nossa liberdade para criar as coisas de maneira diferente. Fugir do convencional e dos padrões ajuda a nos tornarmos mais criativos e felizes.

Por fim, não se esqueça de sua saúde física: já tentou fazer alguma coisa com excelência e entusiasmo depois de uma noite de insônia? É terrível. Você não consegue fazer nada, e por mais que você goste daquilo que faz, não tem jeito; vai ficar devendo, e pior, achando que não gosta mais do que está fazendo. Durma bem, coma alimentos leves e verá sua energia aumentar, e com ela sua motivação.

29 mar 2014

QUEM É O DONO DE QUEM?

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Quanto mais você questionar seus sentimentos, mais pode controlá-los, em vez de deixar que tomem conta de você.

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As emoções são o pulsar da vida. Vamos ao cinema, ao parque de diversões, ouvimos música para sentir emoções. Aprender a decifrá-las e a tomar consciência do quanto influenciam a mudança dos nossos estados internos é primordial para o nosso equilíbrio emocional e para o desenvolvimento da nossa inteligência emocional.

Todos os dias somos invadidos por gatilhos que podem alterar o nosso estado de humor e, consequentemente, disparar emoções em reação a esse estado. Se o estado que experienciamos é negativo e exacerbado, o mais provável é que influencie a nossa forma de pensar.

Imagine um dia em que você esteja num estado de mau humor, por algum motivo aleatório, como ficar preso no trânsito ou por ter derramado café na sua camisa e precise participar de uma reunião. Seu humor vai influenciar negativamente a sua impressão acerca do trabalho. Racionalmente, você sabe que as duas coisas não têm nada a ver uma com a outra, mas inconscientemente a sua mente faz a ligação entre os seus sentimentos atuais e a nova situação.

Quando desenvolvemos uma melhor compreensão acerca dos nossos sentimentos e de onde eles vêm, passamos a não cometer equívocos assim. Por isso, questione-se e “trabalhe” a conexão entre seus pensamentos e sentimentos.

Um bom roteiro a seguir envolve perguntas do tipo: “O que estou sentindo?” e não vale dizer apenas bem ou mal, mas sim assumir que em determinados momentos você sente raiva, decepção ou angústia. Tente encontrar uma ou duas palavras que descrevam seu sentimento para que você possa identificá-lo em outras situações.

Depois, verifique quando foi a primeira vez que se sentiu assim. Há quanto tempo esse sentimento acompanha você? Tente pensar que acontecimento da sua vida leva você a sentir-se dessa forma e qual é a principal causa desse sentimento. Esse é o “gatilho” com o qual você deverá se preocupar.

Além disso, pense se existem possíveis causas secundárias desse sentimento e que fatores podem contribuir para que suas emoções se alterem. Existem várias “pequenas coisas” que podem ir se acumulando ao longo dos dias e muitas vezes, o stress e a fadiga podem amplificar nossas emoções aumentando a irritabilidade, a tensão e a confusão.

Só então identifique a forma como você tem reagido a esse sentimento. Qual é o melhor curso de ação a ser tomado em resposta a essa emoção? Você deve falar com alguém, ouvir música, fazer uma caminhada, fazer algo produtivo, tirar um tempo para refletir? Ou o melhor é apenas esperar que essa sensação passe?

Às vezes o melhor é apenas “deixar ir” uma emoção até que ela desapareça. Nossos sentimentos são temporários, eles não duram para sempre. O simples ato de pensar e questioná-los ajuda a nos separar do “calor do momento” e assumir o controle das nossas decisões. 

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