Archive for Ambiente de Trabalho

28 ago 2015

DICA DE LEITURA: ACREDITE, VOCÊ É O CARA!

No Comments Ambiente de Trabalho, Carreira, Coaching, Comportamento, Confiança, Gestão de Pessoas, Liderança, Protagonismo

Como fazer a diferença na empresa, nos negócios e na vida pessoal

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Você pode ser um executivo, um gerente, um supervisor, um funcionário, um estagiário, ou qualquer pessoa que queira vencer na vida… A verdade é que excelentes profissionais das principais empresas relatam que 30% a 40% de seus talentos não são aproveitados. A grande dificuldade é encontrar oportunidades para que isto aconteça e muitas vezes colocamos a responsabilidade de sermos bem-sucedidos nos outros, na empresa, no chefe, na economia e até em Deus e esquecemos de fazer a nossa parte.

Como disse Bill Gates, acho que não exatamente com estas palavras: “O mundo não é justo ou terá pena de você. Ele não quer saber se você está cansado, de mal humor, triste ou depressivo”. Você precisa fazer algo para construir sua própria história de sucesso.

Assumir a responsabilidade pela sua vida é o primeiro passo para conseguir evoluir e começar a trilhar seu caminho para o sucesso. Quanto mais você aprender, mais ferramentas souber, melhor você irá lidar com as adversidades do caminho. E elas irão aparecer, sempre aparecerão… Mas você não pode parar.

lounge-empreendedor-acredite-voce-eh-o-caraO livro “Acredite, você é o cara!” da editora M. Books mostra e detalha três chaves para que você possa desenvolver suas habilidades. Os autores Don Maruska e Jay Perry apontam uma série de ferramentas para que qualquer pessoa consiga se desenvolver, organizar-se e criar condições para mostrar todo o seu potencial, suas aptidões e as habilidades que possui e que podem contribuir para a empresa que trabalham ou no próprio dia-a-dia.

Mostram também, como a criação de uma marca pessoal pode proporcionar-lhe enormes oportunidades e sobre como podemos aproveitar nossos talentos para expandir horizontes, aumentar nossa habilidade de revelar o que temos de melhor e energizar aqueles que estão ao nosso redor.

Mas lembre-se: não basta ler um livro para mudar o seu padrão de pensamento. Isto é um processo que deve ser repetido dia-a-dia até chegar a excelência e você precisa ser flexível, estar aberto a novas tendências, conhecer novas pessoas, se conectar com as pessoas certas, enfim, você precisará adaptar-se.

Você pode acessar e incorporar comportamentos simples, como:

  1. Observe e reproduza
  2. Prepare e lembre
  3. Aprenda e pratique
  4. Convoque e engaje os outros

Leia com atenção “Acredite, você é o cara!”, aplique seus ensinamentos e depois nos conte sobre a transformação e o impacto que você causará!

SOBRE OS AUTORES DO LIVRO:

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26 ago 2015

FUNCIONÁRIOS INFELIZES

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O que fazer quando seu funcionário está infeliz no trabalho?

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Pequenas e médias empresas precisam que seus quadros de funcionários sejam não somente enxutos, mas também que todos estejam focados no atendimento aos clientes e nos demais propósitos da empresa. Diante de tal situação, colaboradores motivados são uma necessidade. Se a companhia não percebe a insatisfação de seus funcionários, não irá lidar de maneira apropriada com eles. Isso pode ocasionar perda de desempenho, falta de estímulo e clima organizacional negativo.

A causa disso é que os gestores têm dificuldade de observar a insatisfação, que por vezes é velada, e não sabem ouvir as pessoas. Portanto, a solução passa, necessariamente, por um olhar atento aos funcionários e às suas demandas.

A melhor maneira de saber se as pessoas estão insatisfeitas é observar suas ações diariamente. Verificar o ritmo de trabalho e se os compromissos são cumpridos com rigor. Portanto, funcionários que estão sempre atrasados para o início das reuniões, e mesmo das tarefas cotidianas, podem estar insatisfeitos com a companhia. Assim como trabalhos feitos sem preocupação com a qualidade, ou mesmo negligenciados, também revelam que algo vai mal.

Ao identificar uma insatisfação, o próximo passo é criar maneiras de ouvir os funcionários. Nem sempre uma pergunta direta é a melhor forma de obter informações sobre o motivo da insatisfação. Por exemplo, dificilmente um funcionário irá reclamar para o diretor sobre o gerente. Por isso, é importante momentos informais, nos quais o diálogo permita identificar as mensagens nas entrelinhas, ou mesmo no modo como o funcionário se comporta longe de seus superiores imediatos e pares.

Já as insatisfações com o salário, instalações e benefícios são mais perceptíveis quanto maior for o interesse do empreendedor, ou do seu departamento de recursos humanos, de observar os concorrentes e o que eles oferecem a mais que a empresa.

Além disso, saber questionar os valores dos funcionários também é uma forma de descobrir os motivos de insatisfações e como lidar com elas. Um funcionário que se motiva por desafios e que está há muito tempo na mesma função provavelmente estará infeliz. Assim como, em um momento de crise, aqueles que têm no crescimento na carreira um valor importante não estarão muito motivados.

Os gerentes devem abrir canais de comunicação para saber o que motiva seus funcionários individualmente. Pois é improvável que todos da equipe tenham exatamente o mesmo fator de motivação. É com base nesse conhecimento que eles devem fazer alterações na empresa, de maneira a criar condições mais favoráveis para que a satisfação volte, o entusiasmo se instale e todos tenham foco no atendimento aos clientes, com excelência.

O importante é que as pessoas se sintam motivadas e satisfeitas com a companhia. E que possam colocar suas energias no atendimento aos clientes, e não nas reclamações. Vamos em frente!

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

Fonte: Portal Exame

22 ago 2015

ANSIEDADE SÓ ATRAPALHA

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Destrua o hábito da preocupação, antes que ele destrua você.

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Ansiedade não é doença. Faz parte do nosso sistema de defesa e está projetada em quase todos os animais vertebrados, do peixinho dourado até aquela sua tia histérica. Eu sou ansiosa. E dizer isso assim, a seco, não é nada fácil mesmo para quem há anos estuda desenvolvimento humano. Sou daquelas pessoas que dorme pensando no compromisso que tem às 11 horas da manhã seguinte, mesmo que seja só fazer as unhas. Penso o tempo todo em como estarei daqui a 24 horas, 24 dias, 24 anos.

Mas, vamos começar pelo final… Assim, como bom ansioso, você não precisa esperar o final do texto para descobrir que ansiedade é o sentimento típico de quem vive no futuro, se preocupando com as coisas que ainda vão acontecer, mas a boa notícia que eu queria antecipar pra vocês é que dá para conviver com ela pacificamente – e é isso que vai fazer a diferença na hora de reconhecer que nem tudo precisa ser motivo de preocupação o tempo todo.

Talvez, nesse momento, você já esteja se perguntando: como eu domino a minha ansiedade?

Primeiro, viva realmente no presente. Dedique-se ao hoje! Esse é um exercício simples e gostoso, mas que geralmente precisamos lutar muito para conseguir fazer.  A cada minuto do seu dia, quando sua cabeça insistir em te levar para o futuro, pense nos detalhes daquilo que está fazendo agora. Neste momento, por exemplo, eu estou aqui, escrevendo este artigo no meu computador, com um pouco de fome. E só. Mais nada. Com o tempo vamos aprendendo a nos manter no aqui e agora e controlando melhor a ansiedade. Dale Carnegie em seu livro "Como Evitar Preocupações e Começar a Viver" dá uma dica que sempre busco praticar: . 

VIVA EM COMPARTIMENTOS HERMETICAMENTE FECHADOS.

Segunda coisa importante: faça coisas que você goste de verdade. Dê uma volta num parque, jogue sudoku (que eu adoro), leia um livro, qualquer coisa que você goste. Aposte em você e naquilo que o fará feliz mesmo que seja por alguns instantes do seu dia. Vá ajeitando a sua vida de maneira que você possa fazer o maior número de coisas boas para você num único dia.  Claro que a louça vai continuar na pia e seu chefe vai continuar lhe mandando fazer coisas chatas, mas mesmo nestes momentos tente encontrar o prazer que há naquilo: a satisfação de ver a louça lavadinha em cima da pia ou da entrega de um serviço bem feito. 

Seja qual for a situação, arranque de você o que existe de melhor hoje, agora, neste exato momento. Do contrário, a tendência será você correr para o futuro imaginando que lá seria um lugar mais legal, como se o presente fosse um momento ruim a ser passado. Pense, só temos uma vida e cada segundo dela é único!

CULTIVE UMA ATITUDE MENTAL QUE LHE DÊ PAZ E FELICIDADE

Para lidar com a ansiedade, o melhor caminho é manter o equilíbrio emocional, ponderar as situações e ampliar a consciência de si mesmo, de suas habilidades e da sua capacidade de realização e dedicação.  

Comigo tem funcionado. Mas eu continuarei aqui, no meu projeto presente, cuidado do meu ambiente físico e emocional. E você? Onde você está agora?

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19 ago 2015

QUANDO É HORA DE DELEGAR

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Descubra como trabalhar menos pode salvar a sua empresa

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Você é proprietário de uma empresa de pequeno ou médio porte e tem objetivos ambiciosos para fazê-la crescer, prosperar, gerar mais resultados e mais empregos. Tudo está indo bem até o momento em que você percebe que alguns clientes reclamam de problemas na entrega, funcionários se queixam de que as coisas não andam e até mesmo a família e os amigos dão toques de que você está trabalhando demais. Além disso, você sente aquela sensação de que seu trabalho não rende e não sabe onde está o problema.

Todos esses sintomas sinalizam que está mais do que na hora de você começar a delegar. Revelam uma tendência à centralização ou à falta de confiança na capacidade das pessoas. A delegação determina em grande parte sua eficácia como gestor, pois, se você não delegar, estará usando mal seu tempo, impedindo o crescimento profissional de seus funcionários, além de atravancar o fluxo dos trabalhos, das decisões e da resolução de problemas da empresa.

Quanto mais cedo você detectar a sobrecarga de trabalho, sua ou de outra pessoa, mais eficaz você será para corrigir o problema. Não espere fazer tudo sozinho.

Delegar, apropriadamente, é uma das habilidades executivas mais importantes. Quando você delega uma tarefa a alguém, a autoridade para executá-la passa a ser dela, porém a responsabilidade continua com você. Responsabilidades não podem ser delegadas. Assuma a responsabilidade, mas dê crédito à pessoa que realizou o trabalho e ajude-a a crescer, conferindo-lhe novas responsabilidades e autoridade para realizar as tarefas.

Uma técnica que facilita esse processo de delegação é a dos 3 Qs: o Quê, Quem e Quando.

  1. O Que deverá ser feito: exponha claramente o objetivo e forneça o máximo de informações para a conclusão da tarefa.
  2. Quem vai executar: identifique a pessoa certa para fazer o trabalho e treine-a. Certifique-se de que a pessoa entendeu a tarefa antes de começar a trabalhar e fique acessível para esclarecimentos e conselhos, sempre que ela precisar.
  3. Quando: marque uma data para a conclusão, mas monitore periodicamente a evolução.

O crescimento da sua empresa e a qualidade do seu trabalho dependerão muito de sua capacidade de delegar adequadamente. Se você o fizer, multiplicará sua produtividade.

Alexandre Rangel é sócio da Alliance Coaching
Fonte: Portal Exame

18 ago 2015

APRENDA COMO ESCREVER E-MAILS

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Confira diversos exemplos para que seus e-mails sejam cada vez mais eficazes!

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E-mails são como nós nos comunicamos uns com os outros atualmente. Assim, escrevê-los bem pode ser a diferença entre construir ou não relacionamentos bem-sucedidos dentro do ambiente de trabalho ou fora. Este post inclui links com exemplos de e-mails sobre como marcar reuniões, pedir apresentações aos investidores, aprender a falar não, e muito mais!  [Nota: as páginas linkadas estão em inglês e alguns subtítulo podem te direcionar para elas]

E-mails são estranhamente incômodos. Eles nos dão a capacidade de começar uma conversa com qualquer pessoa no mundo, sem os clássicos sinais de uma interação pessoal.

NÓS FAZEMOS COISAS POR E-MAIL QUE NÓS NUNCA FARÍAMOS NA VIDA REAL.

Você consegue se imaginar indo até alguém em um jantar, dando um documento enorme que diz: “Olá Steve, é um prazer te conhecer! Eu já ouvi muito sobre você e queria saber se você pode me dar feedback sobre meu plano de negócios?”. Por incrível que pareça, eu recebo e-mails deste tipo. Um monte de gente recebe e-mails assim.

Portanto, esse artigo vai mostrar o que eu acredito quais são as sete das mais importantes formas para a construção de relacionamentos. Reuni artigos e exemplos para cada um dos e-mails abaixo e espero que isso o ajude a começar os relacionamentos-chave que você precisa para produzir resultados extraordinários!

1. Como conseguir que pessoas ocupadas respondam seus e-mails

Quer entrar em contato com Eric Schmidt, ex-CEO da Google? Adam Grant, aclamado autor do best-seller “Give and Take” (que aliás, é um dos meus livros favoritos de negócios, de todos os tempos), estabelece seis etapas fundamentais para levar pessoas importantes a responder a seus e-mails neste artigo. Ele inclui uma história de como uma graduando de Princeton enviou um e-mail que conseguiu uma resposta do então CEO do Google, Eric Schmidt! Este é um ótimo post!

2. Como pedir uma apresentação

Este post de Scott Britton, cuja empresa SinglePlatform, saiu por U$ 100 milhões, inclui a análise de um e-mail pedindo uma apresentação. Os pontos críticos incluem:

  • Uma pergunta explícita;
  • Um contexto convincente sobre por que você está pedindo a apresentação;
  • Um exemplo de tração ou parcerias que aumente a credibilidade;
  • Agradecimento;
  • Uma padronização que garanta que o destinatário pode encaminhá-lo para a pessoa de seu interesse.

Outro grande exemplo: Tim Ferriss oferece este exemplo excepcional de como alguém pediu ajuda para conexões com os investidores anjo.

3. Como apresentar duas pessoas

O fundador do LinkedIn, Reid Hoffman, e o duas vezes autor e empreendedor, Ben Casnocha, explica que existem três maneiras de apresentar as pessoas por e-mail. O melhor dos três envolve:

  • Verificar com ambas as partes para ter certeza de que eles querem a apresentação;
  • Fazer a apresentação com uma breve explicação de quem é cada pessoa mencionada e por que elas deveriam se conectar;
  • Deixar claro quem vai dar o próximo passo (por exemplo, quem dará sequência primeiro).

Isso pode ser mais trabalhoso do que colocar endereços de e-mail de duas pessoas no campo CC e falar: “Jason e Brad, considerem-se conectados!”. Porém, é muito mais eficaz no sentido de garantir o seu verdadeiro resultado: que as duas pessoas que estão se apresentando se conectem de forma relevante e construam um relacionamento produtivo para ambas.

4. Como pedir feedback

O Fundador da TechStars, David Cohen, recebe 50 pedidos frios de feedback por e-mail a cada dia. No post linkado acima, ele explica por que o e-mail se destacou de forma brilhante, conquistou sua atenção e mereceu o feedback dedicado dele. Os elementos essenciais incluem:

  • Conhecer a pessoa que você está enviando o e-mail, mostrando-lhes isso (ecoando o post de Adam Grant); e
  • Fazer um pedido específico e fácil de ser respondido por ele.

Leia o post para ver como ele é feito de forma concreta!

5. Como pedir uma reunião

Os elementos de Scott Britton de um bom pedido de reunião incluem:

  • Oferecer valor para o destinatário;
  • Explicar de forma clara o contexto da reunião (se possível, incluindo uma breve agenda);
  • Pedir uma quantidade pequena e discreta de tempo (como de 25 minutos);
  • Tornar conveniente para eles (se oferecendo para estar onde for melhor para eles); e
  • Reconhecer que eles estão cedendo seu tempo.

Você está conseguindo perceber alguns padrões aqui? Um pouco de consideração extra pode encurtar um longo caminho na conquista do sim às suas solicitações. Leia o post para ver um exemplo!

6. Como ser educadamente persistente em conseguir uma resposta de alguém

Eu parto do pressuposto de que as pessoas que eu me aproximo de forma fria (e até mesmo pessoas para as quais eu fui apresentado) não vão responder ao meu e-mail de primeira. Essas respostas muitas vezes levam 2 ou 3 e-mails para chegar. O Co-fundador da Impact Hub Boulder, Greg Berry, me ensinou a melhor técnica que eu já vi para ter respostas de pessoas que não me retornaram. Trata-se de enviar um outro e-mail mais ou menos uma semana depois, dizendo:

“[Nome], espero que seu dia esteja bom! Perdoe-me por este novo e-mail, mas eu só queria reforçar o e-mail abaixo e ver o que você acha. Não considere isso como nada além de um cutucada amigável! “

Este e-mail de “cutucada” tem sido surpreendentemente eficaz, por reconhecer que o destinatário provavelmente está ocupado (e que o meu e-mail não é a sua primeira prioridade), por usar a palavra “amigável” (que promove aproximação), além de ser curto. Se ainda assim não funcionar, eu escreverei novamente talvez duas semanas depois:

“Espero que me desculpe por escrever mais um e-mail, mas aqui no Unreasonable Institute, acreditamos na persistência em um nível quase irracional. Se [pedido/oportunidade], não está no seu alcance, entenderei. Eu simplesmente não queria perder esta chance de [oportunidade – como ‘convidá-lo para ser um mentor no Unreasonable Institute’ ou ‘conectá-lo a uma oportunidade de investimento que tem o seu perfil’]. Independente de ajustes, eu ficaria realmente grato pela sua análise do pedido”.

Eu escrevi centenas de e-mails como esse e recebi apenas uma resposta claramente negativa (que disse: “Pare com isso. Você está me irritando”). Curiosamente, essa foi o único e-mail onde eu deixei de fora a frase “cutucada amigável” e não coloquei “me desculpe por escrever mais um e-mail”. Mas, em outros casos, conquistei um investidor de US$ 1 milhão (o que levou vários e-mails durante 6 meses), e o autor de best-seller aclamado pelo New York Times, Chip Heath, para servir como um mentor no Unreasonable Institute (o que levou mais de quinze e-mails ao longo de quatro anos).

7. Como dizer não elegantemente

Nas palavras de Warren Buffet, “A diferença entre pessoas bem-sucedidas e as pessoas muito bem-sucedidas é que as pessoas muito bem-sucedidas dizem ‘não’ a ​​quase tudo”. As probabilidades são de que milhões de oportunidades apareçam em seu caminho: convites para falar em conferências, pedidos de conselhos, sugestões para abrir operações em novas localizações… Você pode estar animado com muitos deles, mas quando alguns vêm junto aqueles em que você não está interessado, aqui estão dois exemplos de como dizer não.

O primeiro é um exemplo bem-humorado do autor E.B. Whiteo, que encontrei neste post por Greg McKeown. Lê-se:

“Caro Sr. Adams, Obrigado pelo convite para participar do comitê das Artes e das Ciências de Eisenhower. Devo recusar, por razões secretas. Atenciosamente, E.B. Whiteo “

O segundo exemplo vem de um e-mail que eu enviei recentemente:

“Muito obrigado pelo contato, [nome]. Eu agradeço o que você está tentando fazer. Um dos nossos principais valores é a transparência militante, então eu vou ser totalmente honesto. No momento, eu quero me dedicar inteiramente às nossas prioridades fundamentais, o que inclui colocar nossos novos Institutos em funcionamento, ampliar nossa equipe e levantar capital. Isso significa que eu estou optando por não ter várias conversas que eu gostaria de ter em outras condições; por isso não vou ser capaz de priorizar o telefonema com você.

Se tiver alguma coisa rápida na qual possa ajudá-lo ou se você tiver alguma pergunta específica, por favor me mande um e-mail a respeito e eu ficarei feliz em te responder!

Atenciosamente, Teju”

Conclusão: Saber como fazer perguntas por e-mail, tendo bastante consideração com as pessoas que você está abordando, ajudará na construção dos relacionamentos que você deseja ter. E a boa notícia é que você já pode começar a praticar agora mesmo com todos a quem você envia e-mails! Se quiser, sinta-se livre para me enviar um e-mail (em inglês) a qualquer momento para praticar: teju@unreasonableinstitute.org.

 

Teju Ravilochan é co-fundador e CEO do Unreasonable Institute.

Artigo originalmente publicado no blog do Unreasonable Institute

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