Archive for Negócios

25 abr 2013

VENDA MAIS NO DIA DAS MÃES

No Comments Administração e Gestão, Atendimento ao Cliente, Dia das Mães, Economia, Empreendedorismo, Mercado, Negócios, Promoção de Vendas, SEBRAE, Vendas

O Dia das Mães se aproxima e é a oportunidade de aumentar as vendas, conquistar e reter clientes. Trata-se da data mais importante para os comerciantes depois do Natal. Então, aproveite!

 

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Pensando nisso, que tal receber algumas dicas para aproveitar a data comemorativa e se planejar para divulgar o seu negócio?

Afinal, seu cliente precisa saber que você existe, o que você oferece, quais são as suas condições de pagamento, seus prazos… Eventos sazonais, como o Dia das Mães, trazem desafios e oportunidades para o varejo, mas a demanda tem uma grande variação e você tem que estar "prontinho" para aparecer para o público de uma forma mais ostensiva e profissional.

Confira dicas para vender mais no Dia das Mães:

 

  • Envolvimento com a comunidade: Participe dos acontecimentos do seu bairro/cidade. Sendo uma pessoa conhecida, você passará a ser “fulano de tal” da empresa X. A médio e longo prazo sua caixa registradora vai refletir sua popularidade;
  • O cliente quer ser percebido e valorizado: seja exclusivo ao seu cliente, ouça-o com cuidado, identifique suas necessidades e demonstre interesse real em atender às suas demandas;
  • Promova a data nas redes sociais: Escreva um texto sobre o Dia das Mães. Convide seus seguidores para visitar sua loja virtual, caso você possua uma. Convide também para a loja física e dê uma senha para garantir um brinde ou um desconto especial. Divulgue sua empresa através de blogueiros da sua cidade;
  • Mailing list/cadastro: Faça uma relação de clientes com fichas, cadernos ou no computador desde o inicio do negócio. A clientela cativa recomenda seu negócio espontaneamente. Quanto maior o cadastro, maior o lucro com a clientela cativa. Se ainda não fez, comece agora mesmo;
  • Invista na vitrine: ela é elemento mais importante para atrair consumidores. Uma vitrine tem 30 segundos para provocar o interesse, despertar o desejo e levar à ação. Ouse na composição da vitrine, mas evite excessos para não gerar poluição visual;
  • Planeje a localização dos produtos nas gôndolas, prateleiras, expositores, cabides, araras, ilhas e pilhas. Considere características físicas: tamanho, peso, cor, numeração e a necessidade ou não de cuidados especiais como refrigeração;
  • Dê incentivos aos seus vendedores. Parta da ideia que é muito melhor vender mais e a empresa ganhar 90% do lucro, por exemplo, do que vender bem menos e ganhar 100%. Surpreenda sua equipe com incentivos extras, algo que não era esperado por eles;
  • Brindes: Um brinde alegra, promove, facilita a venda e ainda faz o cliente carregar sua marca onde quer ele esteja. Oferte-os também como vantagem extra e dê desconto para compras acima de determinado valor. É uma ótima maneira de atrair mais clientes;
  • Atendimento geral: Facilite a circulação dentro da loja. Organize a fila do pacote. Preocupe-se com o caixa. Não deixe nada para última hora. Faça um check-list dos equipamentos antes de abrir o estabelecimento.

E se você quer saber um pouco mais, o Sebrae-SP lançou guia para orientar os empresários a aproveitarem o Dia das Mães e impulsionarem as vendas. O material, detalhado, ensina valiosas orientações ao varejista para evidenciar a empresa e os produtos gastando pouco ou ainda a custo zero – apenas usando e abusando da criatividade, desde dicas como organização da loja à importância do bom atendimento.

Para atrair mais clientes, o guia ensina de modo didático e com ilustrações tridimensionais, tudo o que deve ser aprimorado para tornar o ponto de venda mais atrativo ao consumidor. O guia está disponível em http://sebr.ae/sp/vendamelhormaes. Vale a pena!

11 abr 2013

JOVENS EMPREENDEDORES

No Comments Administração e Gestão, Comportamento Empreendedor, Criatividade, Estabelecimento de Metas, Liderança, Mercado, Negócios, Oportunidade de Negócio, Pequena Empresa, Proposta de Valor, Sonhos

Não é porque você é jovem que não pode conquistar um empreendimento de sucesso. Conheça a estratégia de um jovem empresário que faz muito sucesso em restaurantes em São Paulo.

 

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Juliano Simões ampliou o negócio de Catanduva da família e com uma boa dose de ousadia quadriplicou seu faturamento. Na época com 26 anos – e apenas dois morando em São Paulo-, Simões encontrou o ponto comercial perfeito para trazer à capital a rede de seu pai, o Paulinho’s Grill. A primeira loja aberta em São Paulo, em 2006 na Avenida Faria Lima, representou um desafio duplo na vida do empreendedor: gerenciar por conta própria um negócio e adaptá-lo ao exigente mercado paulistano. Juliano sofisticou o ambiente e o cardápio e uniu a praticidade e rapidez dos restaurantes por quilo com a qualidade do atendimento e a sofisticação dos pratos a la carte.

Nasceu a primeira casa e em apenas 15 meses o empresário obteve retorno do capital investido. Dois anos depois, Simões abriu a segunda no Shopping Nações Unidas e a terceira, na avenida Paulista, veio em 2011. A quarta expansão da rede chegou à nobre região dos Jardins no ano passado – e ganhou o nome de Jaú em alusão ao seu endereço.

Estratégia

As casas contam com ambiente confortável, garçons bem treinados, guardanapos de panos, carta de vinhos e serve pratos pouco vistos em bufês a esse preço, como lombo de bacalhau ao forno e codornas assadas. Há ainda dias com costeletas de cordeiro e fritada de camarão Além disso, existem promoções para quem gosta de comer mais. É possível optar pelo Buffet completo salad bar e hot menu- ilimitado (R$ 36), apenas salad bar com um grelhado (R$ 23) ou ainda o sistema por quilo R$ 7,30 cada 100 gramas.

Sem dúvida, uma estratégia bem delineada, vontade e conhecimento de mercado são excelentes ingredientes para o sucesso de qualquer empreendedor, seja qual for a sua idade.

28 mar 2013

FATORES DE GESTÃO

No Comments Administração e Gestão, Ambiente de Trabalho, Gestão, Liderança, Motivação, Negócios, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Relações de Trabalho, Relações Humanas, Valores

Não é surpresa para ninguém que o Lounge Empreendedor acredita na colaboração e no compartilhamento do conhecimento como melhor instrumento para  a construção de equipes de alto desempenho. Ao tomar sobre o conceito dos fatores de gestão dignificantes e coisificantes, logo pensei: “Opa! Isso tem tudo a ver com os leitores do blog”.

Gestão de Pessoas

Indivíduo significa indiviso que é aquilo que constitui uma unidade distinta, se aplica a tudo aquilo que é singular, qualquer espécie, animal, mineral ou vegetal. Mas empresas não são feitas apenas de indivíduos; muitas se transformaram em coleções de processos, métodos e regulamentos.

A luta pela obtenção de resultados, pelo atingimento das metas ou pela superação constante da concorrência pode acabar pasteurizando relacionamentos, atitudes e comportamentos que equipes de alto desempenho necessitam para conviver.

 “Pessoas têm o valor dignidade. Coisas têm preço. Quando desrespeitada em sua dignidade, a pessoa se coisifica.

Pessoas pensam com a própria cabeça. São maiores, pensam por si. E como pensam as pessoas coisificadas? Os outros pensam por elas. Seus pensamentos, suas idéias, suas opiniões, até suas atitudes e seu comportamento são pensados pelos outros. São menores; vivem na menoridade.

Quem não pensa com a própria cabeça e somente obedece a normas está pendurado, pendente, dependente.”

(Men at work, Paulo Gaudêncio)

Quando leio essa citação penso no impacto que a “coisificação” pode trazer para a cultura de uma empresa e para a filosofia de gestão. Por favor, não pensem que sou contra o lucro, contra o estabelecimento de metas ou contra um planejamento consistente. Apenas entendo que além dos desafios constantes, é importante que as pessoas se sintam úteis, respeitadas e reconhecidas por seus colegas e líderes. Isso gera motivação e engajamento espontâneo.

Agora; pense em sua empresa. Será que você consegue classificá-la dentro dos conceitos dos fatores dignificantes e coisificantes de gestão? E mais: em qual delas VOCÊ mesmo gostaria de trabalhar?

FATORES DIGNIFICANTES FATORES COISIFICANTES
Estímulo a colaboração Estímulo à competição
Que vençam todos! Que vençam os melhores!
Valorização do trabalho individual e em equipe Ênfase no trabalho individual
Conflito entre idéias Conflito entre pessoas
Vale o acordo ganha-ganha Vale a lei do mais forte
Todos pensam e executam Uns pensam, outros executam
Chefe que remove os obstáculos à motivação Chefe que motiva
O que podemos aprender com este erro? Cadê o culpado?
Melhorar continuamente Fazer certo da primeira vez
Medir para melhorar Medir para premiar ou punir
Cada um se avalia O chefe avalia a todos
Cada um se controla Controle policialesco
Clima de confiança Revistas, cartão de ponto…
Medições por critérios estatísticos Medições no achismo
Chefe que constrói competências Chefe que usa competências
Ênfase em um conjunto de critérios de excelência Ênfase na redução de custos e no lucro
Ganhos de produtividade por crescimento do negócio Ganhos de produtividade por demissões
Controle dos processos Controle dos resultados
Processos confiáveis Inspecionar tudo
Redução contínua de defeitos Zero defeito
O cliente reconhece quando vê Eu sei o que o cliente quer
Trabalhar para o cliente Trabalhar para o chefe
Promoção por critérios grupais Promoção de quem faz política
Sanções por critérios dos grupos Sanções por critério do chefe
Agressivo é quem inova Agressivo é quem aparece
Orgulho do que se é Orgulho do que se tem
Troca honesta de feedback Criticar pelas costas
Elogio faz o empregado relaxar Elogio realimenta o orgulho
Trabalhar proporciona realização Trabalhar é doloroso
Prevalece o coletivismo Prevalece o individualismo
Amizade e trabalho se completam Não misturar amizade e trabalho
Liberdade de ir e vir Locais não permitidos
Transparência nos resultados da empresa Divulgação dos maus resultados
Transparência nas decisões Decisões veiculadas pela rádio peão
Idéias são bem-vindas Isto já foi tentado antes
Políticas claras e obedecidas Política exibida para negar e ignorada para proporcionar
Compartilhar sentimentos Esconder sentimentos
Respeito à unicidade do indivíduo Despersonalização: sou mais um
Todos têm a oportunidade de se desenvolver Desenvolver os te alto potencial
Sentimento de troca justa Sentimento de estar sendo roubado
Oba, vai mudar! Ih, vai mudar!
Informar para o bem da organização Informar o que convém
Usar livremente os canais de comunicação informais Obedecer aos canais estabelecidos
Ajude e peça ajuda Não se meta com o que não é seu!
Fazer porque acredita Fazer porque o chefe mandou
Normas definidas e melhoradas por quem vai segui-las Normas impostas pela autoridade
Respeitar a norma porque compreende e acredita Respeitar a norma por medo
Utilizar o poder de influenciar Utilizar o poder de mandar
Visão de futuro desafiante Falta de percepção a respeito do futuro
Trabalhos de curto e longo prazos Viver apagando incêndios
Saber o valor do trabalho para a empresa e a sociedade Não compreender a razão do trabalho
Trabalho desafiante Trabalho monótono
Orgulho pela imagem da empresa Imagem ruim da empresa

Talvez suas respostas incomodem num primeiro momento. Ótimo. Se o incômodo persistir é sinal de que está pronto a mudar. Coragem!

 

27 jan 2012

EX-MORADOR DE RUA VIRA EMPRESÁRIO

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A primeira empresa de Marcelo Ostia, 31 anos, faliu. Vindo do interior de São Paulo para a capital, ele sobreviveu com R$ 4 por dia. Alugou vaga de estacionamento, mesmo sem ter carro, para fugir da violência das ruas. No inverno, tomou banho em um tanque de lavar roupas de uma indústria e, por isso, era vítima de gripes frequentes. Conseguiu se reerguer: hoje é empresário com loja própria e 340 microfranquias.

Confira abaixo o depoimento do empresário concedido à Folha:

Descobri que havia nascido para trabalhar com confecção aos sete anos, quando ganhei uma camiseta do Batman e fiquei curioso para saber como ela havia sido feita.

Aos 18 anos, confirmei a teoria ao abrir uma empresa de estamparia de roupas em Itu [a 101 km de São Paulo], cidade onde moro hoje. Ganhei muito dinheiro [com o negócio], mas como era "filho de papai", não soube aproveitar a oportunidade.

O empreendimento chegou ao fim quando tomei calote de R$ 4.500 de um dos clientes e fiquei no vermelho. Para microempresas, qualquer perda é um grande prejuízo.

Falido e desempregado, fui para São Paulo com R$ 50 para vender peças personalizadas e reerguer minha vida financeira. Durante um mês, sobrevivi com R$ 4 por dia.

Para não dormir na rua, aluguei um estacionamento no Brás (centro de São Paulo). Não tinha carro, mas usava a vaga para descansar. Era uma forma de me proteger da violência nas ruas. Dormia sobre um cobertor velho e usava camisetas com defeito como travesseiro.

Durante o inverno, tomava banho no tanque de uma fábrica sem xampu nem sabonete. Sentia frio e pegava gripe com muita facilidade.

No começo da noite, vagava pelas ruas para evitar o barulho do entra e sai de carros no estacionamento.

TAPA NA CARA

A minha vida mudou quando tomei um "tapa na cara" do destino: recebi uma blusa usada de representantes da prefeitura em uma campanha que dá roupas a pessoas carentes. Eu, que vendia peças novas, aceitei uma antiga.

Era com essa camiseta que me cobria enquanto dormia no estacionamento. Três meses depois de chegar a São Paulo, a mãe de um colega me chamou para morar com ela e deixar as ruas.

Era uma muçulmana de quem até hoje só consegui ver os olhos [por causa da vestimenta]. Fico triste por saber que, se encontrá-la, não a reconhecerei para agradecer o que ela fez por mim e pela minha carreira.

Os planos na capital foram interrompidos quando soube que minha namorada, em Itu, estava grávida. Voltei ao interior disposto a ser empregado para criar o bebê.

Fiquei três meses distribuindo currículo e consegui emprego como auxiliar administrativo em uma fábrica. Mas a alegria não durou muito. Um salário mínimo não foi suficiente para sustentar a minha filha.

RECOMEÇO

Para complementar a renda, voltei a vender camisetas personalizadas em um portal de compras. Foi um recomeço em 2004.

Meu interesse de infância em empreender foi atiçado, apesar de ter falhado na primeira tentativa. Juntei R$ 300 e montei um site para mostrar e vender as peças. A ideia deu frutos e, depois de um ano, transformou-se no site Camisetas da Hora. Deixei de ser empregado.

Hoje vendo cerca de 8.000 camisetas por mês e tenho faturamento mensal de R$ 100 mil, loja própria em um shopping na cidade de Itu e 340 microfranquias distribuídas pelo Brasil.

A minha meta como empreendedor é chegar a mil microfranquias no país, exportar as peças e ser reconhecido como o maior empresário de camisetas do mundo.

Minha história fez toda a diferença para o sucesso como empreendedor.

As dificuldades me fizeram ser uma pessoa melhor e mais humilde, compreensiva e paciente. A camiseta usada que ganhei na campanha está hoje emoldurada e pendurada em uma das paredes da empresa.

E você? Vai continuar a ver apenas dificuldades na missão de empreender?

20 jan 2012

SEBRAE FIRMA PARCERIA COM O IN MOD

No Comments Administração e Gestão, Cooperação, Economia, Economia Criativa, Inovação, Inteligência Competetitiva, Negócios, Oportunidade de Negócio, SEBRAE

As MPEs dos segmentos industriais, têxtil e confecção, gemas e joias e couro e calçados terão acesso à estratégia e capacitação para entrar no inovador mercado de design de moda. Isso porque, o Sebrae Nacional e o Instituto Nacional de Moda e Design (In-Mod) assinam hoje (20), durante o São Paulo Fashion Week, o convênio Contextualizar na Moda, que prevê a inserção de pequenos negócios na cadeia de alto valor agregado da moda.

O programa visa dar a oportunidade de os empreendedores aprenderem a operar nesses mercados e, para isso, serão feitas consultorias e curadorias dos produtos, exposição em feiras e eventos, produção de vídeo, entre outras ações.

A 32ª edição do São Paulo Fashion Week acontece até terça-feira, 24 de janeiro, na Bienal do Parque do Ibirapuera.

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