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15 jun 2015

COMO CRIAR INDICADORES E METAS

No Comments Administração e Gestão, Boas Práticas, Desenvolvimento Sustentável, Estabelecimento de Metas, Gestão Ambiental, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Responsabilidade Social Empresarial

3 passos para estabelecer metas mais adequadas e melhorar os processos da sua empresa

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Colocar a sustentabilidade em prática nas áreas-chave do negócio pode torná-lo melhor e mais lucrativo, por meio da geração de novas receitas, da consolidação de uma cultura de desperdício zero, da motivação dos funcionários para um desempenho superior e também pela conquista da preferência de investidores e financiadores.

Mas se você acredita que para começar precisará da elaboração de grandes planos, saiba que é possível adequar sua empresa de uma forma bem mais simples: basta implantar indicadores inteligentes, que gerem possibilidades de melhorias reais nos processos, tendo em vista as necessidades dos clientes, funcionários, comunidade ou o meio ambiente.

Você já se deparou com indicadores bem-intencionados, mas que geram decisões inúteis ou até mesmo contrárias aos objetivos esperados? Infelizmente, isso acontece o tempo todo.

Queremos aumentar a leitura nas escolas públicas? Vamos aumentar o acervo de livros nas bibliotecas em 20%. A questão é a aprendizagem contínua dos funcionários? Então vamos medir as horas de treinamento. A busca é por ecoeficiência? 10% de redução no consumo de água em todas as unidades de negócio. As pessoas pedem por respeito ao consumidor? A lei determina que os SACs atendam as ligações em menos de um minuto.

Em todos esses exemplos, são feitos investimentos de tempo, dinheiro e foco, e os indicadores podem ser alcançados. Apesar disso, os resultados esperados não são atingidos. Os 20% adicionais de livros não atraem mais pessoas para a biblioteca, as horas de treinamento não são parâmetro para a sua qualidade, 10% de economia de água costuma ser muito em algumas unidades de negócio e pouco em outras. Se pensarmos no atendimento do SAC em um minuto, a questão fica ainda mais evidente. Quem já não teve que falar com três ou quatro atendentes sem ter a questão resolvida ou precisou ligar várias vezes e ainda teve a ligação bruscamente interrompida? Indicadores burros geram decisões equivocadas, com sistemas de incentivos que não beneficiam as reais necessidades dos clientes finais daquele processo.

Para chegar a indicadores inteligentes, é preciso:

1. Entender a necessidade do cliente, funcionário, comunidade ou meio ambiente

Esse é o ponto de partida. Quando falamos do cliente de serviços, por exemplo, a necessidade é ter seu problema resolvido no primeiro ponto de contato, de forma definitiva, no menor tempo possível. Para chegar à necessidade, é preciso perguntar de forma honesta e estar pronto para ouvir.

2. Identificar demandas por falha e demandas de valor

Para isso, é fundamental sair do escritório e observar as interações nos pontos de contato. Qual é o percentual de reclamações de clientes, erros de logística, problemas de qualidade ou retrabalho dos funcionários em relação ao total de tempo? Tudo isso são demandas por falha, em outras palavras, desperdícios. Demandas por falha chegam a gastar 50% do tempo e recursos de uma equipe.

3. Definir os novos processos e indicadores, sem estabelecer metas arbitrárias

Para eliminar as demandas por falha, é necessário olhar para o sistema como um todo. Afinal, a reclamação do cliente no SAC surgiu por algum erro em outro processo anterior, que precisa ser ajustado. Para definir os novos processos, é imprescindível a participação das pessoas que atuam neles. São elas que conhecem os problemas, que identificam soluções simples para resolvê-los e que serão responsáveis pelo sucesso dos novos processos.

Quando focamos na simples redução de custos, acabamos muitas vezes aumentando os custos no longo prazo. Quando, no lugar disto, focamos em gerar mais valor para o cliente final do processo, acabamos diminuindo os custos. Esta é uma verdade contraintuitiva, mas a analogia com processos não empresariais pode ajudar a compreendê-la. Quantas pessoas você já viu fazer uma dieta milagrosa, perder 5 kg em um mês para depois ganhar 8 kg ao longo dos 3 meses seguintes? A meta foi atingida, mas não de forma sustentável. Alternativamente, o foco deveria ter sido nos hábitos de alimentação, exercício e repouso, levando em conta as características de quem está fazendo a dieta. Foco na geração de valor para o cliente final é igual a diminuição de custos.

Transportando para a realidade empresarial, é preciso estar atento a dois pontos:

a) Autonomia na ponta gera redução de custos. Essa é outra verdade contraintuitiva. Infelizmente há insistência em achar que a redução da autonomia e implantação de mais processos de controle são sempre a resposta certa. Não são.

b) Metas arbitrárias a priori geram resultados menores do que o potencial de melhoria do sistema. Voltando ao exemplo da água, se fossem identificadas demandas por falha e por valor do sistema, é provável que houvesse oportunidade de reduzir em até 10 vezes o consumo de água no sistema. Infelizmente, esta abordagem analítica também é mais exceção do que regra.

Seguir estes passos gera algumas consequências negativas. A sua empresa poderá, por exemplo, ter menos horas de treinamento para os funcionários e ser prejudicada na avaliação do Guia das Melhores Empresas para Trabalhar. Entretanto, ela estará atendendo à necessidade real dos funcionários de aprendizagem contínua e, com isso, gerando mais satisfação, menos turnover e melhores resultados concretos para a própria empresa. Talvez seja isso que faça uma empresa ser um excelente lugar para se trabalhar.

Portanto, para melhorar a sua empresa no curto e no longo prazo, vale focar na geração de valor para o cliente final e definir indicadores inteligentes, que incentivam as decisões e os resultados desejados.

Gabriela Werner é sócia fundadora da Sustentabilidade na Empresa, consultoria que auxilia empresas a integrar sustentabilidade na estratégia do negócio de forma inteligente.

 

10 jun 2015

AGRICULTURA URBANA É TENDÊNCIA MUNDIAL

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Entenda porque o futuro do consumo de alimentos está na produção local e como aproveitar as oportunidades do setor.

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Muitas cidades como Montreal, Zurique, Nova York e Berlim já tem suas fazendas de cultivo de alimentos. São Paulo também já conta com algumas iniciativas como a Horta Comunitária das Corujas. Pensando que 80% da população mundial viverá nas cidades até 2030 e sabendo que os custos econômicos e ambientais de produzir alimentos no campo estão cada vez mais altos (transporte, emissões, pesticidas e por aí vai), a ideia de produzir alimentos no local onde serão consumidos – nas próprias cidades – passa a representar um enorme campo de oportunidades para modelos de negócio inovadores.

Em Zurique os empreendedores do Urban Farmers desenvolveram tecnologia para cultivo urbano utilizando o sistema de aquaponia, que integra a plantação de vegetais ao cultivo de peixes em ciclo fechado, ou seja, os dejetos dos peixes viram nutrientes para as plantas.  O modelo de negócio é tanto a venda de módulos familiares em containers adaptados até a venda de uma fazenda completa para ser instalada nos telhados e abastecer supermercados, produzindo até 3,4 toneladas de peixes e 20 toneladas de vegetais! Também optaram por vender os serviços de consultoria e os insumos para o cultivo.

Já em Montreal, os empreendedores da LUFA apostaram no cultivo próprio em grande escala para a venda e entrega de cestas de vegetais frescos, cultivados na fazenda urbana de 31 mil m² instalada no telhado de um edifício. A fazenda atrai inúmeros visitantes e alunos das escolas locais motivados em reconectar com a origem dos alimentos que consomem. 

Mas a agricultura urbana de grande escala também demandará fertilizantes para ser produtiva, e de onde virão estes nutrientes? Terão de ser transportados por quilômetros do campo até a cidade? Se aplicarmos o conceito “do berço ao berço” (Cradle to Cradle em inglês), a resposta fica muito mais interessante, a reciclagem dos bio-nutrientes do lixo orgânico da própria cidade é a solução mais lógica. Segundo a ABRELPE, cerca de 54% dos resíduos das cidades brasileiras é lixo orgânico. Transformar esses resíduos em fertilizantes e fechar o ciclo integrando a produção de alimentos nas cidades e a reciclagem do lixo orgânico. Mas, ainda são poucos os exemplo de empresas recicladoras de bio-nutrientes urbanos. Como fazer isso em grande escala e garantindo padrões de qualidade e fornecimento aos futuros agricultores urbanos? Ótimo desafio aos novos empreendedores que buscam ter um negócio de grande potencial de crescimento e com propósito ambicioso.

Ana Ester Rossetto  é sócia fundadora e atual Diretora Executiva da EPEA Brasil

02 jun 2015

NEGÓCIOS NA PALMA DA MÃO

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Com tantos consumidores conectados, chegou a hora de aproveitar de forma integral as potencialidades digitais na sua empresa.

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Mais de sete bilhões de dispositivos móveis – smartphones, tablets, laptops e celulares – estão conectados no mundo. A mobilidade elimina as barreiras de tempo e espaço, altera os comportamentos individuais dos consumidores e as soluções empresariais. Mas quais são as implicações da mobilidade para o seu empreendimento?

A mobilidade transforma praticamente todos os negócios, pois clientes, funcionários e parceiros encontram-se conectados o tempo todo, com acesso a informações em tempo real. Adotar estratégias móveis dentro de uma empresa é essencial hoje em dia. Por esse novo canal, a empresa pode se diferenciar, principalmente em mercados altamente competitivos. A mobilidade pode dar maior eficiência aos serviços prestados aos consumidores, reduzir custos de operação, aumentar a produtividade no trabalho e conferir maior rapidez e flexibilidade nas decisões.

Clientes conectados

Por meio dos seus dispositivos móveis e o acesso às redes sociais, os consumidores utilizam as informações disponíveis antes de adquirir produtos e serviços. Segundo pesquisa da IBM, cerca de 80% dos consumidores conectados se baseiam nas redes sociais para tomar decisões de compras. Assim, as informações sobre produtos e serviços ofertados devem ser disponibilizadas ao cliente.

Além disso, o engajamento do consumidor no processo de construção de conteúdo é essencial, já que a mobilidade implica o desenvolvimento colaborativo de informações. A mobilidade ainda amplia o acesso a clientes para além de fronteiras físicas e fusos horários. O mercado passa a ser global e negócios inovadores podem atingir audiências de massa globalmente.

As empresas que já possuem aplicações móveis mais básicas podem ir além e desenhar a estratégia de negócios integrada à mobilidade, reestruturando processos físicos para aproveitar as potencialidades digitais. Nesse cenário, as soluções móveis alteram as aplicações e como são entregues.

Força de trabalho

Até 2016, 40% da força de trabalho mundial utilizará diariamente dispositivos móveis de acordo com a consultoria Gartner. Essa tendência apresenta uma oportunidade para que as companhias estejam conectadas com os funcionários e disponibilizem informações úteis sobre clientes, o mercado e a empresa em tempo real.

Para as equipes de venda, os dispositivos móveis reúnem mostruários e informações sobre estoque, prazo de entrega, acompanhamento de pedidos, linha de crédito etc. Essas aplicações permitem a customização e aumentam a eficácia dos serviços prestados aos clientes.

Os empreendimentos podem diminuir os gastos com operações e escritórios físicos por meio do trabalho à distância, ou home office, levando aos funcionários as informações necessárias para o desempenho de suas funções – desde que compatíveis com esta modalidade remota.

Antes de estruturar os processos do seu empreendimento integrando a mobilidade, é necessário planejamento e governança para assegurar escalabilidade, disponibilidade e segurança das aplicações, pois os dispositivos móveis são também porta de acesso a informações estratégicas e sigilosas do empreendimento. Além disso, a companhia precisa assegurar que as aplicações sejam atualizadas com as versões mais recentes das ferramentas. Outra dica é comparar e fechar um pacote de telefonia móvel e internet para a sua empresa, com preços mais competitivos.

Trabalhadores, parceiros e consumidores estão vivendo e trabalhando no mundo móvel, trazendo novas demandas às empresas. A mobilidade também apresenta oportunidades para que as empresas agreguem valor à estratégia de negócios e ofereçam ferramentas e informações que seus trabalhadores precisam para aumentar a produtividade.

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

15 mai 2014

BRANDING: DO QUE É FEITA UMA GRANDE MARCA

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Ter uma visão muito clara do negócio é o primeiro passo para formar uma estratégia de branding

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“De dentro de uma empresa, existem dois olhares tradicionais para o negócio: olhar só para fora – o consumidor, o trade – ou para dentro dela – a produção, a distribuição, o outro não existe etc. De qualquer forma, a empresa é sempre a referência. O branding propõe: saia dela. Busque uma perspectiva que permita que ela seja vista dentro do contexto dela, para perceber coisas que não percebia antes.” É nisto que aposta o publicitário e consultor Ricardo Guimarães, da Thymus Branding.

Ainda sob o seu ponto de vista, se existe uma única razão para o investimento em marca, esta é a redução no custo de crescimento: de capital, recrutamento, expansão, gestão de vendas… Para ele, a marca deve ser vista como ativo estratégico. Um nome, ao qual as pessoas relacionam competências, atitudes e valores, que por sua vez alimentam a expectativa de entregas futuras e aumentam o valor de mercado. “Gerenciar marca é gerenciar experiências e expectativas, utilizando a percepção de valor como indicador de sucesso”, define o consultor.

Neste trecho extraído do segundo curso a distância da Endeavor Brasil, “Marketing para empreendedores: ferramentas e estratégias”, o publicitário João Farkas, da Aximaz Branding, avalia que o primeiro passo para trabalhar uma estratégia de branding é ter uma visão muito clara do seu negócio. E é justamente sobre isso que tenho trabalhado com meus alunos nas aulas de Marketing de Serviços na Universidade Braz Cubas.

Devemos sempre considerar algumas reflexões clássicas para qualquer abordagem de branding: o que é a empresa, para quem é, qual é a sua oferta, o que promete, como essas necessidades estão sendo atendidas pelo mercado, entre outras. Desse ponto de partida, começa a experiência do branding, que passa por construir uma personalidade, a partir dela compor um discurso e, a partir do discurso, as práticas de comunicação e a posição da marca.

Neste processo, alerta Farkas, é preciso ter o cuidado de não comprar um modelo que não te serve, muito externo ou artificial para o seu negócio. “Se é verdade que, de alguma forma, é preciso estruturar o conhecimento e o pensamento de marketing de um negócio, tome cuidado para não criar um modelo que os engesse ou prenda”, diz ele. E reforça: “Sabemos que empreender é ter a tenacidade de se recuperar e se reinventar toda vez que você fracassa”, lembrando que qualquer empresa errou muito para chegar ao sucesso.

Outro aspecto fundamental, tanto para Farkas como para Guimarães, é estar pronto para rever a estratégia sempre que a realidade te mostrar que não era isso. Nesta linha, Ricardo Guimarães defende um trabalho de branding que denomina “evolucionista”: “Muda o cenário, você tem que mudar; se não fizer, você dança. Essa é a grande novidade do século 21: as coisas mudam para evoluir”.

07 mai 2014

VITRINE PARA O DIA DAS MÃES

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Exponha corretamente seus produtos, 
desperte o desejo e leve pais e filhos ao consumo. Feliz Dia das Mães!

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Uma vitrine atraente, prateleiras e balcões organizados e iluminação adequada contribuem para a decisão de compra do consumidor. Para auxiliar as micro e pequenas empresas do comércio varejista da região, o Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo) disponibiliza aos lojistas o “Inova Loja Digital”, uma ferramenta virtual gratuita, onde o empresário pode “apresentar” sua loja e receber dicas e sugestões para melhorar o do seu ponto comercial.

Como parte do programa Comércio Varejista, o Inova Loja Digital é de fácil acesso pela internet, onde o próprio empresário, após efetuar o cadastro no site, responde um questionário sobre o visual merchandising da loja – fachada, vitrines, iluminação, comunicação visual, entre outros. O sistema permite anexar fotos digitais da loja, via upload. 

As respostas e as fotos do empreendimento são analisadas por consultores do Sebrae-SP. No prazo de até dez dias úteis, você recebe um diagnóstico para melhorar o ambiente da loja sugerindo melhorias de acordo com as últimas tendências do varejo. A nova ferramenta permite uma rápida resposta ao empresário, além da facilidade de acesso em qualquer horário.

Que tal aproveitar o Dia das Mães, para fazer uma vitrine bem bacana e mandar para a equipe do SEBRAE-SP dar uma olhadinha? 

Prepararmos algumas dicas para vocês nesse período:

  1. Evite amontoar muitas coisas na vitrine. Espalhe os objetods e exiba os itens maiores, assim o conteúdo da vitrine será facilmente visualizado de longe;
  2. Use truqes de luz e movimento. Tudo o que pisca e se move chama a atenção dos clientes. Que tal utilizar neon, luz piscante ou giratória?
  3. Construa um tema ligado às mães: carinho, amizade, amor, união, familia… Isso facilita seu trabalho para selecionar itens e placas de decoração;
  4. Todos os dias modifique um pequeno detalhe para chamar a atenção de quem sempre dá aquela passadinha em frente a sua loja;
  5. A área central da vitrine é seu ponto mais nobre e reserve para esse local o seu produto "TOP";
  6. Ofereça produtos diversos, com niveis de preços e modelos diferentes para que o cliente se sinta livre a escolher; 
  7. Prepare kits promocionais por perfil de mãe, por exemplo, clássica, moderna, descolada, supermãe, vaidosa, etc… 
  8. Exponha aquilo que você tem disponível em estoque. Não permita que o cliente se sinta frustrado em ver algo na vitrine e depois não conseguir comprar;
  9. Procure parceiros com lojas de segmentos complementares ao seu para decorar a vitrine com acessórios, calçados, flores ou chocolates. O cliente compra com você e você ainda promove ações coletivas de varejo;
  10. Tenha embalagens especiais e diferentes. Para muitos clientes, a embalagem é quase o presente;
  11. Acima de tudo, mantenha a vitrine limpa! Flores murchas ou água suja espantam qualquer cliente. 

Estudos do Sebrae-SP indicam que a aplicação de melhorias no visual merchandising ajuda a ampliar as vendas entre 12% e 40%. Seu tempo médio para despertar uma boa impressão e gerar interesse do consumidor, diante de uma vitrine, é de apenas 30 segundos. Por isso, o visual da loja é fundamental para que esse consumidor entre e compre.

Se você se interessou pela ferramenta, basta acessar o site do Sebrae-SP no link http://inovaloja.sebraesp.com.br/ .

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