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12 ago 2015

10 ERROS COMUNS DO PLANO DE NEGÓCIOS

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Conheça e evite os principais erros cometidos na hora de criar o documento que vai guiar o rumo da sua empresa

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Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.

Ultimamente, tem muita gente envolvida com o empreendedorismo apregoando o fim do plano de negócios e assumindo a modelagem de negócios no estilo Canvas ou Lean startup como o novo padrão para o empreendedor analisar ideias e colocá-las em prática.

A verdade é que tudo se completa quando o assunto é planejamento e se você decidir aplicar o Canvas e, em seguida, complementar a análise com a parte financeira e mercadológica, bem como a análise de competidores do plano de negócios, poderá ter algo prático que talvez seja um meio termo entre um conceito que precisa de mais informação para ficar completo e um plano de negócios denso e detalhado.

Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros, por isso, o Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa e eu decidi compartilhá-lo com você aqui no Lounge. Vamos lá?

  1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele. 
  2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
  3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
  4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.  
  5. Indefinição de produtos e serviços – É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
  6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
  7. Desconhecer o processo operacional – Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
  8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços – É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
  9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
  10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.

Você se enxergou em algum deles? Conte pra gente como foi a etapa de planejamento da sua empresa. 

Lembre-se que empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração destas dicas possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivo.

Se quiser saber mais sobre a elaboração de planos de negócio, Sebrae Nacional disponibiliza gratuitamente uma cartilha para auxiliar na elaboração do seu. Link para download: http://goo.gl/StUzGK

24 mai 2013

PLANO DE NEGÓCIOS OU “BUSINESS PLAN”

No Comments Abertura de Empresa, Administração e Gestão, Empreendedorismo, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Oportunidade de Negócio, Planejamento, Plano de Negócios

Como um dos maiores aliados do empreendedor na hora de realizar a avaliação da empresa, o Plano de Negócios deve ter uma estrutura sólida, mas não existe conteúdo padrão.

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O Plano de Negócios é uma poderosa ferramenta gerencial para as empresas desde seu nascimento (start-up) até sua maturidade. Ele tem como objetivo auxiliar o empreendedor a “olhar para frente”, alocando recursos humanos, tecnológicos e financeiros, observando os pontos chaves, identificando as oportunidades e antecipando possíveis dificuldades relativas ao negócio. Mesmo com toda a polêmica recente relacionada a sua necessidade ou não (muitos teóricos defendem veementemente o seu fim frente a dinâmica do mercado atual), essa ferramenta é vital para a continuidade da empresa, mesmo para aquelas que não buscam qualquer tipo de recurso financeiro, capitalização ou posicionamento de mercado. Independente do tamanho de sua empresa ou projeto é fundamental elaborar um Plano de Negócios.

Um Plano de Negócios bem estruturado pode ajudar o empreendedor/ executivo a planejar e focar suas idéias, tomando as ações pensadas para sua empresa, ao mesmo tempo em que é uma ferramenta de acompanhamento e definição de metas e gerenciamento de riscos.

Existem diversas formas de elaborar o plano de negócios, mas não existe uma formatação única ou um padrão. A seguir, um sumário dos itens que acredito podem ser utilizados como um guia simplificado e eficaz.

  1. Sumário executivo
  2. História da empresa/ ou do projeto
  3. O produto/serviço
  4. O mercado
  5. A concorrência
  6. Marketing
  7. Manufatura e operações
  8. Equipe de gestão
  9. Resultados históricos (quando disponíveis) e projeções financeiras

O empreendedor e sua equipe devem assumir a preparação do plano de negócios, estabelecendo a visão geral do plano, sua aplicação, seus prazos e objetivos. Esse exercício é parte importante do planejamento estratégico das organizações que se encontram melhor estruturadas.

Ao mesmo tempo em que todo o material é importante, faço alguns comentários específicos sobre a seção de resultados históricos e projeções financeiras. Nesta seção, todos os pressupostos e os dados quantitativos apresentados em outras partes são submetidos a um teste numérico. Em outras palavras, as projeções financeiras são elaboradas com todas as estimativas de vendas da empresa, todos os custos de produção, distribuição, logística e despesas comerciais e administrativas em um resumo de tipo financeiro.

Devemos elaborar as projeções financeiras para um período de três a cinco anos para que estas sirvam como orientação para a equipe de gestão sobre os objetivos da organização nesse período e também para comunicá-las à instituições financeiras ou possíveis investidores. O plano financeiro deve ser elaborado em padrões mínimos conhecidos, podendo ser mais simplificado ou detalhado de acordo com seu segmento de mercado e a qualidade das informações obtidas em toda sua pesquisa, mas em resumo conter como resultados (“output”):

  • Demonstrações financeiras (balanço patrimonial, demonstrativo de resultados/ lucros e perdas e fluxo de caixa) dos últimos anos (se disponível);
  • Projeções financeiras e fluxo de caixa para o período de três anos;
  • Análises econômicas: ponto de equilíbrio, lucratividade, retorno sobre investimento, etc.

Quando houver a necessidade de recursos financeiros externos por meio de financiamento, é importante incluir em suas projeções um resumo desde a utilização até a liquidação dos recursos. Potenciais investidores e financiadores querem ver quanto recurso financeiro seu negócio irá precisar e a capacidade de pagamento e geração de valor do negócio.

Concordo que tudo parece muito "engessado" quando tentamos entender um mercado em constante mutação, mas fugir da construção de um plano de negócios é fugir também da maturidade de um negócio bem estruturado. Talvez o que possamos "negociar" no cenário atuar é que antes da construção de um documento tão detalhado, você tenha a chance de testar e conhecer o modelo do seu negócio (veja a figura abaixo).

lounge-empreendedor-plano-de-negociosNão tenha medo de começar a empreender porque o business plan não está completo. Teste sua ideia. Converse com seus potenciais clientes. Conheça o mercado. Faça suas projeções. Isso tudo lhe dará insumos para um plano de negócios condizente com a realidade do seu negócios e não apenas para mais um documento formal para encher sua gaveta. 

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* Em Julho de 2010, a PwC elaborou o documento “Como Criar um Plano de Negócios” que foi utilizado como base para esta coluna. Acesse o material completo.

24 fev 2011

PLANO DE NEGÓCIOS

No Comments Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo
NEM TODO EMPREENDEDOR NASCE SABENDO

Na velocidade com que as coisas acontecem, muitas pessoas tentam me convencer de que o planejamento deixou de ser uma etapa importante na vida empresarial. Sinceramente, ainda não consigo acreditar que qualquer ação tenha chances de dar certo sem um pouco de planejamento.
Se para realizar uma viagem, uma festa ou uma reforma em casa é preciso planejar; como não fazê-lo ao iniciar um novo negócio?
Se a intenção dessa nova empreitada é que tudo dê certo respeitando recursos, prazos e as pessoas envolvidas será preciso retirar as idéias do plano dos sonhos e colocá-las no papel minimizando riscos e analisando todas as variáveis que envolvam suas escolhas. Afinal, por mais poderoso que seja o seu sonho, ele não dará certo apenas porque você deseja.
No universo empreendedor, a “viagem” também precisa de planejamento.
Como nem todo empreendedor nasce sabendo, o post dessa semana irá orientá-lo sobre o principal mapa para uma boa viagem: o plano de negócios.
Plano de Negócios é a principal ferramenta para orientar o empreendedor na busca de informações detalhadas sobre seu ramo, produtos/serviços que irá oferecer, clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade da sua idéia.
Normalmente, o processo de criação de um negócio está organizado de forma empírica na mente do empreendedor. A montagem de um documento que torne as idéias ordenadas e descreva as principais variáveis envolvidas no empreendimento trarão maior clareza sobre os indicadores, prazos e recursos que serão necessários para que os objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas do negócio. 
O plano de negócio permite ao empreendedor a identificação e restrição de seus erros ao papel, ao invés de cometê-los no mercado, onde o erro pode custar bem mais caro. Além disso, é a ferramenta mais apropriada para quem pretende apresentar sua idéia a possíveis parceiros comerciais como sócios, incubadoras de empresas ou investidores.
Como documento em si, o plano de negócios não é tão complexo quanto se ouve falar. Existem inúmeros modelos prontos na internet para os quais o empreendedor necessitará de informações que irão induzir sua reflexão sobre os fatores determinantes para o sucesso do empreendimento.
Algumas questões que não podem faltar são: O QUE vai ser feito? POR QUEM vai ser feito? O QUE será oferecido ao mercado? A QUEM vai ser oferecido e QUEM vai competir com o negócio? COMO o cliente vai ser atendido? QUANTO será gasto e QUANTO deseja ter de retorno? QUANDO iniciará as atividades e atingirá suas metas?
Respondendo satisfatoriamente essas questões, o empreendedor começa a definir o modelo do seu negócio ou o melhor momento de vê-lo crescer. Não há nada mais constrangedor do que conversar com empreendedores repletos de boas idéias, mas que não conseguem transformá-las em negócio.
Na medida em que as idéias se organizam o compõe o plano de negócios, aquele documento inicial que deu origem a todo o raciocínio sobre o negócio pode crescer e ganhar novos dados e análises. Isso é ótimo, pois ninguém precisa de um plano de negócios para guardá-lo na gaveta. Sua função é tornar-se uma importante ferramenta nas futuras decisões a serem tomadas sobre o negócio.
É claro que não defendo o plano de negócios como garantia absoluta ao sucesso de um novo empreendimento. Contudo, posso afirmar que ele representa um importante passo nessa direção. Afinal, como já dizia o gato da Alice, “se você não sabe para onder ir, qualquer caminho serve”.
Caso tenha ficado com vontade de saber um pouco mais, além dos guias do SEBRAE e de outras instituições, recomendo a leitura do livro A Arte do Começo: o Guia Definitivo para Iniciar o Seu Projeto de Guy Kawasaki.
Mãos à obra e boa viagem!

ANA MARIA MAGNI COELHO
Publicado em O Diário Empresarial
24 de fevereiro de 2011
Série “Nem todo empreendedor nasce sabendo”

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Te espero por lá…
23 set 2013

MODELO DE NEGÓCIOS

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Você sabia que pode testar sua idéia de negócios num formato simples, intuitivo e consistente antes de lançar-se no mercado? É isso o que propõe o Canvas.

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Não é raro ouvir falar em plano de negócio quando o assunto é iniciar um negócio. O plano de negócios costuma funcionar muito bem para empreendedores tradicionais que costumam ter maiores detalhes que apoiem sua decisão no início da operação de suas empresas.

Imagine um negócio tradicional como uma papelaria. Apesar da gestão e da experiência do empreendedor serem cruciais para que ele dê certo, seu modelo de negócio é relativamente simples: custos com aquisição de produtos, pessoal e marketing. O cliente consome o produto e o pagamento vem de cada venda realizada.

Mas nem todas as empresas seguem esse padrão.

O modelo de negócios, por definição, deveria ser desenvolvido antes mesmo da construção de um plano de negócios. Na verdade, muitos autores questionam se um bom plano de negócios pode ser desenvolvido sem um bom modelo de negócios previamente estabelecido. Para te ajudar nesta conclusão, vamos compreender o que é um modelo de negócios.

modelo de negócios define a natureza de atuação comercial que uma empresa irá executar, como ela irá vender seus produtos e serviços, define o valor que uma organização oferta aos seus consumidores com o objetivo de gerar lucro e sustentabilidade à empresa. Em outras palavras, é a fórmula que transforma time, produto e gestão em receita, lucros e retorno para os acionistas. É preciso validar o modelo porque dificilmente uma empresa conhece com precisão o problema e a solução a serem tratados e qual caminho precisa trilhar num ambiente de extrema incerteza.

O desenvolvimento de um modelo de negócios começa de forma mais abstrata que o plano de negócios – um documento geralmente mais formal, com suas ideias já prontas. O modelo de negócios permite a você brincar com as diferentes possibilidades antes da formalização de sua empresa, sendo um processo às vezes demorado, baseado em tentativa e erro.

A dica é pensar em todas as possíveis abrangências do mercado, tentar antecipar problemas e identificar como sua empresa vai conseguir superá-los. O segredo é vencer o desafio de manter a papelaria sempre cheia, com produtos inovadores e diferenciando-se da concorrência. Para ser escalável, entre várias opções, ela pode criar um atendimento para lista de materiais de escolas ou mesmo virar uma franquia. Nestes negócios, os modelos costumam ser intuitivos, mas você pode testá-los com seus amigos, com seu network e empresas que tem uma proposta parecida com a sua. Desta forma, você terá muitas informações importantes que irão lhe auxiliar na hora de criar um modelo de negócios de sucesso. Capriche nesta etapa de desenvolvimento e colha os frutos no futuro.

Confesso que de tudo aquilo que já vi e li sobre o assunto, o livro Business Model Generation do Alex Osterwalder, traz a melhor definição para o que são modelos de negócios, que diz: “O modelo de negócios é a forma como uma organização cria, entrega e captura valor”, sem contar que sua proposta visual para estruturação das ideias também é de fácil entendimento e utilização. 

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O Business Model Canvas é um framework super visual, amigável e que sintetiza todos os pontos importantes na hora de elaborar, visualizar e compreender um modelo de negócios. É composto por 9 blocos, que se conectam de forma lógica, e que ajudam a contar uma história ao invés de simplesmente descrever o negócio, como habitualmente o plano de negócios faz.

O Canvas é uma ferramenta muito interessante para testar, de forma rápida e leve, se sua ideia tem potencial para se transformar em um negócio. E a melhor forma de aprender a utilizá-lo é praticando. Você encontra facilmente na internet modelos de empresas e pode tentar, como exercício, encaixar o modelo de uma dessas empresas em um Canvas impresso ou desenhado no papel e depois procurar por suas próprias respostas.

Para preenchê-lo, sugiro que imprima um modelo em branco no tamanho A3 (ou maior) e preencha com adesivos removíveis (tipo Post-it) que tornam dinâmica sua análise e composição, mas antes você precisa entender como desenvolvê-lo.

Comece a partir do pressuposto de que toda empresa nasce por uma única razão: o cliente. É por ele que você deve começar. Se você tem uma ideia e quer avaliar o potencial dela para virar um negócio, o primeiro passo é entender quem são os seus clientes, e qual problema você espera resolver para eles. Não crie uma empresa para atender a sua necessidade. Essa é a sua primeira certeza!

Para os próximos dias, vou preparar um post detalhando as nove áreas do Canvas, mas se você já vai começar a trabalhar, pode dar uma olhada na apresentação que eu fiz para a equipe de mentores do Desafio Inova do Centro Paula Souza em São Paulo. Espero que ajude!

27 jan 2012

GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS

1 Comment Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo

Preocupado com a gestão dos pequenos negócios, o Sebrae no Distrito Federal desenvolveu, em parceria com empresas de tecnologia locais, um programa de computador para ajudar no controle financeiro dos empreendedores individuais. O software, denominado AcompanhEI (versão 21/01/11), é distribuído gratuitamente desde dezembro de 2010 e ajuda no domínio de receitas e despesas, facilitando a entrega da declaração anual do imposto de renda. Uma preocupação recorrente do empreendedor individual desde sua regulamentação.

De acordo com o diretor superintendente do Sebrae no DF, José Carlos Moreira De Luca, a ferramenta proporciona aos empreendedores individuais um conhecimento mais aprofundado do negócio, gerando um controle financeiro efetivo da própria empresa.
O programa foi elaborado pela MTZ Tecnologia e Informática a pedido do Sebrae. Para colocá-lo em prática, três unidades da instituição trabalham juntas: Indústria, Orientação Empresarial e Gestão Estratégica. “Ao mesmo tempo em que os empreendedores individuais são beneficiados pelo AcompanhEI (versão 21/01/11), as empresas de Tecnologia da Informação (TI) de Brasília mostram o potencial que possuem para ofertar soluções e confirmam que estão prontas para atender a qualquer tipo de demanda”, comentou a gestora do projeto de TI da instituição, Cristina Vieira Sá.
Quando conheci a ferramenta, percebi que mesmo simples, a solução é uma excelente oportunidade para os empreendedores individuais, pois trata sem complexidade um dos principais gargalos da gestão de um pequeno negócio: controle financeiro.
Pontuando receitas e despesas, os donos de pequenos negócios têm uma visão ampla dos recursos disponíveis para investimentos e sobra tempo para avaliar os gastos e lucros otimizando as possibilidades de descobrir novos caminhos para a empresa crescer.
No site do SEBRAE no Distrito Federal, a cabeleireira Samambaia Gislene Oliveira  disse aprovar o novo recurso já que antes estava acostumada a anotar diariamente todos os gastos e lucros da sua atividade em um caderno. Sem nunca ter utilizado um computador antes, a empreendedora não teve dificuldades com o software. “Por enquanto, atendo os clientes em domicílio. Mas já tenho planos de abrir meu salão. No orçamento dos materiais da loja vou incluir um computador. Pois colocarei em prática essa gestão informatizada, realmente muito fácil de operar”, disse Gislene.
Se você se interessou, clique aqui para baixar o AcompanhEI (versão 21/01/11). Quem tiver interesse em obter mais informações sobre o programa pode entrar em contato com a Central de Atendimento do Sebrae no DF por meio do telefone 0800 570 0800.
Veja também o video do tutorial do AcompanhEI
Fonte:
RP1 Comunicação Brasília
Tel. 61 3328-5687 / 3328-0665 / 9268-5279/ 9333-5930 / 9115-5980 / 91155802
www.rp1.com.br
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