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27 abr 2013

EMPREGABILIDADE

No Comments Ambiente de Trabalho, Capital Humano, Carreira, Clima Organizacional, Coaching, Competências, Comportamento, Empregabilidade, Inteligência Emocional, Mercado de Trabalho, Recolocação Profissional, Valores

Ter empregabilidade é ser desejado pelo mercado, ter o diferencial – aquele algo a mais – e estar à frente de seus concorrentes. E aí, você tem?

 

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Esse termo está sendo muito utilizado, vem do inglês Employability e significa “o conjunto de conhecimentos, habilidades e comportamentos que tornam o profissional importante para qualquer empresa”. 

Essas características transcendem às empresas e atendem às necessidades do mercado de uma forma geral, portanto empregabilidade é a condição que o profissional apresenta ou deve apresentar para se adequar às novas exigências do mercado.

Esse termo se difundiu nos últimos tempos e passou a ter extrema importância graças à concorrência empresarial, aos avanços tecnológicos, globalização dentre outros fatores.  Já que vivemos este panorama onde o mercado está cada vez mais exigente e busca profissionais cada vez mais competentes, atualizados, qualificados e preparados para atuar em qualquer empresa nacional ou multinacional, precisamos ter esta condição de "empregáveis".

Para sabermos se temos Empregabilidade, devemos nos fazer algumas perguntas:

  • A minha trajetória profissional é interessante e é capaz de atrair o mercado?
  • As minhas qualificações e especializações são interessantes a ponto de me diferenciar de meus concorrentes?
  • A minha vida pessoal é interessante para o mercado ou me atrapalha se comparado com minha trajetória profissional?
  • Qual o meu diferencial frente a meus concorrentes?
  • Se eu tivesse uma empresa e precisasse contratar um profissional competente para a minha posição, eu me contrataria ou preferia alguém mais qualificado?
  • Você reclama do governo, da vida, do mundo, da sua família, do RH, das empresas porque não consegue mudar para um trabalho melhor ou por que não consegue se recolocar?
  • Você toma alguma atitude para melhorar sua empregabilidade? Ou continua apenas sentando no sofá reclamando?

Pense e reflita bem sobre suas respostas!

Nos tempos atuais existe uma série de pré-requisitos que tornam os profissionais empregáveis:

  • que o profissional tenha uma trajetória profissional interessante,
  • apresente uma carreira consistente,
  • esteja preocupado com seu autodesenvolvimento e com suas qualificações,
  • não seja um analfabeto digital,
  • seja verdadeiramente ético,
  • tenha capacidade de ser autocrítico e consiga identificar seus pontos fortes e pontos a melhorar  e melhorar de fato,
  • ser no mínimo bilíngüe e
  • apresente empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro.

“Ter empregabilidade é possuir as características que o mercado exige independente da empresa que atua ou que irá atuar, ser desejado pelo mercado, ou seja,  ter o diferencial – aquele algo mais – e estar à frente de seus concorrentes”.

E você: sabe como anda a sua empregabilidade? 

* Simoni Aquino é Gestora de RH, proprietária da Consultoria SIMONI AQUINO – Soluções em Gestão de Pessoas e parceira da IPS Consultoria de RH como Consultora em Gestão Estratégica de RH e Social Media. 

27 abr 2013

COACHING: QUE SOPA DE LETRINHAS É ESSA?

No Comments Capital Humano, Carreira, Coaching, Competências, Comportamento, Desenvolvimento Humano, Educação, Gestão de Pessoas, Liderança, Relacionamento Interpessoal, Relações Humanas, Valores

Muito se tem ouvido sobre técnicas de coaching dentro e fora do ambiente empresarial. Especialmente quando se trata de pessoas com menos de 30 anos de idade – que se enquadram na chamada Geração Y.  

 

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O grande desafio das empresas na última década é o de adequar não somente suas estruturas para os novos paradigmas de administração, mas também o de adequar sua estrutura de desenvolvimento de pessoas, lideranças e até mesmo organização operacional para extrair o melhor dos colaboradores.

O conflito de gerações que tomou o ambiente organizacional, trouxe uma série de novos desafios para todos os profissionais, principalmente o gestor de pessoas, que precisa apoiar os líderes e as equipes orientando-os a usar o melhor de cada um para atingir o resultado coletivo. Os problemas de preconceito em relação às gerações mais novas (a Geração Y) com suas características mais autônomas, multidisciplinares e maiores exigências de flexibilidade que as gerações anteriores (os Baby Boomers ou Geração X) que não possuem essas características com tamanha proeminência, aliada a dificuldade de comunicação entre as pessoas das duas gerações, geram inúmeros conflitos latentes e abertos dentro da organização.

Com isso, aumenta a demanda por acompanhamento individual, ambientes desafiadores e constantes feedbacks levando muitos gestores a adotar o coaching para amenizar os conflitos, reduzir o turn over e aumentar a motivação desses profissionais.

Mas, afinal, o que é coaching?

O termo coach, do inglês treinador, traz referências ao mundo dos esportes e só recentemente começou a ser usado no meio executivo. Existem diversos conceitos para coaching, mas todos os autores concordam que o termo referencia mecanismos ou atividades que focam no desenvolvimento pessoal ou profissional de um indivíduo.

O coach foca no uso das habilidades existentes e no desenvolvimento de novas competências, apoiando a pessoa a usar de forma adequada os conhecimentos e habilidades que possui e a identificar habilidades que precisam ser desenvolvidas.

Com a evolução das escolas de administração, novos conceitos e práticas foram incorporados para atender às demandas de mudança de valores através das gerações, alinhadas à expectativa de negócios das empresas. Desde a escola humanista que se fala em apoio ao desenvolvimento do profissional, já se falava em situações que remetem ao conceito moderno de coaching, principalmente no campo de negócios e vendas.

O coach não é um guru, mentor ou conselheiro. É uma pessoa comum que possui conhecimento de ferramentas apropriadas para ajudar as pessoas a melhorar seu desempenho e sua qualidade de vida. Hoje o processo não é mais restrito a grandes executivos, o coaching pode ser aplicado a jovens que querem definir o caminho de sua carreiras, a políticos que querem preparar seus mandados, a pessoas prestes a se aposentar, a quem desejar dar uma virada em sua carreira, a quem busca uma promoção em seu emprego, a quem tem problemas de relacionamento, a quem deseja investir melhor o seu dinheiro, a mim e a você. Tenho certeza que vale a pena conhecer.

Na última quarta-feira, falei sobre isso para futuros administradores do 7° semestre do curso de Administração de Empresas da UNISUZ. Compartilho com os leitores do Lounge os slides que fizeram parte desta conversa: 

 

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