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01 abr 2013

DICA DE LEITURA: SETE HÁBITOS DAS PESSOAS EFICAZES

Comentários desativados em DICA DE LEITURA: SETE HÁBITOS DAS PESSOAS EFICAZES Características Pessoais, Gestão, Gestão de Pessoas, Liderança

Eba! Teremos sorteio para a estreia do novo endereço do Lounge Empreendedor. “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” começa uma série de sorteios mensais para quem acompanha nosso blog e curte nossa página no Facebook. Passa lá!

Pessoas Eficazes

Nosso caráter, basicamente, é composto pelos hábitos que desenvolvemos. "Plante um pensamento, colha uma ação; plante uma ação, colha um hábito; plante um hábito, colha um caráter; plante um caráter, colha um destino”, diz o ditado.

Os hábitos constituem fatores poderosos em nossas vidas, pois representam padrões coerentes, e muitas vezes inconscientes, que servem para exprimir nosso caráter no dia-a-dia, sendo responsáveis por nossa eficácia… ou ineficácia.

Se você quer modificar qualquer situação em sua vida deve entender que terá que se comportar de forma diferente. Mas para mudar seu comportamento, deve antes modificar seu pensamento, seus paradigmas – sua forma de interpretar o mundo. (Aliás, nós já falamos sobre isso aqui mesmo no Lounge Empreendedor)

Não importa quantas pessoas você supervise, têm só uma pessoa à qual você poderá modificar: você mesmo. O melhor investimento que pode fazer, então, é melhorar a si mesmo, desenvolvendo os hábitos que farão de você uma melhor pessoa e melhor empreendedor, líder ou gerente.

“Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” é um livro administrativo do consultor Stephen R. Covey e apresenta o resultado de uma pesquisa feita em duzentos anos de publicações sobre sucesso que vão desde biografias a simples manuais e livros de auto-ajuda. Os capítulos apresentam de forma didática formas para mudar esses paradigmas, ao instaurar novos hábitos que nos permitem escapar da inércia e atingir os nossos objetivos. (É claro, que tudo vai depender da sua própria vontade.)

Os três primeiros hábitos falam do auto-domínio e da forma como estamos orientados a conseguir o crescimento de nossa personalidade para obter a independência.

Os seguintes três hábitos tratam das relações com os outros – trabalho em equipe, cooperação e comunicação; e estão orientados a conseguir a interdependência.

Finalmente, o hábito sete, fala a sobre a renovação contínua que nos leva a entender melhor os hábitos restantes.

lounge-empreendedor-livro-sete-habitos

Considerado um best-seller, já foram vendidas mais de 15 milhões de cópias do livro em 38 idiomas desde a sua primeira publicação em 1989 e foi eleito pelos leitores da revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século vinte.

E agora, o livro está aqui no Lounge Empreendedor para contribuir com dois leitores que serão contemplados em nosso primeiro sorteio. Estou muito feliz em poder dividir com vocês esse conhecimento.

E para deixar aquele gostinho de “quero saber mais sobre isso", os sete hábitos são:

Independência e Autodomínio

Os três primeiros Hábitos vão da dependência à independência (i.e., autodomínio):

Hábito 1: Ser Proativo

Tome a iniciativa na vida percebendo que as decisões (e como elas se alinham com os princípios de sua vida) são os principais fatores que determinam a eficácia em sua vida. Assuma a responsabilidade por suas escolhas e as consequências delas decorrentes.

Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente

Descubra por si mesmo e deixe claro para si quais são seus valores pessoais mais profundos e quais são seus objetivos na vida. Visualize as características ideais para cada atitude e relacionamentos na vida. Crie uma declaração de missão.

Hábito 3: Primeiro o Mais Importante

Priorize, planeje e execute suas tarefas semanais baseando-se mais na importância do que na urgência. Avalie se seus esforços exemplificam seus valores pessoais desejados, impulsionam-no em direção às metas e enriquecem suas atitudes e relacionamentos elaborados no Hábito 2.

Interdependência

Os três seguintes têm a ver com a interdependência (i.e., o trabalho com os outros):

Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha

Esforce-se em busca de soluções ou de acordos que sejam reciprocamente benéficos em seus relacionamentos. Valorize e respeite as pessoas entendendo que uma "vitória" para todos é fundamentalmente a melhor solução a longo prazo do que se somente uma pessoa numa dada situação tenha atingido seu propósito.

Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido

Escute bem ou preste atenção enfaticamente para ser genuinamente influenciado pelas pessoas a fim de que elas também sejam influenciadas por você. Isso cria uma atmosfera de cuidado mútuo na solução positiva de um problema.

Hábito 6: Criar Sinergia

Combine as forças das pessoas através de uma equipe de trabalho positiva; assim, para atingir objetivos, nenhuma pessoa trabalhará sozinha.

Mude a atitude

Quando se trabalha sobre a atitude, nada pode ser um impedimento para a eficácia de alguém na vida.

Hábito 7: Afinar o Instrumento

Equilibre e renove seus recursos, sua energia e sua saúde para criar um estilo de vida efetivo e sustentável, com exercício físico, oração (meditação, yoga, etc) e boa leitura para a renovação mental. Além de serviços à sociedade para renovar-se espiritualmente.

Good luck

Pra você qual é o hábito mais importante? Já parou para pensar em algum comportamento que você precise aprimorar?  Você concorda com Stephen Covey?

Conte aqui no Lounge Empreeendedor para podermos aprender um pouco mais em conjunto. Estarei na torcida por vocês!

No próximo post, conheça as regras para participar da promoção.

01 abr 2013

ESSE CARA SOU EU

No Comments Atendimento ao Cliente, Capacitação, Gestão, Gestão de Pessoas, Liderança, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo, Pequena Empresa, Vendas

Se você ainda tem dúvidas sobre o motivo do nascimento da sua empresa ou sobre a razão de mantê-la em funcionamento, não pode perder nosso papo de hoje.

atendimento ao cliente

“Carta de um ex-cliente

Sou uma pessoa legal. Aquela que nunca reclama, não importa o tipo de serviço que eu receba. Entro no restaurante e fico em pé. Esperando os garçons fofocarem entre eles. Não saio por aí fazendo pressões. Se encontro um garçom entediado ou rude, continuo agindo da maneira mais educada possível.

Não acredito em grosseria como resposta a isso. Nunca discuto e nunca critico, e não faço escândalo. Sou uma pessoa legal; sou também o cliente que nunca mais volta. Esta é minha maneira de reagir a serviços mal prestados. É por isso que aceito tudo que me oferecem, porque sei que estarei mais do que vingado ao não retornar… e ao contar para todo mundo que conheço para que não se dêem ao trabalho de comprar em sua empresa. Isto nem sempre alivia minhas frustrações, mas é bem mais eficaz do que perder a paciência na frente de outros clientes.

Há muitos clientes legais como eu. Quando abusam demais de nós, vamos em outro lugar e gastamos nosso dinheiro onde são suficientemente inteligentes para empregar pessoas que gostam dos clientes. Você me faz rir quando o vejo gastando seu dinheiro freneticamente em propaganda cara para me fazer voltar, quando poderia ter-me conquistado para sempre logo no início, por apenas algumas palavras gentis, um sorriso e um “obrigado” sincero por minha preferência. 

Realmente não interessa o ramo de sua empresa. Talvez eu nunca tenha ouvido falar em você, ou talvez você nunca tenha ouvido falar de mim, mas se você está achando que os negócios estão ruins, talvez haja pessoas demais como eu que realmente tenham ouvido falar de você”.

Pois é, amigos empreendedoras, o cliente… Esse “cara” que muitas vezes mal conhecemos é o personagem principal do nosso negócio. Sem ele não há espetáculo. Contracenamos e participamos da mesma cena para que, ao fim do espetáculo
venhamos a receber os aplausos na forma de lucro. Além disso, desejamos que ele queira voltar a contracenar conosco.

Isso só pode ser conseguido havendo satisfação total dele. Uma bela embalagem sem custo adicional associada a um atendimento gentil e personalizado pode significar muito mais que o produto. Encantar exige percepção e imaginação. Ir além da razão, tocando na emoção. Não é fácil, mas é possível!

Um cliente mal atendido pode representar além da perda do negócio no momento atual a não realização de negócios futuros. Mais ainda: o boca-a-boca sobre baixa qualidade no atendimento reflete-se também como perda de vendas junto a outros clientes potenciais. E se já é difícil desenvolver novos clientes, não há dúvidas de que é bem mais complexo resgatar um cliente insatisfeito com o produto adquirido ou com os serviços envolvidos.

Lembre-se, nunca temos uma segunda chance para causar uma boa primeira impressão. Ter uma equipe composta por pessoas vibrantes e bem preparadas é uma grande arma para o sucesso. A menos que você tenha uma funerária, onde compaixão acaba sendo favorável, tente sempre manter a alegria, o otimismo e a jovialidade nos contatos.

Não hesite em investir em capacitação para toda a equipe da linha de frente. Raciocínio rápido, senso de oportunismo e facilidade de comunicação são competências fundamentais.

Um beijo e sucesso!

01 abr 2013

PEQUENAS EMPRESAS NA CADEIA DE VALOR DA SUSTENTABILIDADE

No Comments Boas Práticas, Empreendedorismo, Gestão

Programa CDP Supply Chain Brasil 2012 analisou como as cadeias de valor se comportam para mitigar os impactos de suas ações sobre as mudanças climáticas. Sua pequena empresa pode fazer parte deste grupo.

Cadeia de Valor da Sustentabilidade

Empresas como Eletropaulo, Bradesco, Braskem, Fibria, Marfrig, Suzano Papel e Celulose e Vale estão estimulando os fornecedores de suas cadeias de produção a implementarem medidas de redução do impacto ambiental. Ao menos essa é a intenção do programa CDP Supply Chain Brasil, que envolve 2415 empresas, sendo 2363 fornecedores e 52 companhias com um poder de compra que, somado, chega a US$ 1 trilhão.

O programa é realizado pelo CDP, ONG internacional que atua junto a investidores e empresas de todo o mundo para prevenir as mudanças climáticas e proteger os recursos naturais através da alocação eficiente de capital.

Segundo um estudo feito com as respostas de 202 desses fornecedores, 38% deles acreditam que os impactos de mudanças climáticas nos negócios já podem ser sentidos ou começarão a ser percebidos nos próximos cinco anos – fato associado diretamente a aumento no custo de operação e a redução da capacidade de produção.

“Sabemos que a cadeia de fornecimento é responsável diretamente pelo resultado de uma empresa. Estamos falando aqui de influências diretas em receita, qualidade do produto final, percepção do consumidor. Por isso, é extremamente importante que as grandes empresas não apenas invistam em mitigar seu impacto junto ao meio-ambiente, mas também incentivem seus fornecedores a fazê-lo”, acredita Fernando Eliezer Figueiredo, diretor do CDP Brasil.

Outros dados do estudo

  • 554 pedidos de informações foram enviados a fornecedores latino-americanos, sendo 413 brasileiros. 49% do universo brasileiro de fornecedores responderam ao programa, contra um índice global de respostas de 39%;
  • 29% dos fornecedores brasileiros acreditam que os impactos das mudanças climáticas já estão sendo sentidos através das fortes secas ou inundações que afetam direta ou indiretamente todos os negócios, contra 25% que acha que tais impactos serão percebidos apenas daqui a 6 a 10 anos;
  • Semelhante aos resultados globais, existe um hiato entre as respostas dos fornecedores e das empresas compradoras em todos os resultados. Por exemplo, enquanto 57% dos membros brasileiros do CDP Supply Chain Brasil têm metas definidas para redução de emissões, apenas 13% de seus fornecedores fazem o mesmo;
  • O número de fornecedores que investem em ações de redução de emissões caiu de 23% em 2011 para 13% em 2012. No entanto, na comparação entre os dois anos, há uma melhoria de 100% em iniciativas de redução de emissões (8% dos respondentes em 2011 contra 17% em 2012);
  • 43% dos membros brasileiros investem para mitigar os riscos das mudanças climáticas através da redução de emissões. Por outro lado, como vimos no item anterior, apenas 13% de seus fornecedores que responderam ao questionário fazem o mesmo;
  • Os 13% dos fornecedores brasileiros que reportaram investir na redução de emissões sinalizam economias monetárias de US$ 14 milhões;
  • 63% dos respondentes identificam um risco relacionado às mudanças climáticas, atual ou futuro, com potencial de afetar de forma expressiva suas receitas ou negócios;
  • 72% das empresas que investem em iniciativas de redução das emissões percebem que as mudanças climáticas representam um risco físico para suas operações, em comparação com 32% que não estão investindo em tais iniciativas.

Dados do Portal Administradores.com

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