Para ser mais feliz no seu trabalho, fuja das frases de efeito. Conheça dicas de empreendedores e especialistas. Reunimos oito afirmações sobre liderança que são, na verdade, mentiras. Fique atento e cuidado! Pouco tempo livre e alguns desafios de sobra?  Conheça ferramentas de gestão que podem auxiliar você. Você está entre os 80% dos brasileiros que não conseguem controlar suas finanças? Mude isso já para melhorar a vida. Veja aqui alguns mitos do empreendedorismo que podem atrapalhar sua confiança. Acabe agora com eles! Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
22 abr 2016

ESTIMULE O PENSAMENTO INOVADOR

No Comments Administração e Gestão, Comportamento, Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Inovação, Mercado

Incentivar a capacidade criativa pode contribuir para o desenvolvimento da sua empresa. Veja 5 dias de como fazer isso no seu dia-a-dia

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Implantar inovações a partir da criatividade dos integrantes da equipe e de seus colaboradores pode contribuir notoriamente para o sucesso no ambiente corporativo.

Nos dias atuais, permitir que os funcionários proponham novas ideias e estratégias é importante para o desenvolvimento de uma companhia. Para isso, a capacidade de inovar precisa ser estimulada frequentemente pelo líder. Ideias criativas podem ser utilizadas em diversas áreas, por exemplo, em um projeto de redução de custos ou na simplificação de processos burocráticos.

Pensando nisso, conheça 5 estratégias que podem ser aplicadas para estimular a capacidade criativa em uma empresa:

1- incentivar o compartilhamento de ideias.

Durante as reuniões, tente abrir espaço e dar oportunidades para que os funcionários compartilhem ideias e exponham a opinião deles, combinando diferentes pontos de vista. Quanto mais aberta for a conversa, maiores serão as chances de inovar a empresa.

2- estar disposto a ouvir seus funcionários.

É primordial saber ouvir diferentes opiniões e incentivar a equipe a enxergar certos assuntos com outras perspectivas. Se os funcionários estão sempre concordando entre si, isso pode não ser um bom sinal: um time que nunca pensa de forma diferente e tem medo de expor novas ideias pode dificultar a sua modernização.

3- promover debates entre os integrantes da equipe.

É importante estimular frequentemente o debate de ideias, sempre de uma forma justa e respeitosa. Essas discussões são positivas e contribuem para o desenvolvimento da companhia.

4- não julgar ideias antes de testá-las.

Antes de supor um possível resultado de uma sugestão proposta por um funcionário, é interessante testá-la primeiro. Isso pode servir como uma prova de confiança na equipe, incentivando-a a manter o pensamento inovador sempre ativo.

5- considerar a opinião dos consumidores.

O ponto de vista dos clientes também é importante, já que eles podem dar sugestões construtivas e propor mudanças benéficas para os produtos ou serviços oferecidos. O sucesso de uma empresa depende muito da satisfação dos consumidores.

Aplicar os métodos descritos e fazer com que o processo de inovação e criatividade seja incorporado à rotina da empresa pode ser um bom começo para estimular o pensamento inovador. Afinal, quanto maior a colaboração dos envolvidos, maior a probabilidade de desenvolvimento da companhia.

20 abr 2016

PRA QUEM AMA CAFEZINHO

No Comments Administração e Gestão, Competitividade, Economia, Empreendedorismo, Marketing, Mercado, Nem Todo Empreendedor Nasce Sabendo

O que um hábito aparentemente simples e tão brasileiro pode ensinar sobre empreender?

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Hábito de milhares de brasileiros, o cafezinho saiu de condição de bebida simples a assumiu ares de requinte, com diferentes máquinas, extrações e lugares para ser degustado. Quiosques estão abertos estrategicamente em shopping centers vendendo centenas deles todos os dias. Mas, por trás do (aparentemente) simples ato de vender uma xícara da bebida existem diversas lições úteis que qualquer empreendedor pode levar para seu negócio.

1 – Alta demanda, alta margem.

Não tenho números reais, mas é bastante provável que mais de metade das pessoas que vão a esses quiosques peçam por uma xícara de café. Com tão alta demanda, é natural que o preço seja elevado. Cobrado entre R$ 3,50 e R$ 5,00 – um valor nominalmente baixo – o cafezinho na verdade tem uma margem bastante alta.

Pensemos: que custos diretos estão envolvidos em sua produção (pensando que o processo produtivo é tão simplesmente o manejo de uma máquina de expresso)? Água, café em grão, açúcar, energia elétrica, impostos. Esses são os custos variáveis. Se não há venda, não há custo. Adicionemos os custos fixos: salários, aluguel da máquina, aluguel do espaço. Com tudo isso, a proposta de valor para o cafezinho é algo como “por R$ 3,50 (a R$ 5,00) você é servido de um cafezinho (uma bebida feita à base de água e grãos de café)”. Convenhamos, o valor é bastante elevado. Com tamanha demanda, nada mais lógico.

2 – baixa demanda, baixa margem.

Uma vez que petiscos não são a maior pedida do público, não é possível aplicar a mesma margem de um cafezinho a uma empadinha, por exemplo. Por algo ao redor de R$ 5,00 é possível comer, portanto, um produto cuja composição de custos é infinitamente mais complexa que a do café. Pensemos: água, farinha, sal, açúcar, frango, azeitonas, energia elétrica, salários, taxas sanitárias, impostos, etc, etc. O mesmo raciocínio vale para os docinhos. Ao final, note: o preço é apenas ligeiramente mais alto que o da xícara de café.

3- PRODUTOS COMPLEMENTARES E VENDA CRUZADA.

Com um café servido e uma vitrine repleta de salgadinhos e doces, os quiosques incitam o consumidor a combinar a bebida com algum petisco. Alguns fazem um trabalho ainda melhor, e ativamente estimulam o consumidor a “acompanhar o café com um salgado ou um doce”. Ou seja, o consumidor chega ao balcão para tomar um simples cafezinho, mas acaba recebendo uma oferta cruzada (ou seja, adicionada ao pedido original) de outro produto que combina com o primeiro.

4 – ANCORAGEM DE PREÇOS.

Se o consumidor atentar aos valores, ele ainda pode sair com a percepção de que o salgado ou o doce foram baratos. Pensemos: se uma xícara de café vale até R$ 5,00, o que dizer de uma empadinha que custa os mesmos R$ 5? Parece barato demais, não é?

conclusão.

Produtos de maior demanda têm margens mais altas e servem como oportunidade para venda de produtos adicionais.

Em uma análise meramente financeira, pareceria um contrassenso ter um produto à base de água e grãos precificado ao mesmo nível que um produto tão mais complexo como uma empadinha ou um quindim (alguns quiosques chegam a ter salgados e doces até mais baratos que uma xícara de espresso).

Como uma visão mais atenta, entretanto, aquilo que parece contraditório revela uma bela estratégia de marketing.

Max Guimer S. Toledo tem MBA em Marketing pela USP, pós graduado pela FGV e graduado em Economia pelo Mackenzie. 

19 abr 2016

NÃO SE DISCUTE

No Comments Cidadania, Comportamento, Democracia, Relacionamento Interpessoal, Relações Humanas, Sociedade e Política

Ensina a sabedoria popular que “política, futebol e religião não se discutem”. Você concorda?

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Sinceramente, considero o ditado de que "política, futebol e religião não se discutem" batido, surrado e mentiroso. Somos adultos, certo?!? Mais do que nunca, deveríamos nos unir para conversar sobre estas três dimensões que se tornaram o palco dos grandes problemas do mundo. Basta um pequeno olhar à nossa volta: impeachment, retorno da CPMF para cobrir gastos do governo, alta do dólar, transferências milionárias de jogadores entre times, presença do Papa em Cuba, guerras em nome da paz…

Claro, que no passado tal afirmação trazia consigo o medo de que a paixão – ou talvez o fanatismo – por time A ou B, religião C ou D, partido X ou Y, não nos permitisse o diálogo. Mas é preciso reinventar o dito com tolerância, abertura, aceitação ao outro e autoconhecimento.

Muitas pessoas se inflamam tanto ao defender suas ideias, colocam tanta paixão em seus discursos que há a impressão de que querem brigar. Alguns querem, de fato, convencer de que sua opinião é a mais acertada e deixam os ânimos se acirrar. Entrar em uma discussão com uma atitude mental de "eu ganho", "você perde", "eu tenho razão", "você está errado", "eu falo" e "você fica calado", claramente, não ajuda a desenvolver boas relações. Será que você quando se vê contrariado em seu ponto de vista, sente-se rejeitado e age dessa forma?

Devemos aprender a lidar com a diversidade, dispostos a recuar quando temos nossas convicções feridas e tentar olhar de outra perspectiva. No caso do futebol, parece ser mais fácil. Brinca-se muito, um desqualifica o time do outro para na semana seguinte ser a vez do colega cujo time ganhou a partida brincar com a ineficiência do time do amigo. Dificilmente, vemos um caso de amizade que se desfaz porque as pessoas torcem por times diferentes, embora ainda existam casos extremos em que torcidas matem umas às outras nos estádios.

Já sobre a política, estamos nos tornando um povo mais antenado e consciente, que vem adquirindo uma visão mais macro de mundo. Saímos do silêncio da ditadura, passamos por uma fase de transição e com o amadurecimento da democracia conquistamos um nível de politização importante que nos faz cidadãos mais atuantes e preocupados com os problemas do país. Mas, eis aí um perigo: se não avançarmos no entendimento sobre as questões que envolvem as políticas públicas, suas reformas e consequências, estaríamos mesmo discutindo ideias ou apenas pessoas? Reclamar de um congresso oportunista não altera nossa posição de responsáveis pelo o que elegemos.

Agora se futebol e política parecem complicados pra você, religião está numa categoria ainda mais delicada. O tabu é tamanho que a ausência de debate se observa numa espécie de proteção ao crente: questioná-lo corresponde a um gesto de ofensa. Pautada por questões não mensuráveis, a escolha da religião dá-se pela fé e por uma convicção que fala diretamente à alma e às crenças aprendidas e aceitas. Mas isso não a torna intocável, afinal não é preciso concordar com uma opinião diferente da sua nem é preciso abrir mão de suas convicções para conviver.

Por isso, acredito que chegou a hora de substituirmos o velho ditado pelas lições de economia e administração sobre Ponto de Equilíbrio e encontrarmos tais pontos comuns para o verdadeiro exercício de civilidade, generosidade e aceitação.

18 set 2015

DICA DE LEITURA: A SOCIEDADE DO CUSTO MARGINAL ZERO

No Comments Administração e Gestão, Consumo, Economia, Economia Criativa, Economia Digital, Empreendedorismo, Liderança, Mercado, Novos Mercados, Sustentabilidade

Consegue imaginar um mundo em que as relações sociais prevaleçam sobre as relações financeiras? 

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As regras do jogo da economia estão mudando. E não estou falando das medidas de contenção e arrecadação do nosso governo, mas sim de transformações sociais que apontam megatendências que modificarão nosso jeito de viver e consumir.

A previsão provocativa é do americano Jeremy Rifkin, que acaba de publicar seu novo livro "The Zero Marginal Cost Society" ("A Sociedade do Custo Marginal Zero", em tradução livre).

lounge-empreendedor-sociedade-com-custo-marginal-zeroO título pode parecer grego para não economistas, mas o princípio é muito simples: à medida que penetramos na sociedade do conhecimento e na economia criativa, o eixo de análise econômica se desloca. O surgimento da Internet das Coisas – das Comunicações, da Energia e dos Transportes – está convergindo para a criação de uma rede global com estrutura inteligente e indissolúvel e tem acelerado a produtividade e reduzido o custo marginal de produzir e distribuir unidades adicionais de bens e serviços – descontados os custos fixos – a praticamente zero, tornando-os essencialmente gratuitos.

Como resultado, o lucro corporativo começa a secar, os direitos de propriedade perdem força e a noção convencional de escassez econômica dá lugar à possibilidade de abundância à medida que setores inteiros da economia ingressam na web com custo marginal zero.  Algo que André Gorz chama de economia imaterial em que o principal fator de produção, o conhecimento, uma vez produzido, pode ser difundido de forma ilimitada e gratuita por todo o planeta, com custo zero.

Isso inverte completamente o sentido do capitalismo: levar cada aspecto da vida humana para a área econômica, transformando em uma mercadoria que será negociada como um bem. Ao longo do tempo, quase nenhuma necessidade humana escapou dessa transformação. A comida que comemos, a água que bebemos, os artefatos que produzimos e usamos, as relações sociais em que nos envolvemos, as ideias que trazemos à luz, o tempo que gastamos… Tudo reorganizado, precificado e levado ao mercado de forma individualizada.

Para Rifkin, caminhamos para a criação de uma economia mundial híbrida onde um sistema colaborativo estará convivendo com um capitalismo cada vez menos importante. Mercados estão começando a dar lugar a redes, a posse está se tornando menos importante do que o acesso, a busca do interesse próprio está sendo moderada pela pressão de interesses colaborativos e o tradicional sonho de enriquecimento financeiro está sendo suplantado pelo sonho de uma qualidade de vida sustentável que impulsiona novos negócios e oportunidades de empreender.

o desafio atual é garantir a segurança dos dados e a proteção do sigilo pessoal em um mundo aberto, transparente e conectado globalmente.

Não se trata aqui apenas de compartilhar uma música com os amigos, ou de colocar um filme no Youtube. Rifkin nos traz centenas de exemplos na área das finanças, com inúmeras redes peer-to-peer (P2P) permitindo fluxos financeiros entre quem tem recursos parados e quem deles precisa, escapando aos juros e tarifas escorchantes dos intermediários financeiros.

Aliás, Rifkin disponibiliza o conteúdo do seu livro online. No plano mais amplo, ao difundir sua compreensão acerca dos mecanismos econômicos está contribuindo para o nível educacional da sociedade, e pontualmente também para o bem-estar de todos. Estará perdendo dinheiro? Na realidade amplia a sua visibilidade, e ganhará mais com os convites que recebe. No novo modelo de ciclo econômico baseado em conhecimento e com forma imaterial, precisamos equilibrar as tarefas remuneradas e as colaborativas, sabendo que à medida em que o conhecimento se torna o fator de produção mais importante do planeta, a dimensão não diretamente remunerada se amplia. São os novos equilíbrios em construção.

Por isso, a Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês), permitirá conectar todos e tudo em um novo paradigma econômico que é muito mais complexo do que a Primeira e Segunda Revoluções Industriais, mas cuja arquitetura é distribuída em vez de centralizada. “Mais importante ainda, a nova economia irá otimizar o bem-estar geral por meio de redes integradas lateralmente na esfera dos bens comuns colaborativos (Collaborative Commons), em vez de empresas integradas verticalmente no mercado capitalista”.

Na visão de Rifkin, a rápida expansão desta nova economia leva a uma possibilidade de escaparmos do poder dos gigantes da intermediação e da filosofia da guerra econômica de todos contra todos, expandindo progressivamente os espaços de colaboração direta entre os agentes econômicos ao mesmo tempo produtores e consumidores, os famosos “prosumers”. A face mais óbvia do futuro descrito por Rifkin são hoje os sites de compartilhamento de carros e casas, como o Airbnb. Nesses novos tipos de transações, o acesso é mais importante que a posse e o capital social vale mais que o capital financeiro.

Entendo que isso pareça totalmente inverossímil para a maioria das pessoas, de tão condicionados que nos tornamos à crença de que o capitalismo é tão indispensável para nosso bem-estar quanto o ar que respiramos. Embora os indicadores da grande transformação para um novo sistema econômico ainda sejam suaves e, em grande parte, anedóticos, a economia de compartilhamento está em ascensão e, torço para que em 2050, tenha se estabelecido como principal árbitro da vida econômica mundial.

Otimismo exagerado?

Talvez, mas o que tiramos de muito útil do livro não é saber se o futuro será mais ou menos cor de rosa, mas uma compreensão muito aprofundada das oportunidades que surgem para uma economia mais humana. A realidade é que há uma outra economia/sociedade em construção, e entender os mecanismos, além de instrutivo, é profundamente agradável.

SOBRE O AUTOR:

JEREMY RIFKIN é um dos pensadores sociais mais populares da atualidade, é autor de 20 best-sellers traduzidos para 35 idiomas. Rifkin é consultor para a União Europeia e para chefes de estado ao redor do mundo, além de palestrante do programa de educação executiva da Wharton School da Universidade da Pensilvânia.

 

17 set 2015

BOLSA PARA MULHERES

No Comments Comportamento, Confiança, Economia, Empreendedorismo Feminino, Gestão Financeira, Mercado

Calma! Você não está no blog errado e esse não é um texto sobre moda. Siga a leitura e descubra segredos das mulheres na bolsa de valores.

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Não é novidade que o mercado financeiro no Brasil é um cenário extremamente masculino e pouco explorado pelas mulheres. Fazer um bom investimento nem sempre é tão fácil como investir na poupança, exige preparo, disciplina, estratégia e uma boa disposição ao risco. E as mulheres, na maioria das vezes, são mais cautelosas e conservadoras.

Mas, então, por que um texto sobre investimento de mulheres na bolsa de valores? Justamente por isso!

Uma pesquisa de 2012 publicada na Exame ressalta que, por serem mais cautelosas, as mulheres se preparam melhor quando o assunto é o seu dinheiro e sua saúde financeira e, por isso, também não se assustam no primeiro momento de crise. (Fonte Exame)

Elas, ao contrário da maioria dos homens, fazem um melhor planejamento antes de retirar seu dinheiro da segurança que uma caderneta de poupança oferece, e aplicá-lo em um investimento rentável com possibilidades agressivas e um pouco mais de risco.

Serem cautelosas e conservadoras, nesse caso, não é um problema e não impede que elas busquem lucros extraordinários, muito pelo contrário, essas características tornam-se um diferencial e um aliado na hora de buscar um investimento.

Coloque o cinto de segurança e voe mais alto!

Todos nós já ouvimos e vimos pesquisas que comprovam que as mulheres se envolvem menos do que os homens em acidentes graves de trânsito. Isso porque elas respeitam mais as leis e são mais cuidadosas, colocando a segurança em primeiro lugar.

No mercado financeiro também é assim. Para alçar vôo na bolsa de valores é preciso conhecer o mercado, traçar a melhor rota e ser paciente, mantendo a calma para reagir em um momento crítico.

Enquanto os homens se arriscam mais, as mulheres procuram estudar melhor as opções de investimento, fazer cursos e se aprofundar em conhecimentos bem fundamentados, antes de dar o primeiro passo e escolher a melhor maneira de investir de acordo com seus objetivos.

Dessa forma fica mais fácil elaborar uma estratégia de sucesso e segui-la, pois está baseada em informações precisas e não sujeitas aos conflitos de notícias e boatos sobre o momento econômico.

bolsa de valores: um caminho para conquistar sonhos.

Cada vez mais as mulheres buscam conquistar um espaço de independência, estabilidade e destaque. Elas não querem apenas um bom casamento ou um emprego, mas, sim, o sucesso da sua vida financeira e a conquista de sonhos.

Para isso, potencializar seus ganhos é fundamental e os investimentos na bolsa são uma ótima opção.

No atual momento em que vivemos, com a bolsa em queda, as incertezas do mercado se tornam oportunidades extraordinárias para ganhos significativos e, quem sabe, a construção de uma verdadeira história de riqueza.

Podemos observar inúmeras e sólidas empresas que estão hoje valendo menos do que o seu real valor e a tendência na bolsa de valores é que, em algum momento, essas empresas retornem a ele.

E essa é a oportunidade de ter ganhos espetaculares, comprando as ações mais baratas e vendendo quando as mesmas se valorizarem.

A maior dificuldade é, justamente, encontrar essas empresas e apostar na melhor opção.

Veja aqui como se preparar para este caminho, aprenda como investir na Bolsa.

mexa-se!

Para quem leu anteriormente o artigo “Tire seu dinheiro da zona de conforto” isso se torna ainda mais claro. (Se não leu é bom dar uma passadinha por lá…)

Dar o primeiro passo é o mais difícil. Mas, se aliarmos a natureza cautelosa das mulheres ao momento extraordinário do mercado de investimentos, temos uma excelente receita de sucesso. 

o momento é agora… 

Momento de cuidar melhor da sua saúde financeira, momento de poupar mais, de se preparar, sair da zona de conforto e buscar, disciplinadamente, uma nova forma de transformar suas finanças.

E isso, no mercado de investimentos, não é privilégio dos homens. Cabe apenas à você o poder e responsabilidade de encontrar meios que lhe atendam e iniciar, de forma segura, sua estratégia de investimentos.

Então, o que você está esperando…

Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários abaixo.

Fonte: Equipe – Toro Radar (www.tororadar.com.br)