Sobrou dinheiro? Quebre o porquinho e descubra formas de investimento mais rentáveis pra você. Estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos do ambiente de trabalho pode ser crucial para você. Fique atento! Sua qualidade de vida é determinada pelas escolhas que você faz diariamente. Veja aqui como tirar o máximo proveito da sua vida! Empreendedores e Investidores: conheça algumas semelhanças dessas figuras tão importantes ao cenário dos negócios. Uma marca só acontece quando se mostra e se conecta corretamente com seus clientes. Veja aqui como o branding pode ajudar você! Veja aqui alguns mitos do empreendedorismo que podem atrapalhar sua confiança. Acabe agora com eles! Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
18 Oct 2014

ESCOLHA VOCÊ

No Comments Carreira, Coaching, Comportamento, Escolhas, Liderança, Mercado de Trabalho, Sucesso

Aceitar as condições da vida, viver se lamentando ou sacudir a poeira, dar a volta por cima e enxergar um mundo cheio de (boas!) possibilidades? Qual é a sua escolha?

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Durante a última semana, retomei a leitura de um livro totalmente indicado para quem quer fazer mudanças na vida e talvez não saiba como… A resposta é muito simples e nos é dada logo no título da obra: Escolha Você!

Pode parecer um tanto egoísta, mas James Altucher, empreendedor de sucesso e investidor em startups, algumas das quais vendidas por milhões e outras que foram à falência, enfatiza que todas as decisões da vida devem ter como primeira e mais importante pessoa você mesmo.

Naturalmente, existem as relações, os sentimentos, e por isso, há de se compreender bem e respeitar as pessoas e as interdependências de nossas vidas. Contudo, se você quer mudanças reais, seja o sujeito e o objeto de suas ações. Tome decisões e tire o melhor proveito das vantagens que suas escolhas lhe trarão. Só dessa maneira você conseguirá viver uma vida plena e feliz. O resto – dinheiro, fama, sucesso – é consequência!

Em um mundo em que as mudanças são cada vez mais rápidas, onde ter uma faculdade não é mais garantia de sucesso; empregos com carteira assinada não são mais sinônimos de estabilidade e a concorrência está cada vez mais acirrada, não sabemos exatamente o que pode acontecer. Não dá pra ficar esperando o mundo escolher por você, certo?

Para acompanhar e sobreviver a tudo isso, você deve se transformar também. É essencial que você aprenda a diferenciar os estúpidos dos sábios (e que preferencialmente esteja entre os segundos!). Lembre-se do ditado: “O homem culto quer sempre mais. O homem sábio quer menos, e depois menos ainda.” Selecione aquilo que realmente faz a diferença na sua vida e faça apenas aquilo que você gosta. Isso pode parecer obvio, mas lamentavelmente, não é para a maioria das pessoas.

Em algumas culturas como o budismo, você espera que as coisas desapareçam da sua vida, busca reduzir suas necessidades e seus desejos para alcançar uma espécie de iluminação. Acredito nessa veia espiritual, e ouso dizer é ela que nos traz também a possibilidade de abundância. Afinal, se você diminuir as suas expectativas, fica bem mais fácil ir além e escolher apenas o que lhe faz bem.

Pense apenas nas coisas que você gosta. Leia apenas livros que curte. Vá apenas a lugares agradáveis. Almoce apenas com pessoas positivas. Faça disso uma prática diária. Toda vez que dizemos “sim” para algo que não queremos, geramos rancor, dispomos energia negativa, perdemos autoestima e destruímos uma pequena parte de nós mesmo. Pare com isso!

A estabilidade almejada por tanta gente não está nos modelos convencionais das empresas, nas convenções sociais ou nas regras e padrões que alguém nos impõe; seu equilíbrio é um encontro que se dará entre seus valores e limites pessoais. Se você mesmo não fizer escolhas corajosas por você, ninguém fará!

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11 Oct 2014

ESTÁ MUITO LONGE?

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São inúmeros os privilégios de quem viaja de carro, mas o mais legal, sem dúvida, é fazer as suas próprias paradas. Já pensou em como fazer isso com a sua vida?

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Você já experimentou viajar acompanhado de crianças pequenas? Se nunca passou por isso, tenha certeza que ao longo do caminho algo certeiro irá acontecer: crianças irão perguntar. Elas vão perguntar logo no início, elas vão perguntar na metade do caminho, elas vão perguntar o tempo todo! Elas vão perguntar mesmo que você diga que não quer ouvi-las novamente: “Nós já chegamos?”.

As crianças têm mais dificuldade que os adultos para controlar a ansiedade, diminuir a inquietação e entender que para chegar a um destino é preciso enfrentar as curvas do caminho. Elas não têm uma boa noção do tempo, sobretudo quando são pequenas, e naturalmente, não possuem uma visão do todo.

Pois, uma grande quantidade de adultos está na mesma situação! Parece que quando determinam sua jornada de sucesso não são capazes de dizer o quão próximos estão da linha de chegada. Parte disso se deve à impaciência, parte à inconstância de propósito, parte à falta de fôlego para seguir caminhando…

Se apesar do seu trabalho duro, você está se questionando sobre os progressos que tem feito na sua carreira, sugiro que retome sua criança interior. Faça perguntas! Lembre-se que tudo na vida é vivido em níveis e alcançado em etapas. Defina quais serão os marcos que pretende atingir na sua estrada e que podem sinalizar à sua criança interior os pequenos avanços que tem feito em seu caminho.

Vamos voltar à nossa viagem… Toda vez que viajamos e não temos certeza de onde estamos, precisamos instintivamente procurar por pontos de referência para ter segurança. Talvez você possa pensar: “Por que preciso parar se já sei os meus objetivos? Por que preciso de pontos de referência?”.

A resposta é simples: precisamos de um tempo para respirar, rever o caminho, abastecer e ganhar fôlego.

Nossos objetivos são normalmente os alvos externos que precisamos atingir para realizar nossos sonhos, cumprir nossas metas e alcançar nossos planos. Já os pontos de referência ou marcos da jornada são internos e sinalizam as mudanças que precisamos realizar em nós mesmos, no nosso modo de pensar, nas nossas atitudes para que nos direcionem pela estrada da transformação. Persistência, entusiasmo, determinação, otimismo e comprometimento são bons referenciais. Quanto mais marcos você identificar ou desenvolver dentro de si, mais longe chegará nessa jornada, mesmo que a viagem seja longa e a estrada tortuosa.

Por isso, sempre que se sentir em dúvida e precisar responder à sua criança interior acerca do quão distante está do seu sucesso, diga apenas: “Chegaremos em breve. Não chegamos hoje. Mas, com certeza, vamos chegar!”.

Seja paciente e persistente. Quando conhecemos o destino e construímos um bom caminho, podemos passar a vida inteira viajando. O caminho é delicioso e você chegará lá!

04 Oct 2014

O SILÊNCIO DOS BONS

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Amanhã viveremos um dia importante para a democracia brasileira. Você já fez suas escolhas?

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Toda campanha eleitoral é a mesma coisa: políticos que a gente mal conhece aparecem prometendo mundos e fundos para abocanhar o voto da população. Dessa vez, quem está diferente é o eleitor, que chegou ao limite de sua paciência e não se empolga mais tão facilmente com as opções disponíveis.

Ouso dizer que “a ficha está caindo”, mas, infelizmente, isso ainda não produz uma mudança profunda no cenário que nos cerca. É comum ouvir muita gente reclamando dos políticos e da corrupção, mas quem os coloca lá?

Foi você, fui eu. Chega de tapar o sol com a peneira, chega de fugir do problema. Somos todos responsáveis pelos rumos da nação quando apertamos as teclas da urna eletrônica e confirmamos nossa escolha.

E amanhã, 5 de outubro, teremos a chance de fazer isso mais uma vez. Você está preparado? Pesquisou os candidatos que mais chamaram a sua atenção? Quem são eles, de onde são, qual o histórico político e pessoal, que bandeiras defendem?

Ou você é daqueles que, a caminho da zona eleitoral na qual vota, pega qualquer papelzinho no chão e crava o número na urna. E pensa orgulhoso: “Cumpri meu dever cívico”. Ledo engano, ser cidadão é mais do que simplesmente votar. É saber em quem se está votando e por qual motivo.

E tão nocivo quanto votar em qualquer um é não votar. Se eximir desta responsabilidade não vai tornar o País melhor, mas pode piorá-lo um pouquinho mais, por nossa negligência e comodidade é que a corrupção reina em todas as esferas e se enraíza sem cerimônia.

Você quer mais saúde, educação e segurança pública? Então chegou a hora de parar de reclamar e de fazer aquele discurso pronto e reagir. Esta é a poderosa hora de protestar, não sabotando o processo, votando em qualquer um, me branco ou nulo, mas votando com sabedoria, dando oportunidade a pessoas sérias, comprometidas e trabalhadoras.

Defendo o voto distrital, pois ele estimula a escolha de candidatos da nossa cidade e região que vivem e conhecem a nossa realidade: comendo nos mesmos restaurantes, frequentando o mesmo shopping, enfim, vivendo a nossa vida!

E mesmo sem o sistema estar legalmente em vigor, você já pode agir assim. Escolha representantes que sejam realmente seus representantes.

Saber escolher bem é necessário para que possamos resgatar o prestígio político de outrora, quando tínhamos cinco deputados. Hoje, nosso município tem um representante na Assembleia Legislativa e outro na Câmara Federal. É preciso dizer algo mais?

Amanhã, o poder estará em suas mãos, eleitor. Para alguns um transtorno para outros a oportunidade de intervir nos rumos da nação. Em qual grupo você está? Pense nisso! Já dizia Martin Luther King: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons”.

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27 Sep 2014

SAIA DA VALETA

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Você faz a diferença? Na vida podemos ser escultor ou escultura. Qual é a sua escolha? 

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Na última terça-feira, durante o quadro “Carreiras & Negócios” que conduzo junto à Marilei Schiavi e Fadua Sleimann na Radio Metropolitana AM 1070 ouvi uma frase do presidente do Sincomércio de Mogi das Cruzes, Airton Nogueira, que me fez pensar durante toda a semana: “Se você quer fazer a diferença, você tem que sair da valeta!”.

Existe um espaço comum a qualquer um de nós – a tal valeta – que pode ser preenchido por um bom currículo, uma boa faculdade ou uma experiência comprovada no mercado de trabalho, mas para sair da valeta é preciso mais!

Refletir sobre este tema é algo que inevitavelmente nos coloca num estado de auto-investigação. É um convite ao exercício da introspecção onde confrontamos nossas ações e seus respectivos resultados. Entretanto, tenho observado que muitas pessoas ao se questionarem a esse respeito acabam encontrando um certo desconforto interno ou uma ansiedade desmedida pela percepção equivocada que têm sobre o assunto.

É muito comum, a ideia central do “fazer a diferença” remeter nossas expectativas mentais a construção de grandes obras e realizações. Automaticamente fazemos correlações com as pessoas que temos como modelo de conduta e de sucesso. Assim, muitos passam a acreditar que fazer a diferença pode exigir um esforço tamanho que preferem desistir, afinal, erradicar a fome do mundo, descobrir a cura do câncer ou ganhar um prêmio Nobel são tarefas que exigem tamanha dedicação e entrega que preferimos deixar esta ideia de fazer a diferença para os diferenciados… Puro engano, grande equívoco!

Talvez você já tenha lido que Mahatma Gandhi pronunciou a seguinte frase para os seus seguidores: “Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo”. Pois é… 

O que determina se conseguiremos sair ou não da valeta permitida a todos e a qualquer um não é tanto o que fazemos, e sim como fazemos. Por isso, encontre formas de surpreender positivamente as pessoas, fazendo "algo” além do que era esperado, e de alguma forma que supere as expectativas. Fazer a diferença significa "encantar" as pessoas, criando aquele ambiente mágico em que as pessoas podem dizer: "para mim, naquele momento, naquele local, você fez a diferença!".

Esteja 100% focado no que você estiver realizando. Nosso potencial de transformação e de criação encontra-se somente no momento presente! Não comprometa seus resultados por estar disperso entre o passado (arrependimentos, culpas) e o futuro (preocupações, medos).

Para fazer a diferença, é preciso que adotemos uma postura de respeitabilidade quanto à diversidade humana. Deixe o outro ser diferente de você. Cada encontro é sagrado e podemos aprender profundas e enriquecedoras lições com todas as pessoas que cruzam nosso caminho.

O poder pessoal significa num primeiro momento aceitarmos as coisas como elas são (e não ficar brigando contra), e imediatamente agir em cima disso. Por exemplo: seu chefe no trabalho é um pequeno ditador? Aceitar significa não ficar desejando que ele seja diferente, mas sim reconhecer que ele é assim. A questão que se coloca é o que você deve e pode fazer com isso? Só assim você poderá lidar com a situação e mostrar sua maestria pessoal e profissional que lhe diferencia na valeta.

Fazer a diferença é uma atitude, é um estado de espírito e decorre de uma decisão pessoal: eu quero fazer uma positiva diferença para mim mesmo e para as pessoas.

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23 Sep 2014

O PERIGO DA VAIDADE

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A vaidade está nas ruas, na mídia, no trabalho, nas atualizações de status nas redes sociais, nas fotos, nas famílias, nas relações amorosas…

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A vaidade é o pano de fundo do nosso cotidiano. Olhe à sua volta. Se você ainda não leu “O Retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde recomendo que faça a leitura e entenda sobre o lado mais obscuro da vaidade e sobre como podemos ser levados à completa decadência por ceder aos seus caprichos. O livro fala de um jovem e belo rapaz que perde sua inocência e valores seduzido pelo impacto que sua aparência lhe causa frente à perfeição impossível, as convenções dispensáveis e a mortalidade inevitável.

Ao proclamar-se um Deus, Dorian acredita que poderia cometer os atos mais terríveis sem manchar sua aparência e até mesmo quando quer mudar o rumo da sua vida ou ajudar alguém, fazia isso por egoísmo e sem o real interesse pelo bem estar alheio. Resultado? Oras, leiam o livro!

Vivemos em uma sociedade onde somos estimulados desde cedo a alcançar posições de destaque e sermos belos e poderosos. Quando moderada, a vaidade pode servir de motivação para uma condição melhor, mas quando nos deixamos seduzir por ela, corremos o risco de perder o senso sobre a realidade e nos fecharmos para novos aprendizados e para os argumentos alheios. Queremos ganhar qualquer discussão, não pela razão, mas pela sensação de poder que a última palavra nos dá.

O vaidoso perde o discernimento para perceber que não é tão virtuoso quanto imagina. É incapaz de admitir seus erros, menospreza o mal que causa com suas atitudes e tem dificuldades em aceitar quando discordam se sua opinião. Para ele, tudo em sua própria vida é mais valoroso e é difícil aceitar que qualquer outra pessoa possa conquistar algo senão através de sua ajuda, afinal considera absurdo que pessoas “inferiores” a ele alcancem o sucesso.

Nesta busca cada vez maior pela admiração, o vaidoso perde o bom senso, afunda-se em futilidades e esquece que para seguir adiante é preciso ser também humano.  Uma pessoa vaidosa demais tem uma imagem ilusória de si mesma e das relações; prefere a falsidade de ser cercado por aparências do que a solidão da verdade.

Mas, não a saia por aí apontando o dedo ao seu filho, marido ou chefe. Somos, de fato, todos vaidosos! O limite está em mantermos sempre os pés no chão e a consciência do nosso real valor. Questione-se: será que minhas atitudes são naturais, construtivas e tem o propósito real de contribuir para um algo relevante ou são apenas uma forma de ser admirado ou “respeitado”?

Se chegar à segunda conclusão é hora de tomar as rédeas, ser mais humilde, enxergar a real importância das pessoas, aprender com os erros e domar sua vaidade.  Lembre-se que “o que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida” (Oscar Wilde).