Complexidade não significa efetividade quando o assunto é planejamento da sua empresa. Acerte na escolha! Preocupação com o passado ou ansiedade com o futuro são sentimentos que não ajudam quem quer uma vida melhor. Remova o medo da sua vida e seja o que sempre sonhou! Inteligência e honestidade emocional: você já parou para pensar em como seus sentimentos influenciam suas decisões? Páre e pense agora! Estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos do ambiente de trabalho pode ser crucial para você. Fique atento! Sua qualidade de vida é determinada pelas escolhas que você faz diariamente. Veja aqui como tirar o máximo proveito da sua vida! Coaching: faça sua consulta e agende seu horário para entender como esse processo pode ajudar você.
01 Nov 2014

HONESTIDADE EMOCIONAL

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Seja sempre algo que você ama e entende. Esqueça o resto, pois tudo o que você preciso está em si mesmo! Todo o resto é ilusão. 

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Um dos principa​is fatores que diferencia os relacionamentos extremamente significativos daqueles meramente bons é a profundidade da intimidade emocional que construímos. É claro que existem outros fatores: autenticidade, vulnerabilidade, entrega e quiçá, um pouco de coragem!

Coragem para enfrentar o exercício constante do equilíbrio entre a razão e com a emoção – duas partes aparentemente antagônicas de nós que quando conhecidas e bem geridas se completam elevando nossa sabedoria e crescimento.

Ao sermos confrontados com as nossas emoções, precisamos aprender a senti-las e a perceber o que elas nos transmitem, o que nos dizem acerca das nossas vontades, necessidades, valores, medos… No fundo, o que nos dizem acerca de nós e da nossa relação com os outros. Negá-las ou reprimi-las pode conduzir-nos a um sem número de caminhos confusos, desonestos e superficiais.

Ser emocionalmente honesto significa expressar sentimentos verdadeiros e desenvolver o que no mundo de negócios tem feito toda a diferença: a inteligência emocional. É a nossa inteligência emocional (autocontrole, empatia, motivação, consciência, habilidades interpessoais) combinada com a capacidade de identificar com precisão os nossos sentimentos, que nos permite ser emocionalmente honestos.

Ao fazermos isso conosco, ampliamos nosso autoconhecimento e damos um passo no caminho da auto aceitação e de escolhas mais acertadas frente aos nossos próprios desejos e metas. Quando nossa atitude é emocionalmente honesta com os outros, certamente aumentamos a probabilidade de nossos filhos, cônjuges, chefes ou amigos nos espelharem.

O grande problema é que a maioria das pessoas acredita que os outros não vão tolerar sua honestidade, e assim preferem viver as aparências e a superficialidade, alegando que desta forma não ferem ninguém, racionalizam a falsidade em nobreza e contentam-se com relacionamentos rasos.

Se você quer uma vida próspera ao invés de uma vida insalubre e sem significado, prepare-se a enfrentar alguns de seus medos e talvez, não ser aceito por todas as pessoas. “Jogar pelo seguro” e esconder seus reais sentimentos é uma forma de sabotagem e manipulação que realizamos num esforço para controlar as respostas que receberemos dos outros, na esperança de ganhar sua aprovação ou minimizar as chances deles sentirem-se magoados, irritados, ou descontentes conosco.

As melhores relações não são as que têm poucos conflitos, mas sim aquelas que estão dispostas a agir de forma honesta e sensível. Com este tipo de atitude, promovemos e desenvolvemos as habilidades de comunicação e aprendemos a lidar respeitosamente com as diferenças. Como diria Daniel Goleman, só assim seremos “emocionalmente inteligentes”.

25 Oct 2014

RESPEITO É BOM, E EU GOSTO.

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Com a popularização das redes sociais e seu poder de alcance, tem gente que usa a internet para tentar curar suas mágoas, atacar e magoar sem critério. Tem dias que eu canso! #prontofalei

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O período eleitoral, a fase final do campeonato brasileiro de futebol, a intolerância religiosa e sexual e tantas outras situações recentes que tenho acompanhado na internet e fora dela me mostram que, sem dúvida, precisamos de mais educação, bom senso e respeito nas interações virtuais.

No mundo off-line, costumamos ser mais polidos e seletivos na demonstração de nossas opiniões e argumentos. Já na internet o hábito de defendermos nossa liberdade de expressão sem respeitar a do outro é muito mais frequente.

Muitos agem como se a internet ainda fosse “terra de ninguém”. É como se criassem seu próprio limite, agindo com intolerância e extravasando uma raiva desmedida que destoa, inclusive, daquilo que são “na vida real”.

O anonimato, as facilidades do acesso e/ou a possibilidade de dizer o que quiser e depois simplesmente “bloquear” uma resposta parecem criar uma internet personalizada, onde não exista nada além do que gostam ou concordem. Tenho visto adultos agindo como crianças caprichosas sem razão em situações das mais banais.

Debater, discordar, defender pontos de vista e crenças é positivo desde que você entenda que para ser construtivo e útil isso deve ser feito com educação e respeito. Tenho certeza que você já passou por alguma situação em que pensou: “mesmo sendo uma causa nobre, é inútil discutir com fulano”.

Nossa indignação virtual está exagerada! Precisamos levar para a internet o bom e sábio ditado de fazermos ao outro o que desejamos para nós mesmos. Vamos escolher melhor nossas batalhas! Apesar de simples, essa conduta poderosa que poderia literalmente mudar o mundo, não é colocada em prática por força do ego, da necessidade de autoafirmação e da irracionalidade.

Discorda de algo que alguém escreveu? Exponha seu ponto de vista com educação, dê oportunidade ao outro se expor, apresente propostas de forma civilizada e mesmo que cada um permaneça com suas ideias e convicções intactas, a mensagem que ficará ao final é de entendimento e tolerância.

Se num primeiro contato, você perceber que o outro não aceita bem seus argumentos, pense se vale a pena revidar e entrar num “ringue” de batalha de virtual. Sinceramente, eu prefiro procurar alguém mais inteligente para conversar!

Leve adiante apenas aquelas conversas com quem você poderá aprender ou que realmente venham a agregar algo sobre temas que valham a pena e mantenham a sua classe e elegância. Não haja como um animal enfurecido, pois assim até seus argumentos perdem a credibilidade.

Toda interação construída com respeito e educação tende a dar bons frutos. Aquelas baseadas na imposição, agressividade e medo geralmente não trazem nada além de desgaste e frustração. E como dizia Clarice Lispector: “se me achar esquisita, respeite, pois até eu aprendi a me respeitar!”.

18 Oct 2014

ESCOLHA VOCÊ

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Aceitar as condições da vida, viver se lamentando ou sacudir a poeira, dar a volta por cima e enxergar um mundo cheio de (boas!) possibilidades? Qual é a sua escolha?

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Durante a última semana, retomei a leitura de um livro totalmente indicado para quem quer fazer mudanças na vida e talvez não saiba como… A resposta é muito simples e nos é dada logo no título da obra: Escolha Você!

Pode parecer um tanto egoísta, mas James Altucher, empreendedor de sucesso e investidor em startups, algumas das quais vendidas por milhões e outras que foram à falência, enfatiza que todas as decisões da vida devem ter como primeira e mais importante pessoa você mesmo.

Naturalmente, existem as relações, os sentimentos, e por isso, há de se compreender bem e respeitar as pessoas e as interdependências de nossas vidas. Contudo, se você quer mudanças reais, seja o sujeito e o objeto de suas ações. Tome decisões e tire o melhor proveito das vantagens que suas escolhas lhe trarão. Só dessa maneira você conseguirá viver uma vida plena e feliz. O resto – dinheiro, fama, sucesso – é consequência!

Em um mundo em que as mudanças são cada vez mais rápidas, onde ter uma faculdade não é mais garantia de sucesso; empregos com carteira assinada não são mais sinônimos de estabilidade e a concorrência está cada vez mais acirrada, não sabemos exatamente o que pode acontecer. Não dá pra ficar esperando o mundo escolher por você, certo?

Para acompanhar e sobreviver a tudo isso, você deve se transformar também. É essencial que você aprenda a diferenciar os estúpidos dos sábios (e que preferencialmente esteja entre os segundos!). Lembre-se do ditado: “O homem culto quer sempre mais. O homem sábio quer menos, e depois menos ainda.” Selecione aquilo que realmente faz a diferença na sua vida e faça apenas aquilo que você gosta. Isso pode parecer obvio, mas lamentavelmente, não é para a maioria das pessoas.

Em algumas culturas como o budismo, você espera que as coisas desapareçam da sua vida, busca reduzir suas necessidades e seus desejos para alcançar uma espécie de iluminação. Acredito nessa veia espiritual, e ouso dizer é ela que nos traz também a possibilidade de abundância. Afinal, se você diminuir as suas expectativas, fica bem mais fácil ir além e escolher apenas o que lhe faz bem.

Pense apenas nas coisas que você gosta. Leia apenas livros que curte. Vá apenas a lugares agradáveis. Almoce apenas com pessoas positivas. Faça disso uma prática diária. Toda vez que dizemos “sim” para algo que não queremos, geramos rancor, dispomos energia negativa, perdemos autoestima e destruímos uma pequena parte de nós mesmo. Pare com isso!

A estabilidade almejada por tanta gente não está nos modelos convencionais das empresas, nas convenções sociais ou nas regras e padrões que alguém nos impõe; seu equilíbrio é um encontro que se dará entre seus valores e limites pessoais. Se você mesmo não fizer escolhas corajosas por você, ninguém fará!

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11 Oct 2014

ESTÁ MUITO LONGE?

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São inúmeros os privilégios de quem viaja de carro, mas o mais legal, sem dúvida, é fazer as suas próprias paradas. Já pensou em como fazer isso com a sua vida?

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Você já experimentou viajar acompanhado de crianças pequenas? Se nunca passou por isso, tenha certeza que ao longo do caminho algo certeiro irá acontecer: crianças irão perguntar. Elas vão perguntar logo no início, elas vão perguntar na metade do caminho, elas vão perguntar o tempo todo! Elas vão perguntar mesmo que você diga que não quer ouvi-las novamente: “Nós já chegamos?”.

As crianças têm mais dificuldade que os adultos para controlar a ansiedade, diminuir a inquietação e entender que para chegar a um destino é preciso enfrentar as curvas do caminho. Elas não têm uma boa noção do tempo, sobretudo quando são pequenas, e naturalmente, não possuem uma visão do todo.

Pois, uma grande quantidade de adultos está na mesma situação! Parece que quando determinam sua jornada de sucesso não são capazes de dizer o quão próximos estão da linha de chegada. Parte disso se deve à impaciência, parte à inconstância de propósito, parte à falta de fôlego para seguir caminhando…

Se apesar do seu trabalho duro, você está se questionando sobre os progressos que tem feito na sua carreira, sugiro que retome sua criança interior. Faça perguntas! Lembre-se que tudo na vida é vivido em níveis e alcançado em etapas. Defina quais serão os marcos que pretende atingir na sua estrada e que podem sinalizar à sua criança interior os pequenos avanços que tem feito em seu caminho.

Vamos voltar à nossa viagem… Toda vez que viajamos e não temos certeza de onde estamos, precisamos instintivamente procurar por pontos de referência para ter segurança. Talvez você possa pensar: “Por que preciso parar se já sei os meus objetivos? Por que preciso de pontos de referência?”.

A resposta é simples: precisamos de um tempo para respirar, rever o caminho, abastecer e ganhar fôlego.

Nossos objetivos são normalmente os alvos externos que precisamos atingir para realizar nossos sonhos, cumprir nossas metas e alcançar nossos planos. Já os pontos de referência ou marcos da jornada são internos e sinalizam as mudanças que precisamos realizar em nós mesmos, no nosso modo de pensar, nas nossas atitudes para que nos direcionem pela estrada da transformação. Persistência, entusiasmo, determinação, otimismo e comprometimento são bons referenciais. Quanto mais marcos você identificar ou desenvolver dentro de si, mais longe chegará nessa jornada, mesmo que a viagem seja longa e a estrada tortuosa.

Por isso, sempre que se sentir em dúvida e precisar responder à sua criança interior acerca do quão distante está do seu sucesso, diga apenas: “Chegaremos em breve. Não chegamos hoje. Mas, com certeza, vamos chegar!”.

Seja paciente e persistente. Quando conhecemos o destino e construímos um bom caminho, podemos passar a vida inteira viajando. O caminho é delicioso e você chegará lá!

04 Oct 2014

O SILÊNCIO DOS BONS

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Amanhã viveremos um dia importante para a democracia brasileira. Você já fez suas escolhas?

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Toda campanha eleitoral é a mesma coisa: políticos que a gente mal conhece aparecem prometendo mundos e fundos para abocanhar o voto da população. Dessa vez, quem está diferente é o eleitor, que chegou ao limite de sua paciência e não se empolga mais tão facilmente com as opções disponíveis.

Ouso dizer que “a ficha está caindo”, mas, infelizmente, isso ainda não produz uma mudança profunda no cenário que nos cerca. É comum ouvir muita gente reclamando dos políticos e da corrupção, mas quem os coloca lá?

Foi você, fui eu. Chega de tapar o sol com a peneira, chega de fugir do problema. Somos todos responsáveis pelos rumos da nação quando apertamos as teclas da urna eletrônica e confirmamos nossa escolha.

E amanhã, 5 de outubro, teremos a chance de fazer isso mais uma vez. Você está preparado? Pesquisou os candidatos que mais chamaram a sua atenção? Quem são eles, de onde são, qual o histórico político e pessoal, que bandeiras defendem?

Ou você é daqueles que, a caminho da zona eleitoral na qual vota, pega qualquer papelzinho no chão e crava o número na urna. E pensa orgulhoso: “Cumpri meu dever cívico”. Ledo engano, ser cidadão é mais do que simplesmente votar. É saber em quem se está votando e por qual motivo.

E tão nocivo quanto votar em qualquer um é não votar. Se eximir desta responsabilidade não vai tornar o País melhor, mas pode piorá-lo um pouquinho mais, por nossa negligência e comodidade é que a corrupção reina em todas as esferas e se enraíza sem cerimônia.

Você quer mais saúde, educação e segurança pública? Então chegou a hora de parar de reclamar e de fazer aquele discurso pronto e reagir. Esta é a poderosa hora de protestar, não sabotando o processo, votando em qualquer um, me branco ou nulo, mas votando com sabedoria, dando oportunidade a pessoas sérias, comprometidas e trabalhadoras.

Defendo o voto distrital, pois ele estimula a escolha de candidatos da nossa cidade e região que vivem e conhecem a nossa realidade: comendo nos mesmos restaurantes, frequentando o mesmo shopping, enfim, vivendo a nossa vida!

E mesmo sem o sistema estar legalmente em vigor, você já pode agir assim. Escolha representantes que sejam realmente seus representantes.

Saber escolher bem é necessário para que possamos resgatar o prestígio político de outrora, quando tínhamos cinco deputados. Hoje, nosso município tem um representante na Assembleia Legislativa e outro na Câmara Federal. É preciso dizer algo mais?

Amanhã, o poder estará em suas mãos, eleitor. Para alguns um transtorno para outros a oportunidade de intervir nos rumos da nação. Em qual grupo você está? Pense nisso! Já dizia Martin Luther King: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons”.

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